Arquivo do mês: fevereiro 2012

Observador


O novo ditador


Fender Bass VI

Aqui está o primeiro baixo de seis cordas da Fender – o Fender Bass VI, que teve sua produção normal de 1961 até 1975. Obviamente que hoje em dia, se houver interesse, pode-se conseguir um modelo desses através da produção especial direto com o depto. de lutheria da Fender, tudo a um preço mais salgado, é claro. Para ser realmente franco na verdade a marca Danelectro foi quem criou primeiro criou um modelo de baixo de seis cordas, chamado de “Long Horn”, portanto, o verdadeiro pai de todos os baixos de seis cordas. Ambos na verdade são tidos como uma guitarra barítono de seis cordas, utilizando um encordoamento não tão grosso como a de um contrabaixo e que poderia soar ao mesmo tempo como um baixo ou então, utilizando-se de um seletor (uma quarta chave, que funcionava como atenuador de graves), soar também quase como uma guitarra. Este instrumento em época foi bastante utilizado por músicos do estilo country music (um pouco também pela surf music) e apesar de ser bastante inovador e proporcionar naturalmente uma vocação para o desenvolvimento de solos, na verdade a maioria dos baixistas daquele tempo não tinham esta intenção, entendiam que o baixo servia mais como um instrumento de apoio e acompanhamento. No rock, alguns poucos músicos que procuraram criar uma atmosfera ou som diferenciado em suas composições, encontraram uma boa margem neste instrumento vintage de seis cordas da Fender, como é o caso dos Beatles, John Entwistle (The Who), Jack Bruce (Cream), Robert Smith (The Cure), entre outros. Naturalmente com o tempo o baixo sofreu alterações e as devidas evoluções tecnológicas, vindas principalmente de mudanças na concepção de novas técnicas, ritmos, tendências e estilos musicais, assim hoje em dia temos inúmeros modelos de baixos de seis cordas, muito comuns em qualquer tipo de grupo musical. Mas isso já é uma outra história.


Oh não!

Achei muito engraçada esta reação explosiva do “criativo” de agência de publicidade quando diante da situação (bem comum, até) do: Tá bom o trabalho, mas o cliente pediu para mudar isso, aquilo e aquilo mais, que vai ficar ótimo.
Rsrsrsrsrsrsrssrs…


Bela camiseta


Baixo de seis cordas old-new style – Lakeland

Taí um projeto que se pode chamar de novo-velho esquema, mas é interessante (assistam o vídeo para compreender melhor), é um baixo de seis cordas mas também tem um que de como se fosse uma guitarra mais grave. Mas lembrem-se de que a Fender já tinha uma baixo desses de 6 cordas nos anos 60, era o Fender Bass VI, modelo que vários artistas daquela época experimentaram, tipo John Entwistle (The Who), Jake Bruce (no tempo do Cream) e até os Beatles (John e George) utilizaram este baixo que é afinado como guitarra. Pelo que saquei esse modelo agora foi repaginado com um upgrade moderno e tá de volta – só que tem um porém, este modelo não é da Fender, é um projeto da marca Lakeland e foi recentemente apresentado na feira mundial NAMM – 2012 (National Association of Music Merchants).


Chewbacca gang


Motos e mais motos – 17


Color

Dica de um site com um joguinho lesgas para publicitários e afins. Veijeim.

http://color.method.ac


23 dicas interessantes

Dessa vez vou apenas colocar aqui um link direto para um blog que contém 23 dicas caseiras, bem simples e interessantes, que de algum modo podem um dia desses lhe ser útil. Não custa nada dar um confere: [ AQUI ] .


Batgreen colision


Kamchatka – “Perfect”


Slash em estúdio – vídeos das gravações

Agora todos os episódias do Slash em estúdio (até então), que se encontra atualmente gravando um novo álbum de estudio para 2012, com a sua banda. Em breve novos episódios dessa gravação devem surgir.


Livrinho


Tênis baixo

Olha só essa meu chapa, que tal um tênis Nike inspirado num dos mais famosos modelos de baixo elétrico da história, o Fender Precision. Ah! O tênis é uma edição limitada e se chama Nike Dunk Mid Pro SB Fender Bass. O nome é comprido assim mesmo, tamanha a responsa com o legado deste excepcioal instrumento. Tenho dito!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Carlos Cunha

Já que foi mencionado anteriormente em comentários do post sobre o Euclides Pinheiro, então seguem algumas informações sobre o piloto Carlos Cunha, que além de ser dono de uma concessionária também teve sua vez de sucesso e fama nas pistas, estradas e ruas deste país, como exímio piloto de acrobacias  e também de corrida. São mais de 30 anos dessa carreira tendo inclusive sido destaque quando em 1986 quebrou dois recordes internacionais, o de maior distância percorrida e o de maior velocidade, ambas em duas rodas.

Também já assisti a apresentação dele em minha cidade, anos depois da do Euclides Pinheiro, é claro, e também foi muito boa.

Os números dos recordes de Carlos Cunha:
- 218,8 km percorridos em duas rodas (sem parar),
- Atingiu a velocidade de 155,84 km/h em duas rodas

*Confira neste link do Motorshow mais informações sobre Carlos Cunha.


Stormtrooper life


LG Optimus Hyper Facade

Taí uma experiência visual que deve ser bem interessante de se assistir ao vivo, na rua. Eu ao menos gostaria. Veijeim.


Equipe Euclides Pinheiro


Euclides show

Essa é para o pessoal das antigas, quem ae não lembra do Euclides Pinheiro e seu show intinerante, que contava com apoio da Chevroltet (e patrocínio da revenda Chevrolet local, divulgando a marca e modelos de veículos), era uma espécie de Evel Knievel brasileiro das quatro rodas. Era um show de derrapagens, mutos cavalos de pau, fritação de pneus, andar de lado em apenas 2 rodas, tinha ainda o parachoque humano e tantas outras “aventuras e locuragens” a bordo de um Opala. Recordo de ter assistido um show dele na minha infância, coisa de cidade pequena, maior muvuca, muitas pessoas para assistir da calçada a essas inúmeras evoluções ärtísticas” desse piloto num dos únicos trechos de rua asfaltada no centro da cidade. Você não imagina o que isso faz na cabeça de um guri. O cheiro de borracha no ar, a barulheira e o ronco do escapamento do Opalão, o calor da emoção e também do medo seguido da questão… E se der alguma coisa errada? O risco de acidente era constante, mas era incrível, inesquecível. Nem vou comentar que entre o show que por vezes envolvia alta rotação do motor e velocidade também, havia apenas uma corda no meio fio separando a galera de evento. Bem, coisas típicas de anos 60 e 70. É, minha infância foi divertida sim, mesmo longe de celulares, games tipo PS3 e internet, acreditem!!!

*Imagens meramente ilustrativas. Gostaria de ter imagens do tal show do Euclides Pinheiro em Venâncio Aires. Acredito até que ele teve mais de uma vez em minha cidade, mas não tenho certeza disso. Recentemente teve um evento assim nos mesmos moldes mas era da Yamaha, com uma vibe moderna de free style – também muito legal. Outra vez me fez lembrar do show do Euclides Pinheiro.