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Beatles Jr.

Segundo o jornal londrino The Sun, uma nova banda reunindo filhos dos Beatles pode ser considerada como uma possibilidade a acontecer. James McCartney, filho de Paul, menciona em uma entrevista que juntamente com Sean Lennon (filho de John), Dhani Harrison (o de George) e Zak Starkey (de Ringo Starr), todos músicos na faixa dos 35, 40 anos, devem se reunir para um novo grupo.

*Confira mais detalhes desta noticia aqui: Whiplash

Ausentes – 08/12

7 anos sem - Dimebag Darrel

31 anos sem - John Lennon


Beatles no telhado (em animação)


Beatles-ilustra-movie-rock-roof-alles-show


Telecaster Rosewood

Se você curte tanto quanto eu e quer saber mais detalhes sobre a Telecaster “marrom” – Rosewoodm, confira o texto abaixo que encontrei na web. Fiz uma adaptação cachorra, dei uma limada no texto, mas o que vale é dar o recado. Boa viagem!

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É sabido que a qualidade dos instrumentos Fender sofreram um declínio gradual após a compra da empresa pela CBS, em 1965. Embora isto seja uma verdade, o período inicial da CBS em meados da década de 1960 foi também um momento de grande criatividade. E grande parte dessa energia não era outra senão o corpo sólido original da Fender: a Telecaster.
Nada menos que quatro novas versões da Telecaster foram adicionadas à linha Fender no final dos anos sessenta, incluindo as Teles Paisley e azul floral, inspiradas na cena psicodélica popular na época. O mestre alemão construtor, Roger Rossmeisl, projetou a outras duas inovações na Tele: a Telecaster Thinline, e a Telecaster Rosewood. Rossmeisl, que tinha sido o responsável pela única e duradoura linha de guitarra Rickenbacker elétrica do final dos anos cinqüenta, foi contratado em 1962 por Leo Fender, para ser encarregado de projetar novas guitarras Fender acústicas e elétricas archtop.
A primeira Telecaster Rosewood foi um presente para o Beatle George Harrison, para usá-la no filme Let It Be. Rossmeisl e Phillip Kubicki (empregado da Fender na época) fizeram dois protótipos e escolheram o melhor para Harrison. O corpo da guitarra foi feito com uma fina camada de maple imprensado entre um back rosewood sólido e superior. O braço rosewood fingerboard teve um pau-rosa colados em separado. A guitarra tinha todo um acabamento de poliuretano especial, de cetim (para mais informações, leia Beatles engrenagem por Andy Babiuk).
A Telecaster Rosewood foi adicionada à linha de produção regular da Fender em 1969, com um custo de US $ 375. Mas os modelos de produção são um pouco diferente daquele utilizado por  George Harrison. Elas foram feitas com um braço de pau-rosa de uma peça e tinham acabamento de poliuretano brilho. Enquanto os primeiros exemplos eram sólidos, como a do George, as guitarras foram finalmente aliviadas para esvaziar as duas metades do corpo.
Mesmo assim não foram produzidas muitas Teles Rosewood e em 1972, tal produção finalmente foi descontinuada. A Fender Japan reeditou a guitarra nos anos oitenta, e a Custom Shop Fender faz algumas produções ocasionais atualmente (para mais informações, leia A Fender Telecaster por AR Duchossoir).

Existem 2 DVDs disponíveis no caso de você gostar de ver e ouvir uma Teles Rosewood em ação. A primeira é em “Let It Be” (o filme), mostrando os Beatles gravando e tocando ao vivo. O segundo é em “Respect Yourself: Stax A História Records”. Respect Yourself inclui imagens de Booker T. and the MGs tocando ao vivo em 1970. Steve Cropper empunha uma bela Rosewood Telecaster.


Telecaster marrom cor de mesa

Por falar em Telecaster, acho incrível esse modelo que o George Harrison usa no tal concerto do telhado (1969).


Jimmy Nicol – o baterista

No começo de junho de 1964, um dia antes dos Beatles saírem em turnê pela Escandinávia, Holanda e Austrália, o baterista Ringo Starr teve de ser hospitalizado com uma faringite. Como seria impossível desmarcar essa tour em cima da hora e mesmo contrariando a vontade dos outros 3 Beatles, o empresário da banda, Brian Epstein e mais o produtor George Martin, sugerem ao grupo contratarem um baterista de estúdio. O escolhido para essa empreitada foi o baterista inglês, Jimmy Nicol (Shubdubs). É claro que além de ensaiar na corrida as músicas do repertório escolhido, passou por uma aclimatação Beatle, teve seu cabelo cortado no estilo da banda à época. Depois de recuperado, Ringo voltou a se juntar a banda na Austrália. Pela sua contribuição, Jimmy Nicol recebeu 500 libras esterlinas e um relógio de ouro Eternamatic com a gravação “From the Beatles and Brian Epstein to Jimmy – with appreciation and gratitude”.

Uma fase do próprio Jimmy:
“Os rapazes foram muito gentis mas eu me sentia como um intruso. Eles me aceitaram, mas não podemos entrar assim num grupo como aquele — eles têm sua própria atmosfera, seu próprio senso de humor. Algo que não é fácil para alguém de fora se adaptar.”


George II

Taí o cartaz do tal documentário sobre George Harisson , dirigido por Martin Scorsese.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Documentário sobre George Harrison

George era o meu Beatle favorito. Porque? Simples, ele usava uma Telecaster muito afudê, ou tu não viu aquele show dos Beatles no telhado? Tá, não é só isso, ele parecia um tanto menos esnobe, mais calmo e quieto, prá não dizer na dele e eu curtia isso. Já a dupla Lennon & McCartney era mais fanfarrona e o Ringo, bem, esse era o brincalhão. Pô! Como é fácil tachar as pessoasdisso e daquilo a distância. Tá, desculpe. Mas ainda continuo achando o George o Beatle mais legal.


Beatles em vibe de HQ

A leitura da vez em termos de biografia rockn roll é “O Pequeno Livro dos Beatles” (Hervé Bourhis – Ed. Conrad). Para falar a verdade trata-se de uma HQ que conta a história dos “Fab Four” em ordem cronológica, dessa que é sem dúvida uma das maiores e mais importantes bandas de rock (da história). Muitas fotos clássicas da banda viraram traço com o toque pessoal do artista e isso foi uma das coisas das quais mais gostei nessa obra, além é claro, de um layout supimpa e bem diferenciado do habitual nesse tipo de material biográfico.


Henrique Greenboy-british

Outro post de amigo, dessa vez é o Henrique Greenboy que tá passando uns dias na Europa, mais precisamente em Londres, de visita à namorada. Pedi para ele me fazer um simples e pequeno favor, já que não sei se um dia conseguirei mesmo fazer uma viagem assim parecida até aquelas bandas. O pedido era que, se possível, fizesse por mim uma foto qualquer na faixa da Abbey Road, óbvio, uma referência macanuda ao lance da capa do álbum dos Beatles. Muita gente deve fazer essa chalaça TODOS os dias e com certeza, se pudesse, eu seria mais um.
E não é que ele fez mesmo, isso é que é um amigo bacanelson! Só não tô vendo o fuscão estacionado ao fundo, ali no meio fio da calçada?
Em parte já posso ficar mais tranquilo, já que eu não posso, ao menos um amigo esteve mesmo por lá e assim de certa forma me representou. Até já começo a acreditar que os Beatles existiram mesmo e portanto, este cara que está aqui no Brasil fazendo shows deve ser mesmo o velho Macca e não um falso sósia – depois daquele episódio de uma “pretensa morte do Paul McCartney num acidente de moto no final dos 60′s.
Gracias ao meu chapa british Henrique. Aproveite bem, curta muito rock e ainda tome por mim uma boa cerveja escura num pub. Valeu!


Blackbird

Já que andei falando em Jaco Pastorius, que tal essa versão dele para “Blackbird” – uma das composições mais bonitas dos Beatles (na minha opinião).

*Deixa eu contar uma coisa… Quando guri adolescente, eu era tipo assim “metaleiro” de carteirinha, não podia nem ouvir a palavra Beatles que me dava gana. Não gostava de nada do tal quarteto de Liverpool, talvez porque isso de alguma maneira representava o que era velho e o rock pós AC/DC, Iron Maiden e Van Halen era o que contava para mim, o  resto…bem, era o resto e não importava. O tempo passou (ainda bem) e hoje em dia gosto cada vez mais de BEATLES e de outras tanas bandas e artista que antes execrava. A analogia correta então por consequência, deve ser porque estou ficando velho!? Sei lá. Só sei que agradeço por amadurecer e poder adquirir certos conhec imentos. Compreender os Beatles, sem dúvida foi um desses tantos méritos que o tempo trouxe. Hey, mas o AC/DC ainda ruleia por aqui…rsrsrssr


Beatles fashionable

Ilustração de Maxim Dalton chamada ‘Ten Great Years”, mostrando o caminho do estilo das roupas dos Beatles, ao longo da carreira musical da banda.


O abandono de George

Que tal essa, o dia em que George Harrison deixou os Beatles em janeiro de 1969, por apenas alguns dias, após uma discussão com Paul McCartney durante as gravações de “Let it Be”!? Sendo que mais tarde John Lenon manifestou sua vontade de substituí-lo por Eric Clapton. Tcharãããnnn!!!! Veja o vídeo abaixo e confira mais fatos dessa interessante história no Site Riffola.


O terno branco mais famoso do mundo

Sabe aquela famosa foto dos Beatles atravessando a rua, capa do álbum “Abbey Road”!? Pois é, o terno branco usado por John Lennon na ocasião foi recentemente arrematado em um leilão de Ano Novo da Braswell Galleries, em Connecticut (EUA), pelo valor de US$ 46 mil (cerca de R$ 76,1 mil). A notícia foi divulgada pela agência de notícias Associated Press. O terno havia sido feito sob medida para Lennon pelo estilista francês Ted Lapidus. A identidade da pessoa que deu o maior lance pela peça não foi revelada. O leilão também contou com outros itens utilizados pelo ex-BEATLE.

Gosto muito dessa foto, despretenciosa e simples demais até para uma capa  de álbum dos Beatles (sem um nome ou logo da banda escrito), talvez por isso mesmo seja tão interessante e ousada até hoje. Quem sabe um dia eu tenha a oportunidade de fazer também uma foto lá mesmo, cruzando a mesma rua numa espécie de tributo ou então souvenir beatlemaníaco, hein!? Seria schimpas.

Ainda sobre o terno branco do Lennon, quero comentar que isso me faz lembrar de um vídeo da banda Stone Temple Pilots onde o vocalista, Scott Weiland, aparece barbudo e com um terno branco semelhante, num clima também um tanto Beatles, digamos assim. Toda vez que vejo esse vídeo me lembro do John Lennon by Abbey Road. Coisa antiga, mas tenho sempre essa referência, bem, talvez o Scott tenha tido essa intenção mesmo, uma certa menção ao John ou aos Betales, vá saber!? A música do STP em questão é “Hello It’s Late” (confira o vídeo abaixo), depois me diga se não tem esse clima Beatles, hein!??

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Beatles de cantinho

Em minhas reviradas por estantes de bancas de revistas, esta semana em Santa Cruz do South encontrei um livro, assim meio que de cantinho entre outras publicações e que foi na pinha “Ô” achado da semana. O livro é mais baseado em fotografias do Fab Four mesmo, conta toda história dos Beatles através de retratos. Quer saber o nome? Então lá vai – “A História Ilustrada – BEATLES” (Ed. Escala). Alles supimpa, material de ótima qualidade, preço tri bacana, artigo fina estampa de verdade.


Beatles no telhado

Um dos melhores e inesquecíveis momentos dos Beatles para mim é o inusitado show no telhado do prédio da Apple (30 de janeiro de 1969), sei que pode até soar blasfêmia essa afirmação para aqueles grandes fans de carteirinha do Fab Four – que não é o meu caso – mas but, é isso mesmo o que tenho para dizer. Trata-se de uma de minhas mais antigas memórias visuais e sonoras sobre esse tal de rock’n roll, eu chegava perto do meio dia em casa,  de volta da escolinha, piá, jardim de infância (sim, era muito pequeno na época), e seguido assistia trechos desses show num programa de TV. Tem de entender a época, né baby, provavelmente tinham um acervo muito pequeno de vídeos e a coisa tosca era pré-MTV, o programa TRANSASOM – ali na metade dos anos 70. Quanto a esta apresentação no telhado o que me fascina são as músicas básicas e diretas que tocaram, sem muita firulagem, o visual mais rock dos Beatles, o local e o momento escolhidos e da vibe rock’n roll que emanava nesse momento da banda (tem o Billy Preston nos teclados, era para ser o 5º beatle quando voltassem aos shows ao vivo). Tá, tudo bem, nem eram mais uma banda no modo clássico de se dizer, todos estavam muito ricos e famosos, cercados de chupins e puxa-sacos de todas as espécies, já planejando futuras carreiras solo e de certa forma se odiando até, cheios de certezas e verdades em sua capanga, o que torna altamente complexo e inflamável qualquer reunião e junção de idéias com propósitos comuns. Mas esse show do telhado é clássico para mim por isso mesmo. Tem lá o George com uma Telecaster (não era normal isso), ele e o John de tênis Converse (será que a vibe rock desse guides então vem daí….hum???), as roupas, o clima, até um certo astral meio que despedida estava no ar, enfim, todo drama e chalaça que uma banda de rock normalmente vive. Como este meu blog não é um típico blog para se baixar mp3 ou afins, deixo assim mesmo um link para ou outro blog onde vocês poderão encontrar justamente o que me refiro, o áudio e também vídeo desse célebre e inesquecível momento dos Beatles e, porque não dizer, do rock’n roll. Qui-jóia-eu-gostei.

*Confiram AQUI: Beatles no telhado


Abbey Road cover

Veja algumas capas de álbuns de diversas bandas que foram nitidamente baseadas, na tradicional capa do álbum – “Abbey Road”, daquele quarteto lá… (Beatles).
*fonte: site Whiplash

>> Confira AQUI


Palhetêichans-beat-beatles-afudélson

Veijeim só o que eu descobri hoje sem querer, um kit de palhetas dos Beatles com referência a capa do álbum Revolver. Claro, mesmo eu nem use palhetas, toco baixo só na mão mesmo e aliás, não curto essa parada de “baixo palhetado”, mas but, confesso que não resisti. Taí então as minhas palhetas novas que nem vou usar. Vão virar memorábilia rock do acervo local, aqui em casa…rsrsrsrs