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BioVídeo – Rolling Stones


Lez Zeppelin de papel

Mais uma bio então. Finalmente estão lançando no Brasil o livro de fotos e vários textos de resenhas de álbuns, datas de tours e muitos mais detalhes dessa banda chamada Led Zeppelin. O livro “Whola Lotta Led Zeppelin – A História Ilustrada da Banda Mais Pesada de Todos os Tempos”, do escritor Jon Bream, lançado lá fora em 2008, agora já está a venda por aqui, na faixa dos R$ 45,00. Um boa dica de Natal, hein!


Queen no papel

Os músicos descobriram agora um novo filão, as biografias, livros contando suas histórias de vida, dados de família, infância, o começo da banda ou carreira artística, detalhes de shows, tours, excessos, chalaças e ainda até um pouco do tal rock’n roll. Sim, a internet com o mp3 deu um baque nas vendas vertigionosas de qualquer álbum de artista famoso, ou será que gente tipo o Metallica, Madonna, U2, etc.. ainda vendem a mesmas quantidade de álbuns hoje em dia do que há 15 anos atrás? Claro que não. Pô! Tem até banda com um ou dois álbuns lançados e já tem biografia nas bancas.

Tá mas tudo bem, nessa vibe o Queen não poderia ficar de fora (demorou) e não estou tirando sarro. Demoro mesmo. Mas aqui o a história é diferente, o Queen é sem dúvida um marco, uma das maiores bandas de rock das últimas décadas e merecia um complemento em sua obra. Os caras criaram uma penca de hits que nem o tempo vai conseguir apagar, ótimos álbuns, belas capas e ainda fizeram shows com tours gigantes mundo afora (chegaram até aqui no Brasil, justo numa época difícil para shows de grandes bandas), ah!, esses podem. Essa bio é bem-vinda. Vou dar um jeito de arrumar uma prá mim, quem sabe o papai noel não me traga , hein!?


Abrindo as portas dos bastidores

O mercado de biografias rock está cada vez mais ativo, agora chegou a vez de outra banda clássica abrir as portas para revelar um tanto de suas histórias -  “The Doors por The Doors”, escrito por Ben Fong-Torres, tem seu lançamento nacional pela editora Agir (432 pág.). Claro, desde já está em minha lista de próximas aquisições. Então está dado a dica.


Raios que o partam – leitura da vez

Com certeza o AC/DC foi a primeira banda de rock da qual eu realmente gostei, uma grande paixão que dura até hoje. Sempre tive o sonho e a vontade de assistí-los ao vivo, realizei isso no final do ano passado na turnê de Black Ice, num shows da Argentina. Foi um momento incrível, sentir toda aquela vibe de um show ao vivo dos caras, ver os caras ali, na tua frente e mandando bala, detonando como sempre fizeram, sem dar arrego um momento sequer (e olha que já estão velinhos). Fico na espera de ver o tal DVD que segundo consta, foi filmado nesses shows da banda na Argentina e que deve ser lançado no ano que vem. Mas o papo aqui é outro, trata-se de livro, da leitura da vez. Como tenho lido diversas bios ultimamente, não poderia deixar de fora esta da história de uma de minhas bandas favoritas: “AC/DC – Let There Be Rock” (Susan Masino – Companhia Editora Nacional – 254 pág.). A curiosidade é grande, a banda nunca foi muito chegada ao holofotes da mídia no que se refere a questões de suas vidas particulares, ou você já viu diversas fotos do Angus com a mulher e os filhos? Fotos da casa do Malcolm ou o Phill Rudd passeando com seus cachorros então? Nada, né! Pois é, os caras são marrentos quando estão no palco, super competentes, rockers de primeira mas não são bobos, são profissionais, são 30 anos de estrada e sabem muito bem separar a fama de suas vidas particulares (muitos outros artistas deveriam aprender isso com os manos Young e sua troupe rock’n roll). Assim pretendo conhecer ao menos um pouco mais do universo do AC/DC com esse livro. Vamos lá.


Lançamento em breve da biografia de Johnny Winter

Para quem não conhece, John Dawson Winter III, mais conhecido como Johnny Winter (nascido em 23 de fevereiro de 1944) é um guitarrista e cantor de blues norte-americano. Nascido em Beaumont, Texas, Johnny começou a se apresentar ainda jovem com seu irmão Edgar Winter, que, assim como ele, é albino. Seu primeiro disco (Schoolboy Blues) foi lançado quando Winter tinha 15 anos de idade. Em 1968 ele começou a tocar em um trio com o baixista Tommy Shannon e o baterista Uncle John Turner. Um artigo na revista Rolling Stone ajudou a gerar interesse no grupo. O álbum Johnny Winter foi lançado no final do ano. Em 1969 o trio se apresentou em vários festivais, incluindo o Woodstock. Em 1973, depois de se livrar das drogas, Winter retornou em forma com Still Alive and Well. Em 1977 ele produziu o álbum Hard Again de Muddy Waters. A parceria resultaria em várias indicações ao Grammy, e Johhny gravou o álbum Nothing But Blues com os integrantes da banda de Muddy. Em 1988 ele foi incluído no “Hall da Fama do Blues”.

De minha própria lavra posso dizer apenas os eguinte, o cara é phoda na guitarra, foi amigo pessoal de Jimi Hendrix, o que por si só  já garante um selo ISO 99.900, namorou Janis Joplin, usou bastante uma Flying V (muito antes da metaleirada se ligar no troxo) e aprontou bastante. Tá, vou repetir outra vez e com palavras mais chulas para que você me entende bem… O CARA É FODA! Sacou, ou precisa que eu desenhe?

*O resto você pode descobrir na tal biografia, eu vou torcer para que seja também lançada por aqui, em português, é claro. Se bem que já lio bios do Jimi Hendrix e do Led Zep em inglês.


Pra ser sincero

Como já havia mencionado aqui no blog, o Humberto “Engenheiro” Gessinger lançou um livro, que tem cara de biografia misturada com anotações de diário, rascunhos, bilhetes, fotos do acervo particular, letras de músicas e mais algumas tantas referências. Meu amigo Fabrício já havia encomendado o seu livro e esta semana me mostrou, como eu ainda não havia visto nenhum exemplar nas bancas, estava esparando por isso para conferir de perto o material e a diagramação (sim, isso também é muito importante num livro assim, se é que você nunca percebeu). Fiquei empolgado e fui atrás do meu exemplar. Como de costume e já até um hábito meio esquisito, estou sempre lendo vários livros ao mesmo tempo e dessa vez não foi diferente. Como os meus critérios não são lá muito fidedignos, o livro do Humberto já furou a fila e passou rapidamente a ser o número 1 na minha preferência de leitura, tanto que li a metade em apenas em um tirão numa tarde calorenta e preguiçosa na rede. Pisei no freio, senão leria tudo de uma vez, o que perderia a graça quando penso que o bom disso é justamente desgustar devagar uma boa leitura. O Humberto escreve bem como faz com suas letras, ou seja, cheio de trocadilhos e frases de efeito, mas o que mais me chama a atenção é que ele trata alguns fatos referentes as escolhas e histórias de seus instrumentos musicais de uma forma não comum a outras leituras de biografias rockers que já fiz. Muito legal. Ah, em tempo, não sou fan dos Engenheiros do Hawaii, acompanhei apenas a fase inicial da banda e depois me interessei por outros grupos, deixando de lado os  EngHaw, mas sempre simpatizei com o discurso contra mão do Humberto e a sua paixão explícita pelo tricolor gaúcho. Fica a dica mais uma vez. Qui-jóia-eu-gostei.


Humberto Gessinger lança livro sobre os EngHaw

Na onda de livros biográficos de músicos de rock,  Humberto Gessinger, líder dos Engenehiros do Hawaii, está lançando o livro “Pra Ser Sincero: 123 Variações Sobre Um Mesmo Tema” (Ed. Belas Letras / 304 pág.), em comemoração aos 25 anos da banda. O livro conta a história da banda, contém informações sobre cada um dos discos, comenta mais de 100 letras de músicas, fotos inéditas e ainda um diário da banda de 1984 à 2009.


Lançada nova biografia do Led Zeppelin

Já estou babando… Recentemente foi lançada no Brasil uma nova biografia do Led Zeppelin. Agora são duas bios de meu interesse, essa e a do AC/DC , auto-presente-de-natal-self-próprio já tem foco então. Mas em termos de blog aqui, para dar um colorido a mais sobre o tema, resolvi adicionar um texto sobre o livro que catei na internet. Veijeim.

*Thiago Ney (Folhapress):
Espancamentos de fãs, sessões de sexo com groupies  amarradas, drogas espalhadas em quartos de hotel, ocultismo, mortes trágicas. Está tudo em “Quando os Gigantes Caminhavam sobre a Terra’’, extensa biografia do Led Zeppelin. Em 552 páginas, o inglês Mick Wall produz a mais nítida radiografia da mítica banda de Jimmy Page, Robert Plant, John Paul Jones e John Bonham, desde que foi criada, no final dos anos 1960, até a elogiosa reunião para um show em Londres em dezembro de 2007. Enquanto “Hammer of the Gods’’, biografia publicada por Stephen Davis em 1985, peca por excesso opinativo e sensacionalismo, o livro de Wall vem sendo considerado, desde que saiu na Europa em 2008, como o registro definitivo do grupo. Jornalista formado no universo do heavy metal, Wall foi amigo de Jimmy Page – mas depois de ler o livro, o guitarrista se afastou do autor. Constrói a história principalmente a partir de entrevistas que fez com todos os integrantes da banda, com Peter Grant (empresário do grupo) e Richard Cole (responsável por acompanhar a banda nas turnês). “Jimmy não queria falar’’, afirma Wall. “Ele mandou cartas à editora dizendo que, se tivesse algo que não gostasse, iria processar.’’ Mesmo com todos os excessos da banda escancarados, até agora Page não processou ninguém a respeito do livro. No início dos anos 1970, o Led Zeppelin era a maior banda do mundo. Vendia muito mais do que Beatles e Rolling Stones. Tornaram-se extremamente ricos – muito graças ao empresário Peter Grant, sujeito viciado em heroína, intimidante e que usava métodos violentos para conseguir o que queria. “Na época, nas turnês, uma banda como os Stones ficava com 40% do preço de cada ingresso. Já o Zeppelin ganhava 90%. Graças a Grant’’, diz Wall.

“Led Zeppelin – Quando os Gigantes Caminhavam sobre a Terra “
Autor: Mick Wall
Editora: Larousse – 552 págs.

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AC/DC – biografia em português

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Programado para novembro o lançamento nacional da primeira biografia da banda em português: “A História do AC/DC – Let There Be Rock” (Companhia Editora Nacional) . Livro escrito pela jornalista Susan Masino, que acompanhou as diversas fases da banda desde 1977. Mas não se preocupe, o livro conta tudo desde o começo da história da banda. Já estou esperando o lançamento. Vê um prá mim ae!

*fonte: site Whiplash