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Blue Floyd

O que acontece se você juntar a galera do Black Crowes, Gov’t Mule e mais alguns phodones da região se reunem para tocar músicas do Pink Floyd em versões, digamos assim – mais blues!!! Puêrra, que saudades do Allen Woody (R.I.P. -  ex-baixista do Allman Brothers e Gov’t Mule), que aqui aparece mandando-bala num solo de guitarra. Ufa!

 

 


Qual o seu nome no blues?

Se transforme numa lenda viva do blues mas antes comece por um nome bem interessante e conveniente. Tente aqui.


Celebration

Um Natal blues, que tal. Lá vai!
Roy Buchanan (o mestre da Telecaster) e Gregg Allman em seu trabalho solo, duas “entidades” no assunto blues rock para o seu Natal.


Joe

O guri que cresceu fissurado em blues, trancado no quarto em de sua casa em N.Y., tocando sem parar, cada riff, seguindo cada fraseado dos mestres, longe, muito longe de qualquer plantação de algodão sulista, goles de bourbon, putanas e quaisquer outras boas sacanagens mundanas. Ele tinha somente muita, muita vontade de ter o blues. E convenhamos, o pequeno Joe cresceu e agora tem o blues.


Crossroads

Hoje passei pelo meu chefe no corredor e ele estava todo “alles faceiro” porque tinha na mão um DVD que havia recém comprado, era o “Crossroads Guitar Festival – 2010″. Coincidência ou não, até porque não havíamos comentado nada, eu também comprei o mesmo DVD neste final semana. Enfim, entendo perfeitamente a alegria dele porque é mesmo um phodástico excelente DVD (duplo), gravado ao vivo e que reune mais uma vez a nata do blues (de diversas vertentes), em um evento beneficente que somente poderia ser organizado e produzido nesta altura do championship, pelo mestre Eric Clapton. Eu já tinha as versões de 2004 e de 2007 (me falta ainda a de 2009), mas garanto que até então a melhor de todas é mesmo essa última de 2010. Se tiverem oportunidade, assistam, vão compreender melhor o que digo.


Henrik Freischlader – blues

Se tem uma coisa que nunca me decepciona ao longo de todos esses anos de minha vida é o tal do blues. Volta e meia descubro ou alguém me dá a dica de algum novo artista que bota ainda mais lenha na fogueira, da minha chama da paixão por esse estilo musical. A bola da vez é o guitarrista bluseiro alemão Henrik Freischlader, cara, baixe as músicas, roube o CD, cate os vídeos, sei lá, mas tente conseguir algum material saber mais desse “kamarraden”, porque o som é bom demais. Adivinhe só o que tem tocado aqui em casa nos últimos dias?
Dado o recado, depois não diga que não avisei…

site: http://henrikfreischlader.com

DISCOGRAFIA:

- “The Blues” (ZYX Music, 2006)
- “Get Closer” (ZYX Music, 2007)
- “Recorded By Martin Meinschafer” (Cable Car Records, 2009)
- “Still Frame Relay” (Cable Car Records – 2011) *Com participação de Joe Bonamassa

Ao vivo:
- O triplo “Henrik Freischlader Band Live” (ZYX Music, 2008)
- “5 Live in the Kitchen” (Deutschlandfunk, 2008)
- O duplo “Tour Live 2010″ (Cable Car Records, 2010)


Rory thunder sound

 

 


O Buddy é o cara

Quando vejo algum foto do músico Buddy Guy sempre me passa uma idéia de um cara alegre, de bem com a vida apesar das agruras e tal, aquele tipo de sujeito que tu saca só de olhar que poderia ser um baita amigo seu, justamente pelo seu estilo e o jeitão descompromissado. Óbvio que não é bem assim esse papo, o cara ralou muito mesmo na vida e não é a toa que seja um ícone, um dos legítimos mestres na história da guitarra elétrica no blues americano ainda vivo, sem esquecer do BB King também, é claro. Assim vejo o Buddy Guy, aliás, não vejo, porque esses tempos ele esteve fazendo um show em Porto Alegre e eu não fui assití-lo. Sei, baita mancada! Me arrependo até hoje (meu amigo Montini tem até foto junto com o Buddy Guy desse show).

Bem, o cara já tocou com todos os outros “grandes” da guitarra blues & rock, como Eric Clapton, Stevie Ray Vaughan, Muddy Waters, BB King, Santana, Rolling Stones, Aerosmith, John Mayer, enfim, uma penca de artistas também phodásticos, o que só confirma a sua tremenda habilidade e capacidade nas seis cordas. E vem cá, me diz ae quem poderia usar uma guitarra de bolinhas e ainda ser o masterfucker!? Sim, só pode ser ele mesmo. Então fica aqui a dica, se você se interessa por ouvir um bom blues, tocado com pegada e toda aquele “mojo”, que tal dar uma atenção ao velho Buddy Guy, hein!? Manda vê, dá só uma espiada na discografia do rapaz e depois som na caixa.

Site: http://www.buddyguy.net/

Discografia:
* 1965 Hoodoo Man Blues – Delmark (w/ Junior Wells band)
* 1966 Chicago/The Blues/Today! vol. 1 – Vanguard (w/ Junior Wells band)
* 1967 I Left My Blues in San Francisco – Chess
* 1968 A Man and the Blues – Vanguard
* 1968This Is Buddy Guy (live) – Vanguard
* 1970 Buddy and the Juniors – MCA (w/ Junior Mance & Junior Wells)
* 1972 Play The Blues – Rhino
* 1974 I Was Walking Through the Woods – Chess (rec. 1960–64)
* 1977 Live at Montreaux – Evidence (w/ Junior Wells)
* 1979 Live at the Checkerboard Lounge, Chicago-1979 – JSP Records
* 1981 Stone Crazy – Alligator
* 1982 Drinkin’ TNT ‘n’ Smokin’ Dynamite (live) – Blind Pig (rec. 1974 Montreax Jazz Fest.)
* 1983 Buddy Guy – Chess
* 1990 Royal Albert Hall – Buddy Guy & Eric Clapton
* 1991 Alone & Acoustic – Alligator (rec. 1981 w/ Junior Wells)
* 1991 Damn Right, I’ve Got the Blues – Silvertone/BMG
* 1991 Buddy’s Baddest: The Best of Buddy Guy – Silvertone
* 1992 The Very Best of Buddy Guy – Rhino/WEA
* 1992 The Complete Chess Studio Recordings – Chess (2 CD, 1960–67)
* 1993 Feels Like Rain – Silvertone
* 1994 Slippin’ In – Silvertone
* 1996 Live: The Real Deal – Silvertone
* 1997 Buddy’s Blues – Chess “Chess Masters”
* 1998 As Good As It Gets – Vanguard
* 1998 Heavy Love – Silvertone
* 1998 Last Time Around – Live at Legends – Jive
* 2001 Sweet Tea – Silvertone
* 2003 Blues Singer – Silvertone
* 2003 Chicago Blues Festival 1964 (live) – Stardust
* 2005 Bring ‘Em In (Buddy Guy álbum) – Jive
* 2006 Can’t Quit The Blues:Box Set – Silvertone/Legacy Recordings
* 2008 Skin Deep
* 2010 Living Proof – Silverston Records


Lançamento do DVD Bootleg European Tour 2008

Fernando Noronha & Black Soul lançando o DVD “Bootleg European Tour 2008″. Tem show nesta sexta-feira, 27/05/2011, 22h, no Live Sport Pub (Rua Dr. Barcelos, 435 – Assunção – Porto Alegre / RS).

*Ingressos antecipados a R$ 30,00  nas lojas Regentag (Rua João Telles, 541- Fone: 3024.1577 e Shopping Total, segundo andar – Fone 3018.7710), Tow In (Rua 24 de Outubro, 484 – Fone 3346.4562) e DED Studio (Rua Felipe Camarão, 751/908 – Fone 3391.1170).


John Paul Jones com Seasick Steve

O baixista John Paul Jones (Led Zeppelin) recentemente se apresentou junto com o bluseiro malucrazy Seasick Steve, que esteve no programa de TV da BBC, Later With Jools Holland (17/05/11), para promover o lançamento de seu novo álbum “You Can’t Teach An Old Dog New Tricks.”. Lamento mas não sei informar o nome do baterista (curti o style). Interessante prceber os modelos de guitarra utilizadas por Seasick nos dois vídeos, prestem atenção!


Blues Santa Cruz

Uma incrível e sensacional noite de blues na Legend (Santa Cruz do Sul), com Big Gilson, Gaspa & Banda e ainda a presença de Fernando Noronha. Quem abriu os trabalhos foi o Gaspa com sua harmônica, tocou diversos clássicos do blues e inclusive um cover de Neil Young (muito boa). Depois veio o Big Gilson que esquentou ainda mais a festa com muito feeling e técnica na guitarra e é claro, chamou para participar da função o também excelente bluesman Fernando Noronha. E aí para quem curte o bom e velho blues, puêrra mermão, o troço pegou fogo! O que eu curti é que tocaram diversos clássicos junto com músicas próprias, assim também rolou uma certa diferenciação entre diversos estilos e linguagens de blues, do tradicional ao mais “pegado”.
Show muito bom. Seré que era necessário dizer isso ainda?
Poderia falar ainda da banda bem coesa e antenada que acompanhou todos os artistas na noite, do guitarrista com um style diferente, mais jazz/blues, que tocou com o Gaspa, da pegada de Strato e da “manha” no slide do Big Gilson, da Telecaster creme do Fernando Noronha (legal ver ele tocando uma Tele… e que timbre esse cara tem, báh!), da sua música nova e que achei um puta show, mas deixa prá lá. O blues é assim, coisa especial e daquele momento único, tem de estar lá e não dá para ficar tentando explicar. Valeu.

Espero que a Legend continue trazendo ótimos shows assim, até porque espaços para apresentações de rock ao vivo na região, estão cada vez mais escassos.

Gaspa e banda

Big Gilson

Big Gilson & Fernando Noronha

Big Gilson e Fernando Noronha - II

Eu juro que nessa foto tá o Big Gilson, tocando em meio a galera...

Big Gilson e Gaspa


Troublemakers – “Electric Storm”

Finalmente, depois de muito tempo consegui disponibilizar no Youtube algum material em vídeo da Troublemakers, banda antiga da qual fiz parte e volta e meia me pego com saudades, bastante eu diria. Essa função foi uma apesentação ao vivo no programa Radar em 28/05/1996, portanto, há um bocado de tempo, aliás, bons tempos aqueles. Éramos cara de pau mesmo, rock’n roll tosco, cantado em inglês, mas sabíamos como nos divertir, ah, sabímos… tá lá toda malemolência e o ziriguidum do roqueiro mirim metidinho. Duas coisas engraçadas nesse vídeo, uma é que o cameraman parece que tá sempre focando o intrumento errado em termos da ação e outra, são os efeitos que aplicaram nas imagens na hora da filmagem, putz!

Agora com a ajuda do meu chapa Dudu Napa, que me deu uma mão no processo de conversão de mídia, em breve e com tempo, espero disponibilizar mais alguns vídeos com outras músicas da Troublemakers, nessa mesma apresentação. Aliás, em termos de imagem da Troublemakers, o que tenho de material é mais ou menos isso, este show e um outro ainda mais antigo no Opinião, talvez ainda consiga um vídeoclip de “Frigidaire Woman”, dirigido pelo Wander Wildner, mas vamos ver… enquanto isso, enjoyem-se. É o rock!


O blues de Gregg

Depois de 14 anos desde o seu último álbum solo (Searching for Simplicity, 1997), Gregg Allman lança o seu novo trabalho – “Low Country Blues”. Trata-se de um álbum de regravações de clássicos do blues e mais uma música inédita – “Just Another Rider”, em parceria com o excelente Warren Haynes (Gov’t Mule & Allman Brothers Band). A banda desta gravação conta com o lendário Dr John no piano, Doyle Bramhall II na guitarra e pela dupla Dennis Crouch no baixo e Jay Bellerose na bateria (da banda de Robert Plant e Alisson Krauss). “Low Country Blues” é uma espécie de recomeço para o veterano vocalista de 63 anos, irmão do falecido e cultuado guitarrista Duane Allmann, já que Gregg sofreu uma delicada cirurgia de transplante de fígado em junho de 2010, resultado de anos e anos de excessos e décadas de vício em heroína.

Gosto muito da voz do Gregg, mano do não menos extra-fucker-guitarrista Dane Allman (já falecido) e esta banda que o acompanha não deixa por menos, somente feras. Desde já ansioso por esse álbum. E que foto mais afudélson essa da capa.

*Fonte: Whiplash


Motorblues

Mais um blues cortesia by Motorhead, esse Lemmy cada vez me surpreende mais e prova entender do riscado (sonzeira tosca + mulher bonita). Mazáh galo-véio!!!! Por indicação de um amigo fui conferir uma versão em vídeo “maior” daquele blues de “Ace of  Spades”, gravado para um comercial de cerveja (já postado aqui no Banjomanbold) e acabei encontrando mais um blues com a turma do Motorhead (que beleza)!

 

 


Black Noronha meet soul blues yourself

Acabei de escutar o novo álbum do bluseiro gaúcho Fernando Noronha – “Meet Yourself”. PIMBA!!! Ducaramba. O anterior já era muito bala (o meu preferido), mas esse desde já tem um cantinho previlegiado. Aida terei de escutar mais vezes, mas a empolgação de cara foi boa, tanto que estou aqui escrevendo essas mal traçadas linhas digitais sobre o assunto. Me parece que o cara achou um caminho próprio dentro do complexo contexto minimalista do twelve bar blues. Uhúúú… é isso mesmo! A coisa toda tem uma mistura mais rock e também um tempero soul (nesse último CD nem tanto, tá mais rock mesmo). Mas qui-jóia-eu-gostei. Ah! E a arte da capa do CD também está muito boa, curti a vibe mais vintage, tipo a de alguns álbuns clássicos antigos de blues e jazz dos anos 50/60, minimalista, função de estúdio com fotos PB, por vezes até desfocadas e sem aquela vibe de estrela do rock (bom, muito bom). Fica a dica para os brothers and sisters que curtem uma boa música en el guitarrón blues (ah! em alto e bom volume, diga-se).

Enjoy! http://www.fernandonoronha.com


20 anos sem Stevie Ray Vaughan

Em minha humilde listinha de melhores guitarristas do mundo é mais do que óbvio de que Jimi Hendrix ruleia, mas ali, fazendo sobra ali na segunda colocação, vem Stevie Ray Vaughan. A tal lista prossegue mas não vem ao caso agora fazer uma chamada das criaturas. SRV  foi um dos poucos que considero além do normal, o cara tocava muito, com sentimento, técnica e acima de tudo – com alma e coração. Talvez esse lance de tocar numa vibe de deixar fluir os sentimentos soa mesmo como quase uma peculiaridade do mundo do blues e seus 3 acordes, mais a obviedade da maldita pentatônica – ou o cara se diferfencia fazendo o básico ou fica no atoleiro da mesmice ad eternun. Jimi e SRV conseguiram não somente transcender o mundo do blues como foram além, misturaram, voaram tão alto que fica até difícil depois rotulá-los. Mas o bom desse papinho furado todo é que eles ( e mais alguns tops das 6 cordas), sabem muito bem que não adfianta o neguinho apenas fazer pose de mau, tocar trocentas notas a velocidade da luz e o seu “recado” ser mais raso do que a profundidades de um pires. E como tem neguinho “otário” no mundo da guitarra – bah! – como tem…
Então fica aqui a minha homenagem e também a lástima pelos 20 anos sem SRV, mas sua música permanece, aliás, tudo o que é bom, bem feito, verdadeiro e sincero fica!

*Textinho chupinhado diretaço da Wikipédia sobre SRV:
Em 27 de agosto de 1990, Stevie Ray Vaughan morreu aos 37 anos em um acidente de helicóptero próximo a East Troy, Wisconsin. SRV seguia para uma apresentação no Alpine Valley Music Theater, onde na tarde anterior se apresentara junto com Robert Cray, Buddy Guy, Eric Clapton e seu irmão mais velho Jimmie Vaughan. Stevie encontrou um lugar vazio em um helicóptero com alguns membros da equipe de Clapton, e decidiu embarcar. Em conseqüencia do céu extremamente nublado e da forte névoa, o helicóptero de Stevie virou para o lado errado e foi de encontro a uma pista artificial de ski. Não houve sobreviventes. Stevie Ray Vaughan está enterrado no Laurel Land Memorial Park,em Dallas, no Texas.



Rory Gallagher – DVD “Ghost Blues”

Está marcado para o mês de setembro de 2010, o lançamento de um DVD duplo para celebrar a vida e obra de RORY GALLAGHER (DVD / Blu-ray).

Disco (1)
“The Story Of Rory Gallagher”

Trazendo entrevistas com músicos como The Edge e Bill Wyman. A maior parte das filmagens dos shows será bem conhecidas para muitos fãs de Rory. O documentário contém um pouco da infância de Rory, seus hábitos, suas coisas favoritas, filmes, etc.

Disco 2
“The Beat Club Sessions”

1. Laundromat
2. Hands Up
3. Sinnerboy
4. Just The Smile
5. Used To Be
6. In Your Town
7. Should’ve Learned My Lesson
8. Crest Of A Wave
9. Tore Down
10. Pistol Slapper Blues
11. I Don’t Know Where I’m Going
12. Going To My Hometown
13. I Could’ve Had Religion
14. McAvoy Boogie (?!)
15. Hoodoo Man
16. Messin’ With The Kid

*Fonte: site Whiplash

Um vídeo do mestre ao vivo: Rory Gallagher ao vivo em um programa de televisão alemão (abril /1971).


Johnny Winter em POA

Tem mais, outro craque do blues que está no Brasil para uma série de 6 shows e deve tocar na capital gaúcha com sua banda é Johnny Winter. O show será no Teatro do SESI, dia 21 de maio. Portanto comece o quanto antes a juntar uns pilas, porque serão dois grandes shows em um breve espaço de intervalo (falo do ZZ top em POA). Haja coração! Esses dias mesmo comentei aqui no blog sobre o livro com a sua biografia. O cara era amigo pessoal do Jimi Hendrix, namorou a Janis Joplin, toca barbaridade e sola como um condenado aquela Firebird Gibson. É muita fera da guitarra em pouco tempo, mas assim é melhor. Que ano bom de shows em Porto Alegre, hein!?