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Tênis baixo
Olha só essa meu chapa, que tal um tênis Nike inspirado num dos mais famosos modelos de baixo elétrico da história, o Fender Precision. Ah! O tênis é uma edição limitada e se chama Nike Dunk Mid Pro SB Fender Bass. O nome é comprido assim mesmo, tamanha a responsa com o legado deste excepcioal instrumento. Tenho dito!
Wilko Johnson Telecaster
Esta eu curti prá caramba, catei lá do Facebook do guitarrista Márcio Petracco. Veijeim…
Johnny Marr
Gosto disso. Um grande guitarrista não necessariamente precisa ser um cara que toque mais veloz do que todo mundo, com mais peso e distorção ou ainda tenha as guitarras de formatos mais estrambólicos possíveis, basta ter bom senso, saber tirar o melhor proveito e uma boa timbragem de seu instrumento, que seja conveniente ao seu caso e necessidade musical e pimba! Temos um Johnny Marr, talvez um dos maiores exemplos de anti-herói da guitarra. Ele toca muito bem, não faz caretas, nem muito menos malabarismos ou frita inconsequentemente milhões de notas por segundo enquanto toca, é simples, direto e sempre mantém uma grande sutileza ao tocar. Sua maior referência é a de que fez parte da banda “The Smiths”, muito famosa nos 80′s e criou diversos hits que embalaram toda uma geração do rock, aliás, ainda continua fazendo a sua parte até hoje em outras bandas ou tocando junto a outros músicos famosos. O interessante é que a Fender, uma das mais famosas marcas mundias de guitarra lançou recentemente um novo modelo da guitarra Jaguar, uma singature Jhonny Marr. A Fender Jaguar é um modelo que este ano completa seus 50 anos de criação (1962-2012), outro músico que curtia e utilizou bastante esse modelo de guitarra foi Kurt Cobain (Nirvana). Fico contente por isso, mais uma vez temos demonstração de que a sabedoria ainda persiste entre nós, senão estaríamos completamente fudidaços. Um grande salve ao Johnny Marr, que nos mostra de que o rock não é feito somente de neguinho cheio de “marra” e “firulas” e a Fender, que apostou numa idéia e conceito diferente de herói da guitarra. Viva!!!
Telecaster Rosewood
Se você curte tanto quanto eu e quer saber mais detalhes sobre a Telecaster “marrom” – Rosewoodm, confira o texto abaixo que encontrei na web. Fiz uma adaptação cachorra, dei uma limada no texto, mas o que vale é dar o recado. Boa viagem!
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É sabido que a qualidade dos instrumentos Fender sofreram um declínio gradual após a compra da empresa pela CBS, em 1965. Embora isto seja uma verdade, o período inicial da CBS em meados da década de 1960 foi também um momento de grande criatividade. E grande parte dessa energia não era outra senão o corpo sólido original da Fender: a Telecaster.
Nada menos que quatro novas versões da Telecaster foram adicionadas à linha Fender no final dos anos sessenta, incluindo as Teles Paisley e azul floral, inspiradas na cena psicodélica popular na época. O mestre alemão construtor, Roger Rossmeisl, projetou a outras duas inovações na Tele: a Telecaster Thinline, e a Telecaster Rosewood. Rossmeisl, que tinha sido o responsável pela única e duradoura linha de guitarra Rickenbacker elétrica do final dos anos cinqüenta, foi contratado em 1962 por Leo Fender, para ser encarregado de projetar novas guitarras Fender acústicas e elétricas archtop.
A primeira Telecaster Rosewood foi um presente para o Beatle George Harrison, para usá-la no filme Let It Be. Rossmeisl e Phillip Kubicki (empregado da Fender na época) fizeram dois protótipos e escolheram o melhor para Harrison. O corpo da guitarra foi feito com uma fina camada de maple imprensado entre um back rosewood sólido e superior. O braço rosewood fingerboard teve um pau-rosa colados em separado. A guitarra tinha todo um acabamento de poliuretano especial, de cetim (para mais informações, leia Beatles engrenagem por Andy Babiuk).
A Telecaster Rosewood foi adicionada à linha de produção regular da Fender em 1969, com um custo de US $ 375. Mas os modelos de produção são um pouco diferente daquele utilizado por George Harrison. Elas foram feitas com um braço de pau-rosa de uma peça e tinham acabamento de poliuretano brilho. Enquanto os primeiros exemplos eram sólidos, como a do George, as guitarras foram finalmente aliviadas para esvaziar as duas metades do corpo.
Mesmo assim não foram produzidas muitas Teles Rosewood e em 1972, tal produção finalmente foi descontinuada. A Fender Japan reeditou a guitarra nos anos oitenta, e a Custom Shop Fender faz algumas produções ocasionais atualmente (para mais informações, leia A Fender Telecaster por AR Duchossoir).
Existem 2 DVDs disponíveis no caso de você gostar de ver e ouvir uma Teles Rosewood em ação. A primeira é em “Let It Be” (o filme), mostrando os Beatles gravando e tocando ao vivo. O segundo é em “Respect Yourself: Stax A História Records”. Respect Yourself inclui imagens de Booker T. and the MGs tocando ao vivo em 1970. Steve Cropper empunha uma bela Rosewood Telecaster.
Teleshow listagem
Mazáh! Olha só o que encontrei sem querer, querendo. Um site que menciona uma lista com 28 guitarristas famosos que usam (ou usavam) uma Telecaster. Diga-se de passagem, este é o meu modelo de guitarra preferido. Veijeim então…
http://www.musicradar.com/news/guitars/28-telecaster-legends-part-1
Não repara, é só uma lembrancinha
Sabia que tinha ocorrido um encontro de Jimi Hendrix com Billy Gibbons (o phodástico guitarrista barbudo, do übber-clássico power trio texano – ZZ Top) e agora, um dia desses, encontrei sem querer uma foto deles juntos. Não sei quem são os outros na imagem, mas na real nem interessa mesmo (talvez o do canto, de preto, pudesse ser o Dusty Hill pré-barbudagem, mas sei lá, isso é somente um palpite furado). A foto é antigona, não sei dizer se na época o ZZ TOP já existia ou não, mas em compensação sei de uma pequena história bem lezgau.
Diz a lenda de que ambos, Jimi Hendrix e Billy Gibbons, teriam ficado horas tocando madrugada a dentro em uma jam num buteco e que no final dessa empreitada, ambos já se ajeitando para ir embora, o negão Hendrix chega para Gibbons e lhe dá de presente a sua guitarra Fender Stratocaster, que havia usado naquela noite, tipo reconhecendo a categoria muisical nas seis cordas do rapaz texano pré-barbudão. Segundo consta, Billy Gibbons, em uma entrevista para uma revista especializada, teria contado que tem até hoje essa guitarra em sua casa, mas ninguém, nem ele mesmo, jamais tocarou alguma vez com ela depois daquele dia. Tem essa guitarra guardada como um tesouro, um reconhecimento do “mestre” Hendrix e ponto final.
Aberta a sala de visitas da Fender
Recentemente foi inaugurado o centro de vistas da Fender, ou seja, agora qualquer bocaberta tarado por uma guitarra ou qualquer outro instrumento desta marca pode se deleitar nessa espécie de “Disneylandia-guitar-center”. Se pudesse eu com certeza seria mais um desses arigós, gostaria muito mesmo de conhecer esse “templo” da Fender e passaria horas e horas, lá embasbacado e perdido entre um achado e outro da história da marca, do véio Leo, de tantos modelos clássicos e de artistas famosos, ficaria lá babando na frente de uma Telecaster 52 ou de um Precision vintage com escudo anodizado.
*Se você também é um fan da Fender, então confira mais magens aqui [ AQUI ].
Fender tour em 1959
Que tal uma viagem de volta no tempo com uma tour na fabrica da Fender em 1959!?
60 anos da Telecaster
A rica história de guitarras Fender começa com a Telecaster, uma duradoura maravilha de forma e função, de estilo e substância. Ainda elegantemente simples, depois de seis décadas, é a voz versátil de músicos extremamente diversificados e criativos no mundo inteiro.
Oficialmente chamada de Telecaster, em fevereiro de 1951, a primeira guitarra elétrica de corpo sólido de sucesso completa 60 anos. Ela revolucionou o modo de tocar guitarra, mudou o som da música e se tornou um instrumento de assinatura de guitarristas em todo o mundo: Jeff Beck, Jimmy Page, Bruce Springsteen, Prince, Albert Collins, Roy Buchanan, Richie Kotzen, Keith Richards,Daniel Sam (em Crossroads), Albert King, John Frusciante, Dudu Ruedel, etc.
*Gosto de guitarras de modelos clássicos, e a Telecaster é uma das guitarras que eu mais admiro. Grato Leo Fender, seu legado até hoje é inspirador e sensacional. E meus sinceros parabéns, dona Telecaster, por estes seus bravos 60 aninhos!















