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Encurralado – driver

No filme Encurralado (Duel – 1971), dirigido por Steven Spielberg, um caminhão enferrujado que persegue e atazana como uma brincadeira de gato e rato a vida do pacato motorista David Mann, não mostra em momento algum o rosto do motorista do caminhão. Fiz algumas pesquisas e descobri que nas filmagens que levaram apenas 13 dias por estradas empoeiradas da Califórnia, o motorista de verdade no filme foi Carey Loftin, um duble profissional de pilotagem de veículos, que mais tarde se tornou chefe de dublês de inúmeros filmes famosos de Hollywood.

“Loftin nasceu em 31 de janeiro de 1914 em Blountstown, Florida e começou o trabalho de dublê de filmes no final de 1930. A experiência de Loftin com carros, caminhões e motocicletas lhe possibilitou contribuir com suas habilidades para filmes cult dos anos 1960/1970, que contou com seqüências de carros com emocionantes perseguições, incluindo aí: Se Meu Fusca Falasse (1968), Bullitt (1968), Ponto de Fuga (1971) , 007 – Os Diamantes São Eternos (1971), Operação França (1971), Encurralado (1971) (TV), ó Último Golpe (1974) e Febre linha branca (1975). O Loftin versátil também apareceu na frente da câmera como ator em mais de 70 papéis menores durante sua longa carreira”.


Filma Raul!

Trailler do filme de Raul Seixas que será lançado no dia 27 de janeiro – O Inicio, o Fim e o Meio.

 


Pegando a estrada

Taí uma antecipação de jogo bem interessante, o cartaz do filme “On the Road”, baseado na obra cult de mesmo título, do escritor beatnik Jack Kerouac e que agora foi filmada pelo diretor brasieliro Walter Salles. Desde já bem ansioso no aguardo desse filme.
Só para lembrar, no elenco: Garrett Hedlund, Sam Riley, Kristen Stewart, Kirsten Dunst, Amy Adams e Viggo Mortensen.


Brufistinha Surfinando

Taí então o trailer oficial do filme da “Bruna Surfistinha”, com Deborah Secco no papel principal (25 de fevereiro nos cinemas).

*Site do filme: Bruna Surfistinha


Peter easy rider moto truck

Agora eu consigo entender melhor o conceito de herói/bandido para o povo americano que o Peter Fonda causou ao longo de sua carreira de ator, desde o clássico dos clássicos “Easy Rider”. Saca só ele aqui de caminhoneiro em “High Balling” (bem mais do que duas rodas nessa vez).


Os Famosos e os Duendes da Morte

*Dica de filme do meu chapa Vladimir, que eu curti e agora repasso.

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Trailer do filme ‘Os Famosos e os Duendes da Morte’, primeiro longa-metragem do premiado diretor Esmir Filho (curta-metragens ‘Saliva’, ‘Alguma Coisa Assim’, ‘Tapa na Pantera’), baseado no romance homônimo de Ismael Caneppele. Estão no elenco Tuane Eggers, Henrique Larré, Ismael Caneppele, Samuel Reginatto e Áurea Baptista.

Um garoto de 16 anos, fã de Bob Dylan, tem acesso ao restante do mundo apenas por meio da internet, enquanto vê os dias passarem em uma pequena cidade rural de colonização alemã, no sul do Brasil. Mas uma figura misteriosa o faz mergulhar em lembranças e num mundo além da realidade.

O filme foi selecionado para o 60º Festival de Berlim (Mostra Generation), e já foi premiado em diversos festivais ao redor do mundo, entre eles: Festival do Rio 2009 (Melhor Filme); Festival Internacional de Valdívia, Chile (Melhor Diretor Internacional); XIII Festival Internacional de Cinema de Punta del Leste, Uruguai (Melhor Filme); XXV Festival Internacional de Cinema de Guadalajara, México (Melhor Longa-Metragem de Ficção Ibero-Americano, Melhor Fotografia e Escolha da Crítica); participação no Festival de Locarno, Suiça; Festival de Havana, Cuba (Contribuição Artística).

*site: Os Famosos e os Duendes da Morte


Um drink com a Salma…deusuláivi

Para mim uma das melhores e portanto desde já – clássicas – cenas com mulher “gostosa” do cinema!!! O Tarantino deve ter ficado enlouquecido depois daquela dancinha da Salma Hayek. Claro que me refiro ao filme “Um Drink no Inferno”, que tem uma vibe proposital meio trash, de baixo orçamento mas com um roteiro interessante. Eu gosto prá caramba, sem contar que tem excelente elenco de atores (Harvey Keitel,  George Clooney, Juliette Lewis, Quentin Tarantino, Cheech Marin, etc..), tudo regado com uma trilha sonora du caramba (Tito & Tarantula, Stevie Ray Vaughan e ZZ Top). Precisa mais!?


Dublê Mike kill

Finalmente assisti ao filme “Death Proof” (À Prova de Morte), do Tarantino, que inicialmente deveria ter sido lançado em dose dupla de pura “trasheza” com o filme “Planeta Terror”, do Robert Rodriguez. Uma pena, o pacote seria completo no melhor estilo tudo-aqui-agora, 2 bons filmes “B” de ação numa vibe de matiné no cinema by 70′s. Bons tempos. Não vou aqui contar detalhes do filme, só digo que curti muito e era bem o que eu esperava mas o final me surpreendeu, enfim, um Tarantino legítimo. Ótimas cenas, ângulos supimpas e a questão da cor no filme é bem legal também, no mais, aquela coisa dele de sempre… muita ação, correria, sex appeal, sangueira e as tradicionais longas falas meio nonsense de seus personagens. MUITO BOM!
O engraçado disso é que na sexta-feira de noite, numa conversa sobre cinema com alguns amigos eu fiz uma defesa sobre o clássico “Vanishing Point” (salve! Kowalski) e agora no Death Proof tem lá uma baita referência (tributo) a este filme. Bingo!!! Bela coincidência.


Novas possibilidades

Veijeim só que interessante, um curta inteiramente filmado com um iPhone 4.

*Confira


Gato de Botas em carreira solo

Já que tudo indica que a saga do verdulengo Shrek chegou ao final, o Gato de Botas não perdeu tempo e agora deve seguir o mesmo caminho tomado por Logan, o Wolverine. Optou por seguir em carreira solo tendo inclusive já acertado com a Dreamworks um filme que deve pintar na telona em 2011. É a tal corrida atrás da sua galinha dos ovos de ouro.

*Confira aqui o site oficial do filme: www.pussinbootsthemovie.com


Nesse filme eu apareço

No Segundo Caderno da Zero Hora de hoje tem em sua matéria de capa o comentário sobre o lançamento do filme BITOLS. O filme é uma produção independente de André Arieta e conta no elenco com: Leonardo Machado, Leo Felipe, Carlinhos Carneiro, Bia Werther e Bruno Bazzo. Trata-se de um longa gaúcho que procura retratar a cena rocker dos anos 90 em Porto Alegre. Tem lá a aventura da tal banda fictícia “Bitols”  (sim, assim mesmo, você não leu errado), e os momentos que envolvem seu show no Garagem Hermética são entremeados por depoimentos reais captados à época, com diversas declarações de figuras conhecidas do cenário rocker da capital. É ainda que começa a minha história verdadeira. Sim, por mais incrível que seja, eu apareço – ou supostamente deveria aparecer – em algum desses depoimentos de rocker da cena dods 90, nesse filme. Calma. Eu explico! No final de 2008 fui contatado pelo próprio André (diretor), através de vários e-mails onde ele me explicava da produção desse filme e me pedia para uma declaração de direito de imagem. Ele pretendia utilizar uma cena em que eu faço uma determinada declaração (bebunzaço), que tem uma forte referência aos 90′s que ele julgava interessante e conveniente aparecer em seu filme. Essa cena, pelo que me lembro foi gravada em meio aos bastidores de um show da Troublemakers no Opinião, lá na por 1995 (ele filmava diversos shows de bandas independentes daquela época). Tenho em VHS esse show da Troublemakers. Enfim,  se essa tal cena foi utilizada na edição final ou não do filme, não sei dizer, só assistindo mesmo ou então alguém aí o faça por mim. Huahuahahaa. A dica está dada.

>> O filme Bitols você pode assistir atualmente em Porto Alegre na sala P.F. Gastal (Usina do Gasômetro), em 3 sessões diárias. Feito!
É disso que estou falando:


Alienígena favelado

Em meu retiro da folia de carnaval assisti ao filme “Distrito 9″, que classifico como um ótimo filme de ficção científica, um dos melhores dos últimos tempos. Percebe-se um certo toque de arte na coisa, um bravo ato de resitência no mundo do cinemão atual (boa!), porque não tem sequer um ator milionário de Rólivudi fazendo caras e bocas, nem muito menos se ouviu que foi gasto milhões e milhões de dólares e tantos anos de trabalho (sim, aqui vai uma alfinetada no Avatar). A idéia do filme é simples, mas tem um conceito bem original, alienígenas chegam à Terra há 20 anos atrás em uma enorme nave, são então tratados como refugiados e se instalam em uma área da África do Sul, o Distrito 9, enquanto os humanos decidem o que fazer com eles e como lidar com esta situação. De uma forma subjetiva a questão circula sobre o velho tema da intolerância e disputas raciais. Recomendo.


The Runaways vem aí

Em março deve acontecer o lançamento do filme The Runaways, que é sobre uma das primeiras bandas de rock’n roll dos anos 70, formada só de mulheres a fazer sucesso de verdade. Mazáh!. Sem falar ainda que elas eram gatas e faziam um som visceral e sem frescuras. Contavam com as talentosas guitarristas Joan Jett e Lita Ford (entrou na banda com apenas 16 anos), que não ficavam nada a dever em relação às bandas masculinas da época. Isso já mostra o naipe da meninas. Mas tem uma coisa, neste filme teremos como atrizes a namoradeira de vampirinhos e lobisominhos, Kristen Stewart (Joan Jett) e ainda Dakotta Fanning (como a vocalista Cherrie Curie). Sim, sucesso garantido de bilheteria para o público rebelde de apartamento (como diria um amigo meu).
*Hey, deixa eu arriscar aqui uma coisa, desde já se preparem para as inúmeras capas e matérias de revistas teens, ensaios fotográficos e textos de jornais dominicais sobre o fenômeno de moda e comportamento que este filme vai causar em 11 de cada 10 menininhas.
Tá, voltando ao assunto de verdade das The Runaways, o troxo é bala, podes crer, sim, com aquela cara de 70′s, mas fazê o que, ali foi um dos melhores momentos da história do rock. Depois que a banda terminou em 1979, Joan Jett e Lita Ford seguiram em carreiras solo, fizeram algum sucesso na fase hard-rock-laquê dos 80′s, mas nunca mais na mesma pressão. Tente escutar algumas coisas delas para depois não pagar vale de posudo(a) e entendedor de rock de mesa de bar. Vão falar dessa banda somente agora, por causa do filme, uma pena. Garanto que você nem sabia que a Lita Ford já foi esposa do mestre Tony Iommi (Black Sabbath), na real uma predadora do hard rock, já esteve também envolvida com Chris Holmes (WASP) e Nikki Sixx (Motley Crue).

Quer conhecer mais? Pode ser aqui entonces:
http://www.myspace.com/therunawaysmusic

>> Trailer do filme em questão:


Um tanto atarantado

Estou há um bom tempo na espreita pelos balcões de locadoras de vídeo atrás do filme ”Inglorious Basterds”, do Tarantino. Não consegui assistir no cinema, então tive de me resignar e esperar. Antes tarde do que nunca. Finalmente consegui assisti-lo nesse final de semana. Show! Aliás, via de regra eu gosto bastante dos filmes do Tarantino e sua visão não convencional dos fatos. Esse, prá variar não fugiu a regra, sagacidade germânica em profusão, roteiro bala, diversas situações inesperadas, personagens interessantes em aparições relâmpago, tramas bem tramadas (ai…. agora me puxei nessa – tsk…tsk..tsk ), onde até Hitler morre de um modo que então eu desconhecia. Ôps! Contei. Tá, agora já foi. Mas o que mais me chama a atenção e que sempre acontece em seus filmes aquele momento “diálogo malucrazy”, onde um de seus personagens defende/explica alguma teoria fora do padrão em meio a uma conversa. E convenhamos, tal teoria sempre parece fazer sentido ou no mínimo soar interessante. Exemplo? Que tal aquele papo de “ratos x esquilos”, logo no começo do filme!?. Tá, já estou falando demais, assita o filme e tire suas próprias conclusões. Afinal, aqui não é blog de filmes ou comentários de cinema, existem tantos excelentes por aí. Alás, aqui é blog do que mesmo!??? Cartas para a redação.

*Fizeram cartazes com  artes alternativas para o filme. Boa sacada.
Veijeim.


Um substituto para o Bruce

Esta semana assisti ao filme “Os Substitutos”, mais uma fita com o meu chapa Bruce Willis, curto esses filmes que lidam com assuntos de ficção científica, andróides, máquinas malucas e tal. É bom de vez em quando viajar em novos conceitos, tentar ver como poderiam ser novas possibilidades e oportunidades em nossas vidas, através do avanço da tecnologia no dia a dia. Ok, o filme começa bem, mas depois me pareceu que foi perdendo o pique aos poucos até um final bem previsível. Não se preocupe, não vou contar nada. Mas eu, sinceramente esperava mais. Em certa altura do championship acreditei até que a lavoura seria salva por alguma reviravolta inesperada na trama, mas não. Não dessa vez. Bruce, ainda acredito em ti, vai lá mermão, no próximo filme tu acerta, já fez tantos filmes bons, tá perdoado – ao menos tem se saído melhor do que o Tom Hanks e o Nicolas Cage, em seus filmes recentes. Mas voltando ao Os Substitutos, de certa forma me fez lembrar da trama de “Minority Report”, do Spielberg (esse sim, mais consistente e ganjudo em seu argumento), aliás, fiquei sabendo que o autor desse conto, tem mais livros sobre o assunto dos “precogs” e pelo jeito, vem mais filme por aí. Também me ocorreram fatos que remeteram a outro filme, o “Eu Robô”. Enfim, é muito robô prá tudo que é lado, deixa eu abrir uma cerveja gelada e ver um pouco de futebol então.


Star Wars – fotos raras


Os Piratas do Rock

Deixando o Grêmio e o futebol um pouco de lado por aqui, hoje assisti ao divertido filme – “Os piratas do Rock” (The Boat That Rocked), pode-se dizer que é uma comédia leve, mas bem interessante quanto ao assunto rock’n roll. Não vou aqui contar o filme mas vale mencionar que se trata de um bando de DJ’s malucos, que montam uma emissora de rádio (pirata – óbvio), funcionando em um velho navio de pesca atracado na costa da Inglaterra, em 1966. A rádio tem uma programção onde toca somente rock’n roll, 24h por dia, numa época em que as rádios inglesas oficiais eram super conservadoras. Fica a dica.

*Ah! Aqui a referência ao termo “DJ’s”, é do tempo em que tocavam música de verdade e não apenas tunts… tunts, como hoje em dia. Só para deixar bem claro. Bons tempos!


Starsky Rider ou Easy Hutch?

Na refilmagem do filme baseado no seriado de TV Starsky & Hutch, em um determinado momento há uma cena em que os personagens assumem o disfarce de uma dupla de motoqueiros, que na real é uma brincadeira dos atores, em função de uma referência a outro clássico do cinema – o filme Easy Rider. Segue uma comparação de imagens de cenas desses dois filmes, achei interessante. Ah! Em tempo, uma baita merda este Starsky & Hutch new generation. O seriado era cool, pure 70′s e muito afudê.


Eu vejo a Luana

Assisti ao filme “A Mulher Invisível”, mais uma vez reforçou o conceito de que o cinema nacional está muito bem, obrigado. Está classificado como comédia, talvez uma estratégia de marketing, mas sei lá, prá mim passou mais a impressão de um drama. Acho que o conceito da busca de um amor verdadeiro por vezes nos adoece mesmo, nos leva as raias da loucura. O Selton Mello prova que é um ótimo ator, já tinha curtido o seu papel no excelente “O Cheiro do Ralo” - se bem que já está começando a repetir este estereótipo de maluco engraçadinho (fórmula que sempre agrada nas telas), uma coisa meio Jack Black tupiniquim, mas enfim, ele tá bem na foto. O cara é bom mesmo. Já a Luana Piovani é uma mulher fatal de verdade (uma piadinha minha com referência ao filme – dãh). Realmente a mulher perfeita (uma 2ª referência tentando ser engraçadinha). A cena de quando ele chega em casa e a encontra de surpresa, fazendo a faxina só de calcinha… Báh! Tem também aquela dela indo atrás dele no local de trabalho. Ok! Tá certo. Não vou contar mais nada, pode ser que você ainda não tenha assistido ao filme. Fica a dica, é bom. Agora voltando ao tema, esse dilema da busca de um amor perfeito é coisa antiga, nenhuma novidade, a história e até a mitologia estão cheias desses casos. Me parece o caso de mais uma daquelas malditas regras da vida que nos regem sem sabermos ao menos como ou porque. Não existe um manual nos ensinando a nos darmos “sempre bem” nessa vida. Uma pena, seria bom. Explico. Quem queremos, não nos quer. Quem nos quer, não queremos. Calma, o drama não para por aí. Tem ainda uma outra, pior, a de que muitas vezes também existe alguém perdidamente apaixonado pela gente, mas que nunca ficaremos sabendo e, por ventura, se ficarmos sabendo, geralmente é tarde demais, já nos rendemos a um tradicional semi-amor e estamos com uma pessoa errada mesmo! E então o que poderia ser um grande caso de um final feliz, caputz. Ou seja, estamos mesmo fudidos. O destino curte nos sacanear no quesito amor/paixão. Mas não desistam jovens.
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luana_piovani_a_mulher_invisivel