Por um acaso do destino, Jimi Hendrix morou em casa vizinha a do compositor Handel. George Frideric Handel morou nesta residência entre 1723 – 1759 (tijolos escuros).
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Hey Joe
Taí uma bela versão de Hey Joe, feita por Robert Scott (trio), com Bob Scott na bateria e a baixista Brandi Disterheft. Acredito que Jimi aprovaria com certeza.
A placa de Hendrix
Fotografia que o meu chapa Henrique Greenboy fez quando da sua viagem a Inglaterra no ano passsado. A placa marca a casa onde Jimi Hendrix morou em um determinado momento de sua bombástica estadia na Inglaterra. Thanks bro!
Não repara, é só uma lembrancinha
Sabia que tinha ocorrido um encontro de Jimi Hendrix com Billy Gibbons (o phodástico guitarrista barbudo, do übber-clássico power trio texano – ZZ Top) e agora, um dia desses, encontrei sem querer uma foto deles juntos. Não sei quem são os outros na imagem, mas na real nem interessa mesmo (talvez o do canto, de preto, pudesse ser o Dusty Hill pré-barbudagem, mas sei lá, isso é somente um palpite furado). A foto é antigona, não sei dizer se na época o ZZ TOP já existia ou não, mas em compensação sei de uma pequena história bem lezgau.
Diz a lenda de que ambos, Jimi Hendrix e Billy Gibbons, teriam ficado horas tocando madrugada a dentro em uma jam num buteco e que no final dessa empreitada, ambos já se ajeitando para ir embora, o negão Hendrix chega para Gibbons e lhe dá de presente a sua guitarra Fender Stratocaster, que havia usado naquela noite, tipo reconhecendo a categoria muisical nas seis cordas do rapaz texano pré-barbudão. Segundo consta, Billy Gibbons, em uma entrevista para uma revista especializada, teria contado que tem até hoje essa guitarra em sua casa, mas ninguém, nem ele mesmo, jamais tocarou alguma vez com ela depois daquele dia. Tem essa guitarra guardada como um tesouro, um reconhecimento do “mestre” Hendrix e ponto final.
41 anos sem Jimi Hendrix
Por falar em Fender, aproveito para mencionar de que hoje completam 41 anos da morte de um dos maiores mestres da guitarra, Jimi Hendrix. Ele usava em seus shows na maioria das vezes uma Fender Stratocaster. Mas o que importa mesmo é o seu legado, a sua arte, a sua música que mudou o mundo e uma geração ineira de certa forma, mas acima de tudo “mudou” a abordagem que até então se dava ao instrumento GUITARRA. Quando Hendrix surgiu de surpresa naquela Londres mágica do final dos 60′s, que era o centro do universo do rock na época – Beatles, Rolling Stones, Eric Clapton, Jeff Beck e The Who, etc., foi como se um raio atordoasse a tudo e a todos, por um instante tudo que se havia feito até então em termos de como tocar guitarra não valia mais. Com Hendrix veio a “revolução” nas seis cordas elétricas, novas regras, novos paradigmas e o rock mudou, criou asas e frutificou em novos e inúmeros estilos e seguidores, se foi bom ou não eu não sei, só o tempo dirá, mas sei dizer que poucos voaram tão alto ou tiveram uma sutileza de caso de amor tão grande com a guitarra quanto Jimi Hndrix. Descanse em PAZ.
Jimi Hendrix e as garotas – V
Para fechar esta minha história da pesquisa de fotos de Jimi Hendrix e suas “namoradas”, segue abaixo uma série de imagens dele com uma loira (é a mesma em todas as imagens), que não consegui identificar, por vezes aparece creditada como sendo Kahty Etchingham ou então Monika Dannemann, coisa que acredito não estar certo, basta conferir as imagens de ambas em meus posts anteriores. Então segue o baile com Jimi e sua loira misteriosa.
Interessante também é ver o Jimi Hendrix em uma das imagens, em estúdio, com um baixo de 8 cordas (já soube qual era o modelo e sua marca, mas sincermente não lembro agora).
Por aqui se encerra então essa séria de post sobre Jimi Hendrix e suas “namoradas”. Tá, tudo bem não tem nada de mais, apenas tive vontade de ir mais além do a velha conversa sobre sua música, ser canhoto, paraquedista, negro, pobre e depois o seu sucesso e as drogas além de tocar muito bem guitarra. Espero que tenha contribuído de alguma forma juntando esses peqeunos pedaços de sua história. Até mais ver.
Jimi Hendrix e as garotas – IV
AMOR e MORTE
A cabelereira Kathy Etchinghan também foi uma das tantas namoradas de Hendrix mas é considerada como uma das mais clássicas a este título. Segundo consta namorou Jimi Hendrix por um período de 3 anos, até um ano antes de sua morte, aliás, sempre foram amigos e foi uma das poucas pessoas com quem conversou na misteriosa noite de sua morte. Aliás, esta sempre acusou de conspiradora uma outra mulher na vida de Hendrix, Monika Dannemann, que foi sua última namorada e com quem estava acompanhado em Londres na sua última noite de vida, o fatídico 18 de setembro de 1970. Monika, uma ex-patinadora alemã que se envolveu com Hendrix em seus últimos dias de forma suspeita e cercada de mistérios. Mais tarde se tornou esposa de outro guitarrista famoso, Uli Jon Roth (ex-Scorpions). A sua morte por asfixia em 1996 também é cheia de mistérios, não se sabe até hoje se foi suicídio ou não, isso tudo dias depois de perder na justiça uma ação de calúnia e difamação contra Noel Redding (ex-baixista de Hendrix) e Kathy Etchingham, confirmando alegações de que ela era uma conspiradora. Segundo Uli Roth, ela recebeu durantes anos inúmeras ameaças de morte…
>> Abaixo um resumo dos fatos da morte de Jimi Hendrix:
Jimi Hendrix morreu em Londres nas primeiras horas de 18 de Setembro de 1970, em circunstâncias que nunca foram completamente explicadas. Havia passado parte da noite anterior numa festa, onde a namorada Monika Dannemann o havia buscado, e ambos seguiram para o Hotel Samarkand, no número 22 da Lansdowne Crescent, em Notting Hill. Estimativas indicam que ele teria morrido pouco tempo depois.[18]
Dannemann alegou em seu depoimento original que Hendrix teria tomado (sem que ela soubesse), na noite anterior, nove comprimidos de um remédio para dormir que ela utilizava. De acordo com o médico que o atendeu inicialmente, Hendrix tinha se asfixiado (literalmente afogado) em seu próprio vômito, composto principalmente de vinho tinto.[18] Por anos Dannemann alegou publicamente que Hendrix ainda estava vivo quando o colocaram na ambulância; seus comentários sobre aquela manhã, no entanto, foram frequentemente contraditórios, e variaram de entrevista para entrevista.[19] Declarações de policiais e paramédicos revelam que não havia ninguém além de Hendrix no apartamento, e que não apenas ele estava morto quando chegaram à cena, mas também estava totalmente vestido, e já estava morto há algum tempo.[20]
As letras de uma canção composta por Hendrix e encontradas no apartamento levaram Eric Burdon a fazer um anúncio prematuro no programa 24 Hours, da BBC, de que Hendrix teria cometido suicídio.[21] Depois de um processo por difamação movido em 1996 pela namorada inglesa de Hendrix por anos, Kathy Etchingham, Monika Dannemann cometeu suicídio – embora seu último amante, Uli Jon Roth, tenha feito acusações de que ela teria sido assassinada.[22] John Bannister, médico que atendeu Jimi Hendrix na noite de sua morte, disse que é plausível que o guitarrista tenha sido assassinado. As informações são da revista NME.
Bannister se refere às declarações publicadas por James “Tappy” Wright, ex-roadie de Hendrix, em seu livro “Rock Roadie”.
Segundo Wright, o empresário do guitarrista, Mike Jeffrey, confessou que contratou um grupo que teria invadido o quarto de hotel e forçado Jimi Hendrix a tomar vinho e soníferos.
Bannister disse que é possível que isso tenha acontecido por causa da quantidade de vinho encontrada nos pulmões e no corpo do guitarrista. De acordo com o médico, ele estava “realmente afogado em uma enorme quantidade de vinho tinto”.
“A quantidade de vinho que estava sobre ele era fora do comum. Seus cabelos e sua camisa estavam embebidos, também seus pulmões e estômago estavam completamente cheios de vinho. Eu nunca tinha visto tanto vinho”, disse Bannister, informa o jornal The Times.
Wright afirma que Mike Jeffrey confessou tudo em 1971, um ano após a morte de Hendrix. O empresário, que tinha uma apólice de seguro no nome do guitarrista no valor de US$ 2 milhões, morreu em 1973 em um acidente de avião.
*(Fonte: Wikipédia)
Jimi Hendrix e as garotas – III
A fama de Jimi Hendrix como guitarrista também fez jus a sua fama de conquistador e devasso segundo consta. Uma de suas conquistas foi a atriz dinamarquesa Kisrten Nefer, que chegou a dizer que havia se tornado noiva de Jimi Hendrix, fato esse nunca confirmado pelo próprio.
Também temos as coelinhas da Playboy que posaram num ensaio fotográfico com Hendrix no Hawaii e mais algumas outras imagens que consegui juntar em minhas rápidas pesquisas na internet. Enfim, o que se pode dizer sem dúvida alguma é que Jimi Hendrix viveu rápida e intensamente aproveitando muito bem cada detalhe e nuances de seus momentos de glórias.
Jimi Hendrix e as garotas – parte II
Continuando a série sobre as namoradas & casos do Jimi Hendrix. No âmbito das artistas de sua época tem o envolvimento dele com a cantora Janis Joplin, mesmo sendo um fato notório, apesar de nada oficial ou de um compromisso sério entre eles (não se esqueça, era o final dos 60′s, portanto o auge do período hippie, da contracultura e também da liberação). Consegui encontrar apenas uma imagem deles juntos e ainda de bastidores. Encontrei outras tantas “montagens” deles juntos, mas daí não conta. Portanto, apesar da veracidade do fato, a única imagem que consegui deles juntos ainda me parece um tanto normal e nada incriminadora. Eram artistas, várias vezes devem ter se topado pelo mundo afora em shows e festivais.
As pesquisas seguiram em frente e também encontrei uma imagem dele com a cantora folk Joan Baez, que foi namorada de Bob Dylan e que segundo consta, teve sim um com um dos Beatles. Mas por via das dúvidas nunca se sabe…
Jimi Hendrix e as garotas – parte I
Como sou um grande fan do trabalho do Jimi Hendrix e também de sua história, esses dias lendo uma de suas biografias me liguei em procurar conhecer mais sobre as mulheres (namoradas) ao seu redor, até porque algumas delas tiveram um papel importante em sua vida e até mesmo nos momentos finais na sua morte e muito pouco se comenta isso. Que Jimi Hendrix era tímido fora do palco no trato comoutras pessoas todo mundo sabe, mas também ao mesmo tempo tinha um outro lado, que era justamente o contrário – “bem extrovertido”, falo aqui no trato com as mulheres. Jimi tinha fama de galanteador, dizem que era sempre muito atencioso, educado e cavalheiro com as mulheres, sabe aquele tipo que abre a porta do carro, faz galanteios, puxa a cadeira e oferece o seu lugar para qualquer mulher que estivesse perto no melhor classic old style, mas contudo, também há relatos de crises violentíssimas de ciúmes, descontrole emocional (drugs!?) e até de surra em mulheres. O dito pelo não dito, descobri o interessante caso de Devon Wilson, uma bela negra de quem Hendrix foi namorado, sendo que ela foi uma das poucas pessoas da qual ele realmente ouvia conselhos, até mesmo depois de findo o namoro (muitas vezes ouvindo-a quase como uma mãe e conselheira espiritual). Foi uma das poucas que insistiu até o fim, de que ele teria sido assassinado como parte de um complô visando o controle de seu imenso patrimônio e sua rentabilidade até os dias atuais ($$$). Devon, histérica, no dia do funeral de Hendrix, tentou se jogar em plena cova aberta…
*O cara era entendido em termos de mulheres e portanto não foi difícil conseguir uma série de imagens do Jimi Hendrix e suas “amiguinhas”. Confiram então esses achados (parte 1):
Jimi Hendrix na baixaria
Curti o groove, a sonzeira com os metais, a voz e principalmente o baixo acústico com distorção! É isso aí, tem de reinventar.
O difícil caminho da glória
Como a esta altura do championship já podem supor, meus 2 guitarristas preferidos são Jimi Hendrix e Stevie Ray Vaughan (a listinha na real vai bem mais longe e com muitos outros nomes, mas esses dois são os TOPs dela). A resolução desta equação sobra a questão de quem é o cara nas seis cordas é fácil e bem simples. Além do absurdo talento musical de cada um deles, ambos detonaram através da música em terrenos completamente inóspitos a sua realidade social. Jimi Hendrix por sua vez, foi o primeiro negro que adentrou de sola na cultura do rock, que era literalmente coisa de branquela metidinho e apesar de inúmeras barreiras e dificuldades se sagrou o master-fucker da guitarra. Isso levando em conta de que foi para a europa e lá se firmou contra nomes peso-pesados já estabelecidos na cena rock do momento, como o caso de Eric Clapton, Pete Townshend e Jeff Beck que “ruleavam” na época o rock inglês, se mencionarmos aqui a força das bandas: Beatles e Rolling Stones. Patrolou tudo e atodos ali na esquina dos 60′s com os 70′s, através da sua musica visceral de raizes negras causou o maior furor na época, longe da América e do blues. Assim também foi com Stevie Ray Vaughan, só que ao inverso, sendo o branquelo que tocava o “blues” com a pegada, o sentimento e a alma de um negro, tanto que suas habilidades musicais acabaram sendo reverenciadas pelos seus próprios ídolos, como: BB King, Albert King, Albert Colins, John Lee Hoker, Buddy Guy, etc. Dois caminhos longos e difíceis, marcados por batalhas, superação, trabalho duro, glórias, excessos, fama e um final abrupto, muito antes do que se poderia supor. Mas fica o legado desses dois grandes mestras da guitarra – tocar com sentimento e paixão é muito mais do que fritar zilhões de notas por segundo.
Segue abaixo uma bio em 5 capítulos do programa “VH1 – Legends”, sobre a vida e carreira de Stevie Ray Vaughan. Confiram.
Mais Jimi Hendrix
A Sony anunciou mais três lançamentos do catálogo de Jimi Hendrix em versões atualizadas.
Dia 12 de abril sairá a edição Legacy de “Power Of Soul: A Tribute To Jimi Hendrix”. Lançado em 2004, o disco traz artistas como Eric Clapton (‘Burning Of The Midnight Lamp’), Prince (‘Purple Haze’), Cee-Lo Green (‘Foxy Lady’), Santana (‘Spanish Castle Magic’), Musiq Soulchild (‘Are You Experienced?’), Sting (‘The Wind Cries Mary’) e Lenny Kravitz (‘Have You Ever Been [To Electric Ladyland]‘), entre outros. O dinheiro gerado com as vendas serão revertidos para o Fundo Escolar Jimi Hendrix, estabelecido no Fundo Colegial United Negro, em 1993. O projeto custeia os estudos de alunos de escolas tradicionalmente para negros nos Estados Unidos.
No mesmo dia, sai a nova versão de “South Saturn Delta”, coleção de 15 gravações resgatadas de diversos momentos da carreira do guitarrista. Contém gravações alternativas e diferentes takes para clássicos como ‘Little Wing’, ‘Pali Gap’ e ‘All Along the Watchtower’, além de registros anteriormente desconhecidos do grande público, como a faixa-título.
Encerrando, o DVD “Jimi Hendrix: Band Of Gypsys (Live At Fillmore East)”, trazendo a única filmagem oficial da banda. Toda a filmagem em preto e branco do show realizado em 1º de janeiro de 1970 é apresentada em sua seqüência original. O áudio conta com novas opções stereo e 5.1 stereo surround, mixadas por Eddie Kramer. Como bônus, entrevistas com o próprio Hendrix além de seus quatro companheiros de carreira, Mitch Mitchell, Noel Redding, Billy Cox e Buddy Miles. Também contribuem com declarações Vernon Reid (Living Colour), Slash e Lenny Kravitz, além do já citado Eddie Kramer.
*Fonte: Whiplash
Jimi Hendrix – jam
Em breve deve estar nos cinemas o documentário de Jimi Hendrix sobre os shows que realizou em fevcereiro de 1969 no Royal Albert Hall. Também há previsão desse lançamento em DVD. É só aguardar.
*Jimi Hendrix – “Hear My Train A’ Comin’ “
ao vivo no Royal Albert Hall – 24 de fevereiro de 1969







































