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70′s cool

Estou lendo a biografia do Led Zeppelin e não é a toa que me identifico com aquela vibe musical / rock dos anos 70. A cada parágrafo eu me emociono mais. Acho difícil explicar essa minha conexão om os 70′s, ainda mais com os fatos referentes a primeira metada de década, depois veio a disco music e daí embolou tudo. Outros diriam, “embalou” tudo e a todos. Mas cada um na sua. Gosto principalmente do rock dos anos setenta, época de ouro do rock quando estava começando a ficar mais pesado – até aí tudo bem, depois desandou tudo, o peso passou a ter outra medida em termos musicais – passou a ser medido em toneladas de laquê e purpurina ali nos 80′s – se éque me entendem. Assim a vibe 70′s era o final da viajandeira lisérgica tomando um calor das válvulas vintage de Marshall JCM 800 no talo, assim o Led Zep se insere perfeitamente nessa vibe que eu tanto admiro, não somente eles, é claro, tem ainda outros gigantes como o Black Sabbath, Rolling Stones, o derradeiro show dos Beatles em 1970 no telhado (o show mais rock’n rolll da banda), The Who, Deep Purple, Grand Funk Railroad, Eric Clapton, Jeff Beck, a galera do blues, enfim… tudo ali parecia mágico e me mantém até hoje acesso e ávido por essa perspectiva. São as imagens (que hoje o Instagram captura com fidelidade automática), o style dos muscle cars americanos, as roupas, os cabelos compridos (sic!), barba e suiças na cara, filmes, o black exploitation, enfim, pura nostalgia de uma época em que não vivi. Na real estava vivinho-da-silva sim, mas era um piá de merda, estudante de colegial, com menos de 10 anos, brasileiro, época da repressão e da ditadura militar brasileira, portanto milhas e milhas distante dessa vibe rock’n roll que rolava lá fora. Talvez algum respingo que a moda tenha ditado na época veio a me atingir por tabela, me lembro dos seriados de TV que assistia, das calças boca de sino, camisas cacharel, sei lá, essas coisas.  É um verdadeiro “estar lá” mas não ter noção direito do que estava acontecendo, agora, mais velho, adulto, compreendo melhor toda a circunstância e aí mesmo é que passo a gostar mais ainda daquela época (em temros de rock, aqui me refiro,é claro – politicamente NÃO!!!). Se aparecesse um gênio da lâmpada, nem preciso mencionar que o meu pedido seria de dar um passeio de volta aos 70′s, mesmo nessa carcaça velha e judiada de hoje em dia – claro que uma das condições, seria manter o conhecimento atual. Bem, chega de divagação, a vida segue e a minha leitura da bio também, me deixa viajar ao som da Les Paul de Jimmy Page, das porradas do Bonzo, da afetação de Plant e das linhas phodásicas by Jazz Bass do maestro J.P. Jones. Segue abaixo a amostra grátis de uma de minhas preferidas…

Bateria como a de John Bonham

Que tal afinar a sua bateria como a do John Bonham (Led Zeppelin)? Confira as dicas de Jeff Ocheltree.

 


LedZep cover profissa

Esses caras podem:

vocal: Daniel Gildenlow
guitarra: Paul Gilbert
baixo: Dave LaRue
bateria: Mike Portnoy


Lez Zeppelin de papel

Mais uma bio então. Finalmente estão lançando no Brasil o livro de fotos e vários textos de resenhas de álbuns, datas de tours e muitos mais detalhes dessa banda chamada Led Zeppelin. O livro “Whola Lotta Led Zeppelin – A História Ilustrada da Banda Mais Pesada de Todos os Tempos”, do escritor Jon Bream, lançado lá fora em 2008, agora já está a venda por aqui, na faixa dos R$ 45,00. Um boa dica de Natal, hein!


Physical Grafitti

Physical Grafitti foi o sexto álbum de uma das mais fodonas bandas de rock do mundo, o Led Zeppelin, lançado em fevereiro de 1975, foi também o primeiro trabalho editado pelo próprio selo da banda, o Swang Song. Na época de seu lançamento, não esqueçam, as bandas produziam suas músicas em LPs e neste caso, foi feito um álbum duplo, que tinha em sua capa uma imagem meio sinistra e obscura de um prédio com um certo jogo de palavras nas suas janelas, conforme se colocava o encarte nessa capa. O tal prédio da foto existe mesmo e fica na 96 and 98 St. Mark’s Place, em Nova Iorque. Confira a capa do álbum em relação as imagens do prédio. Aliás, este é um excelente álbum e para mim trata-se de um dos melhores trabalhos do Led Zeppelin.
Posso acrescentar ainda o fato de que esse foi o último LP que comprei ali no início da década de 90, era período do franco advento e disseminação da tecnologia do CD, que de certa forma foi portanto natural essa transição de mídia para os álbuns de rock na época. Me lembro bem de que fiz questão de comprar o “Physical Grafitti” ainda em vinil, quando eu poderia ter comprado algum outro CD novo, até porque já tinha vários CDs em minha coleção, mas foi justamente por causa da arte da capa e tive consciência de que ela não seria a mesma na caixinha do CD ou seja láo que for que viesse no futuro. Se você tem esse CD oficial (não paraguaio ou baixado em mp3), deve entender perfeitamente o que digo, cade a arte das janelas recortadas hein!? Nada como a boa e velha capa de um vinil, grande, bonitona, cheia de detalhes que por vezes perdíamos horas analisando em rodas de conversas na casa de amigos, escutando um som, virando o disco em lado A e lado B de vez em quando e metendo a agulha no vinil com todo cuidado para não arranhar. Bons tempos, tenho bastante saudades disso.

Faixas do Physical Grafitti

Lado 1
“Custard Pie” (Page/Plant) – 4:13
“The Rover” (Page/Plant) – 5:36
“In My Time of Dying” (Page/Plant/Jones/Bonham) – 11:04

Lado 2
“Houses of the Holy” (Page/Plant) – 4:01
“Trampled Under Foot” (Page/Plant/Jones) – 5:35
“Kashmir” (Page/Plant/Bonham) – 8:31

Lado 3
“In the Light” (Page/Plant/Jones) – 8:44
“Bron-Yr-Aur” (Page) – 2:06
“Down by the Seaside” (Page/Plant) – 5:14
“Ten Years Gone” (Page/Plant) – 6:31

Lado 4
“Night Flight” (Jones/Page/Plant) – 3:36
“The Wanton Song” (Page/Plant) – 4:06
“Boogie with Stu” (Bonham/Jones/Page/Plant/Stewart/Valens) – 3:51
“Black Country Woman” (Page/Plant) – 4:24
“Sick Again” (Page/Plant) – 4:43


As diferentes capas para um mesmo LP

Quando a banda Led Zeppelin lançou seu último álbum de estúdio (In Through the Out Door – 1979), o fato teve uma certa peculiaridade em termos de marketing para a época – o mesmo LP poderia ser encontrado em 4 diferentes versões de capa, sendo que ele ainda vinha dentro de uma outra embalagem em papel pardo. A imagem da capa era de um cara sentado em um balcão de um bar (uma espelunca), sendo que a foto da mesma cena foi feita em 6 diferentes ângulos, era a perspectiva de visão de cada um dos personagens presentes, portanto, este era o tal efeito de arte “malandroso” para a variação da capa do álbum. Apesar de muito parecidas numa mesma olhada, as 6 versões são bem distintas, mas garanto que até hoje tem gente que jamais desconfiou desse “pequeno” e imaginativo detalhe. Eu jamais tive esse LP do Led Zeppelin (apesar de possuir outros LPs da banda), mas alguns amigos o tinham e me lembro que era difícil lembrar de qual arte esse ou aquele fulano tinha, era uma confusão.  Também não sei dizer se em algum momento eu cheguei a ter contato com todas essas diferentes versões, na real me lembro apenas com certeza é de 2 delas. Então depois de tantos anos me ocorreu ajudar a demonstrar e esclarecer essa pendenga curiosidade, já que sou um cara legal com vocês. Portanto, aqui estão as tais 6 versões para a capa do álbum In Through the Out Door (Led Zeppelin), claro, mais o envólucro e a contracapa. Enjoyem-se!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Cachorro preto fatiado

Que tal conferir essa montagem com a sonzeira de “Black Dog” do Led Zeppelin, tocada a trocentas mãos. Muito afudélson.


ZepLed

Depois de quase um ano, um show perdido do Faith no More em POA, o primeiro dia de um novo emprego, a venda de um ingresso, meses se passaram e então finalmente chegou em minhas mãos o livro da biografia do Led Zep – “Led Zeppelin – Quando os gigantes caminhavam sobre a Terra” (Mick Wall / Ed. Larousse).

 

 

 


Bonham (tributo)

O dia 25 de setembro de 2010 marcará o trigésimo aniversário de morte de John Bonham, baterista do Led Zeppelin. Por causa de seu groove e pegada, ele é considerado o mais influente baterista do rock-n-roll. John “Bonzo” Bonham é o rei incontestado. Seu nome será mais uma vez honrado em um concerto especial com a participação de grandes bateristas do rock no Key Club em Hollywood, Califórnia.

No palco e somente por uma noite, vários bateristas convidados tocarão suas canções favoritas do LED ZEPPELIN

Os bateristas confirmados são:

* Steven Adler (GUNS N’ ROSES, ADLER’S APPETITE)
* Vinny Appice (BLACK SABBATH, HEAVEN & HELL, DIO)
* Kenny Aronoff (JOHN COUGAR, JOHN FOGERTY)
* Frankie Banali (QUIET RIOT)
* Jason Bonham (LED ZEPPELIN, FOREIGNER)
* Fred Coury (CINDERELLA)
* Jimmy D’Anda (BULLETBOYS)
* James Kottak (SCORPIONS)
* Khurt Maier (SALTY DOG)
* Chris Slade (THE FIRM, AC/DC)
* Chad Smith (RED HOT CHILI PEPPERS, CHICKENFOOT)
* Brian Tichy (WHITESNAKE, FOREIGNER, BILLY IDOL)
* Joe Travers (ZAPPA PLAYS ZAPPA, DURAN DURAN)
* Simon Wright (AC/DC, DIO)
* Carmine Appice (VANILLA FUDGE, ROD STEWART) se apresentará via video.

Para acompanhar os bateristas convidados, os músicos serão Brent Woods (guitarra), Michael “Denim” Devin (baixo), Keith St. John (vocais), Stephen LeBlanc (teclados) e Brian Tichy (guitarra).

*Fonte: Whiplash


Led Zeppelin – 40 anos

Lançada a caixa  “Definitive Collection”, comemorativa aos 40 anos da banda Led Zeppelin. Este box inicialmente era apenas vendido no Japão, agora também está disponível na loja da Rhino. São 10 CDs que representam réplicas de toda a discografia da banda, com encartes que reproduzem a mesma arte que vinha nos LPs quando foram lançados originalmente. Confira aqui.




Lançada nova biografia do Led Zeppelin

Já estou babando… Recentemente foi lançada no Brasil uma nova biografia do Led Zeppelin. Agora são duas bios de meu interesse, essa e a do AC/DC , auto-presente-de-natal-self-próprio já tem foco então. Mas em termos de blog aqui, para dar um colorido a mais sobre o tema, resolvi adicionar um texto sobre o livro que catei na internet. Veijeim.

*Thiago Ney (Folhapress):
Espancamentos de fãs, sessões de sexo com groupies  amarradas, drogas espalhadas em quartos de hotel, ocultismo, mortes trágicas. Está tudo em “Quando os Gigantes Caminhavam sobre a Terra’’, extensa biografia do Led Zeppelin. Em 552 páginas, o inglês Mick Wall produz a mais nítida radiografia da mítica banda de Jimmy Page, Robert Plant, John Paul Jones e John Bonham, desde que foi criada, no final dos anos 1960, até a elogiosa reunião para um show em Londres em dezembro de 2007. Enquanto “Hammer of the Gods’’, biografia publicada por Stephen Davis em 1985, peca por excesso opinativo e sensacionalismo, o livro de Wall vem sendo considerado, desde que saiu na Europa em 2008, como o registro definitivo do grupo. Jornalista formado no universo do heavy metal, Wall foi amigo de Jimmy Page – mas depois de ler o livro, o guitarrista se afastou do autor. Constrói a história principalmente a partir de entrevistas que fez com todos os integrantes da banda, com Peter Grant (empresário do grupo) e Richard Cole (responsável por acompanhar a banda nas turnês). “Jimmy não queria falar’’, afirma Wall. “Ele mandou cartas à editora dizendo que, se tivesse algo que não gostasse, iria processar.’’ Mesmo com todos os excessos da banda escancarados, até agora Page não processou ninguém a respeito do livro. No início dos anos 1970, o Led Zeppelin era a maior banda do mundo. Vendia muito mais do que Beatles e Rolling Stones. Tornaram-se extremamente ricos – muito graças ao empresário Peter Grant, sujeito viciado em heroína, intimidante e que usava métodos violentos para conseguir o que queria. “Na época, nas turnês, uma banda como os Stones ficava com 40% do preço de cada ingresso. Já o Zeppelin ganhava 90%. Graças a Grant’’, diz Wall.

“Led Zeppelin – Quando os Gigantes Caminhavam sobre a Terra “
Autor: Mick Wall
Editora: Larousse – 552 págs.

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