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Bio de Dave Grohl

Aquele cara que ficou muito famoso como o baterista maluquinho (bem, quem não era naquela banda!?), do Nirvana, que mais tarde vio a criar uma das maiores bandas da atualidade , o Foo Fighters e responde pelo nome de Dave Grohl, agora vai lançar a sua biografia. O livro com lançamento previsto para este mês, leva o título de “Dave Grohl – Nada a Perder” (Edições Ideal, 200 pág.), foi escrito por Michael Heatley, um veterano no assunto bio de rockstars. Eu já estou interessado, e você?

*Fonte: Clic RBS


Lez Zeppelin de papel

Mais uma bio então. Finalmente estão lançando no Brasil o livro de fotos e vários textos de resenhas de álbuns, datas de tours e muitos mais detalhes dessa banda chamada Led Zeppelin. O livro “Whola Lotta Led Zeppelin – A História Ilustrada da Banda Mais Pesada de Todos os Tempos”, do escritor Jon Bream, lançado lá fora em 2008, agora já está a venda por aqui, na faixa dos R$ 45,00. Um boa dica de Natal, hein!


Queen no papel

Os músicos descobriram agora um novo filão, as biografias, livros contando suas histórias de vida, dados de família, infância, o começo da banda ou carreira artística, detalhes de shows, tours, excessos, chalaças e ainda até um pouco do tal rock’n roll. Sim, a internet com o mp3 deu um baque nas vendas vertigionosas de qualquer álbum de artista famoso, ou será que gente tipo o Metallica, Madonna, U2, etc.. ainda vendem a mesmas quantidade de álbuns hoje em dia do que há 15 anos atrás? Claro que não. Pô! Tem até banda com um ou dois álbuns lançados e já tem biografia nas bancas.

Tá mas tudo bem, nessa vibe o Queen não poderia ficar de fora (demorou) e não estou tirando sarro. Demoro mesmo. Mas aqui o a história é diferente, o Queen é sem dúvida um marco, uma das maiores bandas de rock das últimas décadas e merecia um complemento em sua obra. Os caras criaram uma penca de hits que nem o tempo vai conseguir apagar, ótimos álbuns, belas capas e ainda fizeram shows com tours gigantes mundo afora (chegaram até aqui no Brasil, justo numa época difícil para shows de grandes bandas), ah!, esses podem. Essa bio é bem-vinda. Vou dar um jeito de arrumar uma prá mim, quem sabe o papai noel não me traga , hein!?


ZepLed

Depois de quase um ano, um show perdido do Faith no More em POA, o primeiro dia de um novo emprego, a venda de um ingresso, meses se passaram e então finalmente chegou em minhas mãos o livro da biografia do Led Zep – “Led Zeppelin – Quando os gigantes caminhavam sobre a Terra” (Mick Wall / Ed. Larousse).

 

 

 


Madbook

Chegou a vez de ler a biografia do Ozzy: “Eu sou Ozzy” (Ed. Benvirá – Chris Ayres) . Uma má impressão já de cara, um título super criativo e uma daquelas frases de merda marketeiral que estragam qualquer capa de livro – “Mais vendido na lista do New York Times. Tá, e daí? E eu com isso! Esse livro parou em minhas mãos meio que por acidente, dica do meu chapa Robson (thanks), não estava em minha lista de prioridades “bios-rockers”, mas enfim, não sou de arregar, vou encarar essa. E tem mais,  acredito que devo ler com um certo receio cada palavra desse livro, deve ter aí um dedo, não melhor, muita grana e a mão toda da dona Sharon Osbourne – essa entende de fazer dinheiro e patrolar tudo pela frente sem escrúpulos. Então nem toda verdade é uma verdade. Enfim, tudo em nome do excelente álbum “No More Tears” e de seu inesquecível vídeo que me deixava louco quando passava na MTV (bons tempos em que havia rock por lá), de  sua troupe de excelentes guitarristas, começando pelo pitoco Randy Rhoads (aquela Les Paul creme e a Flying V Jackson teriam falado alto se ele não fosse embora cedo demais – R.I.P.), depois o Jake Lee (eu curtia, apesar de muitos amigos não gostarem dele na banda) e então, finalmente o mestre da porra-louquice, tio Zacarias Selvagem. Por eles e pelo passado no Black Sabbath é que eu vou em frente com esse livro do Ozzy, até porque seus últimos álbuns não me agradaram nenhum pouco e mais aquele seriado na MTV, que baita decepção. Vídeo de música ou show na TV é uma coisa, chinelagem em família é outra. Bem que fez uma de suas filhas, escolheu não participar dessa porra de seriado.
Ainda este ano vem outra bio do Ozzy por aí e pela resenha do livro, me chamou mais a atenção. Bem, a sorte está lançada, espero que o Ozzy tenha boas histórias para me contar e me fazer mudar de idéia a seu respeito.


Zoom

Um livro chamado Zoom.
Vá descendo até o final para ver a imaginação deste artista!


Abrindo as portas dos bastidores

O mercado de biografias rock está cada vez mais ativo, agora chegou a vez de outra banda clássica abrir as portas para revelar um tanto de suas histórias -  “The Doors por The Doors”, escrito por Ben Fong-Torres, tem seu lançamento nacional pela editora Agir (432 pág.). Claro, desde já está em minha lista de próximas aquisições. Então está dado a dica.


Os bastidores de 2 grandes marcas esportivas

Para quem curte esportes e em especial o futebol, Copa do Mundo e os bastidores dos negócios $$$$ que giram em torno do assunto, uma boa dica de leitura é “Invasão de Campo” (Barbara Smith – Ed. Zahar – 359 pág). Conta basicamente desde o começo a história da poderosa marca ADIDAS e a sua batalha contra a PUMA, sendo que foram oriundas da briga entre dois irmãos alemães. Também menciona planos e estratégias utilizadas na conquista de novas mercados. Li esse livro ano passado, é muito interessante, volta e meia assuntos ali abordados fazem mais sentido em época de grandes espetáculos esportivos como a Copa do Mundo e as Olimpíadas, quando então a mídia centra as atenções nos detalhes para o mundo todo. Fica a dica e garanto que é uma boa leitura, principalmente para se entender a dimensão e a força que algumas marcas esportivas possuem em nosso dia a dia.


Alice. In chains? Cooper?

Estou corrigindo um erro, ainda em tempo resolvi ler o livro “Alice no País das Maravilhas” antes do filme do Tim “cores saturadas” Burton, chegar a minha alçada. Nunca li esse clássico do Lewis Carroll, que por sinal é muito bom e ninguém me tira da cabeça que o Sr. Lewis estava muito doidão quando o escreveu. Nem vem! Sei que inicialmente se tratava de uma obra escrita para crianças, mas logo o tempo mostrou que não era bem assim, muitos adultos se interessam pelo livro e comigo não foi diferente. Tenho inúmeras referências sobre o livro desde minha infância, várias mencões em desenhos animados, livros, quadros, HQs, tatuagens, ilustrações, peças publicitárias, bugigangas, etc, mas eu nunca havia lido a obra original. Estou gostanto muito e falta pouco para terminar, até já dei início ao meu tradicional processo automático de auto-sabotagem de minhas leituras. Mencionei aqui uma vez, que quando gosto bastante de um determinado livro, começo aos poucos a diminuir a velocidade e intensidade da leitura para que assim, numa espécie de ação retardatória, demore um pouco mais para terminar. Mas só vale para as “boas” leituras. Bobagem, sei, mas funciona…rsrsrss. Outros clássicos da iteratura e do cinema também estão na minha lista de atualização. Em breve mais notícias.


Jimmy Page tá bem na foto

O guitarrista Jimmy Page (Led Zeppelin), agora também envereda pelo caminho da publicação de um livro. Trata-se de uma obra com cerca de 650 fotos, todas selecionadas pelo próprio Jimmy, que também escreveu as legendas e trabalhou no design da edição de luxo. Lançamento da editora inglesa Genesis, cada livro é feito de couro e acrílico à mão e vem com seu próprio case de couro. As primeiras 2000 unidades são autografadas pelo músico.


Raios que o partam – leitura da vez

Com certeza o AC/DC foi a primeira banda de rock da qual eu realmente gostei, uma grande paixão que dura até hoje. Sempre tive o sonho e a vontade de assistí-los ao vivo, realizei isso no final do ano passado na turnê de Black Ice, num shows da Argentina. Foi um momento incrível, sentir toda aquela vibe de um show ao vivo dos caras, ver os caras ali, na tua frente e mandando bala, detonando como sempre fizeram, sem dar arrego um momento sequer (e olha que já estão velinhos). Fico na espera de ver o tal DVD que segundo consta, foi filmado nesses shows da banda na Argentina e que deve ser lançado no ano que vem. Mas o papo aqui é outro, trata-se de livro, da leitura da vez. Como tenho lido diversas bios ultimamente, não poderia deixar de fora esta da história de uma de minhas bandas favoritas: “AC/DC – Let There Be Rock” (Susan Masino – Companhia Editora Nacional – 254 pág.). A curiosidade é grande, a banda nunca foi muito chegada ao holofotes da mídia no que se refere a questões de suas vidas particulares, ou você já viu diversas fotos do Angus com a mulher e os filhos? Fotos da casa do Malcolm ou o Phill Rudd passeando com seus cachorros então? Nada, né! Pois é, os caras são marrentos quando estão no palco, super competentes, rockers de primeira mas não são bobos, são profissionais, são 30 anos de estrada e sabem muito bem separar a fama de suas vidas particulares (muitos outros artistas deveriam aprender isso com os manos Young e sua troupe rock’n roll). Assim pretendo conhecer ao menos um pouco mais do universo do AC/DC com esse livro. Vamos lá.


Páscoa rock

Em mais uma das atividades e confraternizacion do pessoal da D-SIGN, ontem de foi dia de churrasco de Páscoa, teve até amigo secreto e muita, eu disse – muita, cerveja gelada. Eu de minha parte, ganhei de amigo secreto esse incrível book dos Rolling Stones, que é artigo fino, muito phoda, tem a discografia completa e comentada dos caras. O detalhe interessante é a qualidade de impressão do livro que tem o tamanho exato de um CD, portanto as fotos das capas são no tamanho idêntico ao respectivo CD da banda. Recentemente relançaram em formato digipak 22 discos, todos remasterizados em SACD (Super Audio Compact Disc), buscando recuperar toda qualidade perdida quando do começo da transposição para a era digital, em que muitas das frequências graves e detalhes simplesmente foram “limados” das gravações. Agora este processo também foi utilizado pelos Beatles e em breve pelo catálogo do Jimi Hendrix – ainda para 2010. É isso ae então. Valeu.

 

 

 

 

 

 

 

 


Leitura da vez

Já que mencionei no post anteiror aquela época do ano que é sem dúvida a melhor e que eu gostaria que logo despontasse no horizonte, aproveitando o clima, desde já comunico que estão abertos os trabalhos de leitura do livro “O Inverno da Guerra” (Joel Silveira – Ed. Objetiva). O inverno ainda não chegou, mas já vou preparando o terreno com essa leitura sobre o relato jornalístico do cotidiano da II Guerra e os Pracinhas brasileiros na Itália.


Harley Davidson book

Esta semana passando em uma banda de revista em Santa Cruz do sul, encontrei de barbada um livro só de fotos da Harley Davidson. O nome do livro é Harley Davidson – Nasce uma lenda (Ed. Escala – R$ 14,90). Só lhes digo que valhe a pena, prá quem gosta do assunto, é claro.


Pra ser sincero

Como já havia mencionado aqui no blog, o Humberto “Engenheiro” Gessinger lançou um livro, que tem cara de biografia misturada com anotações de diário, rascunhos, bilhetes, fotos do acervo particular, letras de músicas e mais algumas tantas referências. Meu amigo Fabrício já havia encomendado o seu livro e esta semana me mostrou, como eu ainda não havia visto nenhum exemplar nas bancas, estava esparando por isso para conferir de perto o material e a diagramação (sim, isso também é muito importante num livro assim, se é que você nunca percebeu). Fiquei empolgado e fui atrás do meu exemplar. Como de costume e já até um hábito meio esquisito, estou sempre lendo vários livros ao mesmo tempo e dessa vez não foi diferente. Como os meus critérios não são lá muito fidedignos, o livro do Humberto já furou a fila e passou rapidamente a ser o número 1 na minha preferência de leitura, tanto que li a metade em apenas em um tirão numa tarde calorenta e preguiçosa na rede. Pisei no freio, senão leria tudo de uma vez, o que perderia a graça quando penso que o bom disso é justamente desgustar devagar uma boa leitura. O Humberto escreve bem como faz com suas letras, ou seja, cheio de trocadilhos e frases de efeito, mas o que mais me chama a atenção é que ele trata alguns fatos referentes as escolhas e histórias de seus instrumentos musicais de uma forma não comum a outras leituras de biografias rockers que já fiz. Muito legal. Ah, em tempo, não sou fan dos Engenheiros do Hawaii, acompanhei apenas a fase inicial da banda e depois me interessei por outros grupos, deixando de lado os  EngHaw, mas sempre simpatizei com o discurso contra mão do Humberto e a sua paixão explícita pelo tricolor gaúcho. Fica a dica mais uma vez. Qui-jóia-eu-gostei.


Livro do Egisto Dal Santo

Mencionei recentemente o lançamento do livro do Humberto Gessinger (“Pra ser Sincero: 123 Variações Sobre Um Mesmo Tema”), mas agora destaco o livro de um outro excelente músico e rocker de plantão – “Notas de Viagem – Aventuras e Desventuras no Rock Gaúcho” (Armazém Digital, 210 páginas – 2008), de Egisto Dal Santo. O que dizer sobre ele? Além de que já produziu a gravação de 2 músicas da Troublemakers na metade dos 90′s, o cara simplesmente participou de uma penca de bandas e projetos importantes (De Falla, Colarinhos Caóticos, Elektra, Bebeco Garcia, Jupiter Maçã, Acretinice Me Atray, Cowboys Espirituais, etc…), tocando os mais variados instrumentos, é compositor, produtor de mais de 40 discos e o escambau, faz de tudo um pouco, mas o mais interessante é que está sempre lá, no olho do furacão, atuante e presente.  Este livro é de 2008 (descobri somente agora (sic!), mas isso não importa, ele com certeza tem muitas histórias para contar e o que interessa é que já está definitivamente em minha lista de próximas aquisições. Tudo bem, o do Humberto gremistão também vai ser devorado, mas tudo ao seu tempo, primeiro vem o lance underground. Entendeu ou quer que eu explique?

*Confira mais sobre o Egisto Dal Santo aqui:
http://www.myspace.com/egistodalsanto

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Nei Lisboa é Foch!

Como o tempo está correndo, mesmo contra a minha vontade, último dia do ano aquela coisa e tal, este é o livro que estou terminando de ler quase no apagar das luzes de 2009. Semana passada fui trocar um vale presente de Natal na livraria Iluminura e encontrei este livro do Nei Lisboa de cantinho. Fiz a minha troca mas levei este de contrapeso. Uma vez eu li uma parte do seu primeiro livro – Um Morto Pula a Janela, mas não consegui ler todo o livro porque tive de devolver antecipadamente (era emprestado e o dono do livro não foi lá muito paciente – sabe, aquela típica gentileza germânica, eu diria), agora não disperdicei a oportunidade. Adquiri o “É Foch” e vai ser esta a minha leitura final de 2009. Outras virão, a lista de espera é grande aqui na estante, mesmo que isso não valha como uma daquelas tradicionais resolução de final de ano, prometo me esforçar mais nas leituras nesse 2010. Tenho lido frequentemente, mas pode ser melhor, sei disso! Voltando ao Nei Lisboa, ele prá mim nunca foi um escritor, mas sim um músico muito importante em minha vida e de meus amigos na adolescência e porque não dizer, até hoje. Tenho vários de seus discos (sim,  em LP mesmo), mas prefiro os clássicos dos 80′s: Carecas da Jamaica (1987) e o Hein!? (1988), que guardo como se fosse um tesouro. Tá, os do Vitor Ramil também. Agora estou lendo o Nei, mas suas músicas ainda me são mais importantes. Os discos que já mencionei foram trilha sonora de vários momentos em minha vida, ele lançou vários outros mais tarde, mas acontece que meu lado birrento gosta é desses dois e pronto!

A curiosidade bateu? Quer saber mais do Nei Lisboa, faz aquela conferida básica AQUI.


Demorou

1001 Discos Para Ouvir Antes de Morrer. Este livro crássico estava demorando para pintar aqui na estante, agora taí. Antes tarde do que nunca. Mazáh!


Humberto Gessinger lança livro sobre os EngHaw

Na onda de livros biográficos de músicos de rock,  Humberto Gessinger, líder dos Engenehiros do Hawaii, está lançando o livro “Pra Ser Sincero: 123 Variações Sobre Um Mesmo Tema” (Ed. Belas Letras / 304 pág.), em comemoração aos 25 anos da banda. O livro conta a história da banda, contém informações sobre cada um dos discos, comenta mais de 100 letras de músicas, fotos inéditas e ainda um diário da banda de 1984 à 2009.


Lançada nova biografia do Led Zeppelin

Já estou babando… Recentemente foi lançada no Brasil uma nova biografia do Led Zeppelin. Agora são duas bios de meu interesse, essa e a do AC/DC , auto-presente-de-natal-self-próprio já tem foco então. Mas em termos de blog aqui, para dar um colorido a mais sobre o tema, resolvi adicionar um texto sobre o livro que catei na internet. Veijeim.

*Thiago Ney (Folhapress):
Espancamentos de fãs, sessões de sexo com groupies  amarradas, drogas espalhadas em quartos de hotel, ocultismo, mortes trágicas. Está tudo em “Quando os Gigantes Caminhavam sobre a Terra’’, extensa biografia do Led Zeppelin. Em 552 páginas, o inglês Mick Wall produz a mais nítida radiografia da mítica banda de Jimmy Page, Robert Plant, John Paul Jones e John Bonham, desde que foi criada, no final dos anos 1960, até a elogiosa reunião para um show em Londres em dezembro de 2007. Enquanto “Hammer of the Gods’’, biografia publicada por Stephen Davis em 1985, peca por excesso opinativo e sensacionalismo, o livro de Wall vem sendo considerado, desde que saiu na Europa em 2008, como o registro definitivo do grupo. Jornalista formado no universo do heavy metal, Wall foi amigo de Jimmy Page – mas depois de ler o livro, o guitarrista se afastou do autor. Constrói a história principalmente a partir de entrevistas que fez com todos os integrantes da banda, com Peter Grant (empresário do grupo) e Richard Cole (responsável por acompanhar a banda nas turnês). “Jimmy não queria falar’’, afirma Wall. “Ele mandou cartas à editora dizendo que, se tivesse algo que não gostasse, iria processar.’’ Mesmo com todos os excessos da banda escancarados, até agora Page não processou ninguém a respeito do livro. No início dos anos 1970, o Led Zeppelin era a maior banda do mundo. Vendia muito mais do que Beatles e Rolling Stones. Tornaram-se extremamente ricos – muito graças ao empresário Peter Grant, sujeito viciado em heroína, intimidante e que usava métodos violentos para conseguir o que queria. “Na época, nas turnês, uma banda como os Stones ficava com 40% do preço de cada ingresso. Já o Zeppelin ganhava 90%. Graças a Grant’’, diz Wall.

“Led Zeppelin – Quando os Gigantes Caminhavam sobre a Terra “
Autor: Mick Wall
Editora: Larousse – 552 págs.

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