Vídeo bacanão da banda Galgos (POA-RS), que é um projeto dos meus chapas Renê e Ossadah. O vídeo foi produzido por Sérgio Caldas. Enjoyem-se.
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Marc Farner em Porto Alegre
Em março tem show de Marc Farner (ex-Grand Funk Railroad), este lendário vocalista e guitarrista deve se apresentar no Bar Opinião no domingo, dia 11. Confira os dados abaixo.
Dados sobre o show de Porto Alegre:
Data: 11/03/2012 (domingo)
Local: Opinião – Rua José do Patrocínio, 835
Hora: 21h
Ingressos:
PISTA: 1º lote R$ 80,00 | 2º lote R$ 100,00 | 3º lote R$ 120,00
CAMAROTE/MEZANINO: 1º lote R$ 140,00 | 2º lote R$ 160,00 | 3º lote R$ 180,00
Pontos de venda:
Online: http://www.opiniaoingressos.com.br
Multisom – Rua dos Andradas, 1001
Multisom – Shopping Iguatemi
Multisom – Praia de Belas Shopping
Informações: (51) 3026-3602
Down
O palco do Pepsi Stage me Porto Alegre tremeu nesta semana e garanto que não foi por nenhum abalo sísmico, foi apenas o show do DOWN. Tá e daí? Cara, a casa tremeu, o público não era dos maiores, mas foi sem dúvida alguma phodástico! Desde já o melhor show que assisti em 2012, fiquei empolgado. Foi aquela coisa, um show simples, sem telão, papel picado nem explosões, apenas o bom e velho rock macheza com um recado estampado:
- Hey! Entendam. É assim que se faz rock pesado de verdade e sem frescura!
O DOWN não é o Pantera, mas ficou no ar aquela sensação do que deveria ser um show deles quando esses caras estavam com time reunido naquela época. Báh! OK, não vou dar uma de viúva do Pantera agora, era um show do DOWN e pronto, ainda consigo ler cartazes e fui lá justamente por isso – o DOWN é uma puta banda e uma outra história. Pronto! Phil Anselmo ruleia, prá variar tem uma baita presença de palco e um estilão bem particular. Fica aquela impressão de que se tu não estiver curtindo o show, ele mesmo pode descer do palco a qualquer momento para te pegar e te jogar lá para fora, saca? Huahuahauha. O cara é foda. Eu também tinha o interesse de ver de perto o Pepper Keenan em ação, ele é vocalista e guitarrista de uma outra banda da qual gosto bastante, o Corrosion of Conformity. Valeu Keenan, legal ver um guitarrista de banda pesada com uma Gibson semi-acústica. O resto da banda pasa meio que desapercebida mas manda bala-bala no recado. Gostei do som, sei, tava um pouco embolado mas ainda assim na medida para um show desse estilo.
Ah! Já estava me esquecendo, teve na abertura a banda do ex-Guns & Roses, Dff McKagan – LOADED, mas na boa, no way, sonzinho frouxo que foi de nada a lugar nenhum, não me chamou a atenção em momento algum. O Duff parece ser um cara presa, gente boa, esforçado, bom músico, mas essa banda não dá pedal. Com o Velvet Revolver deve ser outra vibe, mas aqui neste caso, a coisa somente rendeu quando tocaram um cover do próprio G&R. Previsível.
Outro ponto bom da noite foi encontrar uma penca de velhos amigos músicos de POA, a tigrada entende de um bom show. Legal rever o Gustavo, os Galgos: Renê e Ossadah, bater um papo com o meu chapa Álcio e com o Pedro Porto. Rock, cerveja gelada (sim, tava gelada) e um excelente show. Quem foi, sabe do que estou falando. Quem não foi… chora!
Vamulá
A banda DOWN, capitaneada pelo vocalista Phil Anselmo – pós PANTERA – e seu stoner rock estará em POA esta semana. Vamulá. A maratona do rock continua. Tocaram hoje de tarde no SWU que também teve Loaded, banda do Duff McKagan, que foi baixista daquela banda chamada Guns & Roses. \m/
Pearl Jam – POA Zequinha Stadium
Fica difícil de escrever aqui sobre o show de ontem do Pearl Jam em Porto Alegre, ainda mais quando parece que aquela adrena e euforia toda ainda não passou. Na verdade eu fiquei mesmo é embasbacado. Como uma banda com 20 anos de estrada, já até um tanto longe daquela fase de grande sucesso dos 90′s, ali naquele bolo de bandas de Seattle que costumam chamar de “grunge”, ainda mantém um pique tão phoda? Confiram abaixo o setlist, foram mais de 30 músicas, entre hits, músicas lado B e alguns covers. É isso mesmo, foi um dos, senão, o maior show que já assisti. E que show!!! Puerra mermão, quase 3 horas de som, uma aula de rock e vá lenha!
Eddie Vedder é quem faz toda uma presença de palco, o resto da banda fica mais na sua, tocando (e bem), o que me parece normal. Aliás, se eu me atrevesse a fazer a metade das paradas de palco que o Eddie Vedder faz, bem, com certeza precisaria de alguém para chamar o SAMU, porque a coisa seria feia. Correria de palco, saltos, várias conversas em português de gringo, declaração de amor pelo público brasileiro (o melhor do mundo, segundo ele), cigarros & vinho no gargalo, música especial para a esposa que estava de aniversário ontem, dedicatória de som para Joey Ramone (com quem veio pela primeira vez ao Brasil, há 10 anos atrás) e por fim uma “promessa” enstusiasmada de voltar em breve. Deusuláivi! Tudo isso num show em que se percebe em que a banda que está tocando, também está curtindo bastante estar ali naquele momento. Cara, vou te dizer, já fui numa penca de shows em que a banda não tava nem aí, foi apenas profissional, deu o recado e saiu fora no mesmo passo. O Pearl Jam de modo algum me passou esse sentimento. Os caras estavam ali 100%. Nah, era 110% de envolvimento com o show.
O som tava legal, me lembrei do show do Eric Clapton esses dias, quando o som do P.A. foi uma bosta bem grande. Ontem o público tava bem legal para um Zequinha Stadium que me pareceu uma boa pedida para shows desse porte. Não tinha assistido a nenhum show lá ainda. Pena que o telão funcionou em P&B a maior parte do show, só nas últimas músicas é que a cor deu o ar da sua graça na telona. Muita troca de instrumentos durante o show, várias guitas e amps vintage, gostei de timbres bem sacados aqui e ali, legal ver o Jeff Ament detonando no baixo (sei, ele não é nenhum desses baixistas abobalhados virtuoses de milhões de notas, slaps e two-hands – ufa! graças a Deus, mas manda-bala MUITO bem – fretless ou não, tudo cai bem no som, em suas mãos). A banda tava legal, segurando a onda na maratona de rock noite a dentro, em alguns também houveram alguns pequenos improvisos mas sempre firme e forte na sonzeira. Posso também agora dizer que já assisti ao menos a 25% do Soundgarden, uma de minhas bandas preferidas, porque o batera Matt Cameron tava lá na cozinha. E os guitarristas são legais, Mike McCready, que é por definição de encargo o Sr. vibe solo da banda, enquanto Stone Gossard mais nos climas e dedilhados, sem deixar de mencionar que o próprio Eddie Vedder toca guitarra em várias músicas. A banda contou em certos momentos com o apoio do tecladista Oswaldo Montenegro – ôps!, brincadeira – o cara se chama Boom Gaspar (está com a banda desde 2002). Num setlist tão grande, é óbvio que os hits vão aparecer, mas minha curiosidade estava nas músicas diferenciadas da banda. Vários sons eu não conhecia ou me lembrava, sabe como é, o neguinho baixa toda a discografia da banda mas acba escutando mais aqueles trabalhos mais pop ou conhecidos sempre, tanto que tocaram a música “Present Tense” que achei ducaramba e que não me lembrava de ter escutado ela antes. Interessante o momento do cover do Neil Young, Rock in a Free World, putz!, gosto bastante desse som e ver os caras tocando ao vivo ali – báh! – público e banda uma coisa só, muito bacana isso, aliás, em vários momentos rolou forte essa interação. Acho que era isso que eu tinha para comentar, se é que interessa a alguém.
Baita show, tanto em duração como em sentimento e emoção. Que voltem mesmo outra vez, depois do espetáculo de ontem, acredito que nos encontraremos novamente.
Setlist:
Why Go
Do The Evolution
Severed Hand
Corduroy
Got Some
Low Light
Given To Fly
Elderly Woman Behind The Counter In A Small Town
Even Flow
Unthought Known
Present Tense
Daughter / Blitzkrieg Bop / It’s Ok
1/2 Full
Wishlist
Rats
State Of Love And Trust
Black
Encore 1
Just Breathe
Oceans
Comatose
Light Years
I Believe In Miracles
The Fixer
Rearviewmirror
Encore 2
Last Kiss
Better Man / Save it for Later
Crazy Mary
Jeremy
Alive
Rockin’ In The Free World
Indifference
Yellow Ledbetter / Little Wing
Slowhand no estacionamento
Ontem foi dia de busacar novamente a benção musical junto ao “Deus” da guitarra blues, Eric Clapton, lá no estacionamento da FIERGS em Porto Alegre. Eu já tinha assistido ao show dele de 1990 no Gigantinho, jamais me esqueci, foi um puta show e ele estava numa boa fase, já no show de 2001 eu não quis ir, naquela época ele estava numa vibe “muito” banquinho e violão que eu não curtia tanto, deixei passar. Mas agora não deu, tinha de ir lá novamente conferir ao vivo o “slowhand”. E foi bem isso mesmo – slow – um show diferente, mais tranquilo, na boa, baixa voltagem e sem afobação de guri, literalmente foi uma noite de blues (ôpa! beleza). Na boa, eu não queria ver um repeteco daquele show emblemático de 1990 (ao menos para mim). Ufa! Ainda bem.
Tá, o som poderia estar um pouco mais alto, é verdade, mas isso não atrapalhou em nada, aliás, curti vários detalhes que envolviam esse show. Vamos a eles. Primeiro tinha o Steve Gadd na bateria, um dos melhores bateristas do mundo, session man de primeira, que toca ou então já tocou com uma penca de outros grandes artistas – tava lá na boa, fazendo o seu trabalho (muito bem feito) e sem firulas – gosto disso! Outra coisa, vibrei quando li no jornal de que o baixista não seria o Nathan East, companheiro de longa data na banda de Eric Clapton. Nada contra o cara, é um puta baixista mas sempre achei ele muito “polido” para o som blues do E.C., gostei mesmo da opção pelo Willie Weeks, que é também um baita profissional mas que daí sim tem aquela “pegada” do blues mais roots, no baixo, que acredito que o E.C. precisava. Boa opção. Só isso já me deixaria bem feliz, mas tinha mais. Para minha surpresa os tecladistas não me surpreenderam, eram muito bons, o mínimo esperado num show assim, então nem tenho muito o que comentar sobre eles, beleza pura. Agora no palco o som da guitarra só tinha um, era somente o do Eric Clapton, ou seja, nada de outro guitarrista dividindo os louros da guita com ele como nos velhos tempos, o que é um baita diferencial para quem seguido toca com mais gente “de alto nível na guitarra”. Ok, seria legal ver o seu excelente escudeiro, Doyle Bramhall II – o canhoto que toca sem inverter as cordas da guitarra (assim a corda mais grossa fica para a parte de baixo do braço do instrumento – sacou ou quer que desenhe isso?), que esteve junto com ele no palco em alguma dessas suas recentes turnês e gravações. Então finalizando, era só o “slowhand” e pimba! Melhor assim, quem é phoda tem mais é que matar no peito e chamar a responsa prá si-self-próprio-mesmo. Show grande vale também pela emoção que cerca todo o evento, o deslocamento, a viagem e até mesmo aquela vibe de ansiedade e tensão de fila antes do show, claro, tudo com cerveja gelada. Vamu-qui-vamu, o show não pode parar. Thanks Sr. Clapton pelos ótimos momentos de blues/rock de ontem a noite. Mais blues do que rock, é verdade. Até mais ver.
*Incrivel a versão de “Key to the Highway”, curti “Layla” tocada beeeeeem mais lenta do que o habitual; me surpreendi com a presença de “Driftin´ Blues” e “Nobody Knows You When You’re Down and Out” no repertório; não senti falta de “Tears in Heaven” nem também tenho em minha contabilidade “Cocaine” como a melhor música do Eric Clapton, portanto gosto dela, sei que é um dos riffs de guitarra mais conhecidos do mundo (ali-ali com os de Smoke on the Water e Satisfaction) mas não foi o ponto alto do show prá mim, que aliás foram dois, o momento sublime-mor mesmo foi em “Badge” (que quase me levou as lágrimas) e depois na matadora “Crossroads”.
**Vem cá, isso é ou não é um repertório de um show de blues fodão? Então porque tenho lido por ae que tem gente reclamando de um showzaço assim? Ah, vão crescer e aprender a curtir o blues de verdade, se querem agito vão num show da Cláudia Leite ou do Beto Barbosa.
Zakarias Selvagem e seu bando (B.L.S.) em Porto Alegre
Abertura
Draco (www.myspace.com/dracorock)
Horário
20h abertura da casa
21h Draco
22h Black Label Society
Ingressos
1º lote R$80
2º lote R$100
3º lote R$120
4º lote R$140
Pontos de venda
Ticketbrasil – www.ticketbrasil.com.br (em até 12x no cartão)
A Place – Rua Voluntários da Pátria 294/150
Back in Black – Shopping Total – 2º andar
Zeppelin – Rua Marechal Floriano, 185 – loja 209
Censura: 16 anos (menores de 16 apenas acompanhados pelo responsável)
*será expressamente proibido a entrada de câmeras fotógraficas
Informações: www.abstratti.com.br
Eric Clapton – POA 2011
A venda de ingressos para o show de Eric Clapton em Porto Alegre começa em 29 de julho, através do site www.livepass.com.br e da bilheteria do Teatro do Bourbon Country. A pré-venda para clientes Ourocard e integrantes do fã clube oficial do artista ocorre a partir do dia 22.
O preço dos bilhetes para a apresentação que será no estacionamento da Fiergs (Assis Brasil, 8787) varia entre R$ 180,00 (pista) a R$ 700,00 (Vip Lounge).
INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES
Local: Estacionamento da FIERGS
Avenida Assis Brasil, 8787 – Bairro Sarandi – Porto Alegre/RS
Preços:
Cadeira clientes Ourocard R$ 550
Pista Premium R$ 300
Pista R$ 180
Camarote R$ 400
Vip Lounge R$ 700
Abertura dos portões: 17 horas
Início do show: 22 horas
Pontos de venda:
Teatro Bourbon Country – Bilheteria – 2º Pavimento do Shopping Bourbon Country
Horário: segunda a sábado – das 14h às 22h
Formas de pagamento:
Dinheiro, Visa, Mastercard, Redeshop, Visa Electron e Amex
Call Center: 4003-1527
de segunda-feira a sábado – das 9h às 21h
Ultramen 2011
Apartir das 21 horas (cerveja em dobro até as 23 h)
ZZ Trip – II (o show)
SETLIST – ZZ TOP (Porto Alegre – 23/05/10)
01. Got Me Under Pressure
02. Waitin’ For The Bus
03. Jesus Just Left Chicago
04. Pincushion
05. I’m Bad, I’m Nationwide
06. Future Blues (Willie Brown cover)
07. Rock Me Baby
08. Cheap Sunglasses
09. My Head’s in Mississippi
10. I Need You Tonight
11. Hey Joe (Jimi Hendrix cover)
12. Brown Sugar
13. Party On The Patio
14. Just Got Paid
15. Gimme All Your Lovin’
16. Sharp Dressed Man
17. Legs
Encore:
18. Viva Las Vegas
19. La Grange
20. Tush
*Quer conferir essas músicas. Aqui então meu chapa:
http://www.setlist.fm/setlist/zz-top/2010/pepsi-on-stage-porto-alegre-brazil-3d4c91f.html
>> Ou então, como nem tudo são flores, achei bem interessante esse texto aqui do Bento Araújo, no site Whiplash. Fala sobre o ZZ Top em geral, sua hitória e até o show no Brasil. Interessante ver o outro lado da moeda também. Confira que é muito bom, vale a pena ler e formar a sua própria opinião. Gosto disso!
http://whiplash.net/materias/shows/108400-zztop.html
ZZ Trip – I (Notas de viagem)
O objetivo era assistir ao show da banda ZZ Top em Porto Alegre, domingo às 22h, no Pespsi On Stage (em frente ao aeroporto Salgado Filho), apenas 120km nos separavam do maximum-turbo-over-blues-rock’n roll ao vivo dos barbudos do ZZ Top. Bem, prá falar a verdade, mesmo que estejam velhos, quem me dera envelhcer assim também, com tanta dignidade e ainda fazer o que gostam com prazer e muita habilidade. São quarenta anos de carreira e sempre com a mesma formação na banda. Báh! Não é para qualquer um. Voltando ao papinho da viagem. Saimos de Venâncio Aires em 2 bólidos automotivos, um com a delegação local e outro com representantes de Santa Cruz (Time A: Sandoval, Pretto, Montini e Celão / Time B: Gabriel, Beto e o amigo do Gabriel que esqueci o nome). Viagem maneira, tranquila com direito a ZZ Top rolando ao vivo no som do carro, só um aquecimento para o que viria detonar mais tarde. Parada obrigatória no posto para cerveja, depois direto para a garagem do aeroporto, aproveitando também para fazer uma base antes do show (afinal ninguém é de ferro). Nessa encontramos ainda o Gustavo, que já estava em POA e ainda faltava se juntar a equipe. Com a trupe toda reunida era hora de correr atrás ainda de uns ingressos que faltavam e pimba! Estávamos no epicentro do rock’n roll do estado, nesse domingo. Aliás, em geral o domingo sempre é um dia meio sem graça, mas esse não foi – com certeza. Mais alguns encontros de conhecidos na porta do show, inclusive com os meus chapas da Carbura. Não teve embromação, o show começou logo e como o próprio som da banda foi direto e sem frescuras, lá estavam Billy Gibbons, Dusty Hill e Frank Beard mandando-bala no palco. Nas duas primeiras músicas houve um problema com a “energia” (gerador do local), a banda teve de parar mas os ânimos não enfraqueceram, a vontade de ver os texanos tocando era tanta, que ninguém pareceu se incomodar com o fato. Depois de tudo Ok, seguiu o baile. Foi grande a festa, festival de hits da banda em sequência, o som estava BEM alto (uhúúúú), timbreira dos instrumentos muito afudê, dancinhas ensaiadas (como de costume), e um Billy Gibbons esbanjando simpatia e malandragem no palco. Tocaram um cover do Jimi Hendrix (Hey Joe), nem precisaria dizer que mataram a pau. Teve também as tradicionais trocas de instrumentos e até rolou os “emplumados” (que eu curto), também apareceu uma Les Paul Gold Top violenta, com afinação aberta de blues e o Gibbons mais uma vez detonou, agora no slide. O velinho é foda na guita, bem… todos os 3 são ótimos músicos. O negócio estava em ponto de bala que chegou uma hora no show em que se alguém da banda resolvesse arriar as calças e dar uma bela cagada em pleno palco, isso também soaria legal, de tão bom que estava tudo-ali-ao-mesmo-tempo-agora. Tinha um telão que acompanhava cada música com um vídeo específico de fundo, texturas de carros, mulheres e a chalaça de sempre, mas tudo de muito bom gosto (nem sempre rockers são espertos nesse quesito, já vi cada merda que é para ser legal mas não é…). Já no final do show apareceram no telão muitas fotos de todas as fases da banda e acreditem, até dos caras sem barba, teve também uma incrível, bem antiga, deles junto com o Jimi Hendrix – mazáh!!! Esse parte eu curti prá caramba. Enfim, foram 2 horas de puro pauleira blues/rock que jamais vou esquecer. Acabado o show ainda restava a viagem de volta antes do descanso de domingo, mas a essa altura do championship, que descanso, que nada, a segunda-feira com certeza foi um dia diferente, mais leve e com ar de satisfação para mim e muitos rockers que lá estiveram nesse show incrível.
Valeu!!! Gracias ZZ Top.
*Por increça que parível, esse era um show que eu imaginava que jamais teria a chance de assisitir. Mas estava engando, demorou mas vieram. Se a vibe é essa, agora então aproveito também para começar a desejar desde já ainda assitir ao vivo o Black Crowes, Gov’t Mule (outra vez…), Joe Bonamassa, Soundgarden e mais umas bandinhas ae… Tô velho, mas ainda não vi tudo.
Agora vai…
Já está na mão o ingresso para o show do ZZ Top em Porto Alegre. Valeu Vladi! Agora é só esperar para conferir de perto e ao vivo, toda aquela marra dos velinhos barbudos, detonando o blues/rock. Acreditei que nunca teria a chance de assistir ao ZZ Top ao vivo, mas estava enganado, esse dia chegou e promete muito! Mazáh.
Johnny Winter em POA
Tem mais, outro craque do blues que está no Brasil para uma série de 6 shows e deve tocar na capital gaúcha com sua banda é Johnny Winter. O show será no Teatro do SESI, dia 21 de maio. Portanto comece o quanto antes a juntar uns pilas, porque serão dois grandes shows em um breve espaço de intervalo (falo do ZZ top em POA). Haja coração! Esses dias mesmo comentei aqui no blog sobre o livro com a sua biografia. O cara era amigo pessoal do Jimi Hendrix, namorou a Janis Joplin, toca barbaridade e sola como um condenado aquela Firebird Gibson. É muita fera da guitarra em pouco tempo, mas assim é melhor. Que ano bom de shows em Porto Alegre, hein!?
ZZ Top em Porto Alegre
Mazáááh, é bom demais! Tudo indica que agora é prá valer, o power trio dos barbudos texanos do ZZ TOP farão um show em Porto Alegre, no Pepsi On Stage, dia 23 de maio. Desde já no aquecimento para este show.
Nei Lisboa é Foch!
Como o tempo está correndo, mesmo contra a minha vontade, último dia do ano aquela coisa e tal, este é o livro que estou terminando de ler quase no apagar das luzes de 2009. Semana passada fui trocar um vale presente de Natal na livraria Iluminura e encontrei este livro do Nei Lisboa de cantinho. Fiz a minha troca mas levei este de contrapeso. Uma vez eu li uma parte do seu primeiro livro – Um Morto Pula a Janela, mas não consegui ler todo o livro porque tive de devolver antecipadamente (era emprestado e o dono do livro não foi lá muito paciente – sabe, aquela típica gentileza germânica, eu diria), agora não disperdicei a oportunidade. Adquiri o “É Foch” e vai ser esta a minha leitura final de 2009. Outras virão, a lista de espera é grande aqui na estante, mesmo que isso não valha como uma daquelas tradicionais resolução de final de ano, prometo me esforçar mais nas leituras nesse 2010. Tenho lido frequentemente, mas pode ser melhor, sei disso! Voltando ao Nei Lisboa, ele prá mim nunca foi um escritor, mas sim um músico muito importante em minha vida e de meus amigos na adolescência e porque não dizer, até hoje. Tenho vários de seus discos (sim, em LP mesmo), mas prefiro os clássicos dos 80′s: Carecas da Jamaica (1987) e o Hein!? (1988), que guardo como se fosse um tesouro. Tá, os do Vitor Ramil também. Agora estou lendo o Nei, mas suas músicas ainda me são mais importantes. Os discos que já mencionei foram trilha sonora de vários momentos em minha vida, ele lançou vários outros mais tarde, mas acontece que meu lado birrento gosta é desses dois e pronto!
A curiosidade bateu? Quer saber mais do Nei Lisboa, faz aquela conferida básica AQUI.

































































