Nesse filme eu apareço

No Segundo Caderno da Zero Hora de hoje tem em sua matéria de capa o comentário sobre o lançamento do filme BITOLS. O filme é uma produção independente de André Arieta e conta no elenco com: Leonardo Machado, Leo Felipe, Carlinhos Carneiro, Bia Werther e Bruno Bazzo. Trata-se de um longa gaúcho que procura retratar a cena rocker dos anos 90 em Porto Alegre. Tem lá a aventura da tal banda fictícia “Bitols”  (sim, assim mesmo, você não leu errado), e os momentos que envolvem seu show no Garagem Hermética são entremeados por depoimentos reais captados à época, com diversas declarações de figuras conhecidas do cenário rocker da capital. É ainda que começa a minha história verdadeira. Sim, por mais incrível que seja, eu apareço – ou supostamente deveria aparecer – em algum desses depoimentos de rocker da cena dods 90, nesse filme. Calma. Eu explico! No final de 2008 fui contatado pelo próprio André (diretor), através de vários e-mails onde ele me explicava da produção desse filme e me pedia para uma declaração de direito de imagem. Ele pretendia utilizar uma cena em que eu faço uma determinada declaração (bebunzaço), que tem uma forte referência aos 90’s que ele julgava interessante e conveniente aparecer em seu filme. Essa cena, pelo que me lembro foi gravada em meio aos bastidores de um show da Troublemakers no Opinião, lá na por 1995 (ele filmava diversos shows de bandas independentes daquela época). Tenho em VHS esse show da Troublemakers. Enfim,  se essa tal cena foi utilizada na edição final ou não do filme, não sei dizer, só assistindo mesmo ou então alguém aí o faça por mim. Huahuahahaa. A dica está dada.

>> O filme Bitols você pode assistir atualmente em Porto Alegre na sala P.F. Gastal (Usina do Gasômetro), em 3 sessões diárias. Feito!
É disso que estou falando:

Álbum de figurinhas

Gosto bastante desse esporte bretão, o futebol, então resolvi de uma vez por todas voltar a encarar esse antigo e quase extinto ritual de colecionar figurinhas de futebol. Consegui um álbum free e zeradaço da Copa do Mundo de 2010, numa edição dominical de ZH, foi o start deste processo.  Enfim, creito que trata-se de uma das poucas práticas vintage de manutenção de passatempo e coleção que em tempo de domínio semi-quase-total do Playstation e internet, ainda resiste frente a batalha digital.  Claro, também há aí um componente de lembrança da infância e tal, então segui em frente municiado do meu álbum. Não sou o que se pode chamar de um assíduo jogador de bafo, então para conseguir figurinhas tenho de ir até a banda e sacar da carteira alguns míseros trocados e a questão de troca também fica complicado quando não se é mais nenhum colegial. Aos poucos, vou indo em frente com a coleção, muito modestamente é verdade, mas sempre perseverante. De pacotinho em pacotinho, um dia desses chego lá. Mas parece que não sou o único aficcionado, esses dias li uma nota na internet de que a fábrica das tais figurinhas havia sido assaltada por 5 ladrões, que levaram cerca de 135 mil figurinhas. Pelo jeito estão mais desesperados do que eu para completar dúzias e  dúzias de seus álbuns. Deixa eles lá, eu aqui vou levando minha colection na boa, sem stress. Aproveito então e mando-bala aqui neste link do site do G1, onde há uma pequena matéria em vídeo que mostra rapidamente a tal fábrica de figurinhas (tem lá também um link para a tal matéria do roubo das figurinhas na fábrica). Confira.

Cavalgaduras esculpidas

Mais um assunto sobre blog por aqui, dessa vez sobre equinos petrificados. O Vladi em seu blog (Vladisinteria), postou uma foto/montagem de uma estátua equestre, numa clara brincadeira e referência a um post anterior aqui do Banjomanbold, onde eu mencionava o significado de estátuas de militares montados em cavalos. Também envolve uma foto feita por mim quando da Bolori Trip Tour AC/DC Argentina 2009, na qual ele fez uma pequena alteração…

Blog do Móica

Aproveito para divulgar o blog do amigo de longa data, Alexandre Móica, guitarrista dos Acústicos & Valvulados, que há algum tempo também desenvolve um belo trabalho autoral/solo. Cabe lembrar, que justamente a arte do CD e do material de divugação de seu primeiro CD solo, chamado simplesmente de MÓICA, foi obra de criação da agência Boavoz, onde eu e o meu chapa Fabrício trabalhávamos, até o ano passado. Ah! Para me gabolar um pouquinho mais aqui, também são minhas as fotos do encarte. Pô! Tenho de aproveitar esses momentos para vender o meu peixe também, afinal tenho de pagar o leite das crianças e a cerveja aqui do pai.

*Confira o blog do Móica aqui:
http://bafoderock.blogspot.com/

Churrasco sem motivo

Já tinha até me esquecido. Churrasco sem motivo algum especial de comemoração, com a presença de alguns representantes da delegação do Bolori local, na véspera do feriado, semana passada. Teve até o Daniel incrementando o bate-papo, mas foi embora cedo. E não é por menos que o Caco está em todas as fotos, foi o primeiro a chegar, o último a sair e ainda fez o churrasco. Mazáááh. Só não cortou a grama, lavou as janelas da casa e pintou toda a área dos fundos, porque não tinha cerveja suficiente na geladeira para cobrir toda a demanda necessária…rsrsrsr

É do Avenida

A Musa do gauchão 2010 é Sancler Frantz (19 anos), representante do Avenida (Santa Cruz do sul/RS). Foi escolhida entre 10 candidatas em evento organizado pela FGF e pela RBSTV, realizado no Monet Plaza Shopping, em Santa Maria. O título de primeira princesa ficou com a representante do Inter-SM, Patrícia Kopp (19 anos), e Ingrid Roos (21 anos), do Novo Hamburgo, foi eleita a segunda princesa.

*Foto: Jean Pimentel / Fonte: Clic RBS

A todo volume

Acabei de assistir ao filme “A Todo Volume” (It Might Get Loud), me impressionei. É isso. Fui tomado por conta de uma boa vibe surpreendente e me ocorreu mais uma dessas minhas verdades verdadeiras que pouco importam – a música agrega, reúne, compartilha sentimentos e emoções, e como isso é bom. Só quem toca um instrumento musical qualquer, junto com 2 ou mais pessoas ao mesmo tempo, me entende, não importando aqui se é uma banda de rock, de baile, um grupo de pagode ou uma orquestra sinfônica. Mas voltando ao filme, ele reune nada mais, nada menos do que 3 distintas feras da guitarra: Jimmy Page (Led Zeppelin), The Edge (U2) e Jack White (White Stripes / The Raconteurs). Muito me surpreende a realização de um filme assim e tem mais, essa película foi elaborado para exibição em salas de cinemas. Em tempos de “baixação” desenfreada de filmes e músicas em mp3 na internet – totalmente free, estranho que ainda se pense numa produção desse vulto com um enfoque total na guitarra, na poesia e paixão por esse instrumento de seis cordas. Não vou aqui mencionar a história da guitarra elétrica, bem que poderia, gosto muito desse assunto e entendo até um pouquinho, mas o que me chamou a atenção no filme foi mesmo a questão “afinidade”, a união desses 3 músicos de eras e galáxias completamente distintas, juntos, contando cada qual suas histórias, peripécias, invenções e descobertas, trajetórias, ambições e desejos, mas tudo com um único viés soberano e comum – o amor pela música na guitarra! Uhúúú!!! Se o bocaberta ae não gostou desses três músicos reunidos, pois bem, poderiam ter feito esse mesmo filme reunindo outros guitarristas famosos, por exemplo: Angus Young, Noel Gallagher e Yngwie Malmsteen, daria no mesmo. Ou quem sabe mais 15 ou 30 deles reunidos numa grande sala. A tal paixão estaria lá na mesma proporção, poderia ser até aferida eu creio. Teriam de usar um aparelho tipo “The Big Passion Medidêitor”, que o ponteiro indicaria no vermelho – full. Fica a dica para assistir a esse filme, tirem suas própria conclusões (óbvio), mas eu curti. Uma boa jam entre eles, mais conversa do que música propriamente dito, poderiam até ter sido mais técnicos, mas daí a coisa atravancaria an perspectiva de um filme mais popular, afinal não é uma vídeo-aula para um público de guitarristas, é um filme para amantes do rock, da música em si. Até no final, quando finalmente o três sentados numa sala montada em um grande e escuro estúdio, tocam “The Weight” (The Band), e nitidamente as vozes de The Edge e Jack White (até a mudez de Jimmy “não sei cantar” Page) não chegam nem aos pés de outras versões desse mesmo som, se percebe a energia, a vibe alles positivêichan que surge. MUITO BOM! Ah! Em tempo, Jimmy Page é simplesmente o cara da maior banda de rock da história (desculpem fans de Beatles e Rolling Stones), The Edge é o mestre de “pedalation” e criador de climas e texturas na guitarra (não tem prá ninguém), e finalmente Jack White, o cara do menos é mais, é um puta guyitrrista também. Aliás, se o Jack me ligasse, largava tudo agora mesmo para ser o baixista de mais um de seus projetos/banda malucrazys. É o Rock. Tenho dito.




Motos, jaquetas de couro e alguma confusão

Que tal assistir um seriado com muitas motos, vento na cara, jaquetas de couro, trago, um tanto de ação, mulheres e aquela coisa toda. Nada demais, uma maquiagem com upgrade no bom e velho conceito de western na TV, só que desta vez com possantes cavalos Harley Davidson singrando o asfalto poeirento. Vai lá então mermão e dá um confere nesse seriado SONS OF ANARCHY. Qui-jóia-eu-gostei, é o que me ocorre agora.

>> Site oficial do seriado:
http://www.fxnetworks.com/shows/originals/soa

O drible da loira

Que tem mulher querendo fazer sucesso a todo custo em função de sua beleza, já sabemos muito bem, tanto pelo BBB como por inúmeros desafiles falcatruas de moda e modeletes por aí, mas misturar uma coisa sagrada como a paixão futebolística e a ira dos torcedores, já é demais. Segundo o site Clic RBS, Ana Paula Consorte (18 anos), conseguiu a façanha de se eleger como Musa do Inter para o Gauchão 2010, depois de ter ficado em segundo lugar na votação do concurso pelo mesmo posto, só que em função do time do Grêmio!!!! Mazzzáh, hein. Taí uma mulher decidida. Sabe de uma coisa, essa loira merece mesmo é o prêmio cara-de-pau 2010, isso sim.

>> Mas foi feio justiça!!!!
Confira [ AQUI ]

Frases geniais… de jogadores

‘Chegarei de surpresa dia 15, às duas da tarde, vôo 619 da VARIG.’(Mengálvio, ex-meia do Santos, em telegrama à família quando em excursão à Europa)

‘Tanto na minha vida futebolística quanto com a minha vida ser humana.’
(Nunes, ex-atacante do Flamengo, em uma entrevista antes do jogo de despedida do Zico)

‘Que interessante, aqui no Japão só tem carro importado.’
(Jardel, ex-atacante do Grêmio)

‘As pessoas querem que o Brasil vença e ganhe.’
(Dunga, em entrevista ao programa Terceiro Tempo)

‘Eu, o Paulo Nunes e o Dinho vamos fazer uma dupla sertaneja..’
(Jardel, ex-atacante do Grêmio)

‘O novo apelido do Aloísio é CB, Sangue Bom.’
(Souza, meio-campo do São Paulo, em uma entrevista ao Jogo Duro)

‘A partir de agora o meu coração só tem uma cor: vermelho e preto.’
(Jogador Fabão, assim que chegou no Flamengo)

‘Eu peguei a bola no meio de campo e fui fondo, fui fondo, fui fondo e chutei pro gol.’
(Jardel, ex- jogador do Vasco e Grêmio, ao relatar ao repórter o gol que tinha feito)

‘A bola ia indo, indo, indo… e iu!’
(Nunes, jogador do Flamengo da década de 80)

‘Tenho o maior orgulho de jogar na terra onde Cristo nasceu.’
(Claudiomiro, ex-meia do Inter de Porto Alegre, ao chegar em Belém do Pará para disputar uma partida contra o Paysandu, pelo Brasileirão de 72)

‘Nem que eu tivesse dois pulmões eu alcançava essa bola.’
(Bradock, amigo de Romário, reclamando de um passe longo)

‘No México que é bom. Lá a gente recebe semanalmente de 15 em 15 dias.’
(Ferreira, ex-ponta esquerda do Santos)

‘Quando o jogo está a mil, minha naftalina sobe.’
(Jardel, ex-atacante do Vasco, Grêmio e da Seleção)

‘O meu clube estava a beira do precipício, mas tomou a decisão correta, deu um passo a frente.’
(João Pinto, jogador do Benfica de Portugal)

‘Na Bahia é todo mundo muito simpático. É um povo muito hospitalar.’
(Zanata, baiano, ex-lateral do Fluminense, ao comentar sobre a hospitalidade do povo baiano)

‘Jogador tem que ser completo como o pato, que é um bicho aquático e gramático.’
(Vicente Matheus, eterno presidente do Corinthians)

‘O difícil, como vocês sabem, não é fácil.’
(Vicente Matheus)

‘Haja o que hajar, o Corinthians vai ser campeão.’
(Vicente Matheus)

‘O Sócrates é invendável, inegociável e imprestável.’
(Vicente Matheus, ao recusar a oferta dos franceses)

21 tipos de Orgasmos Femininos

1 -Asmática………………..: Uhh… Uhhh…uhhh

2 -Geográfica………………: Aqui, aqui, aqui, aqui….

3 -Matemática……………: Mais, mais, mais, mais…

4 -Religiosa……………….: Ai meu Deus , ai meu Deus…

5 -Suicida………………….: Eu vou morrer , eu vou morrer…

6 -Homicida………………..: Se você parar agora, eu te maaaaaatoooo..

7 -Sorvete…………………..: Ai Kibon, ai Kibon, ai Kibon…

8 -Zootecnista……………..: Vem, meu macho… Vem, meu Macho..

9 -Torcedora……………….: Vai, vai, vai…

10 -Professora de Inglês. :……….. Ohhh …YES …Ohhh…My…God…

11 -Margarina……………..: Que Delícia, que delícia…

12 -Negativa………………..: Não…. Não…..Não…..

13 -Positiva…………………: Sim ..Sim… Sim…

14 -Pornográfica…………..: Puta que o Pariu….vai filho da puta….

15 -Serpente Indiana…….: Ssssssssss………. Ssssssssss…

16 -Professora……………..: Sim …. isso ….por  aí…..exato….isso….

17 -Sensitiva………………..: Tô sentindo…. tô sentindo…

18 -Desinformada…………: O que é isso ? … O que é isso?…

19 -Degustadora……………..: Ai gostoso… gostoso… gostoso…

20 -Cozinheira……………….: Mexe… Mexe….Mexe…

21 -Casada…………….: Olha só, a empregada não limpou o teto..

Danger Sound / Sugar Donned / Sedan Ground

Não poderia deixar de comentar aqui aquele velho papinho de que uma de minhas bandas preferida está de volta. Sim, o Soundgarden realizou em Seattle (16/04/10), o primeiro show após a reunião do grupo (estava separados desde 1997). Na época me lembro, foi como… “me caiu os butiás do bolso”.  Não só isso, foi uma butiazada na pinha! Eu curtia bastante a banda e os caras estavam simplesmente tirando o time de campo, assim na maior, sem muita explicação e motivos aparentes. Ninguém havia aparecido numa revista de fofocas dizendo merda um do outro e nem trocado supapos com ninguém. Mas enfim,  o tempo é sábio e o que impota é que estão “devoltz”. Assim vai um voto de felicidade de minha parte por essa volta do Soundgarden e também o desejo de que um dia ainda assistí-los detonando ao vivo. Consegui na internet uma foto desse primeiro show da volta e também o setlist, que me pareceu excelente. Basicamente o que eu gostaria de ouvir ao vivo, se muito, talvez com a alteração de uma ou outra música, mas isso daí já é pentelhação demais.
Ah! Ainda tem um fato interessante que estava esquecendo de mencionar, esse show de aquecimento de turbinas eles realizaram utilizando o nome de NUDEDRAGONS, que é na verdade, um anagrama para SOUNDGARDEN. Mazáh, hein!

Setlist do show:
01. Spoonman
02. Gun
03. Searching With My Good Eye Closed
04. Rusty Cage
05. Beyond The Wheel
06. Flower
07. Ugly Truth
08. Fell On Black Days
09. Hunted Down
10. Nothing To Say
11. Loud Love
12. Blow Up The Outside World
13. Pretty Noose
14. Outshined
15. Slaves And Bulldozers

Encore:
16. Get On The Snake
17. Big Dumb Sex
18. Waiting For The Sun (THE Doors cover)

Cinco coisas que a internet não matou ou arruinou

1. Fé cega
Era de se esperar que a implosão das .com tivesse ensinado alguma coisa às pessoas. Mas estávamos errados. A fé cega nas novas tecnologias se mudou para as mídias sociais, e ultimamente anda junto com o iPad, da Apple. “Vai
mudar sua vida!”. Claro….

2. A confiança na “sabedoria das multidões”
Só não sabemos ainda o porquê. Qualquer um que já tenha usado sites como o Digg, Reddit ou mesmo Google sabe que as coisas mais populares na Internet são raramente as melhores. No final das contas, as multidões não são melhores que os indivíduos. São só mais barulhentas.

3. Lojas “de verdade”
As boas e velhas lojas “de verdade” ainda estão conosco, apesar dos esforços da Amazon, Buy.com e similares.

4. Disfarces
A internet permite que as pessoas se reinventem de formas que nunca seriam possíveis no mundo real. Você pode ser um gordo de 40 anos que não consegue mais ver os dedões do próprio pé há uma década, mas seu avatar no Second Life é um garotão sarado. Com pele azul e um rabo.

5. Chuck Norris

Só Chuck Norris é poderoso o suficiente para matar Chuck Norris, e ainda assim ele se replicaria automaticamente.

10 coisas que foram eliminadas ou arruinadas, pela Internet

Para alguns, a internet é “matadora” – literalmente. Dos jornais e páginas amarelas à privacidade e contato pessoal, a rede já foi acusada de assassinar, eviscerar, arruinar e obliterar mais coisas do que o Incrível Hulk. Algumas acusações são mais verdadeiras que outras, mas a rede com certeza já fez um bom número de vítimas. A seguir, dez coisas que foram praticamente extintas por ela, e cinco que ainda sobrevivem

1. Confiança nas enciclopédias
Quando eu era um garoto, se algo estava na Enciclopédia Britânica era verdade. Agora – graças à Wikipedia – ter “conhecimento enciclopédico” sobre determinado tópico não é tão impressionante quando você leva em conta que há boa chance de que o que você pensa que sabe foi inventado por um moleque de 12 anos. Depois que um estudo elaborado em 2005 pela revista britânica Nature mostrou que a Wikipedia e a Britânica são igualmente imprecisas, a fé nas enciclopédias despencou. A Britânica atacou o estudo, dizendo que sua metodologia tinha “falhas mortais”, mas era tarde demais. Também morreu: a confiança em estudos sobre as enciclopédias.

2. Discussões na mesa de bar
Antigamente era possível matar muitas horas, e ainda mais neurônios, tomando cerveja e discutindo sobre trivia obscura. Quem foi o melhor jogador, Maradona ou Pelé? Em uma disputa mano-a-mano, quem ganharia: Robinho ou Garrincha? Agora, sempre que um fato é questionado, alguém puxa um smartphone e faz uma busca no Google, ou uma consulta ao Wolfram Alpha, e solta uma análise estatística completa sobre o tema. Qual a graça disso?

3. Aquela paixão do passado
Não importa qual o estado do seu relacionamento atual, sempre era possível escapar por alguns minutos sonhando com as paixões que se foram. Em sua mente, elas continuam tão irresistíveis quanto décadas atrás, quando eram o
capitão do time de futebol ou a líder das jogadoras de vôlei. Mas agora todo mundo está no Facebook. E adivinha só?  Se as fotos forem atuais, estas pessoas estão tão velhas, e gordas, quanto você.

A boa notícia? Talvez você não se importe. Há uma razão para o Facebook ser apontado como um dos motivos para 20% dos divórcios nos EUA no ano passado. E tenha cuidado com quem você reencontra: pesquisadores britânicos notaram um aumento significativo no número de doenças sexualmente transmissíveis entre a população inglesa graças em parte ao, dizem eles, aumento no número de encontros arranjados através de redes sociais.

4. Discussões civilizadas
A prática de “discordar respeitosamente” está praticamente morta, graças à internet. Falta de educação e ofensas evoluíram para verdadeiras formas de entretenimento, e sites inteiros são dedicados apenas a documentar as discussões mais acaloradas, conhecidas como “flame wars”. E embora seja possível encontrar alguns fóruns de discussão e comunidades que encorajam as boas maneiras e penalizam quem ofende, estas estão se tornando
incrivelmente raras. Não concorda? Então vai pros comentários que eu vou te quebrar, palhaço!

5. Ouvir um disco inteiro
Você se lembra de colocar Dark Side of the Moon no toca-discos ou Graceland no CD Player? Seus filhos não vão se lembrar. Não só a idéia de música entregue em uma mídia física parecerá totalmente ultrapassado, como todo o conceito de “álbum” (sem falar em “álbum conceitual”) passará batido por eles. Ao longo da década passada, as vendas de álbums completos nos EUA, mesmo em versões digitais, caíram 55% para chegar a apenas US$ 400 milhões em 2009, de acordo com o Nielsen Soundscan. Durante o mesmo período, as vendas de faixas individuais foram de zero para quase US$ 1.2 bilhão. O iTunes da Apple e as redes de compartilhamento de arquivos destruíram completamente a noção de ouvir mais de uma música de determinado artista de cada vez. “Pai, como você fazia antes da Apple inventar o Shuffle? Caramba, como você é velho!”

6. Perícia
Antes da internet, se você quisesse ser considerado um perito em determinado assunto precisaria ter experiência e qualificação na área. Agora tudo o que é preciso é de um blog e uma quantidade suficiente de cara-de-pau. Por exemplo, em uma pesquisa recente conduzida pela PR Week, 52% dos blogueiros se consideravam “jornalistas”.  Talvez porque se considerar um mero “digitador” não é tão impressionante.

7. A reputação da Nigéria
Houve um tempo em que a Nigéria era uma nação soberana na África cujo principal produto de exportação era o petróleo. Agora, seu principal produto parecem ser mensagens de e-mail falsas procurando otários dispostos a ajudar ex-ministros a roubar milhões de dólares. O nome do país ficou tão associado a estas mensagens que elas ficaram conhecidas como “Golpe 419” (419 Scam), por causa da seção do código-penal nigeriano que violam. Mas nós temos um meio para consertar a reputação nigeriana. Vamos divulgá-lo assim que alguém de lá depositar US$ 35 milhões em uma de nossas contas numeradas na Suíça.

8. Ortografia
Você pode culpar o crescimento das mensages de texto, o Windows Live Messenger ou mesmo o Twitter pela morte do bom português (e inglês, e muitos outros idiomas), embora padrões menos rigorosos de qualidade adotados por blogueiros também tenham sua parcela de culpa. Será que o último revisor a sair pode “apagah as lus”, ops, “apagar as luzes”?

9. Celebridades
Nos velhos tempos uma pessoa precisaria ser muito bonita ou talentosa para ser famosa. Agora, graças aos “reality shows”, vídeos virais e redes sociais, quão mais gorda e imbecil ela for, melhores as chances de se tornar conhecida; Por exemplo, seus últimos 17 filmes podem ter sido uma droga (Kevin Smith, estamos falando com você), mas se você tem mais de 1.6 milhões de seguidores no Twitter, quem se importa? De fato, a batalha do rotundo diretor com a American Airlines após ele ter sido retirado de um vôo por ser gordo demais com certeza foi melhor que filmes como
“Cop Out”.

10. Sexo
Era algo misterioso e excitante. Para ver dois estranhos em pleno ato era preciso ir a um cinema pornô ou se tornar um voyeur. Agora a pornografia está em toda a parte, e novos vídeos de sexo com “celebridades” aparecem na rede a cada poucas semanas (felizmente, nenhum deles com o Kevin Smith). Qualquer um que tenha visto mais do que cinco minutos de “1 Night in Paris” está mais familiarizado com a anatomia da Srta. Hilton do que o ginecologista dela. Sim, sexo é cada vez mais abundante, graças à internet. Mas sabem o que ele não é mais? Sexy.

………..

>> Lamento informar de que não seia fonte desse texto.

ZZ Top em POA

E já está chegando a hora de conferir de pertinho os 40 anos de carreira do blues/rock’n roll acumulado nas barbas dos velinhos marrentos do ZZ TOP. O show da banda em Porto Alegre será dia 23 de maio, no Pepsi On Stage. Mais um evento da Opinião Produtora e os ingressos deverão custar entre R$ 80,00 e R$ 140,00. Tenho de assisitir de perto a trinca Billy Gibbons, Dusty Hill e Frank  Beard (que ironicamente apesar do sobrenome sugestivo, é o único da banda que não tem barba).

Quatro lições básicas de sobrevivência no emprego

LIÇÃO NÚMERO (1):

Um urubu está pousado numa árvore, fazendo nada o dia todo. Um coelho viu o urubu e perguntou:
– Posso sentar como você e ficar fazendo nada o dia todo?
O urubu respondeu:
– Claro, por que não?
Assim, o coelho sentou-se embaixo da árvore e ficou descansando. Subitamente apareceu uma raposa que saltou sobre o coelho e o comeu…

MORAL DA HISTÓRIA: Para ficar sentado sem fazer nada, você precisa estar sentado muito, muito alto.

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LIÇÃO NÚMERO (2):

O peru estava batendo papo com o touro.
– “Eu adoraria ser capaz de chegar a o topo daquela árvore”, suspirou o peru, “mas não tenho força…”
– “Ora,” replicou o touro, “por que você não come um pouco do meu esterco? Ele tem muitos nutrientes”.
O peru bicou um pedaço de esterco e verificou que realmente isso lhe dava a força necessária para chegar ao primeiro galho de árvore. No dia seguinte, depois de comer mais uns bons nacos de esterco, ele chegou ao segundo galho. Finalmente depois de duas semanas, comendo esterco de boi, de búfalo, das zebras, ele estava orgulhosamente empoleirado no alto da árvore. Imediatamente foi visto por um fazendeiro que atirou nele…

MORAL DA HISTÓRIA: Qualquer bosta pode levar você ao topo, mas não manterá você lá.

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LIÇÃO NÚMERO (3):

Quando o corpo foi criado, todas as partes queriam ser chefe. O cérebro foi logo dizendo:
– Eu deveria ser o chefe, porque controlo todas as respostas e funções do corpo.
Os pés disseram:
– Nós deveríamos ser o chefe, porque carregamos cérebro para onde ele quiser ir.
As mãos disseram:
– Nós é que deveríamos ser o chefe, porque fazemos todo trabalho e ganhamos o dinheiro.
E assim foi com o coração, pulmões, olhos, até que chegou a vez de o cu falar. Todas as partes riram do cu por querer ser o chefe. E foi daí que ele entrou em greve, bloqueou-se e recusou-se a trabalhar..
Em pouco tempo os olhos ficaram vesgos, as mãos crisparam, os pés se retorceram, o coração e os pulmões entraram em pânico e o cérebro teve febre. No final todos, concordaram, e o cu passou a ser o chefe. Todas as outras partes, então, faziam seu trabalho, e o chefe ficava sentado e deixava a merda passar!

MORAL DA HISTÓRIA: Você não precisa de cérebro para poder ser um chefe; qualquer cuzão pode ser.

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LIÇÃO NÚMERO (4):

Era uma vez um pardal cansado da vida…. Um dia, resolveu sair voando pelo mundo em busca de aventura. Voou até chegar numa região extremamente fria e foi ficando gelado até não poder mais voar e caiu na neve. Uma vaca, vendo o pobre pardal naquela situação, resolveu ajudá-lo e cagou em cima dele. Ao sentir-se aquecido e confortável, o pardal começou a cantar. Um gato ouviu o seu canto e foi até lá, retirou-o da merda e o comeu….

MORAL DA HISTÓRIA:
1)Nem sempre aquele que caga em cima de você é seu inimigo;
2) Nem sempre quem tira você da merda é seu amigo;
3) Desde que você se sinta quente e confortável, mesmo que esteja na merda, conserve seu bico fechado!!!

AT-AT

O “All Terrain Armored Transport”, ou AT-AT walker, é um transporte de 4 pernas e veículo de combate usado pelas forças terrestres Imperiais. Com uma altura de mais de 20 metros, esses walkers intimadam a todos, e são usados tanto para efeito psicológico como tático.

Um AT-AT possui uma armadura galvanizada impenetrável à tiros de blaster, e assemelha-se a um fera gigante pela forma que se move em um campo de batalha. A “cabeça” de um AT-AT carrega o armamento principal: um par de canhões blaster médios localizados nas “têmporas” do walker, e dois canhões laser gêmeos pesados no “queixo”.

Os pilotos do grupo de comando do AT-AT, que se localizam na “cabeça” a qual é conectada ao corpo principal através de um “pescoço” flexível, consiste em um comandante, um artilheiro e um piloto. Tripulantes adicionais e tropas podem ser carregadas na compartimento de aramzenagem principal do walker.

No Universo Expandido

Forjado na Kuat Drive Yats, o mesmo fabricante do prodígio do Império, o Destróier Estelas Imperial, o walker AT-AT é a perfeita personificação da filosofia Imperial. Ele favorece o medo sobre a função, pois o imenso veículo é mais uma arma de terror que uma arma de combate completamente eficiente. Apesar de seus complexos mecanismos das pernas requererem constante manutenção e reparo, o robusto walker é adaptado a todo tipo de terreno, sendo capaz de sobrepujar qualquer obstáculo.

Dentro da casca blindada do AT-AT existe espaço suficiente para carregar 5 speeder bikes Imperiais e cerca de 40 soldados. Ao invés disso, o espaço interior pode ser reconfigurado para carregar dois walkers AT-ST, apesar de requerer uma desmontagem parcial para caberem dentro.

Apesar da Kuat Drive Yats ser a principal fabricante dos walkers Imperiais, outras em Carida, Belderone e Anteevy também foram contribuidores chave para o exército Imperial.

AT-ATs são freqüentemente modificados para missão em meio-ambientes específicos. Os então chamados snow walkers usados em Hoth são uma prova disso. Dune walkers, ao contrário, são walkers de terrenos desérticos providos com unidades de dissipação de calor Sienar z23. Ainda existe um primo aquático do walker conhecido como AT-AT swimmer – “Aquatic Terrain Armored Transport” – que ostenta unidades propulsoras ao invés de pernas.

Modelo: Imperial All Terrain Armored Transport Walker (AT-AT)
Tipo: Andador
Dimensões: 15,5m de altura e 20,6 de comprimento
Armamento:
2 Canhões blaster médios e 2 canhões laser pesados
Tripulação: 5
Velocidade máxima: 60 Km
Tropas: 40 soldados ou 2 AT-ST
Capacidade de  carga: 1 Tonelada
Passageiros: 40

*Fonte: Wikipédia baby, Wikipédia!

Jimmy Page tá bem na foto

O guitarrista Jimmy Page (Led Zeppelin), agora também envereda pelo caminho da publicação de um livro. Trata-se de uma obra com cerca de 650 fotos, todas selecionadas pelo próprio Jimmy, que também escreveu as legendas e trabalhou no design da edição de luxo. Lançamento da editora inglesa Genesis, cada livro é feito de couro e acrílico à mão e vem com seu próprio case de couro. As primeiras 2000 unidades são autografadas pelo músico.

Diretoria do bus

Quando se muda a rotina do seu dia-a-dia invariavelmente muitas coisas novas acontecem, novos caminhos, novos lugares, novas perspectivas e novas amizades que de alguma forma somam alguns pontos naquela caderneta surrada da vida. Nesta perspectiva, desde que comecei a trabalhar na D-SIGN, já fiz várias novas amizades que vão desde colegas de trabalho, clientes, fornecedores, amigos de amigos e alguns tantos outros personagens de passagem (aqueles que encontramos via de regra pelos caminhos de idas e fridas por ae). Um desses personagens especiais de todo dia trata-se do “Índio”, companheiro e já quase uma figura folclórica de viagem que eu e o Fabrício encontramos todos os dias no bus, no horário de volta para casa. É uma figura, o delegado do fundo do bus, tem 21 anos de viagem nesse mesmo trajeto, por isso mesmo sempre cheio de histórias engraçadas para contar, gremista doente e dono de um bom humor invejável. Conhece desde os motoristas e cobradores da empresa até o nome da maioria dos passageiros desse horário, se dá bem com todo mundo e sabe inclusive quem sobe e quem desce em tal parada. Muitas vezes estou cansado e tento ficar quieto em meu canto, mas com o Índio por perto isso se torna uma tarefa quase impossível, sempre tem alguma nova conversa interessante. Falo dele para meus amigos contando adiante alguns de seus causos e histórias, então hoje como estava com a máquina fotográfica na algibeira resolvi bater alguns retratos. As fotos ficaram muito tremidas por causa da movimentação do bus. Mas aí está o registro então e, porque não dizer, também uma forma de homenagem ao novo amigo de jornada.

Cavalos, estátuas e cagadas de pombos

Uma curiosidade bastante curiosamente curiosa é a de que estátuas de militares montados em cavalos, tem um significado específico em função da posição das patas dos cavalos. É sério! Então temos o seguinte sobre militares em estátuas equestres:

– Estátua de um soldado num cavalo com as duas patas no ar…
(significa que ele morreu em combate).

– Se o cavalo estiver com 1 pata no ar…
(significa que ele morreu em decorrência de ferimentos após o combate).

– Mas se ele estiver com as quatro patas no chão…
(significa que o militar morreu de causas naturais).

Kurt no telão

A vida de Kurt Cobain deve virar filme em breve. Segundo o jornal britânico The Sun, sua viúva e barraqueira de carteirinha, Courtney Love, estaria envolvida na chefia de produção do filme a ser lançado pela Universal Pictures, com a direção de David Fincher (“Clube da Luta” e “Se7en”). Há grandes indícios de que Cobain seja interpretado nas telas pelo vampiro-teen-de-plantão Robert Pattinson (putz!). O lado bom dessa história é que Courtney ao menos tem bom gosto para escolher que vai respresentá-la, seria Scarlett Johansson (que é amiga de Frances Bean, filha de Courtney com Kurt). Uhúúú!!! O filme vai ser baseado na biografia “Mais Pesado do Que o Céu” ( Charles R. Cross – Ed. Globo). Que aliás, eu já li.

Chimarrão da quitação

Momento solene da entrega de um pacote de erva (Hey! Não pense bobagem) mate, que dei para o meu chapa Cadu. Devo ser provavelmente um dos maiores filões de chimarrão na sua locadora de vídeo, mas promessa é dúvida. Taí então a minha parte na contribuição pela continuidade desse verdadeiro símbolo de agregação social que é cevar um mate amargo com boa prosa junto aos amigos.

Raios que o partam – leitura da vez

Com certeza o AC/DC foi a primeira banda de rock da qual eu realmente gostei, uma grande paixão que dura até hoje. Sempre tive o sonho e a vontade de assistí-los ao vivo, realizei isso no final do ano passado na turnê de Black Ice, num shows da Argentina. Foi um momento incrível, sentir toda aquela vibe de um show ao vivo dos caras, ver os caras ali, na tua frente e mandando bala, detonando como sempre fizeram, sem dar arrego um momento sequer (e olha que já estão velinhos). Fico na espera de ver o tal DVD que segundo consta, foi filmado nesses shows da banda na Argentina e que deve ser lançado no ano que vem. Mas o papo aqui é outro, trata-se de livro, da leitura da vez. Como tenho lido diversas bios ultimamente, não poderia deixar de fora esta da história de uma de minhas bandas favoritas: “AC/DC – Let There Be Rock” (Susan Masino – Companhia Editora Nacional – 254 pág.). A curiosidade é grande, a banda nunca foi muito chegada ao holofotes da mídia no que se refere a questões de suas vidas particulares, ou você já viu diversas fotos do Angus com a mulher e os filhos? Fotos da casa do Malcolm ou o Phill Rudd passeando com seus cachorros então? Nada, né! Pois é, os caras são marrentos quando estão no palco, super competentes, rockers de primeira mas não são bobos, são profissionais, são 30 anos de estrada e sabem muito bem separar a fama de suas vidas particulares (muitos outros artistas deveriam aprender isso com os manos Young e sua troupe rock’n roll). Assim pretendo conhecer ao menos um pouco mais do universo do AC/DC com esse livro. Vamos lá.

Jeff Beck sobre Jimi Hendrix…

Como sou fan do Jimi Hendrix e respeito prá caramba o Jeff Beck, que é um EXCELENTE guitarrista e tem um estilo único de tocar, nunca vi (ouvi melhor dizendo) outro guitarrista sequer soar parecido até hoje. Um verdadeiro mestre da guitarra. Mas não me contive, meus olhos brilharam de faceirice ao ler esse texto e tive de copiar/colocar aqui no banjão.
*Fonte:  site Whiplash

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O guitarrista britânico JEFF BECK recentemente concedeu uma entrevista para o site Telegraph.co.uk e em um trecho ele explica que o guitarrista que realmente o impressionou foi JIMI HENDRIX.

“Uma coisa que eu percebi quando eu o vi não foi apenas o seu blues incrível, mas também sua agressão física na guitarra. Suas ações eram todas explosivas. Eu, Eric (Clapton) e Jimmy (Page), fomos amaldiçoados, porque éramos de Surrey (condado situado ao sul da Inglaterra).

Nós todos parecíamos que tínhamos saído de uma vitrine da Burton (loja de roupas masculina mais famosa na Inglaterra). Lá estava o Jimi com sua jaqueta militar, seu cabelo esvoaçante, tocando com os dentes. Nós teríamos adorado ter feito isso.
Quando ele chegou me atingiu como um terremoto. Eu tive que pensar muito sobre o que fazer em seguida. Na verdade, as feridas eram muito profundas e eu tinha que curá-las sozinho.
Eu estava constantemente procurando outras coisas para fazer na guitarra, alcançar novos lugares. Eu tenho que sentir que isso é meu. Se eu não me sinto especial, eu simplesmente não faço.”

Asphalt rising

Hoje acordei cedo, abri a janela e descobri lá fora um domingo bonitaço, prometendo dia de sol e bastante tempo livre para aproveitar tudo isso, então porque não cair na estrada, mesmo sem um rumo definido. Feito.

Sorte do sortudo

Recentemente fui o ganhador do um sorteio semanal de R$ 15,00 em locações grátis, que ocorre na locadora de vídeo Premier (DVDs). Taí o retrato do momento solene da entrega fake da minha primeira locação, já usufruindo da minha margem de benefícios locatícios. Foto cortesia da própria locadora, na ilustre figura do diretor executivo Sr. Rob Song.