Portas abertas

Assisti ao documentário “When You’re Strange“, que obviamente é sobre a banda The Doors, dirigido por Tom DiCillo e conta com a narração especialíssima de Johnny Deep (fan da banda). O bacana são as cenas da época com aquele clima de bastidores e tal que recheiam todo documentário, que aliás é muito bom e em momento algum se torna massante. O The Doors prá mim sempre foi uma banda difícil de gostar, não figura entre as minhas top 10 ali do final dos 60’s, mas respeito prá caramba sua história, postura, ousadia assim como as letras de Morrison muito mais do que o som propriamente dito, que aliás, é puro blues e eu gosto bastante de bandas com esse acento, só que talvez a falta do baixo e aquele som por vezes um tanto irritante do teclado de Ray Manzareck, me causam estranheza e essa dificuldade toda. Em tempo, com o avanço da minha idade e junto a semi-maturidade adquirida, creio que aos poucos meu coração está mais frouxo e diminuindo a carga de overprint, portanto, passei a gostar de algumas bandas das quais nunca antes tive esse aprouch e o The Doors está entre elas. Convenhamos que os caras tinham um som não muito convencional e estavam numa outra vibe musical apesar do clima viajandão das drugs e da biritagem comum aos rockstars da época, eram uma exceção e rapidamente se destacaram dos demais. Novamente aplico aqui o conceito de que não pretendo contar histórias e maiores detalhes sobre esse documentário, apenas chamar a sua tenção e dizer que eu curti e quem se interessar que corra atrás, assista e tire suas próprias conclusões.

*Em tempo, gostei da arte do cartaz, tanto que já conversei com meu chapa Cadu, da locadora de vídeo aqui perto e ele ficou de me arranjar um. Mazáh!

2 comentários sobre “Portas abertas

  1. DanyBoy

    tá ficando cada vez mais maduro sim. Com certeza!
    Só que o coração afrouxa de um lado e overprinta em outro, com aquele
    baita comentário sobre como deve ser o kit de um batera no post anterior!
    Como tu é!

    mas enfim, os Doors! Certamente um som difícil de curtir. E não vale
    dizer que é fanzoco e só conhecer Light My Fire e L.A Woman. eu conheço
    umas meia dúzia alem dessas!

    Por sinal, aquele filme do Val Kilmer já é muito bom.

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