Feliz 2011

Passando aqui no blog apenas para desejar que este 2011 seja realmente diferente, bem melhor, com mais tempo para se aproveitar todos aqueles bons momentos (sim, eles existem) e dar um chute na bunda da melancolia e do mau humor. Um novo ano carregado de paz, alegria, saúde de ferro e bastante SORTE, sim, essa tal da sorte é muito importante. Grana e sucesso se conquista.
Vamu-qui-vamu que agora tem de ser “aquele” ano supimpa de verdade!
Que venha o tal 2011, mas sem pressa, tudo uma questão de aproveitar bem e nada de afobação.

FELIZ ANO-NOVO!

Um gande abraço.

Mais um documentário afudê

Ainda pegando embalo desse resto de clima da Natal,  me dei de presente o DVD documentário “RUSH – Beyond The Lighted Stage”. Esse filme rodou modestamente no circuito de cinemas, se não me engano e passou até em algumas salas em POA. Este filme, um documentário de uma banda de rock, este ano ganhou o prêmio do público no Festival de Cinema de Tribeca, Nova York. Nada mal para uma banda que tem muitos seguidores literalmente fanáticos, com um som totalmente diferenciado, letras complexas e longe do apelo pop mas que de certa forma parece que nunca chegam lá no topo do panteão rocknrollzístico. Não sou o que se pode chamar de super fan da banda, fui no show deles no Estádio Olímpico, em Porto Alegre, foi incrível, memorável e um dos melhores “grandes” shows que já assisti e assim mesmo sou um tanto desconfiado na questão Rush. Admiro é verdade a técnica, mas acho que falta o lado bebedores de cerveja, quesito meio fora de questão no currículo da banda, saca!?. Tudo bem, o legal mesmo é que são muito diferentes, pode-se dizer até que seriam tipo a maior banda de nerds no mundo do rock. O documentário deixa claros indícios disso, inclusive, gostei bastante da abordagem do filme com muitas cenas inéditas dos três quando ainda crianças, shows bem antigos e até entrevistas com as mães dos três: Geddy Lee, Alex Lifeson e Neil Peart. Caraca!!! Tem também vários comentários de outros artistas sobre a banda, todos muito interessantes. Se eu não sou um grande fan do grupo tudo bem, mas eu os respeito e muito como músicos e compositores, fizeram tudo sempre do seu modo e não seguiram rótulos ou modinhas, isso só já bastaria para terem seus bustos em alguma praça pública tanto no Canadá como em qualquer outro lugar do mundo. A banda segue firme e forte. Taí mais uma dica da casa. De minha parte já fiquei um tanto mais fan deles depois desse documentário, o mesmo vale para o The Doors, vide um outro post anterior por aqui. Vamu-qui-vamu que o rock pede passagem e tem de continuar!

 

 

 

 

 

 

O legado de Tron continua

Assisti no cinema ao filme Tron – O Legado, gostei e achei uma continuação digna. Claro que nem lembrava mais direito do filme original que assisti com os amigos em minha adolescência (tenho de catar esse filme em alguma locadora). A história é bem simples, o filho do “homi” vai atrás do pai em seu mundo virtual high-tech, a partir daí caimos naquela velha figura da manjada batalha entre o bem e o mal, só que com muito mais neon de pano de fundo. Bem interessante o aprouch tecnológico do filme que conseguiu fazer jus ao Tron original, que foi bem ousado e avançado para a sua época (1982). Mulheres bonitas e bastante cenas de brigas, corridas, fugas e exceto pelo visual diferenciado é um filme normal de ação, nada de fantástico, apenas um bom filme, uma boa diversão e pronto. Curti as cenas das motos, do jogo do disco, tudo ficou melhor resolvido com a tecnologia atual (sic)!, ainda mais interessante quando o próprio tema do filme aborda esse tipo de questão – tecnologia atual. Vale sim assistir mermão, prepara a pipoca e o refrizão, te joga.

Cássia Eller

Hoje exatamente há 9 anos atrás faleceu a cantora Cássia Eller, em função de uma parada cardiorrespiratória, aos 39 anos de idade. Para mim é uma das melhores cantoras brasileiras de sua época, quando o rock não era ainda essa bundamolice trouxa e colorida de hoje em dia e sua fase da parceria com Nando Reis renderam um turbilhão de ótimas canções. A voz rouca e sua atititude explosiva, porralouca, eram marcas registradas em suas atuações, tenho um DVD ao vivo que considero excelente, bem como vários de seus álbuns. Cássia foi embora cedo demais, teria cacife e muita moral para manter acesa a chama do bom gosto musical na Terra Brasilis, coisa rara hoje em dia em tempos de domínio de sertanejo universitário e dancinhas de axé. Sua grande bagagem como músico de bar deu a ela a capacidade de fazer interpretações próprias incríveis para músicas de Legião Urabana, Cazuza, Nando Reis, Nirvana e até Jimi Hendrix, mas a melhor mesmo considero é a sua versão de I’ve got a feeling, dos Beatles…báh! Outra coisa interessante, ela tinha uma puta banda ao vivo, só neguinho bom de bola. Podes crer, essa mulher tinha peito! Descanse em paz Cássia.

DISCOGRAFIA

Álbuns de estúdio
* Cássia Eller (1990)
* O Marginal (1992)
* Cássia Eller (1994)
* Veneno AntiMonotonia (1997)
* Com Você… Meu Mundo Ficaria Completo (1999)
* Dez de Dezembro (2002) (Póstumo)

Álbuns ao vivo
* Cássia Eller ao Vivo (1996)
* Veneno Vivo (1998)
* Acústico MTV (2001)
* Rock in Rio ao Vivo (2006)

Recompilações
* Minha História (1997)
* Música Urbana (1997)
* Millennium (1998)
* Cássia Rock Eller (2000)
* Coletânea Sem Limites(2001)
* Série Gold (2002)
* Luau MTV Cássia Eller (2002)
* Perfil (2003)
* Participação Especial (2003)
* A Arte de Cássia Eller (2004)
* I Love MPB (2004)
* Novo Millennium (2005)
* Raridades (2008)

Momento cultura tricolor

Finalmente fui até o Estádio Olímpico especialmente para visitar com calma e sem correria cada canto do Memorial Hermínio Bittencourt, do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense. Antes tarde do que nunca, pode-se dizer. Quem for torcedor gremista de coração tem mesmo é que ir lá conferir de perto os tais detalhes dos inúmeros fatos dessa história centenária tricolor. São diversas fotos de época, craques do passado dos quais nunca ouvi falar e até aqueles dos quais já esquecemos, muitas taças, troféus, documentos, textos, relíquias, bandeiras, uniformes antigos, enfim, tudo o que se espera ver de um grande time como o Grêmio, com tanta história interessante a ser contada. Vai lá também vivente!

O blues de Gregg

Depois de 14 anos desde o seu último álbum solo (Searching for Simplicity, 1997), Gregg Allman lança o seu novo trabalho – “Low Country Blues”. Trata-se de um álbum de regravações de clássicos do blues e mais uma música inédita – “Just Another Rider”, em parceria com o excelente Warren Haynes (Gov’t Mule & Allman Brothers Band). A banda desta gravação conta com o lendário Dr John no piano, Doyle Bramhall II na guitarra e pela dupla Dennis Crouch no baixo e Jay Bellerose na bateria (da banda de Robert Plant e Alisson Krauss). “Low Country Blues” é uma espécie de recomeço para o veterano vocalista de 63 anos, irmão do falecido e cultuado guitarrista Duane Allmann, já que Gregg sofreu uma delicada cirurgia de transplante de fígado em junho de 2010, resultado de anos e anos de excessos e décadas de vício em heroína.

Gosto muito da voz do Gregg, mano do não menos extra-fucker-guitarrista Dane Allman (já falecido) e esta banda que o acompanha não deixa por menos, somente feras. Desde já ansioso por esse álbum. E que foto mais afudélson essa da capa.

*Fonte: Whiplash

Californication

Um pouco de rock e sexo por aqui. Que tal conhecer algumas das capas de álbuns de rock que foram censuradas devido ao seu contexto “erótico”, bem como também as devidas substituições feitas, por imposição do mercado, dos bons costumes e da babaquice em geral. Inclusive uma de minhas bandas favoritas, o Black Crowes, tá nessa parada com a polêmica e ao mesmo tempo sensacional capa do álbum “Amorica” (1994). A foto original é a foto de capa de uma edição da revista Hustler de 1975.
Hey! Adivinhe só qual das versões é a do CD que eu tenho?…rsrsrsrs

*Ah! em tempo, o Amorica é um puta álbum!

Confira a matéria com as fotos no link abaixo.
Fonte: site da Revista Trip

http://revistatrip.uol.com.br/revista/195/especial/E-proibido-proibir.html#0

A pequena Lah

Depois de um dos melhores Natais dos últimos anos veio o outro lado da moeda, chegou o dia em que minha pequena Laura, meu filhotinho, tem de ir embora de mala e cuia, de muda para um outro estado morar junto com a sua mãe. É o destino e o caminho dela, que assim seja. Já sabia disso desde o final do verão passado, era apenas uma questão de tempo, de calendário escolar na verdade. Foram tantas as vezes em que olhei para o calendário e torci para os dias passarem mais devagar. Não sei como se define esta sensação, este estado de vazio ou então aquele sentimento de saudades pré-anunciada, mas estou como uma bússsula num momento “triângulo das Bermudas”, ou seja, totalmente desnorteado. Minha pequena gremistinha e patinadora foi embora e agora? O que será daqueles dias tão bons e alegres, onde pai e filha tinham ótimos e inesquecíveis momentos juntos? Terei de me acostumar a esta nova realidade de sua ausência. Sei que ela volta, vão haver inúmeras oportinudades de passar os dias comigo assim que puder, em suas férias e outros momentos, mas as coisas não serão as mesmas… Minha pequena vai crescer rápido, vai virar uma linda mocinha e o bom disso é que vai estar em boas mãos, ao lado da mãe, lugar certo de estar. Mas meu coração está apertado, doído, é verdade. Meu amor permanece e vai lhe acompanhar a vida toda, seja lá onde for. Foram tantos anos juntos, muitas risadas, aventuras, passeios, micos e programas furados, raros os momentos de tormenta. Essa loirinha é o meu tesouro, minha alegria. Afinal qual a criança que ao dormir algumas vezes pedia para o pai tocar um blues ou alguma música do Black Crowes no baixo (esse instrumento xôxo e sem graça), quem afinal era minha conselheira para diversos assuntos e também responsável direta para test-drive de pratos de comida que eu inventava ou então dava risada por cada baboseira que eu inventava!? Ah! Essa garotinha também se dava bem com os amigos malucos do pai. Vai meu passarinho, voa, que eu sempre estarei junto de ti, onde tu estiver. Te AMO muito Lah!

Bowie e o amigo secreto

Ainda mantendo acesa a chama do assunto livros e Natal, sabe aquela coisa de festa de final de ano, presente de amigo secreto e tal, pois é, este ano ganhei da minha colega Fernanda a biografia do David Bowie (Ed. Benvirá /429pág. – Marc Spitz). Mais uma bio para minha seleta estante do rock’n roll.
Muchas gracias Fê, essa foi ultra-schimpas.

Mythology

No último dia de trabalho de 2010 tive uma grata surpresa, recebi de presente de Natal do Beto, meu chefe, um livro sensacional chamado “Mythology –  Alex Ross”. Báh! Me caiu os butiás do bolso. Um puta livro importado pesado prá xuxu e claro, recheadaço de desenhos, rabiscos e anotações incríveis de Alex Ross, desenhista de uma porrada de personagens clássicos do universo DC Comics. Beto, mesmo como piada aquela história de funcionário do ano (rsrsrsr…), só sei dizer que foi um baita presente. Gracias man!

Panetonêichan

Ainda nem é Natal tecnicamente falando e já estou comendo um delicioso panetone. Sei lá, talvez mesmo nesse dia estranho e de um puta calorão, estou curtindo de forma antecipada um clima de Natal. Claro, não se come panetone apenas no Natal, aliás, se pintar eu traço, justamente o que estou fazendo agora. Calma Fabrício, o panetone que tu esqueceu hoje no bus não é este aqui (rsrrsr…), o teu tá salvo, deixei com o Cadu, pode buscar lá depois (tá dado o recado). Mas vá logo, senão a galera vai carnear o bichinho, hein!
Escolho panetones artesanais, via de regra aqueles embalados em saco plástico (gosto dos que tem glacê na cobertura), esses são mais molhadinhos e saborosos, mas tem de comer rápido senão depois ficam secos, esse o motivo um dos meus motivos de desdém para com panetones de “caixinha”, secos e sem graça. Mas vamu-qui-vamu, o Natal taí e sempre curti mais essa data do que os festejos de ano-novo.
Enfim, um grande abraço e o desejo de um feliz Natal para todos que por essas mal traçadas linhas digitais encontram tempo para perder por aqui. E bom panetone.

Valeu!

Dando pano prá manga

Meu amigo Fabrício me mandou essa imagem que encontrou em um outro blog (seu eu soubesse a fonte, indicava aqui). Trata-se de um provável modelo de camiseta Topper 2011, para o time do Grêmio. Este modelo foi baseado em detalhes de uma outra camiseta de time patrocinado pela marca. Sim, a Puma parece que bailou mesmo como patrocinadora do material esportivo do tricolor gaúcho. Eu gosto da “marca” Puma, mas convenhamos, estavam errando feio a mão nos últimos modelos, talvez nesse período, tenham acertado apenas com aquela de 2005 e a da última Libertadores, no mais a coisa foi complicada mesmo. Se salva a primeira edição da black, que nem era um típico uniforme oficial de jogo, esse sim foi um grande acerto. Mas só também! Claro, gosto bastante daquelas re-edições comemorativas (vintage), e como o próprio termo sugere, são lááááá do passado e portanto, não são material de origem da marca Puma. Vamos ver se essa conversa da Topper ser o novo patrocinador do Grêmio se confirma, quem sabe teremos um modelo novo bacana, mas mantendo aquela vibe tradicional. Nem sempre ousadia é sinônimo de “melhora”. Se a Topper fizer um serviço mais ou menos parecido com essa da imagem abaixo…hummm….humm, até que pode dar um caldo, mesmo que eu não goste dessa marca.
Alea jacta est!

*Cartas para a redação.

Lemmy comenta sobre Hendrix

Lendo o site Whiplash (como de costume), encontei essa matéria muito interessante de uma entrevista com o Lemmy falando sobre Jimi Hendrix, de quem ele foi roadie. Mazáh galo véio!!!!!

Segundo a Contactmusic.com, em matéria de março de 2009, a lenda viva do rock e frontman do MOTÖRHEAD Lemmy Kilmister insiste que ninguém nunca vai ser capaz de ter as mesmas credenciais de um rock star como tinha Jimi Hendrix – porque ele foi o maior guitarrista, maior drogadão, maior conquistador e símbolo sexual que o mundo já conheceu.

Lemmy trabalhou para Hendrix como Roadie e traficante em 1967 – e ainda revela casos falecido em tom de deboche. Lemmy diz, “eu fornecia ácido para ele. Eu dava 10 pra ele, e ele ficava com 7 e me dava 3, achava muito justo da parte dele. Ele era formidável, um cavalheiro à moda antiga – se uma garota chegava na sala, ele se atirava a seus pés”.
E foi este Hendrix conquistador que mais impressionou o Lemmy: “Se existiam alguns mauricinhos de merda que fodiam as garotinhas por aí, eram menininhos perto de Jimi. Nunca vi nada parecido – ele sempre transava com várias garotas em seu camarim. Era como se as garotas tivessem que pegar uma senha e esperar na fila”.

Lemmy insiste também que ninguém chega perto de Hendrix como guitarrista: “Ele jogava ritmo e conduzia ao mesmo tempo, sob a sua perna, atrás de suas costas, para a esquerda e direita, de cabeça para baixo … Deus abençoe Eddie Van Halen, pois ele está longe de Hendrix. Jimi fez isso tudo, e só parou quando morreu”.


Beer, pizza e chalaça

Comemoração sei-lá-do-que da diretoria ontem de noite na Locadora do Cadu. Sim, tudo acontece lá. Amigos, cerveja gelada, pizza e tá feita a função.
Postei isso porque estou bastante ocupado por aqui hoje, tenho muitas coisas por arrumar, limpar, selecionar, colocar fora. Algo como: preciso remover as coisas velhas que atravancam o caminho, para que novas possam vir. Saca!?

Black Label Society

Zacarias Selvagem deve mesmo se apresentar com o Black Label Society, em Porto Alegre. A barulheira da máquina deve ser no Bar Opinião, domingo, dia 29 de maio de 2011. Mesmo não sendo o maior fan da banda, assim mesmo curto prá camba o Zakk como guitarrista, até porque prefiro os seus trabalhos na fase “Pride & Glory” e “Book of Shadows”. Vamo lá.
Na sequência 3 vídeos do rapaz destilando seus guitarraços no B.L.S.

Ole Beich – Guns and Roses

Ole Beich (Esbjerg, 1955 – 1991) foi um guitarrista e baixista dinamarquês. Quando era novo foi um ícone local do rock, suas bandas favoritas são os Rolling Stones, Ten Years After, Cactus, Led Zeppelin e Link Wray. Foi guitarista e baixista de várias bandas dinamarquesas antes de ir para Los Angeles em busca do sucesso. Tornou-se baixista do L.A. Guns e depois foi um dos fundadores do Guns N’ Roses. Os vocalistas Axl Rose e Michael Jagosz fizeram turnês com L.A. Guns que durou algum tempo. Logo em seguida o L.A Guns e o Hollywood Rose se juntaram fomando o então uma nova banda chamada Guns N’ Roses, tocou por pouco tempo e como não gostou da nova formação acabou decidindo sair da banda. Ole Beich morreu em 1991 ao se afogar no lago Sct Jorgens no centro de Copenhague, sob circunstâncias incertas. Gravou somente um LP com o L.A. Guns que é “Collector’s Edition No.1”. Participou do clipe Don’t Cry – Guns N’Roses.

*No site WHIPLASH tem a primeira parte de uma matéria sobre a vida de Ole Beich, se você for um daqueles fans dos Guns & Roses que se interessa pela história da banda, taí um fato bem interessante de conferir. Dado a dica.

Ole Beich - baixista fundador do G&R
Flyer do que se imagina ser do primeiro show do G&R
Axl e Ole em show do G&R

Esse é o “Animal”

Animal era o baterista do Muppet Show (da banda The Electric Mayhem), um dos melhores e mais inteligentes seriados de TV da década de 70/80, apesar de um certo acento infantil os textos eram de uma criatividade ímpar.
O Animal é um personagem que tem como características um vocabulário geralmente limitado a gritos guturais e grunhidos monossilábicos, muitas vezes repetindo algumas frases simples. Durante suas performances é geralmente preso a sua bateia, devido ao fato de que suas explosões musicais são extremamente violentas.

Dave Grohl em The Muppets

Dave Grohl (ex-Nirvana / Foo Fighters), deve atuar no novo filme dos Muppets. O músico também fez uma participação no filme ‘Tenacious D: Uma Dupla Infernal’ (2006).
Neste novo filme faz uma participação substituindo Animal, baterista original dos Muppets, na ausência deste, que será submetido a um tratamento de controle de raiva, tendo que se ausentar de seus compromissos com a banda. “The Muppets”, tem seu lançamento previsto para dezembro de 2011. O filme foi escrito pelo ator Jason Segel (da série ‘Como Eu Conheci Sua Mãe’), que também atuará no longa. Além de Grohl, outros astros também marcam presença, entre eles os atores Jack Black e Ricky Gervais e a cantora pop Lady Gaga.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

The Raconteurs

Gosto do trabalho do Jack White, seja lá em que banda for seu guitarraços são super eficientes (na veia blues – uhúúú), e confesso que é bastante inspirador me atrapalhar tocando guitarra “querendo” fazer alguma coisa tipo assim. Salve, salve Jack.

O que não faz uma publicitária em licença maternidade…

Dizem que Adele Enersen é uma publicitária finlandesa.  Veja a produção fotográfica totalmente caseira, que a tal mamãe em licença maternidade aprontou sobre os possíveis sonhos de sua filha Mila.

*Sei que parece um momento meio nhóin-nhóin-nhóin demais por aqui, mas a intenção é mostrar a incrível criatividade neste belo trabalho fotográfico da mamãe, baseado em uma idéia bem simples (mas vem cá, tu já tinha visto algo assim antes)? Ah? Ah?. Catapláft.
As coisas simples são sempre as melhores. Tenho dito. E a criatividade ruleia aqui neste caso. Sempre gostei de pessoas sonhadoras e mais ainda, daquelas que dão asas a sua imginação. Grande dupla essa Adele e sua filinha Mila. Um dos melhores trabalhos (sim, deve ter dado bastante trabalho) que vi este ano, mesmo que eu na verdade não tenha a menor idéia da dessa produção.

Fotos realmente incríveis. Fico imaginando a Mila já um tanto crescidinha, tipo no colégio ou em outro ocasião, mostrando seu álbum de fotos quando bebê! Huahuahahau… não vai ter prá ninguém.

Mila - voando
Chuva de pétalas de rosa sobre a Mila!
A pequena Mila no espaço...
Mila andando de elefante.
Mila no picadeiro!
A sereinha Mila.
Mila rocker
A Mila coelinha.
Mila surfando.
Pescando
Mila no balanço...
Mila chapeuzinho e o lobo mau!
Pulando corda.
Mila no campo.
Mila para secar.
Mila perolazinha protegida pelo polvo!
Mila em seu casulo e os livros.

Gustavo Telles e os Escolhidos

Gustavo Telles é mais conhecido como o baterista da excelente banda de rock intrumental Pata de Elefante, só que agora resolveu dar vasão aos sentimentos e se puxar soltando a voz em seu primeiro álbum solo – “Do seu amor, primeiro é você quem precisa”. São 12 canções de amor numa vibe folk & country rock, sendo que para esse empreitada Gustavo contou com o auxílio de um grande time de amigos, melhor, uma verdadeira seleção de músicos da cena rock gaúcha. A banda os Escolhidos conta com Maurício Chaise, Jerônimo ‘Bocudo’ Lima, Alexandre ‘Papel’ Loureiro, Luciano Leães e Márcio Petracco (integrantes dos Locomotores), Daniel Mossmann e Gabriel Guedes (Pata de Elefante), Luciano Albo (Tenente Cascavel), Maurício Nader (Hard Working Band e Sinuca de Bico), Diego Garcia (ex-Trem 27) e Diego Lopes (Acústicos & Valvulados).
Caraca, sonzeira ducaramba!
*Ficha técnica:
Gravado por Vicente Guedes (Estúdio IAPI – Porto Alegre)
Mixado e masterizado por Thomas Dreher (Estúdio Dreher)
Produzido por Vicente Guedes e Gustavo Telles
Design gráfico: Beto Santos
Fotos e a concepção artística: Danilo Christidis

HuAhUahuAHua!!!!

Eu tinha um pressentimente de que isso iria acontecer, o tal time vermelho aquele nem chegar na final. Ainda mais com o Celso Roth…huahuahua. O mais engraçado é que não vi um colorado sequer titubear ante a possibilidade de não chegarem a final do Mundial. Salto alto? Ahãn. Jogo é jogado. Só peru é que morre de véspera.

*Ah! Um grande abraço para o Alemão da Ipanema FM. Gosto do programa dele de verdade, mas confesso que pela primeira vez terei prazer em escutar o momento “ladainha colorada” (de todos os dias). Desde já ansioso pelo programa de amanhã.

Uma banda chamada Raging Slab

A banda que prá mim chega mais perto de causar o tal mesmo furor rock’n roll nos 3 acordes cheios de groove e com aquela malícia de quem entende do riscado, é o Raging Slab. Os caras tem 3 guitarristas, sendo que uma deles é um mina que faz slide guitar e via de regra tá de shortinho. Pô! Além do mojo da sonzeira tem esse tempeiro especial ainda. Tenho dito. Os caras são phoda. Saca só.

OBS: Tive de mudar os planos por aqui, havia selecionado 3 vídeos supimpas da banda e linkado prá cá, mas no instante que coloquei “no ar” houve um bloqueio nos links do youtube prá cá, com recadinho e tudo. Enfim, a intenção era me manifestar em favor da banda e divulgar o som dos caras, mas but, deixa assim. Continuo curtindo o som deles de qualquer forma.
Mas os vídeos estão ativos lá no youtube (são não podem ser linkados). Poderia fazer algum outro artifício para copiar os vídeos e depois passar prá cá, mas é muita mão de obra e não tenho todo esse tempo. Tá dado o recado de qualquer forma, o boogie da banda é bem legal e isso que interessa.
Abaixo algumas informações sobre a banda.

Formação do Raging Slab:
Greg Strzempka – Guitar base, vocalista
Elyse Steinman – Guitar solo, backing-vocals
Mats Rydström – Baixo
Niklas Matsson – Bateria

Discografia:
* Assmaster (1987)
* True Death (1989)
* Raging Slab (1991)
* From a Southern Space (1991)
* Freeburden (1992)
* Dynamite Monster Boogie Concert (1993)
* Black Belt in Boogie (1995)
* Sing Monkey, Sing! (1996)
* The Dealer (2001)
* Pronounced: Eat Shit (2002)

*Se interesar, procure assistir no Youtube aos vídeos de What you Have Done, Anywhere but Here e a balada Take a Hold, vão entender o que digo. Gracias.

Pin-up-pagem moderna

Que tal esses jovens artistas da atualidade, posando no melhor estilo pin-up? Mazáh!!!

Alexis Bledel (Gilmore Girls)
Alice Braga (Eu sou a Lenda / Predadores)
Carla Gugino (Sin City / Watchmen)
Christina Aguilera
Hayden Panettiere (seriado Heroes)
Kate Mara (24 horas / Brokeback Mountain)
Malin Akerman (Watchmen)
Rebecca Romijn (X-men)
Scarlett Johansson
Vinessa Shaw (seriado 70 Show)

Desconecte

Mandei um e-mail como de costume para um grupo de amigos com este vídeo do “Desconectar”. Eu mesmo percebo que estou cada vez mais enraizado por esses diversos caminhos de canais da internet, Orkut, Youtube, Msn, Facebook, Twitter, e assim vai. Assim, o tempo me parece cada vez mais curto para o mundo real, o aqui e agora. Não, não se preocupem milhões de fans desse blog, isso não faz parte de algum discurso de última hora sobre o fim disso daqui, a chalaça vai continuar até o fim do mundo, em 2012 (sic!). Tá, ok, voltando ao mundo real… quero mais tempo para ler meus livros, tocar mais violão, caminhar mais (estou precisando), encontrar mais pessoas e principalmente ter mais tempo livre para não fazer nada, não ter pressa nem pressão. Este em suma é então o super-ultra-fucker-recado: viva mais o agora (no mundo real, é claro).
O legal desse papinho furado é que recebi de volta de meu amigo Vladimir um e-mail com a resposta para o link do vídeo que eu havia enviado, o que me parecu o resumo de certa forma do que também penso. Vou na cara dura colocar aqui o texto desse amigo (bãisch… é leitor aqui do blog), na presunção de achar que ele não vai me pocessar por isso. Assim espero ao menos (vamos ver).

*Segue o tal e-mail com a resposta resposta que eu gostei.

Na Galileu deste mês tem uma mini entrevista, prá não perder tempo, com um tal Richard Watson, que é o guru do slow thinking. Ele fala justamente disso. Que as pessoas estão perdendo sua habilidade de socializar-se, enquanto as máquinas ficam mais humanas.
As pessoas se isolam, selecionam com quem querem se realacionar e vão perdendo a sociabilização por seus grupos ficarem cada vez mais homogênios, tendo dificuldade até de pensar por falta da diversidade e de estarem ocupadas com seus brinquedinhos, por onde se relacionam e enxergam o mundo. Já que tudo está lá na web pra usar quando precisam, acreditam que o conhecimento é isso, saber qual botão apertar. Saem fora de giro cada vez mais fácil por sua ansiedade e inabilidade com coisas que não podem (nem devem) editar, bloquear ou escolher.

O carinha é consultor da IBM, Nestlé, CocaCola e outros segmentos diversos.

Vladi

Urge Overkill x Troblemakers

Em uma resenha da Zero Hora nos anos 90, compararam a minha banda Troublemakers com a banda Urge Overkill e eu particularmente até que gostei. Sempe tive uma simpatia pelo som dos caras, apesar de achar que não tinha lá muito a ver, mas era um ponto de vista sob uma nova perspectiva de como nos viam/entendiam. Claro, essas comparações são sempre interessantes, outra vez no auge da função da mesma Troublemakers, quando ainda nos apesentávamos ainda de terno (não tenho nenhuma foto da banda nessa fase – uma pena), também fomos comparados a uma mistura de Afghan Whigs com Allman Brothers (essa eu gostei mais ainda, foi na veia, porque o Allman Brothers era uma de nossas forte referências na época). Eu disse, uma de nossas referências. Havia também o Jimi Hendrix, Gov’t Mule e o Black Crowes, que pesavam bastante no nosso liquidificador sonoro. Enfim, muitas saudades daqueles loucos tempos de rock’n roll com a Troublemakers. Um dia desses quem sabe eu finalmente resolva postar algum vídeo da banda por aqui.

Tenente Cascavel em Santa Cruz

Foi no Legend Music Bar, nova casa de show de rock em Santa Cruz do Sul e era dia de inauguração. Boa sacada trazer logo a Tenente Cascavel. Espero poder assistir a mais shows “desse naipe”, ao menos já tem Graforréia marcado e que a escalação siga neste nível de shows. Sobre a banda não tem muito o que falar, os caras fizeram uma junção de alguns membros originais do TNT e Cascavellettes, duas das melhores bandas do rock gaúcho, precisa dizer mais? Ok, são feras e entendem do riscado que por nós pobres mortais do que costuma ser chamado comumente de rock’n roll. Ahãn. Depois do show ainda tive a oportunidade de ter uma ótima conversa com o baixista Luciano Albo, grande figura. Esse é um aspecto que acho interessante ao se assistir shows de bandas em lugares menores, muitas vezes se pode ter uma conversa direta com o próprio artista. O único ponto fraco da história foi o calor infernal que fez no ambiente do show (poderia ser maior ou melhor distribuído), se no lado de fora estava agradável prá caramba, lá dentro tava aquele clima tipo sauna. Mas valeu, o rock tem dessas coisas. Que venham novamente. Ah! Tava me esquecendo, teve um mosh inesquecível que um cgordinho de suiças completamente drunk deu do palco para cima da galera, foi um dos mais legais que já vi. Só que ele pulou mas a galera embaixo não colaborou com a sua intenção e CATAPLAFT!!!! Não consigo entender como num lugar atrolhado de gente no melhor estilo empurra-empurra, se consegue em questão de centésimos de segundos abrir um espaço daquele tamanho, uma clareira, para aquela bela aterrissagem estilo “tijolo”, do tal rocker super entusiasmado. É mermão, não é fácil!

*A Tenente Cascavel é:
Tchê Gomes: vocal e guitarra
Márcio Petracco: guitarra e voz
Luciano Albo: voz e baixo
Paulo Arcari: bateria

http://www.myspace.com/tenentecascavel

Uma guitarra, um slide e um banquinho

Sábado de muito calor, abafado prá caramba e nada de interessante para fazer. Resolvi realizar uma função inesperada que prefiro até chamar de meu primeiro show solo, ou algo como um “pocket show” relâmpago para quase ninguém. E quando digo para quase ninguém, é para quase ninguém MESMO! Armado apenas da cara e da coragem e mais umas balas Chita no bolso, peguei minha guitarra, um pequeno amp, cabos e mais algumas tralhas e fui para a Locadadora Cadu Vídeo, que é do meu grande amigo Cadu, claro. Pensei, ao menos lá tem um ambiente climatizado, bom para ficar nessa dia murrinhento. Cheguei de surpresa (ao menos prá ele foi!), nem falei nada, entrei com a muamba toda, fui direto num canto e já sai arrumando espaço, arredei mesas, cadeiras, joguei fios pelo chão e ele nada, quieto no balcão, só me olhando. Continuei com a  função e nada de conversa (eu já tinha estado lá um tempo antes, no começo da tarde, anterior a idéia dessa função e por isso a omissão aqui de um possível “olá” ou sequer um “como vai” entre nós, nesse momento), vapt-vupt o circo estava armado, o palhaço pronto para tocar e assim foi.
Tchóin..pléin..pléin…crach..cranch… Assassinei umas 6 ou 7 músicas em cerca de uns 40min (assim imagino), tudo sem voz, só guitarraços instrumentais em volume e interpretações coerente com o lugar e situação (ok, sou rocker mas não sou burro). Com o slide destilei alguns blues renhetas de minha própria autoria, músicas que toco somente em casa “ad infinitum”, quando estou mofando no sofá e hoje ganharam o mundo…rssrsr, mais alguns poucos rock’s básicos tirados diretos de minha guaiaca. O repertório foi decidido em meio a caminhada até a locadora. Platéia? Náh! Prá que isso. O mega evento foi tipo 3 horas da tarde, aquele caloréu na rua, bafão quente prá carvalho, é claro que não tinha ninguém. Ah! Tá, só algumas pobres almas estiveram lá é verdade, mas não se incomodaram pelo jeito. Dado o recado, desliguei tudo, recolhi as tralhas e me fui. É, essa vida de músico chinelão não é fácil.

*A Locadora do Cadú não tem site, só um blog. Taqui ó:
http://caduvec.blogspot.com

De volta às velhas (novas) páginas

Depois de vários anos e uma pilha de mais de 60 exemplares acomodados num canto aqui de casa, finalmente me aparece em mãos novamente uma edição importada da revista Guitar World quentinha (dez/2010). Mazáh. E o melhor, foi presente! Báh, que felicidade, tava com saudades das matérias gringas sobre guitarras e equipamentos, as entrevistas e aquela qualidade das fotos e material muito melhor do que as edições concorrentes. Em tempo, sempre fui mais fan da Guitar World do que da Guitar Player (mais de Coca do que Pepsi, de Fender do que Gibson, de Stones do que Beatles, do Xis do Ilgo do que Cachorro quente do Cisso). Gracias por esste presente, a alegria de meu final de semana. Até me deu vontade de tocar de novo! Pléin, cranck..cranch…pléin..pléin…pléin…

Linguajar macanudo

Já que o assunto tá bombachudo, quel tal conhecer alguma expressões gaudérias.

• Afiado como navalha de barbeiro caprichoso.
• Agarrado como carrapato em culhão de touro.
• Apertado como rato em guampa.
• Aumentar como barriga de prenha.
• Bater mais que brigadiano na mulher.
• Bueno como namoro no começo.
• Cair bem como chuva em roça de milho.
• Calmo que nem água de poço.
• Causar alvoroço que nem mata-mosquito em convento.
• Chiar como uma locomotiva no cio.
• Cobiçada como anca de viúva nova e bonita.
• Comer mais que remorso.
• Como tosa de porco: muito grito e pouca lã.
• Contente como cusco de cozinheira.
• Contrariado como gato a cabresto.
• De boca aberta que nem burro que comeu urtiga.
• Devagar como enterro de a pé.
• Dormir atirado que nem lagarto.
• Encardido como peleia de caudilho.
• Encordoado como teta de porca.
• Enfeitado como bidê de china.
• Engraçado como gorda botando as calça.
• Esfarrapado que nem poncho de gaudério.
• Esparramado como dedo de pé que nunca entrou em bota.
• Esperto que nem gringo de venda.
• Faceiro como mosca em rolha de xarope.
• Feia como mulher de cego.
• Feliz que nem lambari de sanga.
• Firme que nem prego em polenta.
• Frouxo como peido em bombacha.
• Furioso como gato embretado em cano de bota.
• Gordo e lustroso como gato de bolicheiro.
• Gosmento como cuspida de bêbado.
• Grosso como rolha pra poço.
• Grudado como bosta em tamanco.
• Judiado como filhote de passarinho em mão de piá.
• Louco como galinha agarrada pelo rabo.
• Mais à vontade que bugio em mato de boa fruta.
• Mais alto que cavalo de oficial.
• Mais amontoado que uva em cacho.
• Mais angustiado que barata de ponta-cabeça.
• Mais apertado que nó de soga em dia de chuva.
• Mais apressado que cavalo de carteiro.
• Mais arisca do que china que não quer dar.
• Mais assanhada que china solteira em festa de casamento.
• Mais assustado que véia em canoa.
• Mais atirado pra trás que pica-pau em tronqueira.
• Mais atirado que alpargata em cancha de bocha.
• Mais atrasado que bola de porco.
• Mais baixo que vôo de marreca choca.
• Mais bonita que laranja de amostra.
• Mais branco que perna de freira.
• Mais caro que argentina nova na zona.
• Mais chato que chinelo de gordo.
• Mais ciumenta que mulher de tenente.
• Mais complicado que receita de creme Assis Brasil.
• Mais comprido que esperança de pobre.
• Mais comprido que suspiro em velório.
• Mais conhecido que a reza do padre-nosso.
• Mais conhecido que parteira de campanha.
• Mais constrangido que padre em puteiro.
• Mais curto que coice de porco.
• Mais delgado que cachaço emprestado.
• Mais demorado que enterro de rico.
• Mais desconfiado que cego que tem amante.
• Mais difícil que nadar de poncho.
• Mais duro que pau de preso.
• Mais eficiente que japonês na roça.
• Mais encolhido que tripa grossa na brasa.
• Mais enfeitado que burro de cigano em festa.
• Mais enfiado que cueca em bunda de gordo.
• Mais engraxado que telefone de açougueiro.
• Mais enrolado que lingüiça de venda.
• Mais entravado que carteira em bolso de sovina.
• Mais escandaloso que relincho de burro chorro.
• Mais faceiro que gordo de camiseta.
• Mais faceiro que guri de bombacha nova
• Mais fácil que fazer falar um rádio.
• Mais fechado que baú de solteirona.
• Mais fedorento que arroto de corvo.
• Mais feio que indigestão de torresmo.
• Mais feio que encoxa a vó no tanque.
• Mais fino que assobio de papudo.
• Mais firme que catarro em parede.
• Mais folgado que cama de viúva.
• Mais forte que peido de burro atolado.
• Mais gostoso que beijo de prima.
• Mais grosso que cintura de sapo.
• Mais grosso que mandioca de dois anos.
• Mais grosso que dois porco abraçado.
• Mais importante que o irmão da rapariga do cabo.
• Mais inútil que buzina em avião.
• Mais inútil que mijar em incêndio.
• Mais ligado que rádio de preso.
• Mais ligeiro que tainha de açude.
• Mais linda que camisola de noiva.
• Mais magro que guri com solitária.
• Mais medroso que cascudo atravessando galinheiro.
• Mais metido que piolho em costura.
• Mais metido que dedo em nariz de piá.
• Mais nervoso que anão em comício.
• Mais nervoso que gato em dia de faxina.
• Mais nojento que mocotó de ontem.
• Mais perdido que surdo em bingo.
• Mais perdido que cusco em procissão.
• Mais perdido que chinelo de bêbado em cancha de bocha
• Mais perdido que cego em tiroteio.
• Mais perfumado que mão de barbeiro.
• Mais pesado que pastel de batata.
• Mais prestimosa que mãe de noiva.
• Mais quente que frigideira sem cabo.
• Mais quieto que guri cagado.
• Mais sério que guri mijado.
• Mais sujo que pau de galinheiro.
• Mais tranqüilo que água de poço.
• Mais triste que último dia de rodeio.
• Mais usado que pronome oblíquo em conversa de professor.
• Mais vaidoso que guri em chineiro.
• Mais velho que mijar em arco.
• Pior que a filha casar com nordestino.
• Que nem carro de funebreiro: só leva.
• Que nem serra elétrica, não pode ver pau de pé.
• Quem revela a fonte é água mineral.
• Sofrer como joelho de freira na Semana Santa.
• Solito como galinha em gaiola de engorde.
• Tranqüilo e sereno que nem baile de moreno.
• Virar-se mais que minhoca na cinza.
• Vivo como cavalo de contrabandista.

*Fonte: blog Plano Beta

Legítimo fast food gaúcho

Juro que não estou ganhando nada com isso, nenhum centavo sequer, apenas gostei da arte do material, do logo e acima de tudo da saborosa idéia deste fast food de gaudério. Afinal, nem só de arroz de carreteiro e churrasco se alimenta o gaúcho. O índio véio também precisa de uma bóia forte de vez em quando. Quero uma hora dessas experimentar esse petisco (e o melhor é que este não é um enlatado “tosco” que nem o do post anterior…rsrsrs).
A pedida é lá do Pampa Burguer, na capital, coisa enfeitada como bidê de china! Tá dada a dica.

Enlatados muito estranhos

Enlatados por natureza já são alimenos deveras “dangerous” e tem uma pequena amostra de alguns “muito estranhos”, que com certeza eu não teria vontade alguma de comer. E você, comeria algo assim?

Cheeseburger enlatado é originário da Suécia e custa em média 6 dólares
Galinha enlatada
Escorpiões enlatados são uma iguaria tailandesa. Pré-cozidos, podem ser comidos inteiros, sem o risco de envenenamento.
Conservas de boca/dentes de piranha.
Enlatados de pupas de bicho-da-seda, um aperitivo típico coreano.
Cascavel enlatada, que dizem lembrar a carne de peixe ou frango.
Sopa de ninho de pássaro, uma iguaria chinesa que dizem estimular o crescimento celular, a libido e reforçar o sistema imunológico.
Miolo de porco, um prato conhecido também no Brasil, mas com alto teor de colesterol.
Da Tailândia, crocodilo ao molho curry.
Línguas de cordeiro: muito vendidas na Nova Zelândia. Custam em média 5 dólares.
Um clássico escocês, o Haggis é recheado com aveia, cebola, temperos e uma mistura de carnes de ovelha picadas (coração, fígado, pulmões e estômago).

Fui contaminado!

Recebi um e-mail que acabou por me contaminar. Fui pego totalmente de surpresa com o “vírus da felicidade”.

Sintomas:
Os sintomas desse vírus são muito característicos:
– alegria involuntária,
– ataque de risos, (podem gerar falta de ar e dores abdominais)
– espirros de felicidade;
– em alguns casos, o infectado pode morrer de rir.
Médicos dão ênfase ao fato que o vírus só traz coisas boas,
portanto, pedem que todos contaminem seus amigos, para garantir
um 2011 mais feliz e cheio de alegria.

Ele não propaga nenhuma doença, pelo contrário, deseja à todas as pessoas que foram contaminadas um 2011 muito mais feliz e alegre!
Gostei bastante dessa idéia, curti a arte em todo este trabalho da galera da TraçoD. Meus parabéns! Muitas felicidades para vocês em 2011 também.

Clima quente em conferência da ONU

Manisfestanes do Greenpeace colocaram imagens de monumentos históricos da humanidade dentro da água, como se estivessem afundando. Isso ocorreu em um protesto em Cancún, onde acontece a Conferência do CLima da ONU.
Segundo a agência de clima da ONU, o ano de 2010 deverá ser um dos três mais quentes da história. Glaciares na América do Sul e nas montanhas da costa do Alaska têm perdido massa mais rápido e durante mais tempo que os demais em outras regiões na Terra. (Foto: Eduardo Verdugo / AP Photo)

*Fonte: site G1