Em breve, Nanda nua!

A modelo santacruzense Fernanda Agnes recentemente assinou contrato para um ensaio fotográfico na revista Sexy. A data da edição em que vai aparecer nua a ex-participante do reallity “Hipertensão” (Globo), que também é ex-Miss Brasil Mundo, ainda não está definida.

*Fonte da notícia: [ AQUI ]

As coisas precisam mudar

Tenho recebido constantemente newsletters do Grêmio, faço parte do Exército Gremista (com muito orgulho) e assim estou diretamente cadastrado para receber este tipo de material. Percebi que o marketing do Grêmio tem melhorado bastante, o que é uma boa, porque antes estava muito atrás no nível das ações e materiais do arqui-rival Internacional. Aliás, entendo que há tempos o Internacional tem uma situação muito melhor na questão da sua adequação “time-empresa”, equação esta até agora ainda mal resolvida por parte do tricolor gaúcho que ainda peca por ser ainda um tanto amador, mas pelo coração do que pela razão.  Os novos tempos estão aí, consequentemente mudanças no modo de gerenciar e administrar um time de futebol também estão mudando e rapidamente, quem bobear dança. Sabe como é, má administração e pimba!!! Time na segundona outra vez. Temos de ficar de olhos abertos.
Na verdade acontece que estou ainda meio cabreiro com essa nova direção, espero que não façam mais “cagadas” mas vamos combinar de que não começaram nada bem este ano de 2011, vide os recentes acontecimentos de revés contratuais com Jonas e a novela Ronaldinho. Mas vamos em frente, como bom torcedor do “imortal” tricolor ainda creio no meu time, tenho fé e esperança em dias melhores. Aliás, mudei meu pensamento, hoje em dia estou pouco me lixando para qualquer dessas estrelas do time que começarem a fazer corpo mole,  quem quiser ir embora, que vá, o quanto antes eu digo, que fiquem somente aqueles que tem amor a camiseta do Grêmio de verdade e por favor parem com essa hipocrisia de “beijação de distintivo” para alegrar torcida. Ninguém aqui é bobo para acreditar mais nessas demosntrações “fakes”. O texto do José Pedro Goulart (post anterior), é excelente, diz muita coisa coisa sobre o futebol atual e por isso mesmo coloquei aqui. Chega de palhaçada!!! Queremos um time de bravos e guerreiros, como a própria história já se encarregou de nos mostrar anteriormente de que é possível. Nada de frescurites, que venha um novo tempo com jogadores que joguem “mesmo” com paixão e vontade e que não fiquem só fazendo pose e pensando no seu contra-cheque do final de mês.

Uma barata rock

A Barata Oriental era uma de minhas bandas favoritas do rock gaúcho, depois é claro de TNT e Cascavelettes (esses clássicos prá carai). Os caras não eram da capital, chegaram de mansinho de Novo Hamburgo e se tornaram uma revelação do rock gaúcho, ali na metade dos 80’s. O bom disso é que para mim rolou logo de cara uma certa identificação com a banda, além é claro de curtir muito o som dos caras eu tinha com a Troublemakers uma mesma espécie de cruzada, tentar a sorte na capital com o tal do rock. Eles se deram bem, a Toublemakers já nem tanto..rsrsrs! Mas não para por aí, o primo Wander Wildner era (e ainda é) muito amigo dos caras desde aquela época, quando inclusive gravou uma participação no primeiro (e único) álbum deles – A Barata Oriental (1988).Hoje em dia creio que a banda não exista mais, ao menos oficialmente, mesmo que se reunam de vez em quando para agumas apresentações esporádicas e assim sendo, o baixista Milton “Sting” há anos é o baixista da banda do Wander e Nenung, o vocal, tem a sua banda The Dharma Lovers.
Também num determinado período o EiJozecão (voz e guitarra da Troublemakers) era muito amigo da banda e frequentava seguido o QG deles em NH. Esses tempos consegui comprar um CD com essa gravação original da banda, que na época era em vinil e meu amigo DJ Cadu tem até hoje, uma relíquia do rock gaúcho.

Sem muitas delongas queria apenas mencionar que a banda é muito phoda, a gravação do álbum homônimo tem um “que” de sonoridade típicada dos anos 80 – fazê o que? Coisa de época, mas o som ainda hoje me parece bem interessante, letras irreverentes e uma ótima sacada.

No recente show do Wander em Santa Cruz, fiz questão de ter uma foto com o baixista “Sting” (A Barata Oriental), justamente por causa desse época em que eu era uma grande (AINDA SOU), fan da banda. E viva o rock!!!

>> Confira mais sobre a banda A BARATA ORIENTAL:
http://www.myspace.com/abarataoriental

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Texto do José Pedro Goulart no Terra Magazine sobre o Jonas – MUITO BOM!!!

Cala boca, torcedor!

Atenção leitor, esta não é uma coluna de esportes. Se você por acaso leu a minha última, sobre o Ronaldinho, pode ficar com essa impressão. Mas garanto que só volto ao tema pelas circunstâncias. É que o Jonas, atacante do Grêmio (sim, novamente o Grêmio), deixou o clube como quis e ainda mandou que a torcida calasse a boca na última vez em que jogou pelo time.

Cabe esclarecer quem é o Jonas para um passante desavisado: não, ele não é um Ronaldinho, um Ronaldo, menos ainda um Renato. Por outro lado, sim, ele foi o goleador do último Campeonato Brasileiro, jogando pelo Grêmio, pago pelo Grêmio, recebendo passes de jogadores do Grêmio, festejado, estimulado pela torcida do Grêmio.

Pois o Jonas saiu. E saiu, como dito, arrumando uma briga oportunista com a torcida, com o dedo na boca num gesto de quem exige silêncio: calem-se! E ainda chutou a bola em direção aos pagantes – um ator que joga o sapato na plateia. Depois do jogo, saiu de cena e mergulhou num covarde silêncio.

Eu aqui não quero falar do Jonas, do contrato mal elaborado, mal proposto por quem assinou pelo clube. Eu aceito as condições que lhe dão o direito de fazer o que bem quiser – e ele que faça as contas com a sua consciência.

Eu quero apenas me dirigir ao torcedor de futebol no Brasil. Seja do Flamengo, Corinthians, Fluminense, Palmeiras, Vasco, Santos, São Paulo, Bahia, Botafogo, Cruzeiro, Atléticos, do Olaria, Bangu, enfim, e do Inter e do Grêmio, claro. Vocês sabem por quem estamos torcendo? Vocês sabem afinal qual é a nossa parte nessa cantoria desafinada?

Somos um número – um bilionésimo número depois da vírgula.

Aquele herança afetiva de quando íamos ao jogo, levados pela mão do nosso pai, avô, tio. Aquela lendária história contada e recontada sobre o goleiro que morreu ao defender um pênalti decisivo, ou sobre o atacante que jogou com o pé quebrado. Tudo isso virou farofa nostálgica com pitadas e de pieguice, polvilhada de um romantismo tolo.

Não bastasse o único apelo da grana para um jogador jogar num clube hoje em dia, com trocas de camisas e beijos em distintivos diferentes a cada ano, a Seleção privilegia os que jogam fora – estimulando ainda mais o êxodo.

Basta. Chega. Que se convoque jogadores daqui e ponto, como forma de garantir algum interesse. “Tupy or not tupy!”.

Que se façam jogos em horários humanos, mesmo que interfiram na novela das 8. Que seja devolvido um aspecto perto do original às camisetas, privilegiando as cores, os distintivos: os jogadores de hoje parecem homens-sanduíches, verdadeiros ambulantes de propaganda.

Todos sabemos do mundo corporativo. Da necessidade de ganhos. Mas qual é o fim disso, afinal? Quais os limites? Uma fábula cuja moral é sempre invertida? Cadê os mocinhos, os heróis, os autênticos? Onde se pode achar um pouco de amadorismo no meio dessa indecente busca de resultados? Até quando vamos frequentar um circo onde os palhaços ficam nas arquibancadas?

Pois bem.

Nós que deixamos a filha de sete em casa no domingo, ignoramos o lazer da família, botamos a grana – que muitas vezes faz falta – no clube; que destinamos nossa audiência, nossa paixão e tudo isso com uma fidelidade de cachorro. Nós que enfrentamos estádios sujos, banheiros podres, violência nas ruas. Nós que suportamos o frio, a chuva ou a vergonha de uma derrota, avisamos:

Nunca, sob nenhuma hipótese, aceitaremos que um outro jogador – seja milionário, craque ou perna de pau, nos mande calar a boca.

O resto nós ainda vamos discutir.

 

José Pedro Goulart (jornalista e cineasta)
Confira aqui: http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI4911783-EI8210,00-Cala+boca+torcedor.html

 


Pura matemática

Este ano teremos 4 datas muito fora do comum…
1/1/11,
1/11/11,
11/1/11,
11/11/11 …

AGORA tente entender isto…

Separe os 2 últimos dígitos do ano em que você nasceu.
Some com o número da idade que você fará êste ano…

O TOTAL SERÁ SEMPRE 111…

POR EXEMPLO:
Quem nasceu em 1938 – (os 2 últimos dígitos são: 38)
Somando-se com a idade de seu próximo aniversário: 73

Total ==> 38 + 73 = 111

AGORA TENTE VOCÊ!

FANTÁSTICO, NÃO É MESMO???

Nova camiseta da seleção canarinho?

Segundo consta, esta é a imagem do que “deve” ser a nova camiseta da seleção brasileira para 2011, que vazou na internet esta semana. Será mesmo??? Bem, tomara que não, pois já afirmo que não gostei, aliás, pelo jeito não é só a Puma no Grêmio que tá errando feio a mão nos últimos modelos de camiseta, a “poderosa” Nike também com a seleção canarinho.
O novo uniforme da seleção será lançado dia 31 de janeiro, no Rio de Janeiro e a estreia nos gramados está programada para o dia 9 de fevereiro, no amistoso contra a França, em Paris.

*Cartas para a redação.

Wildneiragens II

Como era suposto e esperado, sim, fui no Legend Bar com alguns amigos e colegas de trabalho assistir o show do Wander em Santa Cruz do South, terra de mulheres bonitas, cerveja gelada e rock’n roll. Tá, não consegui tomar a cerveja Coruja, mas segundo consta e como o próprio Wander anunciou durante a apresentação, os caras tem mais de 35 tipos diferentes de beer lá, portanto, deve haver grandes chance de eu encontrar uma cerveja dessas.
Indo direto ao assunto, foi um dos melhores shows do Wander Wildner que já assisti, desta vez de Les Paul branca em punho meteu mais distorção do que o habitual em seus guitarraços, assim como o som grave do baixo estava tri alto e pulsante como manda a cartilha do rock’n roll, este atual baterista é o melhor de todas as suas formações e quanto ao Jimi Joe, bem, é o Jimi Joe de sempre, um guitarrista peculiar e diferenciado, não faz o óbvio e isso prá mim já diz tudo. Achei que desta vez o Wander (não sei se propositalmente ou não), tava soando com mais punch, imagino que nesses últimos anos todos, em sua carreira solo, ele tentou sair um pouco da mística do punk rock. Sempre percebi sua guitarra soando limpa sem o acesso fácil que seria o do pedal drive atochado, talvez para assim se distanciar do apelo punk e chamar mais atenção as suas canções inseperadas. Sábado em Santa Cruz não, o tal drive tá la´e mais atuante do que nunca, não era o peso do metal nem nada – ainda bem (é claro), mas tava lá sim aquele ronco mais forte. O repertório foi legal, não faltaram seus clássicos mas foi mais focado no seu úlitmo CD e teve até um certo momento reggae night, em uma música em que até o Wander mencionou isso com uma risadinha. Muito bom, normal como se deve esperar de um show dele, ou seja, direto e sem frescura, assim como o rock TEM QUE SER.  Ao final do show conversamos rapidamente mas nada que valha ser mencionado por aqui nessas mal traçadas linhas digitais. O engraçado foi que na hora de ir embora, ao chegar perto do carro escuto uma voz me chamando de longe, era o próprio Wander, que é meu primo (já tinha mencionado isso?), ao lado da van da banda, se preparando para zarpar de volta a capital gaúcha. Então pudemos conversar novamente, conversas de família, discos, músicas, shows, guitarras e a pedido dele mesmo, queria fazer uma foto junto comigo. Ok, vamos lá! Aproveitei e depois eu é que pedi para fazer uma com a banda também. Queria ter uma foto com o Jimi Joe e também com o Milton Sting, que foi baixista de uma de minhas bandas preferidas do rock gaúcho no final dos 80’s, a “Barata Oriental”. O próprio Wander toca de vez em quando algumas músicas deles em seus shows (sábado tocou Mares de Cerveja). Se puder, procure pelas músicas dos caras, é legal (lançaram somente 1 disco).
Enfim, mais um dia rockn roll.

Troublemakers em matéria da Folha do Mate deste sábado (22/01/2011)

Ne edição deste final de semana do jornal Folha do Mate (Venâncio Aires/RS), Geferson Kern, que escreve a coluna “Alto e bom som” (segundo caderno), para minha grande surpresa, escreveu um texto sobre da TROUBLEMAKERS. Mesmo que a banda tenha terminado suas atividades lá por 1998, parece que ainda tem algum poder de fogo até hoje por aqui. Bom, gostei. Essa matéria no jornal provavelmente tem a ver com o fato de que publiquei esta semana no Youtube 6 vídeos de uma antiga apresentação da banda no programa Radar, em 1996 (todos eles estão aqui no blog – confira posts anteriores). Coloquei algo como 2 ou 3 links desses vídeos também no Twitter, onde provavelmente o Geferson deve ter pescado sua referência para esta matéria. Não sabia de foma alguma de sua tal “paixão” pela banda. Fico agradecido, a banda era boa mesmo e imagino que deveria ser divertido assistir a gente tocando, era um som com uma pegada diferente do que a maioria das bandas de POA fazia naquela época. O Geferson tem a sua opinião sobre os fatos, gostei de várias de suas aboradagens, coisas até que eu nem sequer havia pensado, e claro, pode ter exagerado aqui ou ali em algumas coisas, mas volto a dizer, é o seu ponto de vista da coisa. Eu de minha parte, coloquei os vídeos no Youtube mais por uma questão histórica, de manutenção do legal rock’n roll da banda no mundo virtual. Algo como – o tempo passa, mas a história fica! As fotos, as músicas  e agora estes vídeos, estão ali para mostrar “mais um lado” dessa história, cada um que julgue como quiser.
Mas uma coisa me deixa chateado, algumas pessoas quando assistem a esses vídeos da Troublemakers, via de regra se apegam mais coisas bobas do tipo: como tu era magro, como fulano era assim, isso ou aquilo. Putz! Não estou nem aí, o que me incomoda é que não prestam atenção na banda, ao som em si, isso sim é o importante. Gostariam que percebessem que haviam ali dois guitarrisas metendo riffs e fraseados de guitarra o tempo todo, não tinha uma guitarra solo, tinham duas. A cozinha era da veia blues mas tinha pegada (e implantava o terror quando necessário), som sempre no talo, pouquíssimas covers – os shows eram 90% de músicas próprias – SEMPRE! Sim, fomos também de certa forma precurssores no lance de usar ternos nos shows ao vivo (os vídeos do youtube são de uma fase posterior), mas não éramos baseados na vibe dos Beatles, era mais por causa da banda Tin Machine do David Bowie, dos Cascavelettes e do fato de que bluseiros estavam quase sempre de ternos quando tocavam. Sim, a T.M. era muito influenciada pelo universo do blues, mesmo que não pareça. Cantávamos em inglês porque era uma coisa da época, parecia ser o caminho mais natural no rock, outras bandas gaúchas que começaram com a gente também o faziam assim, Acústicos & Valvulados, Ultramen, Mr. Pappoo, etc. Tem ainda o fato de que o Emerson apesar de ser irmão do Wander Wildner, tinha como sua referência uma escola musical completamente diferente da do irmão punk rock, além de que estávamos numa época muito diferente da de agora, não havia internet, nem como baixar tablaturas desse ou daquele som, ver vídeos explicativos de rock, riffs ou músicas no Youtube e essas coisas do tipo. Tudo era mais batalhado, no suor e na raça mesmo, com o ouvido colado na caixa de som do toca-discos, repetindo tal faixa de um disco (LP), para tentar tirar um acorde ou batida, trocentas vezes até conseguir captar o som certo (ou imaginar que havia conseguido…rsrsrsr).
Fico agradecido ao gesto do Geferson, seu texto, onde finalmente abriu seu coração headbanger ao rock’n roll e também por declarar ser um fan incondicional da Troublemakers, mazáh! Assim se mostra um pouco mais da história do rock para uma nova geração local (se vão gostar e ou entender, não sei). Valeu!!!

Abaixo a matéria completa:
Folha do Mate – Segundo caderno – Alto e bom som (Gerferson Kern)

Toybaldbass

No blog do Tuta, amigo e cumpadre de tantas chinelagens, tem alguns desenhos que ele postou com a vibe “toy”, que ele mesmo tem feito de sua família. Eu, como assíduo leitor do blog, tava curtindo os tais desenhos e até cheguei a deixar um recado sobre os mesmos, agora para minha supresa, pimba!!! Tem um desenho “toy” meu lá também. Mazáh galo véio!!!
Gracias Tuta (mermão), my chapito de long time. Apenas o seguinte, é corda demais para mim tocar, não dou conta desse rock’n roll todo. (Dá-lhe SG bass).

Wildneiragens

Wander Wildner seu punk-folk-rock em Santa Cruz do Sul, 22 de janeiro (2011), no Legend Bar – Rua Borges de Medeiros, 24.

22 de janeiro – sabado – 23h – LEGEND BAR – SANTA CRUZ – RS – Rua Borges de Medeiros, 24
com jimi joe (guitarra), mauricio chaise (baixo) e marcelo scherer (bateria)

Venâncio Aires – matéria no Estilo Viagem

Confira [ AQUI ] a matéria do programa Estilo Viagem (TVCOM), sobre a cidade de Venâncio Aires.

http://wp.clicrbs.com.br/estiloviagem/tag/igreja-de-sao-sebastiao-martir/?topo=52,1,1,,197,e197

Quer entrar em contato com os locais mostrados no programa?

Igreja Matriz de São Sebastião Mártir
(51) 3741.1501

Casa de Cultura / Museu
(51) 3741.5313

Parque do Machry
(51) 3741.6088

Museu Agrícola
(51) 9996.0350

Escola do Chimarrão
(51) 9708.9574

Troublemakers – “Electric Storm”

Finalmente, depois de muito tempo consegui disponibilizar no Youtube algum material em vídeo da Troublemakers, banda antiga da qual fiz parte e volta e meia me pego com saudades, bastante eu diria. Essa função foi uma apesentação ao vivo no programa Radar em 28/05/1996, portanto, há um bocado de tempo, aliás, bons tempos aqueles. Éramos cara de pau mesmo, rock’n roll tosco, cantado em inglês, mas sabíamos como nos divertir, ah, sabímos… tá lá toda malemolência e o ziriguidum do roqueiro mirim metidinho. Duas coisas engraçadas nesse vídeo, uma é que o cameraman parece que tá sempre focando o intrumento errado em termos da ação e outra, são os efeitos que aplicaram nas imagens na hora da filmagem, putz!

Agora com a ajuda do meu chapa Dudu Napa, que me deu uma mão no processo de conversão de mídia, em breve e com tempo, espero disponibilizar mais alguns vídeos com outras músicas da Troublemakers, nessa mesma apresentação. Aliás, em termos de imagem da Troublemakers, o que tenho de material é mais ou menos isso, este show e um outro ainda mais antigo no Opinião, talvez ainda consiga um vídeoclip de “Frigidaire Woman”, dirigido pelo Wander Wildner, mas vamos ver… enquanto isso, enjoyem-se. É o rock!

O abandono de George

Que tal essa, o dia em que George Harrison deixou os Beatles em janeiro de 1969, por apenas alguns dias, após uma discussão com Paul McCartney durante as gravações de “Let it Be”!? Sendo que mais tarde John Lenon manifestou sua vontade de substituí-lo por Eric Clapton. Tcharãããnnn!!!! Veja o vídeo abaixo e confira mais fatos dessa interessante história no Site Riffola.

Devilcrushers

Meu amigo Silver esses dias me apresentou uma banda “heavy” de Santa Cruz do Sul, que é de um outro amigo seu. Sim, a velha rede social analógica da divulgação através do simples “conversêition” ainda funciona também, acreditem! Aliás, ele me falou super bem dessa banda – Devilcrusher. Fui conferir e curti mesmo a peseira dos caras, o bom e velho thrash com uma cara mais moderna. Mas o que importa mesmo é saber que aqui perto, em Santa Cruz do Sul, tem uma banda séria e determinada assim, com essa pegada toda e ainda arrisco dizer, um futuro promissor. Mazáh!!!!
Taí então a dica rock da semana, o vídeo dos caras com a música “Against the False Ones”, que é a mesma que está na coletânea das bandas de Santa Cruz – já postei aqui esses tempos sobre esta coletânea (o meu CD eu emprestei, aliás tenho pegar de volta). Keep on rock! Divulgar o que é bom, esse é o negócio.

Site da banda: http://devilcrusher.com.br

Zakk book

O guerreiro do metal Zakk Wylde agora também tem seu livro com lançamento previsto para maio (lá fora), trata-se da obra “Bringing Metal To The Children” (algo como, tragam o metal para as crianças), não é uma biografia, o livro apenas promete ser um guia para todo rocker metalhead aprender a como sobreviver na selva do rock, são dicas, macetes e outras técnicas básicas de como se aventurar no mundo da música pesada. O guitarrista (ex-Ozzy / Black Label Society), contou com a colaboração de Eric Hendrikx para escrever o livro, que basicamente narra algumas de suas histórias de bastidores e da rotina de uma banda na estrada, com todos excessos ao seu redor, entre outras coisas malucas. Interessante é que o livro começa com um teste chamado de “True Rocker Test” (TRT), isto é, um “teste para o roqueiro de verdade”, o leitor responde e confere as respostas para 10 perquntas a fim de determinar se ele é um roqueiro de verdade, e deve continuar a leitura, ou se ele é apenas um completo babaca que precisa entregar o livro para alguém que seja mais metaleiro. Não poderia ser mais Zakk Wylde. Se tiver coragem, leia, pois se você se quiser ser também um bardo aspirante ao trono do heavy metal, te puxa, as dicas básicas pelo jeito estão todas ali.

21 tipos de Orgasmos Feminino

1 -Asmática………………: Uhh… Uhhh…uhhh

2 -Geográfica…………….: Aqui, aqui, aqui, aqui….

3 -Matemática……………: Mais, mais, mais, mais…

4 -Religiosa……………….: Ai meu Deus, ai meu Deus…

5 -Suicida…………………: Eu vou morrer, eu vou morrer…

6 -Homicida………………: Se você parar agora, eu te maaaaaatoooo!!!!

7 -Sorveteira……………..: Ai Kibon, ai Kibon, ai Kibon…

8 -Zootecnista……………: Vem, meu macho!!! Vem, meu macho!!!

9 -Torcedora……………..: Vai, vai, vai…

10 -Professora de Inglês.: Ohhh !!! YES !!! Ohhh… My God…!!!

11 -Margarina…………….: Que Delícia, que delícia…

12 -Negativa………………: Não…. Não…..Não…..

13 -Positiva………………..: Sim… Sim… Sim…

14 -Pornográfica………….: Puta que o Pariu… vai filho da puta….

15 -Serpente Indiana……: Ssssssssss………. Ssssssssss…

16 -Professora…………….: Sim …. isso …. por  aí…. exato….isso….

17 -Sensitiva………………: Tô sentindo… tô sentindo…

18 -Desinformada………..: O que é isso?… O que é isso?…

19 -Degustadora………….: Aí gostoso… gostoso… gostoso…

20 -Cozinheira……………..: Mexe… Mexe… Mexe…

21 -Casada……………….: Olha só, a empregada não limpou o teto!

Mais uma dos caras do Rush

Este é o video de introdução de “The REAL history of Rush – Don’t Be Rash”. Vídeo que aparecia no telão durante a tour de 2010 da banda – Time Machine Tour. Os caras são mesmo muito bons, hein! Eu já devo ter dito isso antes.

Os 2 melhores vídeos de banda de rock até hoje

quero apresentar aqui o que eu considero os 2 melhores vídeos de rock que já foram feitos até hoje, tudo muito, eu disse, muito simples mesmo, mas ambos com uma certa identidade em comum em termos de imagens e conceito, além, é claro, de sons e imagens perfeitos. Tudo o que eu imagino que uma banda de rock de verdade deve ter, está ali. É isso. Apenas isso. Posso ainda acrescentar de que há uma idéia base que vem lá do vídeo ao vivo do “Pink Floyd – Live at Pompeii”, saca!? Banda tocando e enquanto isso as câmeras dando uma geral no equipamento e no local árido – rochas, areia, chão, poeira, amps, bateria e o tal rock, sem firulagem nem putisses.
Então tá. Cartas para a redação em caso de discordarem. Aceitos novas propostas, mas acredito que não mudarei de idéia, em todo caso…

Suzi Quatro

Me lembro quando pequeno de que meu irmão mais velho (foi DJ nos 80’s), tinha em casa sempre muitos LPs, alguns eram dele e outros emprestados de amigos, num desses casos em especial, me lembro bem da capa de um disco que me chamava bastante a atenção com uma linda mulher usando um macacão colado, muito sexy, com um baixo e de nome esquisito – Suzi Quatro. Nunca me esqueci disso, da foto da capa é claro, da música dela nem tanto. Agora, depois de assistir ao filme The Runnaways, me lembrei novamente desse fato – Suzi Quatro, até pelo fato de serem mulheres de sucesso no rock que foram contemporâneas nos efervecentes anos 70. Resolvi então apelar aos meus amigos Google e Wikipédia, esse dupla sempre me ajuda bastante.
Descobri que o nome real da Suzi, que é uma americana nascida em Detroit (Michigan), em 03/06/1950, é  Susan Kay Quatrocchio, filha de pai músico de jazz.  Começou sua carreira musical aos 14 anos, tocou baixo nas bandas femininas Pleasure Seekers e Cradle com suas irmãs Patti, Nancy, e Arlene. Seu primeiro baixo foi um Fender Precision (1957), dado ela por seu pai. Teve uma série de hits de sucesso na década de 1970 com o seu glam rock, que apesar do apoio recebido pelo então muito famoso Alice Cooper, sua música encontrou maior repercussão na Europa, Japão e Austrália, do que em sua terra natal. Também atuou como atriz no seriado de TV americano, Happy Days. Hoje mesmo mais “madura”, ainda está na ativa tocando e faz shows mundo afora (veja o site oficial dela).

*Site oficial: http://www.suziquatro.com

DISCOGRAFIA:
* Suzi Quatro (1973, Can the Can na Australia)
* Quatro (1974)
* Your Mamma Won’t Like Me (1975)
* Aggro-Phobia (1976)
* Live And Kickin’ (1977) (Japão & Austrália)
* If You Knew Suzi… (1978)
* Suzi… And Other Four Letter Words (1979)
* Rock Hard (1980)
* Main Attraction (1982)
* The Best Of… (1984)
* Oh Suzi Q. (1990)
* What Goes Around (1996)
* Unreleased Emotion (1998)
* Back To The Drive (2006)

60 anos da Telecaster

A rica história de guitarras Fender começa com a Telecaster, uma duradoura maravilha de forma e função, de estilo e substância. Ainda elegantemente simples, depois de seis décadas, é a voz versátil de músicos extremamente diversificados e criativos no mundo inteiro.
Oficialmente chamada de Telecaster, em fevereiro de 1951, a primeira guitarra elétrica de corpo sólido de sucesso completa 60 anos. Ela revolucionou o modo de tocar guitarra, mudou o som da música e se tornou um instrumento de assinatura de guitarristas em todo o mundo: Jeff Beck, Jimmy Page, Bruce Springsteen, Prince, Albert Collins, Roy Buchanan, Richie Kotzen, Keith Richards,Daniel Sam (em Crossroads), Albert King, John Frusciante, Dudu Ruedel, etc.

*Gosto de guitarras de modelos clássicos, e a Telecaster é uma das guitarras que eu mais admiro. Grato Leo Fender, seu legado até hoje é inspirador e sensacional. E meus sinceros parabéns, dona Telecaster, por estes seus bravos 60 aninhos!

 

 

 

 

 

 

Rock me baby

Em uma conversa com os amigos Daniel e Dudu Napa, lembrei da banda Black Stone Cherry, que curto bastante mas fazia algum tempo que não tinha mais nenhuma notícia sobre os caras, agora parece que os estão gravando o seu terceiro álbum. Junto com o The Answer, C’mon, Blackwater James, Taddy Porter e o Down, são minhas ocupações auditivas no momento. O rockn’roll tosqueira, baby, segue em frente, goste você ou não!

*Vontade de viajar, play loud, uma banda, conhecer novos lugares…ahhhh.

Novelão mexicano – Ronaldinho & A$$i$

Chega dessa conversa de Ronalidinho, já estou de saco cheio dessa novela, se eu fosse da diretoria do Grêmio teria largado de mão, desistido dessa parada, o cara vai ainda é acabar estragando o atual time do Grêmio. Tem um começo de Libertadores logo ali à frente, num jogo decisivo e nem se comenta nada. Vi que o time adversário, Liverpool do Uruguai, já está treinando super focado no Grêmio (com ou sem o Ronaldinho), e é isso o que importa afinal. O tricolor não depende do Ronaldinho nem muito menos dos humores e das peripécias do mano leiloeiro A$$i$.  O que foi aquela coletiva de ontem? Alguém me explica o que não foi explicado. BASTA! O Grêmio é maior do essa chalaça toda, nem quero mais falar sobre o assunto. Só sei que não se brinca com a torcida do Grêmio. Ronaldinho – já vai tarde!!!!

*Nem merece imagem por aqui este post.

Kick ass blues

Que tal esse momento botinada-cowboy-song “te manda daqui”, que o guitarrista Marc Ford (ex-Black Crowes), aplica em pleno placo durante seu show, num músico local metido, durante um festival de blues em Moscou (Rússia), em 2007. O Marc Ford é um puta guitarrista e se tem uma coisa que é sagrada para todo artista/músico, é o momento do “seu show”, ninguém tem o direito de pentelhar, atrapalhar ou se intrometer enquanto alguém desenvolve o seu trabalho, sua arte, sua música, gostando ou não.
O carinha ali queria aproveitar e levar um pouco da fama e glória na carona do calor do show de um outro músico (banda) –  TÔMA!!! Se meteu a bacana, queria tocar sua gaitinha (harmônica) junto, a galera não topou, mas não foi suficiente. Levou o que merecia. Butina blues!
*A coisa acontece lá pelos 4:40min dessa jam. Vale a pena conferir…rsrsrsr.

Uma banda chamada Cry of Love

Sei, é um nome medonho para uma banda de rock, ainda mais se os caras tem um puta som “na manga” como é o deste caso, portanto, Cry of  Love é perfeitamente perdoável. Tá, o nome não é bom, mas a sonzeira báh – muito phoda!!! Banda de southern rock surgida em 1991, em Raleigh, na Carolina do Norte (EUA), gravou apenas 2 álbuns e depois se separaram em meados de 1997. Lamento, quem curte um bom rock’n roll com pegada, ótimos solos de guitarra e um punch que poucas bandas tem hoje em dia… é, fica a saudade. Audley Freed (guitarrista), foi convocado para o lugar de Marc Ford na banda “Black Crowes”, ocupando esse posto por vários anos e alguns álbuns, até a volta de Ford ao seu antigo posto, em 2005. Outro da formação clássica do Cry of Love que foi para uma banda de maior renome no cenário mundial, é Robert Kearns (baixista), atualmente no Lynyrd Skynyrd.
Aumente a porra do som de seu computador e confira os vídeos abaixo, o segundo é uma coletânea de várias músicas. Enjoyem-se!

A banda:
Kelly Holland – Vocals (1991-1994)
Robert Mason – Vocals (1997)
Audley Freed – Guitar (1991-1997) –  BLack Crowes / Gov’t Mule e outros
Robert Kearns – Bass (1991-1997) – Lynyrd Skynyrd
Jason Patterson – Drums (1991-1997)

Discografia:
– Brother (1993)
– Diamonds & Debris (1997)

O gigante Randy Rhoads

Várias vezes já parei para pensar como seria o cenário ou então a história do rock, se o garoto prodígio da guitarra, Randy Rhoads (25 anos), não tivesse falecido prematuramente num tolo acidente de avião (veja o segundo vídeo abaixo). Recentemente lendo a bio do Ozzy, isso me ocorreu novamente. Rhoads ficou mundialmente famoso ao ser escolhido para ser o guitarrista da banda de Ozzy, que estava iniciando então na época a sua carreira solo, pós Black Sabbath. O Randy, o baixinho magrela que era um gigante na música, um dos melhores guitarristas do rock pesado, cultuado até hoje, gravou apenas 2 álbuns com o Madman (“Blizzard of Ozz” – 1980 e “Diary of a Madman” – 1981), o que já foi o suficiente para causar um enorme impacto no universo da guitarra, tanto que na época já tinha dois modelos exclusivos de guitarra Jackson com sua assinatura no design do intrumento. Muitos guitarristas famosos do heavy metal sempre o mencionam como sua maior influência. Tinha uma técnica muita apurada e junto com Eddie Van Halan, revolucionaram a abordagem da guitarra no rock pesado dos 80’s, como Jimi Hendrix já havia feito no final dos 60’s. Rhoads, que também era professor de guitarra (sua mãe tinha uma escola de música), mesmo já estando na banda de Ozzy e em tournê pelos EUA, quando tinha algum tempo livre, procurava um professor de música clássica da local para lhe dar aulas. Dizem que era bastante educado, humilde, não bebia e nem muito menos consumia drogas, como se poderia imaginar ou esperar de um guitar hero. Sua morte prematura foi apenas foi caso do destino ou então puro azar, mesmo que tenha sido clara a imprudência do piloto do avião.  fato que acabou por nos privar de sua arte, sua música, que com certeza teria evoluído e sua participação no contexto mundial da guitarra teria sido ainda maior do que já é. Gracias, man!

Manos separados mas não parados

Ainda ansioso e bem curioso sobre o que os manos Robinson (Chris & Rich), irão aprontar agora separados e muito provavelmente seguindo em carreiras solo depois de mais esse hiato (ou seria o fim!??) do Black Crowes. Uma pena, o Black Crowes para mim é uma das melhores bandas de rock e o time completo tem a vibe certa, “a força”, algo assim como Batman, He-man, Superman, Ben10 ou o Olho de Thundera, ou seja, imbatível! Seja como for, teremos de volta aquele período em que os manos fizeram seus álbuns particulares, que venham então novamente com seus materiais e quem sabe depois, cansados dessa brincadeira, resolvam se reunir novamente e seguir em frente. Abaixo um vídeo do Chris Robinson, ainda da sua fase “solo” (The New Earth Mud), anterior a última reunião do Black Crowes. O legal disso é que conava com Audley Freed na sua banda – mazáh! Esse também é galo prateado na guitarra. É esperar prá ver, melhor, ouvir.

Geraldo Flach

O Rio Grande do Sul esta semana perdeu um de seus maiores expoentes, o músico Geraldo Flach, pianista, arranjador e compositor, considerado um dos maiores nomes da música instrumental do sul do país. Atuou no Brasil e no exterior com seu quarteto ou em parceria com outros artistas, entre os quais Nana Caymmi, Ivan Lins, Djalma Corrêa, Renato Borghetti, Luiz Carlos Borges e os argentinos Guilhermo Zarba e o grupo Cuatro Vientos. Reunia em sua música elementos do folclore, da música urbana e do jazz,  sempre com uma textura de som brasileiro. Teve músicas gravadas por artistas como Elis Regina, Emilio Santiago, Taiguara e Borghettinho, assim como também realizou trabalhos para trilhas sonoras de cinema, ballet e especiais para televisão.

Alguns de seus prêmios:
– Instrumentista da Década (1991),
– Prêmio Açorianos de Música como Melhor Arranjador (1992), Melhor Compositor e Melhor Disco (1993), Melhor Instrumentista (1995) e Melhor Arranjador (1998).

Myspace: http://www.myspace.com/geraldoflach