O que deveria ser verde mas não era, bem tocado mas não era?

Sim, essa vida de baixista um dia teve um começo e claro, foi do modo tradicional, um bando de amigos com um objetivo em comum.. hum..humm… deixa eu ver… Ah! Sei lá qual era mesmo a tal porra de objetivo na época, mas com certeza tinha a ver com rock’n roll, grana, fama, trago, mulheres, mais mulheres, sexo e uma mesa de pinball ou bilhar na sala.
Taí um ou outro retrato das antigas, da banda Sapo de Plástico, lá pelos idos de 1985, em Venâncio Aires.

A primeira banda a gente nunca esquece. O Sapo de Plástico – nome de banda ridículo e esquisito sei – veio de uma piada e foi ficando, ficando, colocando os pés ne mesa de centro quando assistia TV, assim, sem pedir licença prá ninguém nem nada e quando percebemos já estava definido como nome da banda ou do bando, como queiram. Eu tinha uns 16 anos, muitos sonhos, era imaginativo, tinhauma coleção de LPS legal, meus amigos também e até achava que seria um bom baixista um dia. Tolo!
O Sapo era Iuri “Will Buck Will” Azeredo (vocal), Tuta (guitarra), Sandoval (baixo) e Daniel Trapp (bateria). Foi bem divertido e aqui não vale aquela frase, “o teu passado te condena”. Que nada! Foi muito bom, divertido, assutamos muita gente como nossas músicas, distorções de guitarra e fizemos muito barulho, literalmente, naquela época. Marcamos um período na história local da nossa geração, podes crer.

*Fotos feitas pela irmã do Fabrício Haas (Susi), na época namorada do Tuta.

PROMOÇÃO!
Quem adivinhar o local onde foram feitas essas fotos ganha um adesivo da extinta revista digital Ninguém Lê.