Nova camiseta da Seleção Brasileira de Futebol (2013)

A NIKE, marca esportiva patrocinadora oficial da Seleção Brasileira de Futebol, lançou a nova camiseta oficial (modelo 2013). Segundo consta, está 23% mais leve e com uma estrutura de malha 20% mais resistente do que os modelos anteriores, com tecnologia Dri-Fit e mantendo um compromisso ambiental – o tecido da camisa possui 96% de polyester reciclado.

http://www.facebook.com/nikefutebol

*TEXTO DA NIKE: O Brasil está de roupa nova para a Copa das Confederações. A nova camisa da Seleção é elegante, digna das tradições pentacampeãs. Ao mesmo tempo, é a mais moderna do mundo. Um produto inovador desenhado para melhorar ainda mais o desempenho dos nossos atletas e vestir os 190 milhões de brasileiros. Esta é a camisa que nos une.

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Bixo da Seda – III (show ao vivo em 1998)

Apresentação ao vivo da banda Bixo da Seda no Show Heróis do Rock realizado em 8/05/1998, no auditório Araújo Vianna em Porto Alegre – RS. Este show contava ainda com Made in Brazil e Tutti-Frutti.

*O Bicho da Seda se apresentou com a seguinte formação:
Fughetti Luz – Vocal
Marcos – Baixo e vocaiss,
Mimi – Guitarra e vocaiss
Edinho – Bateria.

Set List:
-Brilho da Cidade
-Trem
-História
-Hora do Crepúsculo
-Já Brilhou
-Tocha
-Bem Chegado
-Rockinho
-Bicho da Seda
-Campo Minado

Bixo da Seda

Bixo da Seda foi uma banda de rock formada em Porto Alegre no início dos anos de 1970, e que iniciou a carreira com o nome de Liverpool, em 1965, passando a chamar-se Liverpool Sound e, após 1971, Bixo da Seda. Com o nome Bixo da Seda, a banda teria partido para “uma levada de rock inglês, num mix de influências, próximo do progressivo”, conforme o jornlista e pesquisador Gilmar Eitelvein. As letras, compostas por Fughetti Luz, eram extremamente críticas e psicodélicas. Tendo se tornado uma espécie de lenda no rock do sul do Brasil, a banda reuniu-se, posteriormente, para shows, tendo tocado, por exemplo, no Festival Morrostock 2011, na cidade de Sapiranga. Já Fughetti Luz emplacou muitos sucessos em sua carreira solo compondo para bandas conhecidas no Rio Grande do Sul, tais como Taranatiriça, Bandaliera e outras, e atualmente, encontra-se em retiro espiritual no interior do Estado.

História:
Como Liverpool, nome com que a banda se tornaria primeiramente conhecida localmente, e que se justificava pelo fato da banda fazer, a princípio, covers dos Beatles, a banda chegou a escrever a discografia de Marcelo Zona Sul, um filme sobre a juventude carioca dos anos 60 que tinha Stepan Nercessian e Françoise Forton nos papéis principais.
No início dos anos 1970 ainda, adotaram o nome de Bixo da Seda e após se transferiram para a cidade do Rio de Janeiro, tendo lançado lá o disco Estação Elétrica, em 1976. O nome da banda teria sido dado pelo filho de Leonel Brizola, Zé Vicente Brizola, que era, naquela altura, integrante da banda. No disco gravado no Rio de Janeiro, com o afastamento de alguns dos integrantes iniciais, um dos participantes da gravação foi um ex-componente da banda Os Bolhas. Três anos depois, terminou a banda, que voltou a reunir-se para shows, posteriormente, havendo uma certa “rotatividade” de integrantes[3]. Na mesma época, se apresentaram como grupo de apoio ao conjunto vocal As Frenéticas.
Apesar da sua produção pequena, a banda até hoje é famosa no circuito progressivo gaúcho e, possivelmente, foi a partir dela que se originou o termo “rock gaúcho”.

Formação:
Fughetti Luz – voz, letras e composições.
Pecos (Wilmar Ignácio Seade Santana) Pássaro – guitarra
Mimi Lessa – guitarra
Renato Ladeira – teclados
Marcos Lessa – baixo
Edson Espíndola – bateria

Discografia:

  • 1969 – Por Favor Sucesso (como Liverpool)
  • 1970 – Marcelo Zona Sul (como Liverpool)
  • 1971 – Hei Menina (como Liverpool Sounds)
  • 1976 – Bixo da Seda

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QOTSA 2013

E o Queens of The Stone Age deve lançar um novo álbum de stúdio ainda neste primeiro semestre de 2013. Algumas participações importantes já estão escaladas para as gravações como a volta de Nick Oliveri para o baixo e uma mãozinha mais do que supimpa de Dave Grohl (NIRVANA / FOO FIGHTERS), na bateria. Também já confirmaram suas participações especiais nas gravações: Trent Reznor (vocalista do NINE INCH NAILS), Jake Shears (SCISSOR SISTERS) e também Mark Lanegan. Um timaço!

*Enquanto isso já existe até um documentário satírico sobre a gravação do novo álbum do QOTSA:

Neil Young – “Driftin’ Back”

Imagens desconexas de estúdio, filmes antigos e longuíssimos trechos com imagens psicodélicas e caleidoscópicas. Assim é o clipe de “Drifting Back”, a longa jam (de espantosos 27 minutos) e mais longa faixa do disco duplo “Psychedelic Pill”, do canadense NEIL YOUNG com a banda CRAZY HORSE. O vídeo não é fácil de ser assistido, mas a canção, longe de ser um exercício de paciência, é uma longa viagem para ser apreciada em cada nota, em cada batida de Ralph Molina e ficar feliz por ainda existirem músicas assim em pleno 2012 e quem sabe, repetir a experiência após as imagens de surf que fecham o clipe.

*Texto do site Whiplash

Ritchie Blackmore Custom Shop Tribute Stratocaster

Que o guitarrista Ritchie Blackmore foi o criador de um dos maiores e mais emblemáticos riffs de guitarra da história do rock’n roll há mais de 40 anos atrás já sabemos, mas a novidade é que a Fender resolveu homenagear este excelente músico com uma edição especial (tributo) da sua Stratocaster preta, da época de “Smoke on the Water” (1972), no Deep Purple.

….
O Ritchie Blackmore Tribute Stratocaster leva de volta no tempo para as margens do Lago de Genebra, Suíça, onde a fumaça da queima do Montreux Casino pairava sobre as águas em 4 de dezembro de 1971, quando o prédio foi destruído. Naquela noite, os membros do Deep Purple assistiram o “fogo no céu” de seu hotel e se inspiraram para criarem um clássico do rock atemporal. Blackmore tocando riff em uma poderosa Stratocaster 1968 preta, não sabendo na época que ele estava criando uma figura arquetípica de guitarra que seria imitada ansiosamente por legiões de guitarristas.

*Confira o hot site da Fender para essa incrível guitarra especial em tributo aos serviços prestados ao rock por Ritchie Blackmore.http://www.fender.com/en-BR/custom-shop/features/ritchie-blackmore/

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Engenharia de TV colorida

Um TV colorida estileira vintage, talvez muitas pessoas talvez jamais tenham visto essa função ou sequer ouviram falar em prosa e versos, mas até que era bem comum nos 70’s – o tal apetrecho consistia numa tela retangular que deveria ser bem transparente, dividida em faixas coloridas (o número de faixas poderia variar), que era para dar “tunnada” com um certo ar de TV colorida na sua TV PB – o que não deixa de ser engraçado. Me lembro de quando pequeno ver “essa tecnologia” aplicada em alguns aparelhos de TV de alguns parentes ou alguns amigos, mas na real eu nunca curti e nem tampouco meus pais resolveram aderir (ainda bem!!!), a tal engenhosidade da “colorificação” de imagens de sua Televisão PB. Ufa! Senão eu staria enxergando tudo atrapalhado (mais ainda) até hoje em dia.

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Incêndio na boate em Santa Maria

Sempre me parece muito um ato muito fácil este de se apontar o dedo para a cara de quem julgamos serem os culpados por isso e aquilo, sem mesmo termos a uam boa compreenção direita dos fatos. Assim sendo não quero dizer – mesmo que pareça óbvio, de que os donos da boate Kiss em Santa Maria, alguns de seus seguranças e outros fatores em meio ao pânico foram determinantes para esta tragédia em um ambiente de festas sem as devidas questões de segurança estarem bem resolvidas ou em dia (saída de emergência, sinalização, pessoal treinado para este tipo de situação, alvarás, licenças, extintores, etc…), até porque meu chapa, você já parou para pensar de quantos lugares assim normalmente frequentamos e que também provavelmente estão na mesma situação?
Até agora pouco ou quase nada se falou é da banda ou do tal cara que provavelmente teria dado causa ou iniciado todo este processo do fogo/incêndio com um show pirotécnico no palco. Volto a dizer, não estava lá, não vi e o que sei é apenas pelas notícias da mídia, mas na boa, tem de ser mesmo muito “anta-top-master” para fazer um negócio desses num ambiente fechado.

*Enfim, só resta desejar que esta centenas de feridos sobreviventes se recuperem logo, o quanto antes e força nessa hora triste para os familiares, amigos e colegas que faleceram.

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A maior tragédia de nossas vidas

*por: Fabrício Carpinejar
Morri em Santa Maria hoje. Quem não morreu? Morri na Rua dos Andradas, 1925. Numa ladeira encrespada de fumaça.

A fumaça nunca foi tão negra no Rio Grande do Sul. Nunca uma nuvem foi tão nefasta.

Nem as tempestades mais mórbidas e elétricas desejam sua companhia. Seguirá sozinha, avulsa, página arrancada de um mapa.

A fumaça corrompeu o céu para sempre. O azul é cinza, anoitecemos em 27 de janeiro de 2013.

As chamas se acalmaram às 5h30, mas a morte nunca mais será controlada.

Morri porque tenho uma filha adolescente que demora a voltar para casa.

Morri porque já entrei em uma boate pensando como sairia dali em caso de incêndio.

Morri porque prefiro ficar perto do palco para ouvir melhor a banda.

Morri porque já confundi a porta de banheiro com a de emergência.

Morri porque jamais o fogo pede desculpas quando passa.

Morri porque já fui de algum jeito todos que morreram.

Morri sufocado de excesso de morte; como acordar de novo?

O prédio não aterrissou da manhã, como um avião desgovernado na pista.

A saída era uma só e o medo vinha de todos os lados.

Os adolescentes não vão acordar na hora do almoço. Não vão se lembrar de nada. Ou entender como se distanciaram de repente do futuro.

Mais de duzentos e cinquenta jovens sem o último beijo da mãe, do pai, dos irmãos.

Os telefones ainda tocam no peito das vítimas estendidas no Ginásio Municipal.

As famílias ainda procuram suas crianças. As crianças universitárias estão eternamente no silencioso.

Ninguém tem coragem de atender e avisar o que aconteceu.

As palavras perderam o sentido.

Mustache rock – II

Mais alguns clássicos “mustache rock stars” de ontem e hoje…

Freddie Mercury
Freddie Mercury
Anthony Kiedis - RHCP
Anthony Kiedis – RHCP
Lynyrd Skynyrd
Lynyrd Skynyrd
Jon Lord
Jon Lord – Deep Purple
James Heatfield - Metallica
James Hetfield – Metallica
Prince
Prince
Saxon
Saxon
Crsby, Stills e Nash
Crsby, Stills e Nash
Phil Lynot - Thin Lizzy
Phil Lynot – Thin Lizzy
Michael Stipe - REM
Michael Stipe – REM
Jesse Hughes - Eagles of Death Metal
Jesse Hughes – Eagles of Death Metal

Mustache rock – I

Este aparato estranho que após um devido e meticuloso recorte repousa em meio a face de muitos roqueiros famosos, já foi a bola da vez em determinada época, depois virou sinônimo de “breguice” e agora, pelo jeito, retomou o fôlego novamente e com a cara e acoragem está de volta. Sim, estamos falando aqui do tal bigode na cara de alguns músicos famosos. Que tal dar um confere no tempo e história do rock sobre isso…

Chuck Berry
Chuck Berry
Beatles
Beatles
The Allman Brothers
The Allman Brothers
Black Sabbath
Black Sabbath
Carlos Santana
Carlos Santana
Bob Dylan
Bob Dylan
Frank Zappa
Frank Zappa
Eric Clapton
Eric Clapton
Jimi Hendrix
Jimi Hendrix
Ritchie Blackmore
Ritchie Blackmore
Lemmy - Motorhead
Lemmy – Motorhead
Nick Mason - Pink Floyd
Nick Mason – Pink Floyd
John Bonham - Led Zeppelin
John Bonham – Led Zeppelin
Robert Plant - Led Zeppelin
Robert Plant – Led Zeppelin
Scorpions
Scorpions

Masters of the Air – Spielberg e Tom Hanks outra vez

Surpresa! Aguardem que em breve a dupla Steven Spielberg e Tom Hanks deverão voltar a ativa com mais uma incrível produção “militar” para uma minisérie da HBO. O sucesso de Band of Brothers e The Pacific, relatando importantes fronts dos EUA na Segunda Guerra Mundial desta vez deu margem para um novo enfoque, vendo as coisa de cima. A série terá como base o livro histórico “Masters Of The Air: America’s Bomber Boys Who Fought The Air War Against Nazi Germany” , de Donald L. Miller, e deve estrear no final de 2013 (ou início de 2014).
Masters of the Air abordará as missões da Oitava Força Aérea (Eighth Air Force), um grupo de pilotos que tiveram de enfrentar desafios físicos, psicológicos e morais sem precedentes durante várias batalhas contra o exército nazista, culminando na missão Schweinfurt–Regensburg de 17 de agosto de 1943.

*Fonte: Jovem Nerd

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Zen e a arte da manutenção de motocicletas

Estou procurando este livro, quero muito lê-lo e é claro, por motivos bastante óbvios prefiro encontrar uma edição com esta capa mais crazy, a da ilustração colorida meio 70’s style, sackqueim!? Este livro estava em tudo que é canto quando do meu tempo de piá e minhas constantes peregrinações por livrarias e bancas de revistas. O título sempre chamou atenção mas sei lá, deveria ter outras prioridades naquela época e então passou somente por meus olhos e acabou derrapando na curva do esquecimento.

Estes dias, meu chapa Tuta lembrou desse livro em meio a uma de nossas tantas conversas remendadas de assuntos diversos, sem meio e fim. Tóin! A fagulha acendeu outra vez e mais legal de tudo, aquela velha capa de outrora atualmente me chama mais a atenção (sim, um bom livro também precisa ser medido por uma boa capa –  contrasenso aquela velha frase),se bem que nem sempre é uma verdadeira verdade isso, mas but…. Então aqui agora estou eu a procura deste livro (que sumiu das bancas e liverarias). Tá, já encontrei na internet mas tem um sério problema. A capa é modernosa e não é AQUELA capa!!!

Sei, parece que tudo ficou apenas centrado na tal da capa da porra do livro e nada no conteúdo. Ok! Mas me deixa curtir a viagem antes mesmo de começar a ler o livro.
Achei uma edição free na web em pdf deste livro, mas ainda prefiro a velha opção de ler um livro no modo vintage, encadernado, com uma bela capa e no papel. Tenho dito!

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Morrer e viver pelo rock’n roll

Wilko Johnson, ex-guitarrista dos Dr. Feelgood (65), anunciou a sua despedida dos palcos com quatro concertos no Reino Unido, serão shows literalmente de despedida, depois de comunicar de que foi diagnosticado com um câncer terminal no pâncreas.Em 2004 perdeu para o câncer a esposa, Irene, com quem estava junto desde a adolescência.

O agente do músico, Robert Hoy, no Facebook explicou que os concertos marcados para março darão a “oportunidade para Wilko expressar a sua sincera gratidão aos fãs por todo o apoio recebido ao longo da carreira”.

Wilko Johnson tem 65 anos e decidiu não receber tratamento ao cancro por quimioterapia.
“Ele está bem disposto e, por enquanto, não está a sofrendo quaisquer efeitos físicos. Ele espera ter mais alguns meses de saúde razoável”, revelou a nota assinada pelo seu agente.

Guitarrista pioneiro do movimento punk rock britânico, Johnson foi um dos fundadores dos Dr. Feelgood, antes de criar a sua própria Wilko Johnson Band nos anos 1980.

O artista britânico é ainda conhecido por ter participado na série de TV da HBO – “Game of Thrones”, interpretando o papel de um sinistro carrasco mudo.

*Fonte: Lux

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Dicas de pilotagem de moto off-road (motocross / enduro / trilha)

MOTOCROSS

CURVANDO…
Se você é veloz nas curvas, a tendência é que seus tempos de volta também sejam bons. Você pode ganhar muito tempo nas curvas se escolher um bom traçado, frear mais tarde, e manter seu embalo alto por toda a curva.
Existem inúmeros tipos de curvas, nas quais se aplicam técnicas básicas: quando você entrar numa curva, coloque-se na posição de ataque, isto fará com que seu peso fique no centro da moto, então, tanto a suspensão dianteira quanto a traseira estarão com distribuição de peso igual; enquanto você deita a moto, coloque o pé para o lado de dentro da curva, esticando-o para frente da moto, mantendo perto do eixo da roda dianteira; conserve sua perna razoavelmente esticada, porém sem travar a articulação do joelho. Mantenha o pé do lado de fora da curva bem firme, fazendo pressão na pedaleira. Lembre-se de colocar seu peso na pedaleira de fora, e no assento você deve usar a parte superior do corpo (tronco–braços–cabeça) para obter melhor equilíbrio.

As curvas são compostas de: entrada, execução e saída.
– a entrada é feita freando tudo até o ponto em que você for virar;
– a execução é a forma como você estará virando;
– e a saída é quando você acelera tudo, procurando o máximo de tração.

Além disso, as curvas são feitas de três maneiras:
– fazendo em pivô;
– fazendo em escora;
– fazendo em derrapagem.

Explicando
A entrada de curva é quando você freia forte, empurrando seu corpo bem para trás em pé na moto. Após a freada com distribuição de peso, você começa a deitar a moto, levando todo peso de seu corpo bem à frente, para maximizar a tração na roda dianteira, procurando uma linha mais suave possível.
Na seqüência vem a execução, onde procura-se maximizar a tração e o balanço. Você consegue a tração quando forçar a pedaleira de fora da curva e o balanço (posição do corpo) com inclinação ao contrário, com os braços de dentro da curva mais longos (esticado) e o de fora mais curto, com os cotovelos para cima em 90º graus com o antebraço.
A posição do tronco deve ser em vertical e um pouco inclinada para frente, ajudando a aumentar a tração na roda dianteira. Você deve assentar-se na quina do banco (inclinação contrária), mantendo o corpo na vertical.
As saídas de curvas têm uma forma mais explosiva, onde é necessário procurar maior tração para despejar toda potência do seu motor. Na primeira parte da saída de curva, você deverá manter seu corpo mais à frente (para equilibrar a moto na sua aceleração inicial), levar rapidamente o pé para a pedaleira e começar a acelerar forte. Se por acaso a roda dianteira levantar demais, incline o tronco ainda mais para frente, sobre o guidão.
Assim que a moto começar a andar rápido, você transfere um pouco do seu peso para trás, para ganhar mais tração na roda traseira. Normalmente, nas motos acima de 250cc, o método preferido é a curva em bico. Isto porque este método facilita o objetivo, que é fazer na pista, o maior número de retas. Já nas motos de 125cc, por exemplo, é bastante viável uma tocada forte em derrapagem controlada.

COMO ACELERAR…
O básico da aceleração é o seguinte:
– a moto pode acelerar com mais força, quando ela está na vertical, de pé.
– a moto também acelera mais forte nas retas, quando você distribui o seu peso na roda traseira para obter mais tração.
– mantenha a roda dianteira leve, apenas tocando levemente no chão.
– use o controle do seu peso na frente ou na traseira, como um mecanismo de tração controlando a aceleração.
– o acelerador deve ser usado com agressividade, mas bem progressivo.
Como usar a embreagem:
a embreagem é um instrumento muito importante para você suavizar sua tocada. Existem várias formas de como usar a embreagem.

SALTOS, POSICIONAMENTO…

Saltos (pulos)
No motocross, de uma forma geral, o mais importante é pular baixo, retornando o mais rapidamente possível ao solo, onde você irá usar a potência do motor imediatamente.
No supercross o importante é pular o mais longe e o mais alto possível, para ultrapassar obstáculos como triplos, duplos, mesas (table-top), camel-jump, etc.
Posicionamento para o salto
Fique em pé na moto, numa posição balanceada, com as pernas ligeiramente arqueadas para poder absorver o impacto do salto. A parte de cima do corpo deve ficar inclinada para frente, e os braços levemente flexionados.

Trajetória do salto
Na rampa de decolagem, basicamente deve-se escolher o pedaço que você irá usar, evitando ressaltos, bicos pontiagudos e partes escorregadias. Na decolagem continue com a posição balanceada, de forma que no imprevisto você possa mudar de trajetória.
No motocross escolha sempre o lado mais baixo da rampa, pois desgasta menos, menos risco de quebrar chassis, rodas e raios.

Para voar baixo
Levante o tronco para frente, empurrando o guidão com os braços e chegando o quadril bem atrás, com as pernas dobradas, para anular o efeito catapulta.
Para voar alto
Para pular alto e limpar pulos duplos ou triplos, mantenha uma posição balanceada, mas nunca se devem flexionar as pernas e nem permitir que a moto se movimente debaixo dele, de forma a não atenuar o pulo.

LOMBADAS E SALIÊNCIAS …
São três os tipos de lombadas e cocurutos (saliências do terreno): irregularidades causadas pelas motos ao acelerar e ao freiar, proeminências naturais do terreno e obstáculos feitos pelo homem.
Existem técnicas básicas que se aplicam a todos os cocurutos e lombadas. Segure firme, é como ficar preso e ao mesmo tempo solto na moto, mas sem perder o controle. A parte superior do corpo tem que estar solta e relaxada para que possa seguir o fluxo do motocross. Muitas vezes o piloto deve se segurar firme, preso, mas é só por um instante. Enquanto você melhora sua sincronização e confiança, será capaz de se relaxar e terá mais controle da moto.
Vários pilotos, principalmente amadores, se seguram muito presos, essa é a maior razão de terem problemas de antebraços travados.
É muito importante manter seu peso fora do guidão, enquanto pilota por um terreno acidentado. Prenda a moto com os joelhos, deixe a suspensão da moto funcionar para você, deixe que ela balance debaixo de seu corpo. Mantenha seu peso no centro e mova-se para trás quando a roda traseira bater nas lombadas maiores, com isto evitará com que a roda trepide e perca a tração. Não deixe seu corpo inteiro começar a se mover para cima e para baixo, segure a tensão em suas pernas e a parte baixa das costas. Mantenha a roda dianteira alta para que ela resvale no topo das lombadas. Não a deixe cair dentro dos buracos (partes fundas entre lombadas), mantenha a moto reta, não deixe a parte traseira ficar jogando de um lado para o outro. Enquanto pula pelas lombadas é importante colocar seu peso igualmente distribuído entre as rodas dianteira e traseira. Faça movimentos sincronizados e pilote relaxado.

Os pés nas pedaleiras …
Você deve usar os pés nas pedaleiras o mais próximo da carcaça do motor. Fique sempre preparado para tirar os pés das pedaleiras se tiver necessidade. Os pilotos normalmente montam com a parte funda do pé nas pedaleiras.
Quando você pilota em cavas muito fundas, é aconselhável pisar com a planta dos pés na pedaleira, ficando, assim, menos exposto. A pressão dos pés nas pedaleiras é essencial para mudar a moto de direção. Quando o piloto força a pedaleira da esquerda, a moto muda de direção para este lado e vice-versa.
Quanto mais difícil é o terreno, mais peso e mais pressão você deve colocar nas pedaleiras. Quando você força o pé na pedaleira de fora, numa curva, você proporciona mais tração e estabilidade.

SUSPENSÃO
Grande parte dos pilotos não sabe o porquê da moto não estar bem acertada. Existem várias características ligadas à suspensão e que afetam diretamente a maneira como a moto se comporta.
– pré-carga: significa o quanto de tensão que há na mola quando o garfo ou amortecedor está completamente estendido.
– taxa de mola: qual a rigidez da mola?
Alta e baixa velocidade de retorno: alta velocidade de retorno determina o tempo com que o garfo ou amortecedor irá retornar quando forem comprimidos. Baixa velocidade determina o tempo quando a suspensão for acionada até a metade.
– alta e baixa velocidade de compreensão: alta velocidade de compressão vai determinar a velocidade com que o garfo ou amortecedor irá comprimir até o batente. Baixa velocidade determina que a suspensão se mova até a metade do seu curso.

COMO EVITAR OS ANTEBRAÇOS TRAVADOS …
É muito importante preparar as mãos e o antebraço o suficiente para mantê-los em forma. Se uma atividade física é aplicada, como pilotar uma motocross, eles precisam estar condicionados. Quando os músculos começam a trabalhar pesado, há uma grande demanda de oxigênio nos tecidos musculares, e para que isso aconteça, o sangue deve circular com mais velocidade permitindo uma regularidade positiva no processo de contração muscular, evitando, assim, possíveis problemas como entorces, distensões e luxações.
Para ajudar a acelerar o condicionamento do antebraço, devem ser adicionados alguns treinos suplementares específicos, como musculação e muito alongamento.
Faça exercícios leves com a mão freqüentemente, como abrir e fechá-las o mais rápido possível por três minutos. Repita o exercício várias vezes ao dia. Seja consistente e perseverante, pois uma vez que você passar do condicionamento inicial, seus problemas de antebraços travados serão bastante minimizados.
Quanto mais suave você pilota, quanto melhor for o ajuste de sua moto e das técnicas empregadas, menos energia será gasta para você se segurar na moto. Não importa em quão boa forma você está, se não estiver pilotando direito, irá se cansar. Faça um programa de treinamento na moto e na academia. Vá com calma e trabalhe o seu programa enquanto seus músculos se adaptam. Serão necessárias algumas semanas para você começar a sentir as melhoras. Se concentre bastante em uma tocada suave e progressiva, tente fluir e gastar pouca energia.

ENDURO/TRILHA

POSIÇÃO DO PILOTO (SENTADO):

1º – o piloto deve ficar com os ombros e a coluna sempre relaxados para evitar a fadiga;
2º – os cotovelos do piloto devem ficar levemente levantados para melhor absorver os impactos do solo;
3º – para melhorar o controle da moto, os joelhos devem estar “prendendo” o tanque e as botas devem pressionar o quadro;
4º – evite soltar as mãos, recomenda-se que deixe um ou dois dedos somente sobre os comandos.
5º – o piloto deve-se sentar no centro da moto e, sobretudo sentir-se confortavel na mesma. É preciso ter em atenção que é bom para um piloto, pode não o ser para outro!

POSIÇÃO DO PILOTO (EM PÉ):

Esta posição é a mais indicada para a prática do off – road, por ser aquela que permite maior controle sobre os movimentos da moto em terrenos acidentados, além dos braços e pernas funcionarem como amortecedores diminuindo os impactos.
1º – os joelhos devem ficar levemente flexionados;
2º – as pernas deverão pressionar o quadro da moto, se possível, pressione os joelhos no tanque, para melhorar o controle da moto;
3º – o salto da bota deverá estar encaixado na pedaleira;
4º – o pé esquerdo deverá ficar ao lado do pedal de mudança de velocidades, enquanto o direito, em cima do pedal de travão para uma travagem mais eficiente;
5º – o movimento do piloto para frente e para trás, muda o centro de gravidade da moto, sendo assim, quando precisar de mais peso atrás (decida) o piloto deverá deslocar-se para trás. Recomenda-se também que se desloque o peso para trás quando se aumenta a velocidade para diminuir o peso na roda da frente, aumentando a tração e diminuindo impactos. Quando estiver em uma situação em que a direção é necessária (curva), ou em uma subida, o piloto deverá deslocar seu corpo para frente.

CURVAS:

Nas curvas, a tendência do piloto, por influência do asfalto, é sempre inclinar o corpo junto com a moto para o lado da curva, porém na terra a aderência é completamente diferente.
1º – devem-se evitar travagens bruscas com o travão dianteiro dentro da curva para não perder a aderência, o ideal é usar mais o traseiro;
2º – o piloto deve deslocar seu corpo para frente da moto, o mais encostado ao tanque possível, para transferir seu peso dando mais aderência à roda dianteira;
3º – para o lado da curva, o piloto deve inclinar a moto, mantendo o seu corpo na vertical, de maneira que seu peso continue sobre a moto;
4º – como segurança, o pé do piloto (o do lado da curva) deve ser colocado para frente com o bico apontando para cima, dessa forma, além de transferir ainda mais peso para frente, se precisar, serve como ponto de apoio;
5º – na saída da curva, já pode acelerar, dando até aquela “escapadinha”, que é muito importante para pegar mais controle na moto.

DESCIDAS:

sempre que possível, procure ficar em pé nas pedaleiras, isso lhe dará mais segurança.
1º – na descida, o peso da moto está concentrado na frente, por isso o piloto deve se deslocar para a traseira da moto, a fim de equilibrar essa situação;
2º – quando a descida está no meio do trilho e não dá para ficar em pé, o ideal é jogar o corpo para trás, quase deitando no banco e acionar os travões de forma que o da frente, sem travar, seja o mais exigido;
3º – agora, se a descida é daquelas onde o ideal é o rapel, o piloto deve mesmo optar pelo “passeio a pé”, descendo da moto, segurando-a como puder, até chegar lá em baixo com segurança.

Dica preciosa: se realmente não tiver apoio para o piloto descer empurrando (ou segurando) a moto, a melhor saída é tombar a moto, de forma que consiga escorregar à frente dela para baixo primeiro, e depois a traseira, com segurança e sem quebrar nada.

SUBIDAS:

nas subidas, ao contrário da descida, o piloto deve concentrar seu peso na parte dianteira, pois a tendência da moto é vir para trás.
1º – quando a subida for muito longa, porém, com inclinação não tão forte, o ideal é imprimir uma velocidade maior para subir no embalo. Em pé nas pedaleiras o piloto vai encontrar mais segurança e dirigibilidade;
2º – se a moto vai perdendo a força durante a subida, o piloto deve ficar atento e fazer as reduções de caixa bem precisas para não desviar a força da moto;
3º – no caso de subidas onde é necessária maior tração, por exemplo, pequenas subidas no meio do trilho com piso mais escorregadio, o ideal e dosar o peso do corpo um pouco mais para trás para aumentar a aderência na roda traseira;
4º – quando a subida for daquelas tipo “parede”, deve-se colocar uma mudança bem reduzida para iniciar o serviço, se necessário, coloque os pés no chão para ajudar na força da moto, e aliviar o seu peso. Durante esse tipo de subida recomenda-se não usar a embreagem para que a tração na roda traseira seja contínua;
5º – se não houver forma ou força para subir, o bom mesmo é o velho “passeio a pé”, desça e empurre a moto ajudando na tração. Não tenha vergonha de descer da moto em hipótese alguma, pois esta poderá ser a diferença entre ficar parado e terminar uma prova;
6º – se a moto perder a força no meio da subida, ou por algum outro motivo for se descontrolar e sair da trajetória acione o travão e deita-a, a fim de evitar o pior. O ideal neste caso é voltar lá para baixo e começar a subida novamente;
7º – a falta de confiança do piloto em suas habilidades é um dos motivos que atrapalham a subida de uma moto, aliás, que atrapalha todas as técnicas.

TRONCOS:

A técnica para ultrapassar barreiras como troncos e grandes raízes é bem simples, porém depende muito de experiência e equilíbrio.
1º – o piloto deve ficar em pé nas pedaleiras, de preferência em 1ª velocidade, perpendicular ao tronco;
2º – quando a moto encostar a roda da frente no obstáculo, o piloto deve empiná-la, deslocando seu corpo para trás, diminuindo o impacto na roda;
3º – a roda traseira deverá bater no tronco de forma que a moto vai se firmar e cair para frente;
4º – depois disso, com a aceleração, a moto tracionará e passará o tronco. O piloto não deve tirar seu peso da traseira da moto para não desequilibrar.

ATRAVESSAR RIOS OU ALAGADOS:

Antes de começar a travessia, deve-se levar em conta que a moto não foi feita para andar na água, então é bom tomar muito cuidado com vedações e tubulações que poderão “engolir” essa água. Outra coisa é que, deve-se primeiro, saber a profundidade desse rio. Uma maneira é analisar se dá para ver o fundo, quanto mais claro mais raso, porém, a melhor técnica mesmo é descer da moto e conferir.
1º – o piloto deve colocar a moto em uma velocidade reduzida para a travessia;
2º – o ideal é posicionar-se em pé nas pedaleiras, com o peso do corpo mais na traseira da moto, evitando possíveis impactos na roda da frente;
3º – deve-se manter uma aceleração média e contínua, sem usar a embreagem para evitar a perda de tração e melhorar o equilíbrio.

ATRAVESSAR LAMAÇAL, AREIA FOFA, CASCALHO OU PEDRAS:

A situação nestes quatro casos é basicamente a mesmo, a tendência da moto é perder o controle porque a roda da frente quer sempre ir para o lado errado, principalmente se estiver devagar.
1º – mantenha-se em pé nas pedaleiras, pressionando o quadro da moto com as pernas;
2º – a moto deve ficar em uma velocidade em que a rotação se mantenha média e constante para não perder a tração;
3º – o piloto deve deslocar seu peso para parte traseira da moto, aumentando a tração e facilitando a dirigibilidade, evitando assim que a moto fique solta;

ATOLAMENTO:

Esse para mim é o maior motivo para tirar o piloto de uma prova. Quando se atola, a primeira reação é fazer força, em alguns casos, muita força, assim o piloto acaba com seu fôlego para o resto do percurso. Mas aqui vai a técnica mais preciosa de todas.
1º – primeiro, quando for atolar, evite enterrar a frente da moto, essa técnica depende da frente “solta” para funcionar, se não tire a frente da moto no braço;
2º – nunca fique acelerando demais, achando que um piso milagroso, lá no fundo, vai aparecer e te dar tração. Quando acontecer isso. Pois só vai conseguir atolar mais;
3º – desça da moto do lado direito, para que você tenha condições de acelerar;
4º – mantenha a moto engatada em 1ª velocidade;
5º – solte a embreagem gradualmente, de forma que o pneu traseiro perca a tração e fique girando em falso;
6º – com a mão esquerda, pegue na traseira da moto, levantando-a e a empurrando para frente;
7º – quando firmar novamente a tração aperte a embreagem e suba na moto.

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*Fonte destas informações de pilotagem: http://www.mxgrafix.com.br/pilotagem.php