Josh Homme faz a festa

Assistir ao vivo um show do Queens of The Stone Age era um sonho antigo, vem lá do do tempo em que comprei meu primeiro CD da banda meio que sem querer numa liquidação no site Submarino e depois me atordoei escutando sem tréguas o som dos caras semanas a fio. Mostrava para os meus amigos e poucos entenderam o som. Coisas da vida.
Ainda nem eram famosos mas o som tava lá aquele som hipnoitizante, a batida repetitiva, o som pesadaço do baixo do careca maluco Nick Oliveri (vai ser eternamente lembrado por ter tocado pelado no palco do RiR, mas enfim…) e as guitas nervosas do cappo Josh Homme. Aqui não vem ao caso contar a história e trajetória da banda e em tempo, sim, prefiro os 3 primeiros álbuns – mais crus, diretos e sem essa vibe de big band, mas enfim, ainda é o bom e velho QOTSA. Foda-se!
Ontem o grande dia de por a escrita em dia. Beleza. Nem preciso contar tantas coisas, o Pepsi Stage em Porto Alegre lotadaço, um show e tanto (pena que o telão falhou – mas a iluminação de palco muito phoda salvou a festa), porradaria na cara, levadas hipnóticas, contra-tempos e viradas de bateria fantásticas, timbres estranhos misturados com fuzz vintage, a bela voz e surpresa, um Josh Homme muito simpático nas conversas entre as músicas. Bingo! Só posso dizer o seguinte, quem foi deve ter curtido muito assim como eu e meus amigos. Se você não foi, perdeu um puta show e se não gosta da banda, ah velinho, azar o seu!!! Tenho dito.

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Equipe Banjopress no estacionamento, perdidaça na cata de onde deixou o carro.
Equipe Banjopress no estacionamento perdidaça, na cata de onde é deixou o carro.