Allman Brothers – a última parada

A banda Allman Brothers resolveu encerrar em definitivo as suas atividades em um último e festejado show de sua derradeira tournê, no dia 28 de outubro, no Beacon Theatre em Nova York. Não foi um fim triste, muito pelo contrário, a longa jornada desta banda de blues & rock tipicamente sulista está gravada para sempre na história da música, vai ser uma pausa, um descanso para esses velinhos safados do rockn roll.
Atualmente a formação conta com sete membros, do grupo dos fundadores tem apenas o trio sobrevivente: Gregg Allman (vocal e teclados), Butch Trucks e Jaimoe (ambos bateristas); depois chegaram os guitarristas Warren Haynes e Derek Trucks, o baixista Oteil Burbridge e o percussionista Marc Quinones, que se juntaram ainda ao longo dos anos na formação do grupo. No passado alguns outros membros tiveram também grande destaque, sendo que da formação inicial podemos citar o grande guitarrista Duane Allman (irmão de Greg), Dickey Betts (guitarra), Berry Oakley (baixo) e o também excelente baxista Allen Woody.
Um grupo de respeito, formado por excelentes músicos mas que devido aos excessos no passado e pelo avanço da idade, resolveram parar. Assim mantém a dignidade e o nome da banda intactos, param no auge da carreira e da experiência musical, quando ainda podem tocar fazendo um show incrível. Vão se “aposentar” sim, mas somente como esta banda, outros projetos e carreiras solos devem prosseguir e/ou surgir daí. Por isso não se esquente, o rock não vai morrer se dependermos da vontade e a gana desse pessoal. Claro que deixaram as portas abertas para quem sabe no futuro realizarem um ou outro show, mas nada mais de tournês.
Seremos eternamente gratos ao legado do rock sulista do allman Brothers, uam das maiores bandas de rock dos EUA, sem dívida. Muito obrigado pelo belo trabalho, brothers!

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Pit stop de valor

Mais uma sábado, dia de pegar a estrada de moto, sentir o motor e deixar a estrada te guiar por caminhos distintos e curtir o momento. Isso até pode parecer um clichê, mas não é, só quem anda assim de moto é que vai entender de verdade o que escrevo aqui. Não é para qualquer um, uma pena.
O dia tinha um aspecto estranho no finalk da manhã, cara de chuva para logo mais a trade, então seriam dois finais de semana seguidos com um rolê de moto na chuva. Mas não foi o que rolou. Depois do meio dia o sol apareceu e com força tirando qualquer dúvida sobre a possibilidade de ainda chover no trajeto. Esta vez o menor moto clube ainda sem nome estava novamente com um membro a mais, era o Alexandre, que já nos acompanhou algumas outras vezes (agora planeja vender a moto e comprar um carro – mas em breve ele volta), então este foi praticamente um de seus últimos rolês junto com a rapaziada, ao menos este ano. Planejamos uma parada estratégica para um almoço em um restaurante de beira de estrada que já conhecemos e fazia um bom tempo que não parávamos por lá para uma deliciosa comida italiana, típica de gringo. E que bela decisão foi essa. Báh! Um almoço na Cantina D’Noni, ficou até complicado seguir a jornada logo em seguida sem dar um tempinho de descanso para “a comida baixar”. Ainda abastecemos e fomos ainda de cafezinho no posto de gasolina ao lado do restaurante. Depois dessa parada estratégica seguimos em frente até Garibaldi e Carlos Barbosa, demos a volta e retornamos. Ainda esticamos o caminho cruzando por dentro de Teutônia, aumentando em alguns quilômetros o trajeto da volta por Lajeado. Beleza, mais um dia bem aproveitado de moto.

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Uhuúúú AtHome

Sexta também foi noite de show na Legend (santa Cruz do Sul), dia de Hoo-Ha-Rock com as bandas: AtHome, Animal Skin e o folk do italiano Gipsy Rufina. Para surpresa, quem abriu os trabalhos na festa foi a atração gringa, o barbudo Gipsy Rufina que mandou-bala sozinho no palco num folk ganjudo muito bom. Me impressionou. Depois foi a vez da estreia da banda AtHome, do meu chapa Cristiano Goró e o seu irmão (que ainda é menor de idade e precisou de liberação/permissão para poder tocar na noite). Aliás assistir a esta banda foi o motivo de comparecer ao show. Não decepcionou, rock básico e direto, trabalho autoral sem muita frescura. Não é um caminho fácil, mas quem disse que o fácil é melhor? Achei que mostraram muita personalidade. Depois para fechar foi a vez da Animal Skin. Mas essa eu já não assiti de perto, tava lá fora com os amigos (mas assim mesmo me deu a impressão de ser uma boa banda – o repertório e a pegada da rapaziada me pareceu legal). É que agora uma coisa já está virando tradição, qualquer evento em Santa Cruz e encontro uma penca de amigos e sempre é muito bom poder botar a conversa em dia, tomar umas cervas junto e dar um monte de risadas. E assim, claro que não foi diferente desta vez.

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Raposas do Asfalto – churrasco

O final de semana começou cedo esta vez, logo no início da noite um churrasco/galeto com os amigos do Moto Grupo Raposas do Asfalto, no QG da rapaziada a Oficina do Gringo (Venâncio Aires – RS). Prá manter a escrita tudo muito bom, uma janta sensacional com muitas histórias, aventuras e dicas no repertório. Teve até uma roda de viola lá pelas tantas na festa. Já esperando a próxima janta.

*Semana que vem tem Oktobermoto em Santa Cruz do Sul.

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Jack Bruce

Descanse em paz Jack Bruce e muito obrigado por tudo que você fez em termos de música, rock, blues e principalmente pelo mundo do contrabaixo. Valeu Bruce!

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Banjogirl Outubro de 2014

Nada melhor do que uma bela garota em meio a um bando de nerds para se compor um interssante quadro para um seriado de TV. Tubo bem, todos nós conhecemos o Big Bang Theory, que é sensacional e muito engraçado, mas nunca é demais reparar na beleza daquela loirinha. Por isso mesmo e é claro, mais uma penca de outros belos atributos, que reparamos de já estava mais do que na hora da Penny, ôps, Kaley Christine Cuoco-Sweeting (30/11/1985) ser escolhida como a Banjogirl de Outubro de 2014. Toda felicidade e para a nossa garota Banjogirl do mês! Um salve para Kaley Cuoco.

 

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Novo modelo HD no Brasil

Para a marca americana de motocicletas Harley Davidson aumentar a sua força de vendas nos países emergentes, modelos com preços mais acessíveis são a chave do sucesso. É o que em breve deve acontecer no Brasil com o lançamento do Modelo Street 750 (GX 750). Segundo consta, seu preço deve sair aqui por cerca de R$ 28 mil, menos do que a Iron 883, até então a mais barata da marca e que custa R$ 32.900.

Confira maiores detalhes na matéria do link abaixo:
*Fonte: http://www.correiodoestado.com.br/variedades/harley-davidson-lancara-modelo-mais-barato-no-brasil/226416/

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Peyton Manning – recorde na NFL

Uma grande saudação aqui do Banjomanbold para o excepcional quarter back do Denver Broncos, Peyton Manning (#18), que ontem entrou para a história do futebol americano ao completar 509 passes para touchdown. O record anterior pertencia a outra lenda da NFL – Brett Favre (508 passes para TD), que já está aposentado e é o responsável direto pela equipe do blog gostar desse esporte. Mas Peyton Manning é sem dúvida alguma um grande QB, muito justo esse seu record e aliás, ontem mesmo ele chegou a marca de 510 passes, na vitória sobre o  San Francisco 49ers. Atingiu este meta com cerca de cincoenta e tantos jogo à menos do Brett Favre levou par ao seu record., até a sua aposentadoria.
Manning provavelmente tem ainda mais uns 2 ou 3 anos de NFL em time de ponta e jogando em alto nível, portanto, essa sua marca ainda vai aumentar… bastante!
Parabéns Peyton, que aliás o talente vem de berço, ele faz parte de uma linhagem de famosos QBs na NFL, seu pai Archie Manning (#8 ), jogou pelo New Orleans Saints na década de 70 e o irmão Eli Manning (#10), que ainda joga no New York Giants e assim como Peyton, também já foi campeão de Super Bowl.

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Sete vidas em sete cordas

Teaser da série SETE VIDAS EM 7 CORDAS, que conta com a curadoria e apresentação de Yamandu Costa e irá ao ar em 2015 no Canal Brasil e na TV Cultura.
Em sete episódios, a série vai contar histórias do violão de 7 cordas e seus principais personagens.

Nem sempre é dia de sol

Quase sempre as postagens aqui no blog com referência a um rolê de moto no final de semana, mencionam um dia de sol bonito, clima bom e essas coisas. Acontece que hoje foi um daqueles dias em que não teve nada disso. Um sábado cinzento, feio, com chuva e temporal na madrugada mas que deu uma trégua pouco antes do meio dia, o que já foi o bastante para dar margem a ansiedade e a vontade de andar de moto se manifestarem. E assim foi! Um telefonema e o menor moto clube sem nome já estava pronto para encarar o desafio e pegar o trecho.
Dias de chuva tem lá sua emoção também. Saímos de casa nas motos sabendo que a qualquer momento no caminho, tanto na ida como na volta, a certeza de aquele aguaceiro no horizonte escuro iria baixar em nossas cabeças, uma aventura interessante. É bom saber pilotar em dia de chuva, importante ter essa segurança e firmeza.
Dessa vez não levei junto a máquina fotográfica nem tampouco o celular, sabe como é, em dia de chuva quanto menos coisas carregar, melhor. Nossas motos por uma questão de escolha e estilo, sei lá, não tem os tais alforges ou bolsas penduradas e esses tipos de coisas (cada um com o seu gosto), então fica implícito de que o que não cabe nos bolsos do colete ou da jaqueta, não vai! Também tem o fato de que na estrada não se brinca, a coisa é séria e não dá para ficar parando a qualquer instante, por isso e aquilo e fazer fotos. Até gostaria, poderia sair algumas fotos interessantes num dia de chuva, mas enfim, deixa prá lá, o objetivo é mesmo “curtir andar de moto”. As fotos são detalhes pequenos, um fragmento, um registro amador e vagabundo dessas nossas empreitadas.
Enfim, o rolê de moto acabou sendo muito bom, bem maior do que o esperado, mudamos o trajeto e inclusive demoramos mais do que o previsto. A chuva apareceu, mas nos deu uma colher de chá e surgiu somente nos cincoenta e tantos quilômetros finais, quando já estávamos no percurso de volta. Nos molhamos, mas não foi aquele enxague com de outras vezes. E tem mais essa: “se molhar saindo de casa é uma coisa; se molhar voltando para casa é bem outra”. Mais um dia daqueles.
Pôxa, na real se for contabilizar, quase todos esses rolês despretensiosos de moto acabam sendo momentos incríveis, lugares interessantes, visuais e sensações bacanas, não importa o caminho. Tenho dito.

*Eu já tinha feito este post quando o Pretto me mandou umas fotos. Ele fez com o seu celular quando já tínhamos chegado. Então este rolê, no final de contas, ainda teve sim um registro fotográfico. Mazáh! Segue abaixo.

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