Divoltz

Depois de semanas sem um rolê de moto de final de semana, até mesmo de sequer andar de moto, de colocar a Shadow para venda e também de inacreditavelmente escapar ileso de um acidente de moto na cidade, em que tinha tudo para ter me quebrado (santa proteção!), chegou a hora outra vez.
Estava moendo de saudades de voltar a pegar a estrada novamente e o dia prometia, afinal, como dizem: cerração que baixa, sol que racha. O sol na real não “rachou” tanto assim depois da cerração da manhã, deu as caras mas não foi tudo aquilo. E lembrem, o dia prometia chuva. Mas afinal estamos no inverno aqui no sul, não poderia ser um clima diferente.
Ainda tive de buscar a Shadow que nos últimos tempos estava meio que de paisagem lá na revenda em que a coloquei (ainda quero vender a moto, apenas vou trocar de revenda), preparar as coisas, ligar para o Pretto – essa vez o Vladi e a Fabi não estavam por perto, para seguir o trecho.
Só para constar aqui, havia até uma outra opção inesperada nesse final de semana. Um amigo recentemente comprou uma moto e não tem quase andado com ela, por pura falta de tempo e em função de suas atividades e trabalho, então conhecendo de como curto andar de moto e esse ambiente e tal, me pediu o favor de pegar a moto dele e usá-la de vez em quando num desses nosso rolês de final de semana. Ela confia em mim e queria botar a moto para rodar, mexer com ela para não ficar tão parada na sua garagem. Mas, justamente hoje peguei a Shadow outra vez e ela também precisava de um trato no asfalto, então vai ter de ficar para uma próxima vez.
Valeu o passeio, tudo tranquilo. Um rolê até Santa Cruz do Sul, seguindo a 287 e depois tomamos a 153, em direção à Herveiras e Barros Cassal. Um trajeto tradicional para a gente, mas é bom sempre retornar poe estes caminhos de tempos em tempos. Tudo muito bonito, calmo e com um bom asfalto – bem, ao menos melhor do que a grande maioria das outras estradas aqui da região. Teve até uma parada para um café no tradicional ponto do posto do Paradouro, que teve reformas recentes e agora tem até wi-fi e está um espaço meio malução, com diversos ambientes, salões, um restaurante, espaço reservado no pátio e nos fundos, até uma casinha elevada, tipo uma guarita, com uma bela vista para o vale.
Na volta escureceu mais cedo e até pegamos em alguns trechos um começo de cerração, ainda na parte alta do vale. Mas depois descendo a coisa voltou ao normal. Ah! Dessa vez combinamos de não fazer nenhuma parada na bela e extensa ponte que há no caminho.
Era hora de voltar para casa, tomar um mate e seguir a vida. Mais um sábado daqueles. Tenho dito!

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