O que você não resolve em sua mente, seu corpo transforma em doença

SOMATIZAR
Transformar (conflitos psíquicos) em afecções de órgãos ou em problemas psicossomáticos.

Todos nós sabemos, ou deveríamos saber que uma determinada somatização de quaisquer tipos de sentimentos e pensamentos negativos, situações mal resolvidas, palavras não ditas geram problemas ainda maiores do que somente o stress. Hoje em dia, já se é comprovado a total influência mental e emocional em seu estado de saúde.

Sabemos que obviamente não se trata somente disso, porém como o próprio título deste artigo diz o que você não resolve em sua mente seu corpo transforma em doença. E como isso funciona?

Muito simples você acumula dentro de si tudo que deveria se livrar. Stress acumulado, preocupações, sentimentos negativos, enfim, tudo o que não deve lhe pertencer. Isso gera a tal falada “somatização”. Você concorda comigo que se seu corpo está com algum problema, para que você saiba que ele não está bem, ele precisa “avisar”? Isso envolve: sistema muscular, sistema respiratório, sistema cardiovascular entre outros.

 

SINAIS CEREBRAIS

Apesar de mudar de pessoa para pessoa, a somatização é explicada cientificamente. Raiva, paixão, tristeza, medo e uma série de emoções causam alterações no organismo, liberando ou inibindo a produção de substâncias, como adrenalina, cortisol e serotonina.

Quando a pessoa fica durante muito tempo submetido a uma situação diferente, ela desencadeia mudanças no sistema nervoso autônomo, responsável pelos batimentos cardíacos, pela temperatura corporal, pela digestão, pela respiração e pela sexualidade. Além disso, provoca mudanças no sistema endocrinológico, que produz uma série de hormônios, e no sistema imunológico, responsável pela defesa do organismo.

Desse modo, a bagunça no corpo começa e os sintomas aparecerem – o local escolhido depende da herança genética e racial de cada pessoa. “O indivíduo tende a somatizar nas áreas do corpo que já estão mais fragilizadas ou já tiveram um problema no passado. Depende das reações e da composição física de cada pessoa”, afirma Dr. Leonard Varea. Então faça uma limpeza em seu “lixo” interior, livre-se do que pode lhe trazer danos maiores. Ame-se e resolva-se consigo mesmo para que seu corpo e sua mente não somatizem e lhe tragam possíveis novas doenças.

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*Fonte: osegredo / jana gomes

naoresolvido

Rolê de feriado de sete de setembro

Com o dia feriado de Sete de Setembro inteiro pela frente, em pleno meio de semana, nada melhor do que pegar a estrada com os amigos em mais um rolê de moto. Fizemos um roteiro já manjado até Herveira (RS-287 / RS-153), mas que a galera curte bastante ir de moto porque a estrada é boa, bonita e com bem pouco movimento nos finais de semana e feriados.

Dia de vento e um friozinho maroto, mas isso não atrapalha em nada, basta se vestir e também se equipar adequadamente e pimba! Tanque cheio e aquela emoção boa de sempre em estar de moto, livre e solto por aí. Sem muito o que contar dessa vez, tudo normal e tranquilo, nenhum perrengue, multa ou histórias de trânsito. Apenas a constatação de que depois da “grande ponte” na RS 153, o clima/temperatura muda bastante, tanto no inverno como no verão. Como é uma subida de serra, quando chegamos no tradicional postinho de nossas paradas a coisa muda drasticamente.

Hoje estava um dia nublado, frio e com cara de choveria ainda no meio da tarde. Nos apressamos na saída, até para tentar minimizar a volta debaixo de chuva, mas foi tudo tranquilo. Lá no topo do morro, em Herveiras, tava rolando um vento danado, dando uma sensação de frio de bater queixo. Para se ter uma ideia, o frentista que abasteceu minha a moto estava com uma cara de frio de dar dó, foi de poucas palavras e dava para perceber de estava era louco para voltar ao chimarrão e o cantinho dele, ali no posto.

Entramos na lancheria e fomos direto em busca de um café preto para dar uma esquentada. Aí outro atendente nos ofereceu ficar perto de uma lareira que havia no restaurante vazio. O que foi uma boa sacada, pontos prá ele. Deu até vontade de ficar por lá bem mais tempo do que o programado, de tão bom que estava. Mas o engraçado foi um garoto que apareceu para dar uma turbinada na tal lareira, trouxe novas madeiras, ajeitou melhor o fogo e segurando em uma das mãos uma garrafa com gasolina, tascou sobre o fogo. Caraca! ?Huahuahauahuau… Esse garoto ainda vai explodir aquilo lá uma hora dessas. Jogou direto da garrafa, derramando sobre o fogo. Tá louco! Coisa de guri “verde isso! Mas tudo bem, deu tudo certo.

Feito o pit stop, um bate papo de sempre, conversa furada e tal, hora de voltar. Pode parecer bobagem, mas são sempre muito bons esses momentos.

Na volta tudo tranquilo (já disse!). Esticamos ainda o caminho passando por trás de Santa Cruz do Sul, na parte traseira do Autódromo, em direção à Rio Pardo e depois voltamos então para o lado de casa, em Venâncio Aires. Dessa vez sem parada no Rancho América. Ainda uma chegada no postinho do centro para uma conversação final (hoje parecia um domingo!) e marcamos mais tarde um chopp com o resto da galera. Era isso. Mais um dia muito bom! Valeu.

Abaixo algumas imagens – *(Amigos sempre me cobram isso, então, tá).

 

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