Chase final – NASCAR Sprint Cup 2016

Ontem na prova de Phoenix foi finalmente definido o “chase” da fase final da Nascar Sprint Cup de 2016.

Os 4 pilotos que disputarão o título deste ano na prova de Homestead (Miami), domingo que vem – 20 de novembro, são: Joe Logano (#22 – Ford), Jimmie Johnson (#48 – Chevrolet), Carl Edwards (#19 – Toyota) e Kyle Busch (#18 – Toyota).

A Temporada de 2016 da Sprint Cup é a 68ª da história da NASCAR. O campeonato é disputado ao longo de 36 corridas, começando com a etapa de Daytona e terminando em Homestead. Dessas etapas, as 10 últimas representam o Chase, onde os 16 melhores pilotos nas 26 primeiras corridas disputam, em um sistema eliminatório semelhante ao mata-mata, até restarem somente 4 pilotos capazes de levarem o título da temporada na prova final.

 

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12 leis da vida que funcionam de verdade. Mesmo que você não acredite nelas

A terceira lei de Newton diz: “para toda ação, existe uma reação de mesmo valor”. Isso não se aplica apenas aos fenômenos físicos, mas também a nossa vida. Quando pensamos, falamos ou cometemos algum ato, desencadeamos a força que surge em consequência.

 

1. Lei de Causa e Efeito
O universo sempre nos devolve aquilo que fizemos. Portanto, se quiser encontrar o amor, a verdadeira amizade e a felicidade, é preciso, em primeiro lugar, amar seus entes queridos, ser um bom amigo e fazer as pessoas felizes.

 

2. Lei da Criação
O segredo para um estado de ânimo harmonioso é ser independente do mundo que lhe rodeia. Para alcançar este objetivo, você deve estar rodeado por pessoas e coisas que realmente ama e quer de verdade que estejam presentes em sua vida. Você mesmo poderá criar sua realidade.

 

3. Lei da Humildade
Não podemos mudar um situação antes de aceitá-la. E quando só vemos inimigos ao nosso redor, é porque ainda não estamos preparados para um nível mais alto de existência.

 

4. Lei do Crescimento
Nós mesmos somos os responsáveis por mudar e evoluir, e não as outras pessoas, cidades e tecnologias que nos rodeiam. Na verdade, a vida e o tempo é tudo o que temos.

 

5. Lei da Responsabilidade
A vida é um espelho. Quando algo vai mal, quer dizer que temos alguns problemas internos. Portanto, devemos nos sentir responsáveis pelo o que acontece, em vez de buscar culpados.

 

6. Lei da Relação
Até mesmo quando aquilo que fazemos parece insignificante, é importante fazê-lo. Afinal, tudo no universo está conectado e ligado entre si. O primeiro passo não pode ser mais importante que o último, nem o contrário. Ambos são necessários para realizar a tarefa proposta.

 

7. Lei da Concentração
É impossível pensar em duas coisas ao mesmo tempo. Quando você se concentra na busca por algo importante, por exemplo, valores espirituais, não haverá espaço em seu ser para a irritação e cobiça.

 

8. Lei da Aceitação
Só entendemos e realmente aceitamos aquilo que vivenciamos. Se acreditamos que algo não é certo, mas não estamos dispostos a dizê-lo, quer dizer que apenas temos uma opinião, e não conhecimento.

 

9. Lei do “Aqui” e “Agora”
Ficar parado no passado ou pensar frequentemente no futuro nos distrai do que acontece em nossa vida neste exato momento. Os modelos de comportamento ou sonhos antigos nos atrapalham na hora de encontrar algo novo.

 

10. Lei da Mudança
A história se repetirá até que cheguemos a conclusões que mudem nosso caminho. Portanto, não podemos fazer sempre as mesmas coisas esperando resultados diferentes.

 

11. Lei da Paciência e Recompensa
Não há recompensa sem trabalho árduo, e a verdadeira felicidade está em continuar trabalhando sabendo que, mais cedo ou mais tarde, atingiremos nossos objetivos.

 

12. Lei da Importância e Inspiração
Só recebemos aquilo que merecemos, pois o verdadeiro valor de algo é igual à energia e à força que empenhamos em obter o que desejamos. Só aquele que é capaz de dar é capaz de receber algo inspirador em troca.

 

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*Fonte: incrivelclub

vida1000

Qual foi o ataque de baleia mais marcante da história?

Foi uma investida feita por um cachalote enfurecido, no início do século 19, contra um navio baleeiro no meio do Pacífico. O cetáceo, de 26 metros, trombou violentamente duas vezes com a embarcação, apenas 1 metro maior do que o animal, até afundá-la de vez. Os marinheiros conseguiram escapar ao ataque, mas, após meses à deriva no mar, poucos sobreviveram – e isso após fazerem coisas inimagináveis para não morrer. Essa história acabou inspirando o escritor americano Herman Melville (1819-1891) a escrever um dos clássicos da literatura, Moby Dick. Veja como foi essa eletrizante vingança da caça!

Cetáceo vingador

Animal não deixou barato e afundou baleeiro que queria fisgá-lo

1. O baleeiro Essex deixou o porto de Nantucket, na costa de Massachusetts (EUA), em 1819, para uma expedição de caça no Pacífico Sul. Com 27 metros de comprimento e 238 toneladas, era liderado pelo capitão George Pollard Jr., de 28 anos, e levava a bordo outros 20 marujos

2. Em novembro de 1820, um ano após a partida, os marinheiros avistaram um grupo de baleias e já foram lançando seus arpões. Entre elas, estava um enorme cachalote de, estima-se, 26 metros e 80 toneladas. Com a cabeça cheia de cicatrizes, ele parecia não temer os caçadores

3. E não temia mesmo. Subitamente, o cetáceo vingador, que estava a 100 metros, sacudiu a cauda e nadou na direção do Essex, atingindo-o brutalmente na lateral. O barco balançou como se tivesse batido numa rocha, derrubando todos no chão

4. Após o primeiro choque, o cachalote enfurecido se distanciou uns 600 metros e mirou a embarcação de novo, espancando a água com a cauda. O animal então partiu como um míssil na direção do barco e deu o baque fatal. O Essex rachou e começou a afundar. A baleia desvencilhou-se das tábuas estraçalhadas e nadou para longe, sem nunca mais ser vista

5. Apavorados, os 21 homens embarcaram em três botes levando 65 galões de água e 100 quilos de biscoitos. Um mês depois, chegaram a uma ilha deserta, mas, pensando que não durariam muito ali, partiram em dois botes para tentar chegar à América do Sul. Três homens decidiram ficar

6. Os botes logo se perderam um do outro. No barco do capitão Pollard, os homens já padeciam de diarreia, desmaios e feridas por causa da dieta ruim. Sem água, eles passaram a beber o próprio xixi. Então, os mais fracos começaram a morrer. Os primeiros corpos foram jogados no mar, conforme a tradição naval

7. Porém, quando o rango acabou de vez, os náufragos se desesperaram. Para não morrer de fome, decidiram praticar canibalismo, se alimentando dos próprios companheiros mortos. Primeiro, cortavam a cabeça e, em seguida, devoravam o coração e o fígado

8. Algumas semanas se passaram e, como não houve mais baixas, os desesperados resolveram tomar uma decisão ainda mais extrema: tirar na sorte quem seria sacrificado para alimentar o grupo. O carrasco executor também foi sorteado

9. Finalmente, 95 dias após o ataque do cachalote, o bote do capitão Pollard foi resgatado por um barco. A essa altura, de tão desorientados, ele e o outro sobrevivente nem notaram a aproximação da embarcação salvadora – estavam roendo os ossos de um colega morto

• Dos 21 marujos, só oito sobreviveram: dois do bote do capitão, três do outro bote e três salvos da ilha. Dos 13 mortos, sete foram devorados pelos companheiros

• A força do impacto da baleia foi tão grande que equivaleria ao baque de um carro de 1 tonelada a 100 km/h!

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*Fonte: mundoestranho

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