A ponte

Isso mesmo, sabadão de sol, dia de pegar a estrada com os amigos. Dessa vez não somente eu e o Pretto, como das últimas vezes, mas também com o Rafa e o Luiz Carlos, que voltaram a ativa depois de algum tempo. Só que ainda, com esses dois entrando na parada já no segundo tempo do jogo. Por pouco o Vladi não chegou na hora e foi junto com a gente. Mas OK, ele deve ter se entupido de comida boa no evento de “Truck Food” em Santa Cruz do Sul, hoje.

Combinamos sairmos hoje pela parte da manhã para seguirmos até Garibaldi, contando ainda com uma grande possibilidade de expansão no projeto. Por uma série de fatores como pressão atmosférica, cálculos da NASA, eventos esotéricos, ventos alísios e demais adversidades, o nosso comboio partiu somente comigo e o Pretto, os demais combinaram de se juntarem ao nosso grupo mais tarde.

Bem, nem sempre as coisas acontecem como o previsto ou o planejado. O Vladi que estava ainda em curso de sua viagem de POA para V.Aires quando saímos, meio que perdeu o trem da história e mesmo com nossas comunicações truncadas decidiu seguir o seu plano inicial, de ir para Santa Cruz. Já o Rafa que saiu mais tarde para nos encontrar mais tarde no caminho, levou junto o Luiz Carlos. OK, 4 é um bom número. Muita gente andando junto na estrada já vira procissão. Pode até parecer bonito você estar no seu carro ou na beira da estrada e ver passar um grande número de motos andando juntas, mas não é bem assim. Se não houver combinação e uma certa organização a coisa pode sair de controle e ficar perigosa, para todo mundo. Mas isso é conversa para um outro dia.

Já na estrada, seguimos para Lajeado passando por dentro da cidade (nossa nova diversão) e não como sempre fazíamos, passando por fora, somente pela 386. Depois fomes em direção à Teutônia e daí sempre em frente. Fizemos uma parada estratégica para filarmos um café no parador do pedágio. Com isso fizemos um tempo esperando o Rafa nos alcançar. O café se alongou demais e a conversa também e nada da imagem do Rafa em nosso horizonte. Mas tudo bem, o lance era pegarmos as motos e seguirmos em frente até o local combinado para o nosso almoço, que seria no La Cantinela. Lugar incrível e que curtimos fazer uma parada toda vez que por ali passamos, quer seja para um bom café, lanche ou abastecer as motos. Quem dera ter em Venâncio Aires um lugar tão bom assim…. (fica a dica)!!!

Em pouco tempo chegaram então o Rafa e o Luiz. Beleza. Coma fome resolvida, um sorvete para arrematar e era hora de darmos sequência na empreitada. Decidimos seguir até a ponte metálica de Nova Roma do Sul. O pessoal ainda não conhecia o lugar, do grupo, apenas eu que havia ido junto com o Vladi uma vez, não lembro direito quando mas foi no final do ano passado.

Mesmo que fazia calor tava bom o clima hoje, não era aquele caloréu infernal de outros finais de semana e tinha até um vento bom, o que ajuda bastante deixando mais tolerante essa função de andar de moto no verão usando jaqueta.

Passamos por Garibaldi (453) e depois entramos no trevo para Farroupilha (ou Caxias – como queiram), indo até o trevo de Nova Roma do Sul. Na real não chegamos até Nova Roma, fomos somente até a ponte de metal, que fica no meio do caminho até a cidade. Alias que caminho bonito. É outra coisa andar de moto por uma estrada de paisagens assim tão diferentes das que vemos aqui por nossa região. Interessante ver os vinhedos muito bem organizado e alinhados, formando linhas e traçados sinuosos ao longo dos morros. E por falar em sinuoso, que descida sensacional é essa do trajeto até a ponte. PQP!!! Que coisa boa andar de moto em lugares assim!

Ao chegarmos na ponte ficou evidente que essa viagem tinha sido de grande valia. Deu para perceber de que a galera curtiu muito esse rolê até lá. Valeu Vladi por ter mostrado esse caminho.

Hey! Você que estiver lendo isso agora, fica a dica. O lugar é muito bonito e é um passeio muito bom.

*Voltando ao papo furado.

 

Fotos na ponte e essa frescurada toda, calor batendo (agora sim a coisa tava forte). Encontramos novamente um grupo de trilheiros descansando e se abastecendo com cerveja e água gelada em um bar que havia junto ao outro extremo da ponte. Fomos lá também tomar uma água, porque o sol agora estava nos judiando.

A volta foi tranquila, outra vez contemplando o caminho por esse belo lugar e então era apenas fazer o trajeto todo de volta. Uma parada para abastecer e seguir em frente. Muito grato pelo dia de hoje e pelos parceiros nessa aventura.

*Já é costume ter fotos do referido rolê de moto aqui no final, então…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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