Canudos do Vale

Hoje foi dia de rolê de moto e de descobertas, ao menos para parte do grupo. Nos encontramos no horário e local de costume, eu, Pretto, César (o irmão dele), Rafa e Luiz Carlos. Dia bonito e ainda bem, já nem tão mais quente como era apesar de fazer um certo calor ainda.

Quando nos encontramos hoje ficamos naquela e aí… para onde vamos? Dessa vez não havia um roteiro programado. Daí sempre aparece um espertinho que menciona – Ah, eu sempre sei para onde ir….bláh, bláh, bláh. Ah! Tá bom! PQP.

Cara, o legal é justamente de vez em quando se preparar para um rolê e nem ter um destino específico. É por vezes deixar a vida, o destino ou sei lá o que, nos levar a algum lugar. É jogar a moeda e deixá-la cair e ver no que vai dar. Precisamos deixar de achar que temos tudo sob o nosso controle o tempo todo. Andar de moto é um exercício de liberdade (e sinceramente não sei até quando isso vai durar), então por vezes girar a chave e deixar a moto rodar por aí, já é sensacional.

Passado o breve mimimi das gurias (rsrsrsrsrsrs…), o irmão do Pretto aparece com a sugestão de irmos até Canudos do Vale. Pimba! Gol.
É isso aí. Um lugar que a maioria de nós não conhecia, além dos manos Pretto. Beleza. A moeda caiu e deu cara.
– Cara! Vamos para Canudos do Vale.

Com a turma no trecho, seguimos para a direção de Lajeado (Rs 130). No caminho uma parada fora de ordem. O Pretto sentiu uma vibração diferente na sua moto, demos uma conferida, uma breve reunião de pauta, deliberações, sugestões anotadas, votos computados, um chutinho no pneu para dar sorte e seguimos em frente.

Um pouco mais adiante paramos em um posto de gasolina. Uma calibrada no pneu 9que na real já estava ok), mas pelo jeito a simpatia funcionou e deu tudo certo até o final.

A rapaziada chega até o trevo, depois de Lajeado e já na 386 que indica o trevo para Forqueta e Canudos do Vale na RS 424. Caraca, daí já começou a magia. Que lugar legal prá caralho e aqui pertinho. Muito bonito, asfalto em beira de morros e com o arroio Forquetinha ao largo nos acompanhando. Daí veio uma sucessão de curvas maravilhosas para se andar de moto, só que tem de se ter muito cuidado sempre, além de ser um trajeto com uma bela vista para tudo que é lado, não se esqueça – se trata de asfalto de colônia com muitas moradias na beira da faixa e a qualquer momento uma pessoa, animal ou veículo pode cruzar na sua frente (fica a dica).

Com a gente foi tudo bem. Novamente vou usar um clichê aqui, uma dos melhores passeios de moto com a turma, dos últimos tempos. Lugar incrível e já contando o tempo para voltar. Como de costume levei a minha câmera fotográfica mas já na primeira fotografia descubro de que estava sem bateria. Azar. Claro que fizeram um monte de piadinhas sobre isso. Assim as imgs de hoje nesse post são por conta de algumas fotos de celular do Rafa. Valeu Rafa!

*Acho até que foi bom, se tivesse com a minha máquina fotográfica em dia teria passado o tempo todo clicando e assim foi melhor, só rodar, curtir o momento, a moto e o caminho com a rapaziada. Canudos do Vale é uma cidade pequena, mas bem legal. Gosto de cidades nessa vibe meio provinciana, até pontezinha de madeira havia no caminho.

Uma parada para bebermos uma água gelada em frente a um ginásio, onde rolava uma empolgada partida de “bocha” num canto e uma reunião de clube de mães no salão principal. Depois de uma conversa com habitantes locais, até porque os manos Pretto conheciam a cidade de seu tempo de infância, alguns esclarecimentos, dicas, troca de informações e já estávamos em frente a uma placa de rua, que dá o nome ao avô dos manos Pretto. Se trata da Rua João Pretto, em Canudos do Vale, Rio grande do Sul. Com direito a fotografia e tudo mais. Mazáh!

Em seguida resolvemos retornar e curtir novamente o caminho. volto a dizer – muito bonito! Uma parada no interessante parque com características germânicas da localidade, com várias casinhas de estilo alemão, um labirinto “verde” (sim, tentei chegar no centro, mas tava muito sujo e com galhos travando o caminho – na real precisava de uma boa podada aquilo lá e desisti), uma ponte/pinguela muito bacana e divertida de cruzar, algumas fotos de chalaça e também uma breve caminhada de reconhecimento pelo local. Em seguida retomamos a estrada novamente no caminho de volta. Uma volta tranquila e aqui chegando, um bom chopp com os parceiros e tempo para por algumas conversas em dia.

Keep on rock.
Até a próxima. Valeu!

*Algumas imgs do celular do Rafa, na tarde de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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