5 coisas que você não sabia sobre ‘O Pequeno Príncipe’

Conheça alguns fatos curiosos sobre Antoine de Saint-Exupéry e da criação de “O Pequeno Príncipe”

1. Saint-Exupéry jamais ficava satisfeito com o que escrevia. A célebre frase “On ne voit bien qu’avec le cœur. L’essentiel est invisible pour les yeux”, que pode ser traduzida como “só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos“, foi reescrita mais de dez vezes antes de alcançar sua forma final. Os manuscritos originais de O Pequeno Príncipe foram editados pelo próprio autor incontáveis vezes. No processo, páginas inteiras foram concentradas em uma única frase, reduzindo a obra a metade de seu tamanho original.

2. O autor costumava trabalhar na madrugada, e acordava seus amigos sem constrangimento para pedir conselhos e sugestões sobre as passagens mais difíceis. Era comum que começasse a trabalhar às duas da manha e fosse dormir no nascer do sol, quando sua secretária chegava e digitava seu trabalho com ele dormindo no sofá. Ele adorava receber amigos nas refeições, mas era comum que os convidados chegassem à uma da tarde à sua casa e precisassem acordar o anfitrião exausto.

3. Saint-Exupéry era aviador, e morreu servindo a força aérea francesa no final da Segunda Guerra Mundial . Decolou da da ilha da Córsega, às 8h45 do dia 31 de julho de 1944, para uma missão de reconhecimento sobre o território francês ocupado pelo exército nazista. Ele coletava informações para preparar um desembarque dos aliados em Provença. Seu avião foi abatido pelo piloto alemão Horst Rippert, que admitiu, arrependido, aos 88 anos, ser o autor dos disparos. Os destroços do caça P-38 foram encontrados só 60 anos depois da data de seu desaparecimento, no litoral da Marselha. A insígnia do esquadrão de reconhecimento GR I/33, um dos quais o autor fez parte, leva uma ilustração do Pequeno Príncipe em sua insígnia, e hoje é operado com drones.

4. A primeira tradução brasileira de O Pequeno Príncipe foi feita pelo monge beneditino Dom Marcos Barbosa em 1954, e publicada pela Editora Agir. Durante 60 anos ela foi a única disponível no mercado, e eternizou uma interpretação questionável. Na frase “Tu deviens responsable pour toujours de ce que tu as apprivoisé” , traduzida como “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”, a palavra apprivoisé não significa cativar na acepção mais delicada e emocional da palavra, mas sim algo como “domesticar” ou “domar”, como se faz com um bicho de estimação.

5. O Pequeno Príncipe foi traduzido para uma série de línguas inusitadas. Uma delas foi o Toba, um idioma indígena do norte da Argentina que até então só possuía uma tradução do Novo Testamento da Bíblia. Outra versão curiosa é em Latim. Até o Esperanto, idioma artificial criado com a intenção de ser uma língua franca internacional, ganhou sua versão. Há 47 traduções coreanas para a obra, e mais de 50 versões chinesas. Essa imensa variedade de versões torna o livro um objeto frutífero para estudos tradutórios comparativos.

 

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*Fonte: portalraizes

 

7 razões pelas quais a Astrologia não faz sentido

A astrologia é uma das pseudociências mais antigas que se têm história. Apesar de seus 5 mil anos de existência sustentarem-se sem quaisquer evidências empíricas, a Astrologia ainda é extremamente popular – e entretente – pelo seu grau de convencimento. Eis algumas razões pelas quais a Astrologia não faz o menor sentido:

1. “A influência gravitacional dos astros é responsável pela personalidade.”

Tanto a teoria gravitacional de Einstein e Newton quanto o Eletromagnetismo de Maxwell mostram, matematicamente, que a atração gravitacional entre os astros e os humanos são muito desprezíveis. Para você ter uma ideia, a atração gravitacional entre duas pessoas próximas conversando é 6 vezes maior que a atração de Marte e alguém aqui na Terra.

2. “Existe uma força não conhecida pela ciência que independe da distância.”

Ora, por que então só os astros visíveis na terra são responsáveis por influenciar a nossa personalidade? Por que objetos e eventos astronômicos muito maiores e mais fascinantes (Como buracos negros, galáxias, supernovas e etc) não nos influenciam?

3. Existe uma Constelação do zodíaco extra.

Os astrônomos e cientistas descobriram uma constelação do zodíaco chamada Ofiúco muito depois do surgimento da Astrologia. Por acaso você já viu alguém deste signo?

4. Estudo de Silverman

O cientista Bernie Silverman analisou milhares de relacionamentos entre pessoas de signos “compatíveis” e “incompatíveis”. Conclusão: As pessoas casam-se e divorciam-se na mesma frequência, independente do signo.

5. Estudo de John A.P

Neste estudo, 23 mil pessoas de vários signos foram analisadas. Conclusão: Não havia nenhuma correlação em suas personalidades.

6. O movimento de precessão da Terra.

Por volta de 4200 a.C., quando surgiram os primeiros escritos sobre os astros, a Astrologia e a Astronomia eram uma só. Enquanto a Astronomia se desenvolveu a partir do método científico, a Astrologia manteve-se estagnada. Assim, os dados astrológicos também permaneceram inalterados, e é ai onde a precessão entra!
O movimento de precessão terrestre é um fenômeno causado pelas forças exercidas pelo Sol e pela Lua na Terra que fazem com que o planeta tenha uma inclinação de aproximadamente 23,5° em relação ao eixo com o Sol. A cada 26 mil anos, uma volta completa é dada entorno desse eixo.
Esse movimento por se dar no pólo do planeta, acaba “mudando de lugar” as estrelas. A cada ano, a terra sofre uma movivento de precessão de cerca de 20 minutos (0°20’). Porém, em cerca de 2160 anos, a mudança já é de um mês de seu lugar de origem, ou seja, se hoje o dia 30 de março é considerado pertencente a Áries, daqui a 2000 anos será pertencente a Peixes, e assim sucessivamente até completar uma volta completa. Ou seja, o seu signo está errado!

7. Inúmeros outros estudos acadêmicos.

Mas por que então a astrologia é tão convincente ao nos detalhar tão adequadamente?

           Em 1948, o cientista Bertram Forer deu um papel para cada estudante seu descrevendo-o a sua personalidade de maneira detalhada e pediu para que avaliassem de 0 a 5 o quanto que aquele texto o descrevia. A média da sala foi de 4,26.
           No entanto, todos os textos eram exatamente iguais!
          Assim, percebeu-se um efeito psicológico de identificação que certos textos causavam nas pessoas. Tal fenômeno foi batizado de Efeito Forer.
           O texto na íntegra que o Forer entregou aos seus alunos pode ser lido aqui.

 

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*Fonte: universoracionalista

 

Efeito Forer (principal responsável pela crença em pseudociências)

O efeito Forer se refere à tendência que indivíduos têm para avaliar conjuntos de preposições como altamente precisas para eles pessoalmente, mesmo que as declarações possam ser aplicadas a uma enorme quantidade de pessoas.

O psicólogo Bertram R. Forer (1914-2000) encontrou que as pessoas tendem a aceitar descrições pessoais vagas e gerais como exclusivamente aplicáveis a elas mesmas sem perceber que a mesma descrição pode ser aplicada não apenas para uma pessoa, mas para várias. Considere o seguinte texto como uma avaliação de sua personalidade:

“Você tem uma necessidade de outras pessoas gostarem e admirarem você e, ainda assim, você tende a criticar a si mesmo. Enquanto você tem algumas fraquezas de personalidade, você é geralmente capaz de compensá-las. Você tem capacidades que não usa frequentemente, mas que te ajudam. É disciplinado e controlado por fora e preocupado e inseguro por dentro. Algumas vezes, você tem sérias dúvidas sobre se você fez a decisão certa ou a coisa certa. Você gosta de mudanças e fica insatisfeito quando sofre de restrições e limitações. Ademais, você ainda se orgulha por ser um pensador independente, e não aceita afirmações de outros sem que eles provem. Porém, você se acha imprudente a ser sincero e a se revelar para as pessoas. Algumas vezes, é extrovertido, afável e sociável, enquanto, outras vezes, é introvertido, cauteloso e reservado. Algumas de suas aspirações tendem a ser irreais”

Forer deu um teste de personalidade para seus estudantes, ignorou as suas respostas e deu a cada estudante uma avaliação de personalidade e pediu para que os estudantes analisassem a avaliação com uma nota de 0 a 5, com 5 para “excelente” e 4 para “boa”. A média da sala foi de 4,26. Isso foi em 1948. O teste foi repetido centenas de vezes com estudantes de psicologia e a média das notas continuou entre 4,2 e 5, ou 84% de precisão.

Resumindo, Forer convenceu as pessoas que ele poderia ler as suas características com sucesso. A sua precisão impressionou os seus alunos, achando que a análise de sua personalidade foi feita com astrologia (a conclusão mais tola possível). O efeito Forer parece explicar, em parte, porque muitas pessoas acham que pseudociências funcionam. Astrologia, astroterapia, bioritmo, cartomancia, quiromancia, grafologia, rumpologia, eneagrama, etc., parecem funcionar porque elas parecem prover previsões acuradas em uma análise de personalidade. Estudos científicos dessas pseudociências demonstram que elas não são instrumentos de validade de personalidade, ainda que cada uma satisfaça sujeitos que se convencem facilmente.

As explicações mais comuns dadas para o efeito Forer são relacionadas à esperança, ao pensamento positivo e à vaidade, enquanto o próprio Forer relacionou o efeito à credulidade. Pessoas tendem a aceitar aclamações sobre elas em proporção do seu desejo de que seja verdade e não em proporção de que haja alguma precisão empírica. Mesmo que desconfiemos, nós tendemos a aceitar reivindicações falsas ou questionáveis sobre nós se considerarmos-las positivas ou lisonjeiras o suficiente. Sujeitos que procuram conselhos de paranormais, médiuns, cartomantes, leitores de mente, grafologistas, etc., irão frequentemente ignorar as afirmações falsas ou questionáveis.

O psicólogo Barry Beyerstein acredita que “a esperança e a incerteza evocam poderosos processos psicológicos, que mantém todos os charlatões de pé”. Nós estamos constantemente tentando “dar sentido a uma enxurrada de informações desconexas do nosso dia-a-dia” e “nós nos tornamos tão bons nisso que damos sentido a muitas coisas que, na verdade, não têm sentido. Nós, usualmente, iremos preencher as lacunas e prover uma figura coerente do que nós ouvimos e vemos, mesmo que seja vaga, confusa, obscura, inconsistente e, muitas vezes, ininteligível quanto ao caráter empírico. Médiuns paranormais, por exemplo, irão perguntar muitas perguntas ambíguas e desconexas em uma rápida sessão que dão impressão que sabem de toda a vida do cliente. Na verdade, os paranormais não precisam de nenhum inshgt da vida pessoal do sujeito, eles só precisam ter destreza em leitura fria.

 

David Marks e Richard Kamman argumentam que:

“Uma vez que uma crença ou expectativa é achada, especialmente uma de incerteza desconfortável, o observador é motivado a notar uma nova informação que confirma a crença e a ignorar as evidências contrárias. O mecanismo consolida o erro original e constrói uma exacerbada confiança, onde os argumentos dos oponentes são vistos como fragmentados de mais para contradizer o que foi proposto”

Ter um conselheiro pseudocientífico pode fazer um cliente cair em armadilhas que podem, facilmente, liderá-lo a acreditar mais ainda no que eles falam.

Barry Beyerstein sugere que o teste a seguir para determinar se a validade aparente das pseudociências mencionadas se devem ou não ao efeito Forer, viés de confirmação ou outros fatores psicológicos. (NOTA: o teste proposto também usa validação subjetiva ou pessoa e não pretende testar a acuracidade de nenhuma ferramenta de avaliação de personalidade, e sim tem a intenção de contraria a tendência de auto-engano sobre esses assuntos):

“… um bom teste tem de, primeiramente, ler friamente um grande número de clientes e retirar os nomes dos perfis (codificando-os para que pudessem ser devolvidos aos seus donos). Depois de ler os esboços de personalidade anônimos, os clientes deveriam escolher qual os descreveu corretamente. Se o leitor acertou na maioria, então os membros do grupo excederam as chances de escolher alguma descrição de sua própria personalidade”

Beyerstein nota que “nenhum método de leitura oculto ou pseudocientífico passou, com sucesso, pelo teste”

O efeito Forer, entretanto, explica apenas parcialmente o porquê de muitas pessoas aceitarem as suas leituras de personalidade ocultas e pseudocientíficas. Leitura fria, pensamento seletivo e reforço social também são adjacentes às ilusões. Também, deve ser admitido que enquanto muitas das afirmações de uma leitura pseudocientífica são vagas e gerais, algumas são específicas. Algumas delas podem ser precisas. Um certo número de afirmações como essas podem ter algum grau de verdade, mas nenhum grau empírico.

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*Fonte: universoracionalista

Traduzido e adaptado de: http://www.skepdic.com/forer.html

 

Onde está sua bicicleta?

A bicicleta está bem distante de ser o principal meio de transporte no Brasil. No entanto, estudo feito em 2016 em algumas capitais brasileiras revela, entre outras coisas, que mais de 60% das pessoas gostariam de usar esse modal para ir ao trabalho. No entanto, ainda sentem falta de segurança, de respeito dos motoristas e de ausência de estrutura nas empresas. Esse é um dado importante que nos incentiva a discutir cada vez mais a mobilidade urbana, em especial em metrópoles como São Paulo.

Cidades orientadas somente ao veículo automotor não fazem mais sentido. A bicicleta deve se tornar mais uma alternativa diante do caos instaurado no trânsito diário. Para distâncias de até cinco quilômetros nas áreas urbanas mais densas das cidades, há pesquisas que constatam que a bicicleta é o modal mais rápido, podendo chegar a uma velocidade entre 12 e 15 km/h.

Incentivar o seu uso, portanto, é pensar em cidades mais inclusivas e com qualidade de vida. Para a ONU, a bicicleta é o transporte mais sustentável do mundo. Além disso, essa prática faz bem para o meio ambiente. São múltiplos benefícios, imediatos e em longo prazo: redução dos congestionamentos e do barulho, melhoria na segurança viária e diminuição significativa da poluição do ar e nas emissões de gases de efeito estufa.

O uso da bicicleta é uma tendência mundial e alguns locais já estão bem desenvolvidos em relação às ciclovias. Em Tóquio e na Holanda, por exemplo, 25% dos trajetos diários são feitos de bike. No Brasil ainda estamos engatinhando nesse assunto, mas iniciativas e pesquisas mostram que há uma demanda ainda mal explorada.

Engana-se quem acha que a introdução da ‘cultura da bicicleta’ deve ser construída prioritariamente pelos órgãos públicos. O incentivo ao uso do modal é responsabilidade de todos. As empresas que adotam o transporte em duas rodas demonstram maior comprometimento com toda a sociedade e podem se tornar referência para outras.

Pedalar faz bem para o planeta, para o bolso e para a saúde, além de aproximar as pessoas. Duvida?

Experimente tirar a sua bike da garagem. Experimente pedalar pelo seu bairro, pela cidade. Incentive o uso do modal na sua casa, nas empresas e nas escolas. É com pequenos gestos que iremos desenvolver mais fortemente essa cultura em nossas comunidades. É um grande desafio que vale a pena. Você pode começar hoje!

 

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*Fonte: pensamentoverde/Leonardo Lorentz

 

Moto Gp – Qatar 2017

E agora finalmente começou o prá valer o ano da Moto GP. Hoje na prova “noturna” (única) do Qatar, a primeira do calendário de 2017, tivemos na categoria Moto 2 (600cc) a vitória do piloto italaino Franco Morbidelli (#21 – Estrella Galicia / Marc VDS), a primeira de sua carreira. O piloto que é filho um italiano e de mãe brasileira, que orgulhosamente ostenta em seu capacete uma bela pintura com as bandeiras da Itália e do Brasil. Parabéns Morbidelli! E muito grato pela sua generosidade com este país aqui, que está uma bagunça. Já na categoria Moto 3 (250cc) a vitória ficou com o piloto espanhol Joan Mir (#36).

Quanto a prova da categoria principal da Moto GP tiveram alguns problemas com a chuva e condições da pista, consequentemnete gerando um relativo atraso que atrapalhou as transmissões da corrida ao vivo, aqui para nós no Brasil. Uma pena. Com isso não consegui assistir a essa prova nem muito menos torcer pelo Valentino Rossi. Mas enfim, tivemos como resultado da corrida a vitória do novato Maverick Viñales (#25 – Yamaha), o segundo lugar com Andrea Dovizioso (#04 – Ducati) e o terceiro lugar para Valentino Rossi (#46 – Yamaha).

Um bom começo de ano. Só espero que a próxima prova eu consiga assistir.

MORBIDELLI – #21 (Moto 2)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Após chantagem, hackers mostram que têm acesso a contas da Apple

No começo da semana, um grupo de hackers alegou ter acesso a mais de 300 milhões de contas do iCloud (serviço de nuvem da Apple) e estar exigindo da empresa um “resgate” de mais de US$ 75 mil. A empresa negou o caso, mas, de acordo com informações obtidas pelo ZDNET, a situação é um pouco mais complicada – e perigosa – do que parece.

O site entrou em contato com os hackers (conhecidos como Turkish Crime Family), que cederam, a título de amostra, 54 credenciais vazadas. O ZDNET diz ter utilizado as ferramentas de reinicialização de senha do iCloud para verificar se as contas eram válidas e, de fato, todas elas eram. Os dados incluíam apenas e-mails e senhas, o que sugere que eles tenham sido agregados de diversas fontes.

Em seguida, o site entrou em contato com os donos das 54 contas vazadas para verificar sua veracidade. Como muitas das contas não estavam mais registradas no iMessage, a plataforma de mensagens da Apple, seus donos não puderam ser alcançados. No entanto, 10 pessoas responderam e confirmaram que, de fato, os dados vazados incluíam suas senhas (que eles, logo em seguida, alteraram). Isso comprova que há, de fato, alguma verdade nas alegações dos hackers.

Quem são e o que dizem?

As 10 pessoas consultadas moram no Reino Unido e têm números de celular de diferentes operadoras da região. Isso sugere que o vazamento de informações da Apple não se deu por meio de uma falha de segurança de uma operadora específica. O ZDNET pediu que os hackers fornecessem também uma amostra de dados de usuários dos EUA, mas eles se negaram.

As 10 pessoas usavam a mesma senha para o iCloud desde que elas abriram suas contas no serviço. Uma delas, no entanto, disse que a senha não estava mais ativa havia cerca de dois anos. Com isso, a data do vazamento de informações ficaria entre 2011 (o lançamento do iCloud) e 2015.

Destas pessoas, sete disseram que também usam os mesmos dados de acesso do iCloud para outros sites, como Facebook e Twitter. Isso sugeriria que o vazamento poderia vir de uma dessas empresas. No entanto, as outras três alegaram que suas credenciais de acesso do iCloud eram exclusivas daquele serviço – e, portanto, só poderiam ser acessadas por uma fragilidade no próprio sistema da Apple.

Ameaça?

Uma das ameaças dos hackers é apagar remotamente as informações de iPhones e outros aparelhos da Apple caso a empresa não acate suas demandas. Ao que parece, eles podem fazer isso: duas das 10 pessoas ouvidas pelo site disseram que houve uma tentativa de resetar suas contas do iCloud nos últimos dias.

Com isso, o site considera que há, de fato, alguma veracidade nas alegações dos hackers. Por outro lado, não há como saber se a amostra fornecida por eles é indicativa das contas às quais eles têm acesso, ou se ela foi selecionada especificamente para dar a impressão de que suas informações são mais ameaçadoras do que são de fato. O ZDNET ainda ressaltou que os hackers se mostraram imaturos, confusos e sedentos por atenção em seu trato com os repórteres, mas frisou que não dá para descartar o risco que eles representam.

 

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*Fonte: olhardigital

As pessoas querem que você esteja bem, mas nunca melhor do que elas

Algumas pessoas querem te ver bem, mas não melhor do que elas. Esse tipo de pessoa pode sentir apreço e carinho por você e se alegrar com as suas realizações, desde que o seu sucesso não supere o dela.

Este fenômeno de alta frequência pode ocorrer em diversas áreas: entre colegas de trabalho, entre os membros de uma mesma família, no grupo de amigos e até mesmo entre os casais. Então nos perguntamos: como é possível que isto possa acontecer entre pessoas que supostamente se amam?

Eu lhe respondo. O mundo está cheio de pessoas que se alegram quando as coisas não estão indo bem. Infelizmente, são muitas as pessoas que não suportam o sucesso daqueles que conhecem e preferem menosprezar ou ignorar esse momento de sucesso em vez de compartilhar a comemoração.

 

A armadilha da pressão social

É evidente que não podemos ser imunes a qualquer tipo de pressão social. Somos seres que vivem em sociedade e, como tal, é normal que em algum momento sintamos “pressão” pelas opiniões ou expectativas dos que nos rodeiam.

Vamos analisar uma situação típica. Você está contando para alguém da “sua confiança” quais são os seus objetivos ou ideias, algo que parece ser bom e você tem o carisma suficiente para realizá-los. Muitas vezes essa pessoa não mostra muito interesse, não o incentiva ou até mesmo tenta tirar “essas ideias” da sua cabeça.

 

Se você é uma pessoa que tem medo da rejeição ou de não atender às expectativas dos outros, sempre procura agradar aos demais. Dessa forma, permite que se crie um círculo vicioso como o exemplo abaixo:

1- Eu espero que os outros aprovem as minhas expectativas.

2-  Se não for aprovado, deixo de fazer o que realmente quero (porque acredito que o que eu quero “é absurdo”).

3- A minha autoestima diminui e com ela o meu amor próprio.

4- Eu volto ao ponto 1, pois como tenho uma baixa autoestima, sacrifico as minhas opiniões para adotar os critérios dos outros.

 

Amigos tóxicos que não querem o melhor para você

Aprenda como interpretar estas situações, de modo que reforce a sua capacidade de não se deixar enganar pelas pessoas. Tenha certeza de que a inveja de um amigo ou qualquer ente querido que vive ao seu redor pode ser mais prejudicial do que o ódio de um inimigo.

Um amigo que tenta ofuscar o seu brilho é um amigo que quer controlá-lo, e um amigo que quer controlá-lo é um invejoso. E por que sente inveja? Pode ser por diferentes razões: o seu relacionamento com as outras pessoas, as suas ideias, as suas aspirações, etc.

Na minha opinião, a palavra “tóxico” deveria ser um adjetivo incompatível com a palavra “amigo”. O antídoto para a toxicidade entre os colegas e amigos é aprender a acompanhar e celebrar os sucessos das pessoas ao seu redor, começando pelos amigos e familiares.

 

Aprenda a brilhar sem se sentir mal

Para você que eu não conheço (ou se conheço), quero dizer que existem pessoas que quando entram em uma sala, iluminam tudo com a sua luz. E elas são, entre outras coisas, pessoas humildes que aprenderam a admirar os outros sem se sentirem ameaçadas.

Elas deixaram de caminhar pela vida como uma mala, tomando más decisões somente para agradar o outro. Aprenda a ignorar o mundo e ouvir mais o que está dentro de você. Não deixe que ninguém destrua a sua originalidade e as suas aspirações (mesmo que acreditem que sejam absurdas).

Não perca o seu tempo com projetos medíocres ou que você realmente não quer apenas porque alguém da “sua confiança” fez você duvidar de seus pontos fortes. Não pague o alto preço de se transformar em alguém artificial somente para conseguir o aplauso que você já merece, simplesmente sendo como você é.

 

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*Fonte: amenteemaravilhosa