Só um empurrãozinho

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Você está realmente ouvindo ou só está esperando a sua vez de falar?

Não estou sugerindo de forma nenhuma a apatia. A sugestão é ouvir genuinamente.

Uma vez participei de um exercício chamado “Diálogo”. Essa experiência me mostrou um ângulo que eu nunca havia visto sobre os diálogos do nosso dia a dia.

Regras do exercício: Um tópico era escolhido e todos podiam conversar e opinar sobre o assunto em questão, mas ninguém podia interromper o outro e Cada um tinha até 1 minuto para falar.

Esse foi um dos exercícios mais difíceis que já fiz.

Um assunto bem polêmico foi escolhido e começou o exercício. A vontade de interromper era constante, quando a opinião divergia da minha então, parecia que eu ia morrer se não expusesse a minha visão. E quando eu concordava também! Sentia um enorme impulso de fazer observações sobre o que estava sendo dito, apoiando o discurso. Essa vontade me deixava inquieta como se o mundo estivesse perdendo algo muito grandioso que só eu pudesse acrescentar.

Descobri nesse dia, que essa inquietação era o Ego gritando, pedindo atenção, dizendo: Eu conheço o assunto que você está comentando, tenho uma nova informação que talvez você não conheça, e ainda tenho um fato pra complementar, me ouça!”. E sabe de uma coisa? Todas as vezes que deixei de interromper alguém, esse alguém conseguiu criar um argumento tão completo que realmente todas as informações que eu sentia o dever de compartilhar já não fazia mais sentido algum.

Às vezes o silêncio é a melhor resposta, e sempre o melhor professor.

 

Não era só deixar de falar que era difícil. Ouvir era ainda mais desafiador.

Enquanto outra pessoa estava expondo seus pensamentos, minha mente já estava analisando, julgando e pensando no que falar ao invés de simplesmente ouvir.

Apenas receber as informações sem impor nenhum julgamento sobre elas.

Você já fez isso? É mágico. As palavras deixam de ser ruidosas e não geram julgamentos ou emoções, elas são suaves, apenas nos apontam a informação.

Não estou sugerindo de forma nenhuma a apatia. A sugestão é ouvir genuinamente.

Dê a chance das coisas serem como são antes de transformá-las no que você acha que deveriam ser. Depois de ouvir com neutralidade, sem gerar julgamentos você pode decidir o que fazer ou como se sentir diante do que foi dito, mas não antes disso.

Depois que participei desse exercício, comecei a observar mais as relações e a forma como o diálogo se dava nelas. Percebi uma tendência enorme nas relações modernas: O monólogo em dupla, ou em grupo. Cada um fala de si, sem acrescentar nada relevante a fala do outro e sem o ouvir verdadeiramente.

Recentemente fiz um teste: Chamei 3 amigas para um bar com o pretexto que  “eu precisava conversar”.

E eu não fui verdadeiramente ouvida nenhuma vez. Cada vez que eu expunha um pensamento a pessoa encontrava uma forma de falar de si mesma por associação. Sabe aquela coisa?

– Nossa, briguei com meu namorado! Isso está me deixando tão triste…

– E eu que peguei várias conversas no Whatsapp do Pedro. Tô pior que você, menina!

E já vi conversas seguirem assim por horas, como se competissem pela melhor história, ou por quem tem o problema maior. (repare nas pessoas conversando ao seu redor).

 

A impressão é que ninguém nos ouve mais!

As pessoas andam sufocadas, com uma necessidade, muitas vezes inconsciente, de despejar suas emoções suprimidas. A substituição em massa da fala pelo texto é um dos grandes causadores dessa necessidade demasiada de falar, perdendo-se, consequentemente, a habilidade de ouvir.

Os relacionamentos estão morrendo por mensagem de texto. (e vamos combinar, não somos todos “reis da ortografia”. Como não vai dar treta? Uma vírgula muda tudo!).

Não quero saber.
Não, quero saber.

A interação social humana (ao vivo) é necessária e altamente recomendável para nossa saúde física e emocional. Somos seres sociais, mas não de redes sociais.

Vejo pessoas mais empolgadas de colocar “em um relacionamento sério” no facebook do que estar em um relacionamento realmente, e enfrentar tudo que vem com ele.

As redes sociais que têm nos contado que Fulano vai ter um bebê, ou que Ciclano se mudou para Nova Zelândia. Nos dias de hoje, dificilmente os telefones tocam.

Somos a geração holograma: Temos a ilusão de que estamos cercados de gente, mas atrás da telinha estamos sozinhos, nos comunicando superficialmente, sem conseguir nos tolerar e nos conhecer. Estamos entrando em uma introversão não saudável, fazendo literalmente galerias para expor nossos pontos fortes e gastando toda nossa energia usando máscaras para ignorar nossas sombras.

 

Te proponho um exercício! Da próxima vez que você conversar com alguém se pergunte: Estou realmente ouvindo, ou só estou esperando a minha vez de falar?

 

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*Fonte: osegredo

 

5 tecnologias que se extinguirão daqui 5 anos

A tecnologia avança muito rapidamente; coisas que eram comuns há dez anos (televisores CRT, máquinas de fax) estão caindo em desuso de forma assustadora. Nesse ritmo, nós podemos indicar alguns produtos atuais que provavelmente desaparecerão em cinco anos. Seja porque suas características estão sendo englobadas por outros produtos, sejam vítimas de mudança nos modelos de negócio, confira cinco produtos que estão com seus dias contados:

 

1 – GPS

Hoje, dispositivos portáteis de navegação são visões comuns sobre os painéis e para-brisas dos carros. O único problema é que tudo o que esses sistemas podem fazer, os smartphones podem fazer também, se não melhor. E um dos melhores aplicativos de navegação para smartphone, o “Google Maps Navigation”, é gratuito. Por isso, não é nenhuma surpresa que as vendas de sistemas de navegação tenham caído 22% em 2010, e não deve ser surpresa que em cinco anos eles tenham desaparecido completamente.

 

2 – DVD/CD ROM

Quem não tem conexão de banda larga ultrarrápida em casa? Quase ninguém. De acordo com o site Speedtest.net, as velocidades médias de download nos EUA passam de 11 megabits por segundo. Isso significa que programas podem ser baixados em questão de minutos, ou até mesmo segundos. Então, por que você iria querer pagar o custo extra de ter um DVD impresso, embalado e enviado para sua casa? Você não iria querer. E em cinco anos, essa provavelmente não vai ser nem mesmo uma opção.

 

3 – Roteador para internet sem fio

Sim, acesso à internet sem fio (wireless) em casa vai continuar a ser um grande negócio, mas comprar um roteador com certeza não será. Em vez disso, capacidades sem fio virão junto com o provedor de internet banda larga – a cabo, fibra óptica, satélites – instalado em sua casa. E, tendo em vista a popularidade de serviços de internet de alta velocidade nos celulares, mais pessoas irão usar seus smartphones para acessar internet banda larga, eliminando a necessidade de um roteador completamente.

 

4 – Netbook

Menores, mais leves e mais baratos que um notebook, os netbooks foram – por um curto espaço de tempo – uma boa escolha para quem procurava uma forma barata e portátil de acesso à internet. Mas com um processador anêmico e uma tela minúscula, os netbooks são uma solução imperfeita. Hoje, você pode comprar um notebook compacto com um processador rápido e seis ou mais horas de bateria. Além disso, os tablets (dispositivos com acesso à internet, como o iPad) são muito mais adequados às pessoas que necessitam de simples navegação na Web, entretenimento e funções computacionais básicas. Ou seja, não há espaço para os netbooks em lugar nenhum.

 

5 – E-readers

Os e-readers são dispositivos populares para leituras, e seu baixo consumo de energia significa que sua bateria dura muito tempo. Mas os tablets, como o iPad, podem fazer muito mais. Hoje em dia, eles têm tela de LCD especial antirreflexo, e podem rodar aplicativos selecionados, etc. A duração da bateria ainda não pode competir com o de e-readers, mas vai ficar muito melhor com o tempo. Daqui cinco anos os tablets lerão e-mail com facilidade, mas os e-readers não estarão mais entre nós.

 

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*Fonte: hypescience

Jim Marshall – o pai dos famosos amplificadores e caixas para guitarra “Marshall”, faleceu aos 88 anos

Jim Marshall foi proprietário de uma loja de música britânica que influenciou o som estridente e o volume do rock-and-roll com seus amplificadores Marshall, o amplificador de palco escolhido pelos maioria dos grandes guitarristas: Jimi Hendrix, Eric Clapton e Slash. Ele morreu dia 5 de abril, em um hospício em Londres, tinha 88 anos e a causa de sua morte não foi revelada.

Para os pais de adolescentes e futuros rockers trancados em seus quartos, os amplificadores do Sr. Marshall não eram bem-vindos na família. Mas para aqueles jovens músicos, o Sr. Marshall era o Senhor do Alto, o homem que deu ao rock seu som gritty, belamente distorcido, cacofônico. Grandes caixas negras se assemelhavam a geladeiras e quando dispostas em formação, emitiam uma parede de som.

Muitos dos guitarristas populares da história usaram amplificadores Marshall, incluindo Pete Townshend (The Who), Ritchie Blackmore (Deep Purple), Tom Morello (Rage Against the Machine), Slash (Guns N ‘Roses) e Kurt Cobain (Nirvana), entre tantos mais.

Entre os guitarristas, os amplificadores Marshall se tornaram populares por emitir “os sons de rock mais ultrajantemente overdrive que as pessoas já ouviram” – disse Chris Vinnicombe, editor de guitarra do site MusicRadar.

“Há uma espécie de agressão ao som, um tipo definido de mordida para a faixa superior-média que corta tudo com uma atitude que é distintamente Marshall”.

Antes de fazer amplificadores, o Sr. Marshall era vendedor de sapatos, um trabalhador de ferro de sucata, um padeiro em uma fábrica de biscoitos e em uma caldeira para um fabricante de frutas. Ele também foi um cortador de carne para um fabricante de alimentos enlatados, até que ele cortou parte de um polegar. Ele entrou mesmo no negócio da música foi em grande parte devido a uma doença debilitante que o manteve fora da escola durante a maior parte de sua infância.

James Charles Marshall nasceu em 29 de julho de 1923, em Londres. Seu pai administrava uma loja de peixe e batatas fritas.
Quando menino, o Sr. Marshall contraiu uma forma de tuberculose que afetou seus ossos. Para o tratamento, ele foi mantido em moldes de gesso de seus tornozelos até as axilas até que ele ficou adolescente. Para melhorar sua força na perna, Marshall começou a dançar.

Entre seus trabalhos com fabricantes de aeronaves durante a Segunda Guerra Mundial, Marshall dançou para uma banda. Quando o baterista do grupo foi chamado para a guerra, o Sr. Marshall assumiu. Ele se tornou um baterista tão proficiente que ele começou uma escola de bateria, ensinando jovens como Mitch Mitchell, que mais tarde tocou para Hendrix, assim como Micky Waller, que mais tarde tocou para Little Richard.

Em 1960, Marshall abriu uma loja de música e vendeu kits de bateria, guitarras e amplificadores. Logo, ele começou a mexer na parte de trás de sua loja, e com a ajuda dos engenheiros Dudley Craven e Ken Bran, ele fez seus próprios amplificadores para baixistas que se queixaram de que os guitarristas os estavam sucumbindo.

Sua obra rapidamente chamou a atenção de The Who’s Townshend, cujo pai, um clarinetista, o Sr. Marshall tinha bloqueado com anos anteriores.
Os amplificadores Marshall nasceram depois que Townshend pediu ao Sr. Marshall que produza um amplificador que seria mais alto e “mais sujo” do que as unidades Fender fabricadas nos Estados Unidos.

O projeto acabou resultando com a pilha Marshall, dois gabinetes de alto-falantes empilhados um sobre o outro e, acima deles, um amplificador “cabeça” para controlar o som. (Townshend tornou-se conhecido por terminar suas apresentações balançando sua guitarra como um machado de batalha em seus amplificadores Marshall. Foi o próprio Sr. Marshall, que reparou a cobertura de tecido rasgada dos amplificadores.)

A popularidade da marca decolou em meados da década de 1960, quando Clapton os usou tocando com a banda John Mayall e os Bluesbreakers e depois com o power trio Cream. Hendrix, a quem o Sr. Marshall chamou o “maior embaixador” de sua marca, tocou-os no concerto de Woodstock em 1969.

O sucesso dos amplificadores do Sr. Marshall foi selado no final dos anos 1960, quando um jovem guitarrista americano foi fotografado ajoelhado na frente de sua guitarra flamejante. Atrás dele estavam os amplificadores Marshall. Coincidentemente essa imagem representou o trabalho de três homens chamados James Marshall. O guitarrista era James Marshall Hendrix. O fotógrafo era James Joseph Marshall. Os amplificadores eram de James Charles Marshall.

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*Fonte: