Beautiful War – “Kings of Leon” (áudio)

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4 Dicas para Melhorar a Memória e Hábitos de Estudo

A maioria de nós tem dificuldade para armazenar e recuperar a informação da nossa memória de longo prazo. Como você resolve este problema? Como você pode melhorar seus hábitos de estudo?

Bem, aqui estão algumas dicas para fortalecer sua memória e melhorar seus hábitos de estudo.

1. Depois de ler um parágrafo, tente resumir as informações recebidas a partir dele, e faça uma pergunta.
Ler sobre um tema que você pode não saber nada sobre é difícil. Portanto, a fim de reter a informação, depois de ler um parágrafo, repita-o em voz alta, ou escreva um resumo das informações que você recebeu. Isso vai deixar você saber se o que você leu foi processado em sua cabeça. E para dar um passo adiante, uma dica útil seria fazer uma pergunta sobre o parágrafo. Fazer uma pergunta vai ajudar você a realmente cavar o tema e tornar-se interessado no que você está aprendendo. Se você gosta do que você está aprendendo, isso se tornará mais fácil de lembrar.

2. Faça associações de novas informações com o que você já sabe.
Quanto mais conexões você faz com a informação, melhor você vai se lembrar. Assim, enquanto estuda, tente fazer conexões mentais. Além disso, mnemônicos tem sido técnicas comprovadas para ajudá-lo a armazenar e recuperar informações.

3. Despedaçar e organizar as informações.
A razão pela qual somos capazes de lembrar de números de telefone é porque eles são divididos em grupos de dígitos por traços. Se você olhar para a informação que você está estudando da mesma forma, você será capaz de se lembrar também. Tome as suas leituras e notas, e divida em “pedaços” ou pequenas quantidades de informações para memorizá-las. Organize a informação em grupos ou subtópicos. Sua mente provavelmente irá se lembrar da informação se ele é colocada em um padrão organizado.

E por último, mas não menos importante (a sério, este é o mais importante)

4. Não estudar no último minuto!
Passar a noite antes da prova estudando não é a melhor ideia. Você precisa passar algum tempo com o material e testar seu conhecimento. Você não pode esperar se lembrar de montes de informações que você só viu na noite anterior à prova. Portanto, você deve passar alguns dias antes da prova estudando os grupos de informações.

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*Fonte: pensarcontemporaneo

7 coisas sobre a história do Brasil que te ensinaram totalmente errado na escola

A história do Brasil é marcada, desde o princípio, por fatos lamentáveis e tragédias que aconteceram desde a colonização. Quem é que não se lembra de ter estudado sobre a chegada de Pedro Álvares Cabral em nossas Terras, e de todos os episódios que viriam a seguir? Toda a exploração de nossos recursos naturais, de nossos povos nativos, enfim… A verdadeira invasão que aconteceu em nosso país.

Acontece que, algumas das histórias que conhecemos não estão exatamente certas, aliás, são muito mal contadas e nos são repassadas nas próprias escolas como verdade absoluta. Foi pensando exatamente nisso que nós separamos logo abaixo, 7 coisas sobre nossa história que as escolas nos ensinaram, e continuam ensinando, totalmente errado. Dá uma olhada!

1 – Não, a feijoada não foi criada pelos escravos

A nossa gastronomia é muito rica e talvez seja uma das mais saborosas de todo o mundo, mas dentro de tudo isso, também existem muitas lendas e mentiras a respeito da criação de alguns pratos, sendo que um bom exemplo, é a nossa tão amada feijoada.

Desde muito pequenos somos ensinados que a feijoada foi inventada pelos escravos, que pegavam os restos de carne que sobravam dos nobres baquetes portugueses, e misturavam ao pouco feijão que tinham, porém, essas partes do porco que geralmente eram desprezadas pela culinária de muitos países (orelhas, rabo, pés, língua), sempre foram consideradas como nobres para muitos europeus. Os registros mostram que os escravos tinham uma alimentação muito restrita, baseada apenas em farinha em água, e raramente tinham acesso a qualquer tipo de carne que seja.

Por outro lado, os europeus desde muito tempo já tinha a prática de fazer pratos com diferentes misturas de carne, o que mais tarde, levou à  criação da feijoada. Por mais que tenha sido criada por eles, é claro que nós demos um gostinho especial ao prato, dando a ele nossa identidade.

2 – O mito de Aleijadinho

Certamente você já estudou em suas matérias de artes sobre as obras de Antônio Francisco Lisboa, mais conhecido como Aleijadinho, porém, tudo indica que o artista não passa de uma história inventada e muito bem contada. Ele teria nascido por volta de 1738, mas ninguém sabe a data correta pois não existe nenhum registro que comprove isso de fato. Acontece que Guiomar de Grammont, que é autora do livro O Aleijadinho e o Aeroplano, publicado alguns anos atrás, afirma que as provas registradas e documentadas sobre o escultor, não são suficientes para afirmar autenticidade sobre nenhuma de suas supostas obras.

Ela ainda afirma que Aleijadinho não era apenas um, mas teria que ser 10, já que seria preciso viver 10 vidas para que ele conseguisse esculpir tudo aquilo que é tido como obra sua, ou dividir o trabalho com muitos outros artistas. Na época, a teoria de Grammont não foi bem aceita pela população, muito menos pelos mineiros, mas são provas bem sucintas e que fazem sentido. Ela apenas desconstruiu a história que conhecemos.

3 – Bananas não são frutas brasileiras

Desde pequenos aprendemos sobre a origem das frutas, e é comum que as escolas ensinem que a banana é uma das originárias de nosso país, até porque, em diversas pinturas que ilustram a chegada dos portugueses em nosso país, bananeiras são retratadas, como se já existissem aqui há tanto tempo quanto se possa imaginar, mas a verdade é bem diferente.

Acontece que essas foram frutas trazidas pelos colonizadores para nosso país, e as que consumimos hoje em dia, provavelmente são de sementes que tiveram origem da Ásia, onde a fruta é cultivada há bem mais de 4 mil anos, sendo levada à Europa bem mais tarde.

4 – Nem todos os negros eram escravizados

Sempre aprendemos que os portugueses caçavam os os negros na África e os traziam para o país, com o propósito de servirem como escravos, mas na verdade, não era exatamente assim. Os próprios africanos possuíam uma espécie de comercialização de escravos, e os portugueses mantinham negócios com eles. Por muito tempo esse tipo de comércio movimentou a economia africana.

Quando negros vinham ao Brasil e eram descendentes de monarcas de seu país, não sofriam nenhum tipo de maus tratos, sendo que alguns deles poderiam ainda ter territórios e seus próprios escravos. Houve um caso em que os filhos do rei nigeriano Kosovo, enviou seus filhos para o Brasil com o intuito de que estudassem.

5 – Tiradentes não foi nenhum herói

Aprendemos na escola que Joaquim José da Silva Xavier se transformou em um dos maiores símbolos da Inconfidência Mineira por lutar a favor do fim da escravidão e da independência de nosso país, mas relatos indicam que ele nunca foi a favor da abolição da escravidão e não fazia questão nenhuma de que isso de fato acontecesse.

Ele não era um homem pobre, acumulando certa fortuna e inclusive, pertencia a uma das famílias mais importantes do Vale do Rio das Mortes. Na verdade, ele participava de um movimento caracterizado como elitista , pedindo pelo fim da elevada cobrança de impostos. Era um trapaceador nato e meio fanfarrão, mas a questão é que quando foi preso, nem mesmo resistiu, apenas tentou se esconder.

6 – O carnaval não foi criado pela população

Nós aprendemos que o carnaval surgiu como uma festa popular no Brasil Colônia, em que todo mundo saía às ruas para festejar mesmo e fazer todo tipo de folia que quisessem, sendo que homens podiam até mesmo se fantasiar de mulher, e era tudo apenas pelo prazer da bagunça. Acontece que as coisas foram um pouquinho diferente.

O carnaval foi “inventado” por Getúlio Vargas e acredite, com inspiração nazista! Na época em que o samba começou a ganhar força, ainda não tinha uma identidade muito bem definida sendo apenas a mistura de alguns ritmos, então Getúlio viu a oportunidade aí, de criar uma identidade brasileira de enaltecimento em cima do movimento.

Acontece que no ano de 1933, o ministro de Relações Exteriores viajou para a Alemanha na intenção de conhecer todo o regime instaurado por Hitler, e quando voltou, o presidente teve a ideia de criar um novo sistema de propaganda que se parecesse com o usado pelos nazistas. Tudo foi definido de maneira antecipada: os blocos, o ritmo, enredo… Tudo.

7 – O descobrimento do Brasil não foi por acidente

Aprendemos que Cabral navegava em busca da Índia, mas que por supostamente conhecer um atalho, navegou acidentalmente em direção ao Brasil, julgando estar no caminho certo. Quando chegaram, os portugueses achavam mesmo que estavam na índia e por isso chamaram os habitantes desta terra de índios.

Na verdade, tudo indica que eles sabiam muito bem para onde estavam indo. Registros mostram que Vasco da Gama já havia constatado que poderiam haver terras desconhecidas. Cristóvão Colombo então, sugeriu em alguns de seus manuscritos que poderia existir algo ao sul da República Dominicana, sendo que mais tarde, vieram em busca de nossa terra, sabendo muito bem que não era a Índia, e que seria um ótimo local de exploração.

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*Fonte: fatosdesconmhecidos

 

Rolê até Vespasiano Correa

Enfim o sábado chegou e comod e costume, dia de pegar a estrada. Já sabia que hoje seria um daqueles dias de rolê de moto solitário, então preparei a cãmera e já saí de casa focado de que iria parar pelo caminho,onde desse na telha. E assim foi.

Como iria sozinho nem me preocupei com horário, por volta das 11h  da manhã já tinha dados todas as minhas voltas e estava com a motocicleta preparada com tudo pronto para zarpar. a ideia inicial era sair meio que sem rumo, apenas decidi que seria na direção de Lajeado. Tudo porque faz um bom tempo que queria comer novamente o famoso cachorro quente do Carmelito. Dia bonito de sol, com cara de verão. Peguei a estrada e fui de boa até Lajeado. Ainda parei no caminho porque queria ver uma santa ao lado de um prédio abandonado, que me chama a atenção toda vez que passo por ali. Estava sozinho, ninguém iria reclamar dessa parada então. Depois fui direto no Carmelito, já estava com bastante fome e nessa hora perto do meio-dia, já tinha uma grande fila. Mas beleza, vale a pena (fica a dica)! Depois de matar o desejo desse “almoço”, na hora de pegar a moto para seguir a trip, chega um grupo de motociclistas de Caxias do Sul que também estavam focados nessa mesma empreitada do cachorro quente…rsrsrssr

Trocamos uma ideia rápida e já que eles estavam todos de Harley Davidson e estacionaram ao lado da minha moto, daí uma coisa já puxa a outra. Mas era hora de seguir em frente. Mesmo com o sol a pino atravessei a cidade e tomei a direção da RS-130 para Arroio do Meio -RS, depois pela RS-129 fui até Roca Sales – RS, onde passei pela ponte de entrada da cidade e fui até o centro da cidade. daí a aventura começou, resolvi que iria até os trilhos do trem que cruzam a cidade num elevado. Estacionei parto de um trecho desses e procurei um lugar menos íngreme para subir. Tinha muito mato e cascalho no chão,não seria fácil e se por acaso escorregasse, renderia um belo de um tombo. Numa primeira tentativa de subida a coisa não foi boa, era um bom local mas muito íngreme o terreno e na metade da subida já dei uma boa escorregada. Resolvi descer e procurar algum outro lugar melhor, com menos mato ao redor para essa subida. Um garoto que passava me deu uma boa dica de um local mais adiante. Chegando lá percebi que a dica foi boa mas a subida ficava dentro de uma propriedade particular ao lado da passagem dos trilhos e portão estava fechado. Mas não desisti. Segui com minhas pesquisas então encontrei um legar melhor para meus dotes de escalada alpina. Báh! E como valeu, porque foi bem legal caminhar nos trilhos do trem, fiz várias fotos e caminhei até um túnel. A empreitada rendeu. Depois voltei e peguei a moto e fui até a uma praça em frente a igreja que eu já conhecia, de outras passadas pela cidade. Descansei um pouco do sol numa bela sombra e como já disse, o dia hoje foi como de verão e ainda mais, tinha um bom ventinho. … (Já repararam que toda cidade de interior sempre tem uma praça em frente a igreja matriz e um hospital ao lado. Sim, uma sorveteria tem de estar por ali também). Ainda nessa função de estar ali na praça, novamente vi os prédios antigos e abandonados que há ao lado do hospital e eu curto bastante. Acho eles muito bonitos, uma pena o estado em que se encontram atualmente, mas deveriam de ser uns belos prédios em seu tempo de glória. Toda vez que passo por ali, dou uma olhada neles da calçada, vejo o pátio e fico imaginando mil histórias…

Mesmo que estivesse bom, sem pressa ou compromisso algum e com todo tempo do mundo, curtindo bastante essa função toda, eu queria seguir em frente. Decidi em meu descanso que iria ainda até Vespasiano Correa /RS. Então de volta para a moto saí da cidade pela ponte e já estava outra vez na RS-129, agora na direção de Encantado /RS, onde só passei, não entrei na cidade e o mesmo quando em Muçum /RS. Esse trajeto é muito bom de andar e bonito, já tem aquela coisa de subida de serra, vários trechos com 3 pistas e daí a viagem já fica mais interessante. O movimento na estrada estava de boa, poucos caminhões e dessa vez nenhum perrengue, o que torna tudo mais agradável ainda.

Em Vespasiano Correa eu curto bastante aquela entrada da cidade, que aliás é bem mais bonita no outono e começo de inverno, do que agora, muito por causa das árvores ao redor da estradinha. Mas isso é somente uma opinião.

Depois de tudo isso o negócio era fazer todo esse trajeto de volta, o que de forma alguma é uma coisa ruim, pelo contrário, é muito bom. Cara, hoje foi sensacional e é sempre um grande prazer andar de moto, idependente da condição do clima, tempo e o escambau. Que curte e gosta disso,me entende muito bem.

É claro que tenho mais fotos e aconteceram tantas outras coisas nesse dia de estrada, parei em mais lugares, conversei com outras pessoas, mas foda-se, isso aqui não é o “Meu querido diário”, então fiquem com esses comentários e quem sabe dêem um jeito de pegarem a estrada também para qualquer lugar, longe ou perto, não importa. O que importa é sair do lugar comum. Ver coisas novas, outros lugares e ter novas sensações. Flw.

Grato por mais um sábado incrível na estrada.

*Confira algumas imagens da trip de moto de hoje: