Sons Of Apollo – “Coming Home” | “Lost in Oblivion”

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Serra Gaúcha (RS-453) – SRR capítulo II

Como já mencionei num post anterior sobre a recente trip de moto até a Serra do Rio do Rastro (SC), quando por causa de uma promessa, eu postaria apenas “uma img” da SRR (e vou continuar cumprindo isso – OK!), mas agora resolvi então dividir a viagem em duas partes. A ida pela serra gaúcha e depois a volta pela serra catarienense, por Lages e depois Vacaria. Vou postar aqui as imagens da viagem e é claro, deixar de fora somente as imgs. da  parte da S.R.R. (que vendo agora, na real, são as melhores, mas but)…

Este post fatiado será então exclusivamente da parte do começo da nossa trip, da saída e a passagem pela serra gaúcha (de Venâncio Aires até Caxias do Sul – pela 453, e de lá até Terra de Areia (BR -101).

Então é isso! Valeu.

*Confira abaixo algumas imgs, na sequência dos fatos e com as respectivas legendas:

Na saída de Venâncio Aires (RS) – RST 453

 

 

 

 

 

Começando a subida da serra em Westfália (RS)

 

 

 

 

 

 

 

Forte neblina em Imigrante (RS)

 

 

 

 

 

 

Novamente um longo trecho com neblina, agora em Caxias do Sul (RS)

 

 

 

 

 

 

 

Parada na 453, um pouco depois de Caxias do Sul. E acredite, logo depois disso, tivemos novamente um trajeto de vários kms com neblina.

 

 

 

 

 

 

Sempre em frente com o sol por testemunha e a nos guiar \m/

 

 

 

 

 

 

Pausa para esticar as pernas e dizer besteiras

 

Pit-stop para abastecer as motos

 

 

 

 

 

 

Paradouro na Serra Gaúcha – 453

 

 

 

 

 

 

Pura malemolência e sensualidade da rapaziada (paradouro 2)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

As magrelas (paradouro 3)
De volta ao trecho, rumo à 101

 

 

 

 

 

 

Entrada do primeiro túnel na 453 (descendo)

 

 

 

 

 

 

Na veia do dragão

 

 

 

 

 

 

Ainda descendo

 

 

 

 

 

Já mais para o final da 453 com a pista vazia momentos antes da parte em a coisa virou uma chatice com uma longa fila de carros (qdo perto da 101)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Na trilha da 101, uma parada para almoçarmos no Japonês.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nas cercanias de Criciúma, pedindo uma uma informação e também roubando uma boa sombra da árvore do tiozinho

 

 

 

 

 

 

Quase lá, Urussanga SC

 

Agora é ilegal pagar menos a mulheres do que a homens na Islândia

Quase um ano depois de anunciar a proposta para a nova lei, agora é oficial: na Islândia, é ilegal e punível com multa pagar menos às mulheres.

Em março de 2017, logo após o Dia Internacional da Mulher, o governo islandês anunciou que ia enviar ao Parlamento a proposta de lei, segundo a qual órgãos públicos e empresas com mais de 25 funcionários seriam obrigados a comprovar a igualdade salarial de seus funcionários com a mesma função.

A Islândia é, há 9 anos consecutivos, eleita pelo Fórum Econômico Mundial como o melhor país para mulheres viverem. Mesmo assim, o salário delas ainda é entre 14% e 18% menor que o do homens.

Ano a ano, essa diferença tem diminuindo, graças a fatores como políticas públicas igualitárias e uma inserção maior das mulheres no mercado de trabalho, especialmente em áreas bem remuneradas mas tradicionalmente masculinas, como a STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática, na sigla em inglês). Mas as mulheres queriam ver mudanças mais rápidas.

Com a lei em vigor, as empresas precisam gerar uma espécie de certificado que comprove que paga igualmente seus funcionários homens e mulheres. Caso falhe em apresentar o documento, a empresa pode ser multada. A expectativa é que a nova lei impulsione o fim da desigualdade salarial até 2022, bem mais cedo do que se espera para o mundo como um todo (que deve levar, ainda, 170 anos).

Outras formas de legislação desse tipo já foram criadas no país: empresas com mais de 50 funcionários, por exemplo, precisam manter uma proporção de, no mínimo, 40% de mulheres no seu quadro de funcionários. A mesma coisa vale para órgãos governamentais.

A lei é também resposta a uma cultura de luta feminina na Islândia, representada principalmente pela greve de 24 de outubro de 1975, quando as mulheres, tanto as que trabalharam fora quanto as donas de casa, pararam suas obrigações por um dia inteiro, para deixar que sua “falta” fosse sentida. Em 2016, a greve se repetiu, no mesmo dia, em menor escala: as mulheres saíram de seus trabalhos exatamente às 14h38, porque seu salário, se comparado ao masculino, só equivale ao que um homem ganha até às 14h38 de um dia de trabalho. O resto seria como trabalhar de graça – e com 75 anos de luta por igualdade nas costas, quem é que tem tempo pra isso?

*Débora Veloso

 

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*Fonte: superatual