Super Bowl LII – tem dono, é o Philadelphia Eagles

Em dia inspirado e jogo histórico, o Philadelphia Eagles vence em Minnesota o super Bowl LII, mesmo com o QB reserva Nick Foles (#9), que afinal de contas, acabou tendo uma bela partida contra o todo poderoso New England Patriots, de Tom Brady (#12), Assim troféu Vincent Lombardi da NFL, a Liga profissional de Futebol Americano, vai pela primeira vez ficar nas mãos dos Eagles nessa era moderna de Super Bowls.

Quando tudo indicava de que mais uma vez o super Tom Brady e seu time iriam promover mais uma virada histórica de placar nos últimos minutos, o defensor Brandon Graham dos Eagles (#55), forçou um “fumble” de Tom Brady. Feito!

Bem, ontem foi avisado por aqui que “coisas engraçadinhas” acontecem no super Bowl. Taí…

Ah! Teve até um TD muito bacana com o próprio Nick Foles recebendo um passe para a end zone. Jogo bom de assistir.

Apesar dos prognósticos favoráveis, não ainda dessa vez que o New England Patriots chega ao seu 6º título. E o azarão chegou lá e melhor, fez bonito. O Atlanta Falcons ano passado quase chegou, mas faltou máquina no final do jogo. Achei que iria acontecer novamente esse ano, mas não, a consistência dos Eagles com a sua forte defesa, prevaleceu.

O blog saúda Eagles – vencedores da temporada 2017/18!

*Se bem que afinal esperada por aqui era Saints x Steeles ou então, Saints x Patriots, mas OK, já está de bom tamanho puxarem nos últimos minutos, o tapete dos Patriots.
O drama agora vai ser como ficará a situação dos Eagles com 2 QBs de valor em seu time. Aposto que ficam com o Carson Wentz (que estava arrasando nessa temporada até se lesionar) e Nick Foles deve ser titular em algum outro time da liga. Vamos ver.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tomar café com um amigo: uma das melhores terapias do mundo!

Não há quem possa manter um mínimo de equilíbrio sem ter ao menos uma pessoa com quem dividir momentos de descontração e divertimentos, como um cafezinho ou uma cervejinha, para espairecer e se esquecer, por breves momentos que sejam, do montante de dissabores que fazem parte da vida.

É cada vez mais difícil alguém conseguir ter algum tempinho de sobra ao longo do dia. Tudo é tão corrido, tão urgente, que as pessoas não mais têm tempo para desfrutar de um passatempo, de uma amizade, para não fazer absolutamente nada, apenas descansar. Trabalha-se mais, acumula-se serviço, enquanto os relacionamentos humanos se esvaziam cada vez mais.

Ninguém aguenta, por muito tempo, passar as horas tão somente num pique atarefado e comprometido com responsabilidades que não trazem algum sossego. Por mais que se goste de trabalhar, o corpo e a mente precisam de descanso, de um intervalo em que se consiga tirar um pouco de peso dos ombros. E nada melhor do que um amigo verdadeiro para ajudar essa vida a se tornar menos densa e pesada.

Não há quem possa manter um mínimo de equilíbrio sem ter ao menos uma pessoa com quem dividir momentos de descontração e divertimentos, mesmo que simples, como um cafezinho ou uma cervejinha, para espairecer e se esquecer, por breves momentos que sejam, do montante de dissabores que fazem parte da vida. Rir com verdade, conversar sobre amenidades, lembrar-se de momentos especiais, tudo isso alivia a carga massacrante que o cotidiano nos obriga a enfrentar.

Amigos não devem servir somente para consolar e ouvir nossas agruras, mas também podem ser ótimas companhias para as ocasiões em que dividimos amenidades frugais, sem nada de sério pairando sobre a conversa, apenas sorvendo aquele ócio que recarrega nossas baterias e nossas energias. Amigos nos ajudam nos momentos de escuridão, mas também nos alegram quando precisamos apenas estar com alguém para dividir café e risadas.

Não podemos deixar de lado a necessidade de desfrutar momentos de lazer, junto a pessoas boas e verdadeiras, para que não sucumbamos diante dos inúmeros problemas que lotam nossa vida de entraves. Nosso emocional precisa de refresco e serão as pessoas que nos amam sem ressalvas os calmantes especiais que tornarão nossos passos mais seguros. Nada como um café com a pessoa certa.

*Por: Marcel Camargo

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*Fonte: revistapazes

Advogados + Robôs = O futuro já começou

O desenvolvimento da tecnologia trouxe avanços imensuráveis em todos os setores das nossas vidas:

  • Transformou a própria ciência;
  • Permitiu inovações em todas as áreas do conhecimento;
  • Modificou meios de entretenimento, comunicação, ensino, divulgação de informações;
  • Facilitou de diversas formas as nossas vidas;
  • Mudou completamente a nossa forma de pensar, sentir e de viver as relações humanas.

A sociedade vive novos tempos. A tecnologia e a globalização trouxeram inúmeros benefícios e inovações, mas provocaram também abalos. A diversidade está aumentando, culturas, valores e questões éticas e morais estão em crise, assim como são crescentes as preocupações com o meio ambiente, que sofre as consequências do desenvolvimento desmedido, com as relações humanas, cada vez mais superficiais e com o uso intensivo de máquinas, que acabam por gerar desemprego.

Não é novidade que as máquinas, já há algum tempo, têm substituído o ser humano em algumas das suas mais diversas funções, mas, de certa forma, estamos diante de uma nova realidade. Estamos no futuro, aquele que foi imaginado e retratado em muitos filmes e desenhos de ficção científica décadas atrás.

Nunca se falou tanto em inteligência artificial, na substituição do homem por robôs, e nas iminentes mudanças das relações de emprego e do mercado de trabalho.

Mas será que seremos substituídos por robôs? A advocacia está preparada para tamanha inovação?

A advocacia não só está preparada como já está utilizando a inteligência artificial, através de robôs e diversas outras ferramentas de gestão que fazem parte do mundo empresarial.

As práticas de gestão operacional, como a criação de fluxos de atividades padrões e sua integração com o sistema de informação (software de gestão), visando o controle de informações e a extração de relatórios estratégicos, a implantação de compliance, para o controle do cumprimento das políticas internas e externas e redução de riscos, o desenvolvimento de plano de carreira, com foco na retenção de talentos e a controladoria jurídica, com o controle e divulgação de resultados, ajudaram os escritórios de advocacia a criar diferenciais competitivos, redução de custos e benefícios à imagem e reputação.

Investimentos em tecnologia da informação, assim como a ampla utilização do marketing jurídico, criaram oportunidades para a realização de serviços jurídicos diferenciados e estratégicos, mas inovações são sempre necessárias para alcançar novos horizontes, e os advogados devem estar sempre atentos para criar, desenvolver e novamente criar valores para a advocacia.

O crescente interesse nas inovações tecnológicas e a busca incessante por aperfeiçoamento atraiu muitas bancas de advocacia para práticas de integração de robôs com os sistemas de gestão operacionais, softwares jurídicos bots, utilizados para a captação de dados, acesso aos Tribunais e processos eletrônicos, análise e controle de documentos, gestão de processos judiciais, e diversas outras funções programáveis.

Os robôs são programados com os fluxos para o desenvolvimento das tarefas delimitadas e desempenham as atividades administrativas, compreendidas principalmente na área da controladoria jurídica, reservando aos advogados o trabalho técnico – jurídico.

Mas incessantemente surgem novas notícias e expectativas acerca da programação de robôs para a própria atividade da advocacia, o desenvolvimento do saber jurídico.

Será possível?

O primeiro advogado-robô brasileiro, denominado ELI (sigla em inglês para Inteligência Legal Melhorada) utiliza a inteligência artificial para ajudar o advogado no aumento da sua produtividade. É um assistente personalizado, voltado a otimizar as funções operacionais e até mesmo intelectuais.

A inteligência artificial permite ao robô ter muitas competências dos seres humanos, ainda melhoradas, como o pensar, pois ele dispõe de mecanismos que permitem velocidade no acesso a bancos de dados, a possibilidade de realizar diversas conexões entre as informações obtidas, alta produtividade, e a reduzida probabilidade de cometer erros, eliminando significativamente riscos.

A tecnologia é capaz de criar um sistema cognitivo em uma máquina, para que a mesma possa aprender ao processar informações, aperfeiçoando ininterruptamente o seu desempenho, ou seja, a inteligência artificial possui a competência de desenvolvimento do aprendizado através de experiências.

Mas a Inteligência artificial ainda não é capaz de desenvolver as habilidades de sentir, de processar emoções, e de ter empatia, ela pode até reconhecê-las e interagir com o ser humano de acordo com as programações que são feitas neste sentido, mas nem tudo pode ser matematizado e programado, a máquina não consegue criar a partir das emoções, não consegue intuir, e não é capaz de participar das interações humanas em um nível emocional.

O ser humano é muito complexo e até hoje não conseguiu decifrar o integral funcionamento do cérebro. Como poderá criar uma máquina a sua imagem e perfeição se não conhece por completo o seu próprio funcionamento?

As máquinas são e sempre serão úteis e funcionais para ajudar o ser humano nas suas tarefas diárias, repetitivas e administrativas, mas não conseguirá substituir o homem no seu principal objetivo, viver, com a sua inteligência intelectual, emocional e muitas outras que fazem parte do indecifrável sistema humano.

A inteligência artificial pode e deve ser utilizada como uma extensão das funções humanas, pois nenhuma tecnologia pode ser criada sem a atuação do homem, e não se pode negar a importância de tal ferramenta ao profissional do direito, que precisa estar conectado com os acontecimentos globais econômicos, políticos, sociais e legais, se atualizar constantemente acerca das novas leis, precedentes dos Tribunais, acompanhar e controlar processos e clientes, dentre as inúmeras outras funções diárias que compreende o exercício da advocacia.

A ferramenta é capaz de ajudar o profissional a vencer todos os desafios de forma ágil, pois consiste em uma fonte de consulta inesgotável, que ajuda a melhorar a produtividade e a gestão da informação e do conhecimento, sendo de grande relevância para otimizar os fluxos da advocacia massificada, permitindo a automatização de processos operacionais e jurídicos, através de softwares bot, aplicações que simulam ações humanas no desempenho de tarefas rotineiras. Ou seja, tudo indica que a inteligência artificial é passível de agregar valor ao exercício da advocacia, mas não de substituir o seu principal capital, o ser humano.

E não se pode esquecer ainda o alto custo envolvido na aquisição e programação dos robôs, além do impacto da geração de desemprego na economia global. Muitas são as chances de termos parceiros robôs em nossos desafios diários, mas esta ainda é uma realidade distante.

A humanidade já passou por diversas mudanças, muitas profissões foram desenvolvidas e descartadas com o passar do tempo. O que já foi útil e necessário um dia deixou de ser. Novas necessidades surgiram e novos trabalhos foram criados. O ser humano inventa, reinventa, e destrói com muita facilidade o que criou, para novamente criar, aprimorar, e destruir.

Dificilmente este ciclo será quebrado, mas uma coisa é certa, a advocacia sempre precisou e precisa lidar com o lado humano dos seus clientes, que sempre enfrentam situações altamente emocionais e, neste sentido, nada melhor do que ser humano na condução da resolução dos conflitos.

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*Fonte: avisourgente