Dormir pouco pode causar doenças mentais

Quem tem dificuldade para pegar no sono sabe que os efeitos de uma noite mal dormida não acabam quando o dia começa. Olheiras, fadiga, olhos secos, dificuldade de se concentrar e irritação são algumas das respostas do corpo à privação de sono. A qualidade do sono impacta diretamente nossa saúde física e mental. A insônia, inclusive, é um sintoma comum em pacientes que sofrem de ansiedade, depressão, esquizofrenia, bipolaridade e distúrbios de atenção.

A psicóloga Jo Abbott, da Universidade Tecnológica de Swinburne, na Austrália, defende que a insônia e doenças mentais estão bastante interligadas — elas se retroalimentam. Segundo ela, cerca de 50% dos adultos com insônia têm problemas mentais e 90% das pessoas com depressão sofrem para dormir. O pior dessa relação insônia versus depressão é que quem não dorme bem responde pior ao tratamento da depressão e está mais propenso a ter picos de tristeza.

Dormir pouco pode ferrar seu cérebro

O professor Peter Franzen, da Universidade de Medicina de Pittsburgh, nos Estados Unidos, concorda com Abbott sobre a correlação entre insônia e doenças mentais. Em seu estudo sobre como a insônia pode causar disfunções no circuito cerebral responsável pelas emoções, ele explica que o sono e os sentimentos são o produto de interações entre várias regiões comuns do cérebro, hormônios e neurotransmissores. Então, anormalidades em alguns deles causam impactos nos outros. Inclusive, há evidências de que doenças mentais podem surgir de problemas dentro de circuitos cerebrais sobrepostos por circuitos que regulam nosso relógio biológico e o sono.

A culpa da sua tristeza são as poucas horas de sono

Pense nas principais reações de uma criança cansada: choro, birra e manha. Com você, acontece o mesmo, a diferença é que não pega bem se você se atirar no chão.

Um outro estudo conduzido pelo professor Franzen com pupilografia (a pupila é um bom indicador para perceber se o cérebro está ou não processando informações afetivas e cognitivas) comprovou que a privação de sono altera nossas reações emocionais.

Adultos saudáveis foram expostos a imagens positivas, negativas e neutras. Metade deles tinha dormido bem, a outra metade não havia pregado o olho a noite toda — as pupilas desse último grupo ficaram muito maiores ao olhar imagens negativas do que quando viram os outros tipos de imagens.

Ou seja, quando dormimos pouco exageramos nas nossas reações frente a situações negativas. Além de mais mal-humorados, a falta de sono pode nos deixa mais vulneráveis a ter doenças psiquiátricas desencadeadas por distúrbios do sono.

 

 

 

 

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*Fonte: superabril

Antes de morrer, Stephen Hawking revelou notícias terríveis sobre a Terra

As previsões sobre o fim do mundo vêm de todas as partes: astecas, Testemunhas de Jeová e fanáticos do apocalipse de vários cantos do mundo. Com tantas previsões chegando a todo instante fica difícil levar tudo isso a sério. Alguém se lembra do 21 de dezembro de 2012? Esse foi o dia em que foi finalizado o calendário maia. Neste dia gastei toneladas de dinheiro em comida, vi meu filme favorito e disse a todos os meus amigos e familiares o quanto os amava, por precaução. Para minha surpresa, acordei na manhã do dia 22 de dezembro com uma torre de pratos sujos e a conta bancária vazia…

Meu primeiro erro foi colocar tanta fé em uma civilização antiga, mas é melhor prevenir do que se arrepender. No entanto, a pergunta continua sendo: se alguém lhe diz que o mundo vai acabar, você acredita? Eu acho que tudo depende da credibilidade da fonte. Mas desde que Stephen Hawking entrou na conversa, talvez seja o momento de começar a entrar em pânico. O físico teórico, cosmólogo e gênio, antes de sua morte, determinou uma data de expiração do nosso amado planeta Terra.

Nossos dias na terra estão contados, de acordo com o professor Stephen Hawking.

O físico de fama mundial emitiu previamente algumas advertências para o mundo alegando que os robôs poderão pôr fim à humanidade e que abandonar a Terra é a nossa única esperança. Agora, em um novo livro, intitulado “Como fazer uma nave espacial”, o físico alertou que o nosso planeta está se tornando um lugar perigoso devido às inúmeras ameaças de guerra e doenças.

O livro, escrito pelo jornalista Julian Guthrie, contém um posposição do físico. O professor descreveu seus pontos de vista sobre o futuro das viagens espaciais.

“Eu acho que a vida na Terra corre um risco cada vez maior de ser destruída por uma catástrofe, como uma súbita guerra nuclear, um vírus geneticamente modificado ou outros perigos”, disse ele. “Acredito que a raça humana não terá um futuro se não formos para o espaço”. Hawking fez alguns comentários semelhantes no início do ano passado, durante a gravação das conferências anuais de 7 de Janeiro.

Quando perguntado sobre como seria o final do mundo, supostamente, Hawking disse que cada vez mais a maioria das ameaças que a humanidade enfrenta vem do progresso da tecnologia. O cientista, aos 74 anos, disse que as ameaças incluem uma guerra nuclear, um aquecimento global catastrófico e alguns vírus geneticamente modificados.

“Não vamos parar de progredir, mas devemos reconhecer os perigos e controlá-los”. Para evitar todas estas ameaças, a humanidade teria que colonizar outros planetas, que, segundo suas palavras, levaria mais de um século.

“Não vamos estabelecer colônias autossustentáveis no espaço, pelo menos até os próximos cem anos, por isso temos que ter muito cuidado durante este período”, disse Hawking. As pesquisas sobre o envio de seres humanos ao espaço ainda são bastante intensas. Recentemente, o Senado dos Estados Unidos apresentou um projeto de lei bipartidário que autoriza um novo orçamento de 19,5 milhões de dólares para que a NASA envie uma tripulação ao planeta vermelho, Marte, algo que poderia ocorrer durante os próximos 25 anos.

O professor Hawking também já explicou anteriormente o risco de que a inteligência artificial seja poderosa o suficiente para causar a queda da humanidade. Em julho, o professor e o fundador da marca Tesla, Elon Musk, levaram até 1.000 especialistas em robótica, uma carta aberta, alertando que “armas autônomas se transformarão nos Kalashnikov de amanhã. A sobrevivência da civilização humana será muito mais provável se formos uma espécie multi planetária, em comparação a uma espécie de um único planeta”.

“Se formos uma espécie de um único planeta, acontecerá algum evento de extinção de maneira progressiva”, disse Musk. Sua empresa SpaceX está trabalhando para enviar seres humanos ao espaço. Recentemente, a empresa, em dados concretos, lançou um dos seus novos motores de transporte interplanetário, o “Raptor”, e irá utilizá-lo provavelmente para levar astronautas a Marte. O motor do foguete é três vezes mais potente do que os modelos Falcon 9. Em última análise, será utilizado para lançar a nave espacial tripulada para fora do nosso planeta.

Quando o empresário milionário, Elon Musk, fundou a SpaceX, em 2002, colocou o seu olhar no objetivo final de colonizar Marte. Mas agora, o ambicioso fundador da empresa insinuou que pode ter outros planos mais audazes que vão muito além do planeta vermelho. Ele disse que o veículo que sua empresa tem desenvolvido para levar seres humanos a Marte também poderia ser utilizado para transportar astronautas além do sistema solar. O que você acha?

No passado, Musk foi muito reservado sobre seus planos para a SpaceX, mas no final deste mês apresentará parte de sua visão para a empresa no Congresso Internacional de Astronáutica, em Guadalajara, México. Será verdade tudo o que Hawking prevê? Pelo andar da carruagem, não é de se estranhar que a Terra esteja cada vez pior, com uma contaminação generalizada em ascensão, imensos desmatamentos florestais e aumento da substituição da mão de obra humana por máquinas. Ocorrerá uma guerra contra as máquinas, no mais puro estilo Skynet, de “O Exterminador do Futuro”?

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*Fonte: paraoscuriosos