Artista usa uma motosserra para transformar madeira em impressionantes esculturas

Jürgen Lingl-Rebetez é um artista alemão premiado, especializado em escultura em madeira. Ele começou sua carreira artística como pintor, mas depois de descobrir a madeira e todas as coisas bonitas que ele pode criar usando-a, após se mudar para a Suíça em 1996, o artista começou a usar uma motosserra para criar esculturas incríveis.

As obras em madeira de Jürgen criam uma impressão de pinturas 3D desenhadas com uma motosserra onde os inúmero detalhes dão a impressão de que suas criações podem ganhar vida a qualquer momento. Traços precisos adicionam força e personalidade a seus sujeitos.

>>SITE: http://www.lingl-sculpture.com/

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: boredpanda

Para combater aquecimento global, Suíça vai aspirar CO2 do ar (e reaproveitá-lo como adubo na produção de hortaliças)

Na corrida contra o tempo para combater o aquecimento global e frear o aumento da temperatura em até 2ºC até o fim deste século, como recomendado pela ONU, começam a pipocar mundo afora diferentes alternativas para reduzir e mitigar as emissões de CO2.

Na Suíça, uma opção pra lá de inusitada está causando reboliço: a empresa Climeworks vai inaugurar uma planta comercial capaz de sugar do ar o dióxido de carbono emitido por carros, aviões e trens.

Mais do que isso: a companhia vai revender o material capturado para uma fabricante de legumes e verduras, que usará o gás como fertilizante vegetal, aumentando em até 20% sua produção.

Sim, você não entendeu errado: vão adubar os alimentos com CO2! Polêmico, não?

A Climeworks garante que o processo é seguro para a saúde e que o CO2 capturado pode ser usado ainda para outras finalidades, como combustível e gaseificador de bebidas. Segundo eles, a planta suíça tem capacidade para sugar até 900 toneladas métricas de dióxido de carbono do ar – o equivalente à emissão de 200 carros populares no ano.

A unidade na Suíça é só o começo. Até o ano de 2025, os fundadores da Climeworks assumiram a ousada meta de capturar do ar o equivalente a 1% das emissões globais. Para tanto, vão precisar implementar mais 750 mil plantas como a da Suíça mundo afora. Será que a moda vai pegar?

*Por Débora Spitzcovsky

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*Fonte: thegreenestpost