5 dicas para você aprender a montar um cubo mágico

Já faz mais de quatro décadas desde que o professor húngaro Ernő Rubik, do Departamento de Desenho de Interiores da Academia de Artes e Trabalhos Manuais aplicados de Budapeste (Hungria), criou um brinquedo para ensinar seus alunos conceitos de tridimensionalidade: o cubo mágico.

O pequeno objeto colorido saiu das salas de aulas, entrou nos lares domésticos e conquistou multidões, virando até tema de competição globais, como, por exemplo, o torneio Red Bull Rubik’s Cube World Championship.

O evento, criado pela Red Bull em 2017, teve sua etapa nacional no Brasil em maio de 2017, em que foram selecionados quatro brasileiros vencedores para participar da final em Boston, nos EUA, em setembro.

O pernambucano e estudante de física Iuri Grangeiro, 20 anos, é um deles. O jovem foi vencedor na categoria mista Fastest Hand (quem resolve o cubo primeiro utilizando apenas uma mão), cumprindo o desafio em 32.780 segundos. Ele é também o recordista sul-americano de cubo mágico com uma mão só, já que mantém o recorde de 11.405 segundos.

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*Fonte: revistagalileu

5 tipos de pessoas que você deve pensar muito bem antes de confiar

Quando conhecemos pessoas novas surge em nossa frente uma folha em branco repleta de possibilidades. Cada novo encontro dá origem a um novo traço que, dia a dia, dá formas a um desenho antes inusitado.

Desses encontros surgem também as mais lindas paisagens, mas, do que antes poderia parecer o caminho para algo belo, podem surgir traços feios, ameaçadores e que nos machucam que vão além do saudável e aceitável.

O que queremos te ajudar a pensar nessa postagem é que, por mais difícil que pareça, existem maneiras de identificar o que não é bom, basta que esperemos o tempo necessário e estejamos atentos aos padrões que se repetem. Afinal, errar é humano, mas continuar errando releva traços importantes de caráter….ou mesmo da falta dele.

A partir disso, listamos abaixo 5 tipos de comportamento que devem servir como sinais de alerta. Confira e, no final, nos digam se vocês concordam ou não.

1. Pessoas que escolhem com quem serão educadas e charmosas

Tem gente que só trata bem quem identifica que pode lhe trazer ganhos pessoais. Quando essa pessoa não percebe serventia no outro, o seu tratamento é outro.

Quem usa do charme com fins de manipulação demonstra falsidade e pouca legitimidade de sentimentos. Normalmente são pessoas pouco leais e que se vendem. São aquele tipo que, se achar um “amigo melhor”, ignora o anterior.

Se você estiver próximo de alguém que faz isso esteja atento porque quem se comporta assim com o outro, dia ou outro, fará o mesmo com você.

2. Pessoas que demonstram frieza com o próximo

Falta de empatia é o maior mal dos tempos modernos. Existe tanta competição e individualismo que não olhar para quem está ao redor, em alguns lugares, é até considerado uma qualidade.

Pessoas que demonstram frieza e indiferença com o que acontece com o ser humano que está próximo são sérias candidatas a não estarem presentes quando você precisar de algo, mesmo.

Lembre-se que as relações envolvem cuidado mútuo.

3. Pessoas invasivas e que não respeitam os limites e nem a privacidade do próximo

Respeito é algo fundamental em qualquer relação e esse só existe se os limites entre as pessoas forem estabelecidos.

A gente percebe isso quando alguém faz coisas sabendo que você não gostará e que aquilo te magoará, quando contam coisas que são da sua intimidade, quando debocham do que lhe causa sofrimento.

Ah, e detalhe, se falam do outro para você, falam de você para o outro.

4. Pessoas que pensam que o mundo gira ao seu redor

Os famosos “narcisistas” possuem traços de manipulação e apenas nos tratam bem para conseguir o que querem: a nossa atenção. Depois, quando precisamos de algo, eles sempre terão um outro compromisso ou urgência. Nós não podemos contar com eles ao menos que os atos deles se revertam a plateia e ganhos secundários de atenção. Exemplo: ajudar instituições de caridade e serem considerados caridosos.

5. Pessoas que oscilam demais

Ok, sabemos que a oscilação é normal. Também sabemos que oscilar demais pode ser fruto de um transtorno de humor que é uma doença psicológica, mas nós também temos que aprender a nos protegermos dessas oscilações porque pessoas que oscilam demais vão do céu ao inferno em segundos. E, se nós não soubermos dar limites e nos protegermos, nós somos arrastados para o abismo junto com eles.

Os limites devem ser claros.

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*Fonte: psicologiadobrasil