Estudo determina que viajar produz mais felicidade do que se casar e ter filhos

Estudo determina que viajar produz mais felicidade do que se casar e ter filhos

Quantas vezes você foi tentado a deixar tudo, pegar sua mala e ir embora? Certamente você já foi tão sobrecarregado que só conseguia se acalmar imaginando-se ao lado da praia ou em uma floresta em frente a uma fogueira. Viajar é fugir da rotina e se encontrar na estrada.

Para muitos, o sonho da vida é viajar pelo mundo; para os outros, encontrar o amor da sua vida e ter filhos. Mas temos que informá-lo que um estudo no portal Booking garante que viajar produz mais felicidade do que se casar e formar uma família.

O que você prefere: casar, ter um filho ou viajar?

A reserva realizou um levantamento rápido de 18 mil habitantes de diferentes países. A maioria dos participantes concordou que as lembranças de suas aventuras e o planejamento da próxima fuga trazem mais felicidade do que qualquer outra coisa.

Uma porcentagem maior do que a média prefere viajar

55% dos participantes preferem ir de viagem do que se casar; no dia, 27 % prefere encontrar seu parceiro sentimental e ter um emprego estável; finalmente, 18 prefere que ele tenha um filho.

Viajar significa viver novas experiências e belos momentos

Esta pesquisa também descobriu que as pessoas preferem investir seu dinheiro em experiências em vez de itens materiais, de jóias, carros, gadgets a uma casa. Talvez a ideia de se instalar possa esperar, o jovem quer viver o momento.

Então, para planejar o próximo destino!

A felicidade é fomentada pela sede de conhecer e explorar novos lugares; Além disso, você sempre pode fazer isso com amigos, com um parceiro e até com crianças. Você realmente não tem que escolher entre um e outro. Mas se você está procurando por alegria e emoções, escolha um destino e imagine-se aproveitando suas próximas férias.

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*Fonte: revistapazes

A subida

Em pleno feriado de 20 de setembro aqui no Rio grande do Sul e mesmo com um dia onde as condições não estavam lá muito bonitas para uma trip de moto, resolvi dar uma passada em Teutônia, na Lagoa da Harmonia. É que tem aí uma questão mal resolvida. Explico.

Já estive por lá inúmeras vezes e o lugar realmente é muito bonito e agradável, no verão melhor ainda, a lagoa é bem cuidada (o resto do parque também, diga-se), tudo bacana e bem interessante. Também tudo ok com a clássica volta ao redor da lagoa, mas tem o fato de lá tem uma vista incrível do alto do morro – que fica ao lado, numa estradinha logo na entrada da lagoa. Então…

Já subi nesse morro há alguns anos atrás, mas acontece que das duas últimas vezes em que estive por lá e com tempo, mesmo assim eu não subi mais até o alto desse morro. Esses dias me lembrei disso, dei boas risadas e resolvi que assim que possível iria novamente até lá (não fica muito longe daqui) só para completar esse trajeto. Virou uma questão particular para mim. Lembro de que já desisti duas vezes dessa subida. Gordo, pesado e fora de forma, na metade do caminho cansado e esbaforido eu arreguei (tipo como fez o time do Inter, saca?). Desisti e voltei.

Semana passada já tinha pensado em passar por lá, cheguei até a comentar isso com o Vladimir (parceiro de trip de moto), mas não foi possível porque tínhamos outros compromissos. Hoje, feriado, dia nublado, feio e sem sol e para completar, eu não tinha nada melhor para fazer além de cultivar o “nadismo”. Pimba! Dia perfeito para inventar alguma incomodação ou aventura, onde tudo pode dar certo ou bem errado. Vamos ver… clima não estava com cara de que iria ajudar muito.

Depois do meio dia, dito e feito, veio a chuva. Pronto. Ferrou. Mas para meu alívio foi passageira e logo o chão já estava seco. Não perdi tempo, me ajeitei rapidamente e fui de moto para a estrada. A viagem foi tranquila, tudo de boa, pouco trânsito –  Lajeado, Estrela, Rota do Sol, Teutônia e ôps, já era o trevo para a Lagoa da Harmonia. Vamos lá!

Subida boa, parei algumas vezes para dar uma olhada na paisagem mas logo estava na portaria da lagoa. Atualmente cobram R$ 7,50 (por pessoa – só para constar), converso com o vigia, combino com ele de depois deixar a minha moto ali e o meu capacete. Antes ainda faço a tal clássica volta olímpica na lagoa, que é de praxe, também umas fotos corriqueiras mas logo volto para o começo, onde estava o meu propósito para essa empreitada. A subida íngreme do morro. O vigia ainda comenta de que quando subiu a primeira vez, teve de para e sentar no caminho para descansar e tomar um fôlego.

Uma vez que a moto e meu capacete estavam devidamente sob cuidados do meu amigo vigia, tomo rumo na estradinha íngreme e subo como se não houvesse amanhã… rsrsrssrsr  (poderia ter feito essa subida de moto, o vigia me sugeriu, mas não era essa a intenção expliquei para ele). Passo a passo a coisa progrediu e rendeu num nível bem legal de subida, o que até me surpreendeu. O meu investimento na academia nesses últimos tempos se mostrou bem válido nessa hora. Thanks Grego! Na metade é claro, parei para uma breve pausa, uma respirada mas a subia deveria prosseguir.  Foco! Pro alto e avante. Chego no topo e como o dia estava nublado a visão lá de cima hoje não era das melhores, mas tava valendo. Havia apenas um casal de namorados, que sim, se assustaram com a minha chegada, mas foda-se. A estrada é livre. Aproveitei então para me sentar bem de boas na grama, curtir a paisagem e toda aquela vista do vale. Momento bacana e o bom disso é que não tinha muita gente, então havia um certo silêncio ao redor. Mas a alegria não dura prá sempre – como se dizem, chegaram mais algumas pessoas, inclusive também uns importunos caras bêbados, que fizeram uma gritaria e daí essa clima zen foi para o espaço. Só podia ser a deixa do universo para mim cair fora dali (rsrsrsrsrs). E eu já tinha curtido o necessário da paisagem mesmo.

O caminho da volta na descida foi bem de boas, sempre parece mais curto e mais rápido do que a ida /subida (me lembrei de que tem uma teoria psicológica que aborda esse tema – já foi post aqui no blog). Chego na moto, começo a me ajeitar para retomar o caminho de casa e converso mais uma vez com o meu novo amigo, o vigia/porteiro, que descubro ser pai do quem administra o local todo. Me contou várias coisas interessantes do local e das casas ao redor. Enfim, histórias de viagem.

Venho embora para casa acreditando de que irei pegar chuva no caminho, o céu estava mais escuro já nesse momento. Tudo bem, faz parte. Cheguei bem e bastante satisfeito, primeiro por não ter pego chuva alguma e segundo, com a empreitada toda. A subida foi OK, melhor do que o esperado – preparo testado e em dia, era justamente isso que eu queria descobrir na tal subidona. Vamu-qui-vamu. Meu perrengue com o morro terminou hoje e bem sei que ainda irei subi-lo ainda mais vezes.

*Abaixo algumas fotos dessa trip: