Robô chinês mata mosquitos com arma laser como em Star Wars

Os chineses estão mesmo surpreendendo o mundo, e agora parecem estar até rivalizando com os japoneses, que tradicionalmente sempre se destacaram com invenções “exóticas” e super-curiosas, daquelas que poucas pessoas poderiam imaginar…

E se você é fã dos filmes de ‘Guerra nas Estrelas’, o tal robô “Moskito Killer” pode ser ainda mais interessante, afinal ele é um tipo de “droid”, que segundo seus criadores, pode identificar mosquitos automaticamente, e depois fulminá-los com sua arma laser!

Com um jeitão de tanque de guerra em miniatura, o ‘Laser Movable Mosquito Killer Robot’ (Robô matador de mosquitos móvel a laser) é programado para entrar em ação assim que identifica um desses inconvenientes insetos por perto e, conforme afirmam seus criadores, utiliza um canhão laser que frita o mosquito, podendo matar cerca de 40 insetos por segundo!

Quanto ao tipo de laser usado no robô, a empresa não deu maiores detalhes, mas afirma que o laser é seguro para os humanos e não é capaz de causar danos a tecidos biológicos delicados, não sendo perigoso nem mesmo para os olhos de algum pobre desavisado que estiver bem na mira do robô caça mosquitos…

O robô da ‘Shenzhen Robotics Association’, foi apresentado na feira ‘MSPO’, na Polônia, e os responsáveis pelo projeto ainda não sabem quando ele estará disponível aos consumidores. Por enquanto eles focam no uso empresarial e público de sua criação, como em hospitais, escolas e prédios públicos, e acreditam que o novo robô pode ser um grande aliado na luta contra as doenças transmitidas por mosquitos, como a dengue, zika e chikungunya.

 

 

 

 

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*Fonte: curtoecurioso

Trabalho escravo: moda é o segundo setor que mais explora pessoas

Comprar roupas pode ser uma forma de investir na autoestima e, para alguns, representa até um momento terapêutico. No entanto, pouco se fala sobre a origem dos produtos comercializados. Grande parte dos itens é feita às custas de trabalho escravo e, muitas vezes, o consumidor não imagina ou não se importa com o que houve antes de obter a mercadoria final.

Segundo a pesquisa The Global Slavery Index 2018, da fundação Walk Free, divulgada recentemente, a moda é a segunda categoria de exportação que mais explora o trabalho forçado.

Na escravidão moderna, as vítimas trabalham em condições precárias e recebem valores indevidos. De acordo com o estudo, cerca de 40,3 milhões de pessoas estão nessa situação, das quais 71% são mulheres. No mundo, 24,9 milhões de indivíduos exercem profissões forçadamente.

A moda fica atrás apenas do setor de tecnologia, no ranking de exploração. Em seguida, aparecem os ramos de cana-de-açúcar, peixe e cacau. A estatística foi desenvolvida em parceria com a Organização Internacional do Trabalho (OIT) e a Organização Internacional de Migração (OIM).

O índice também mostra que as empresas envolvidas movimentam cerca de US$ 354 bilhões em exportação para os países do G20 – o grupo constituído por ministros de finanças e chefes dos bancos centrais das 19 maiores economias do mundo e da União Europeia.

Fundação Walk Free
A Walk Free foi criada com o objetivo de buscar informações e gerar dados sobre a escravidão moderna. Além disso, a instituição impulsiona ações de mudança nas legislações dos principais países, em prol de punições mais duras para quem explora mão de obra forçada.

*Por Ilca Maria Estevão

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*Fonte: metropoles