Aparentemente, são os óvulos que escolhem o espermatozoide e não o contrário

Desde os tempos da escola, aprendemos que os espermatozoides correm até os óvulos, até que um deles fertiliza um único óvulo, e então um provável futuro bebê é feito. Simples? Sim, porém, existe um detalhe pouco falado. Literalmente, é o óvulo quem escolhe o espermatozoide, e não o contrário.

“O ovo se envolve em um diálogo com o esperma, ao invés de prendê-lo”, afirmava Scott Gilbert, biólogo desenvolvimentista do Swarthmore College. Além disso, uma pesquisa mostra que o óvulo tem a tendência a atrair um tipo de espermatozoide específico e que mais lhe agrada.
A verdade

Normalmente, quando pensamos em fertilização com espermatozoide e óvulo, costumamos imaginar os espermatozoides correndo em direção ao óvulo. Na escola, aprendemos que milhões deles se dirigem a um único óvulo. Quando um X encontra um X, a fecundação irá gerar uma garota, e quando um X encontra um Y, haverá um menino a caminho.

Mas a verdade é que é o óvulo que escolhe quem vai fertilizá-lo, e não o espermatozoide que correr mais. Como explicado pelo cientista, Dr. Joseph H. Nadeau, os óvulos não são submissos e dóceis, mas peças fundamentais no processo de reprodução. Quem agiliza o processo e decide é o óvulo.

Conclusão? É o óvulo quem favorece ou descarta um espermatozoide e torna a seleção sexual, no próprio nível celular, mais complexa.
Fertilização geneticamente tendenciosa

Concluindo toda essa ideia, temos a fertilização geneticamente tendenciosa. Tal tipo de fertilização se trata de algo que faz um óvulo e um espermatozoide se unirem. Existe duas possibilidades para a fertilização geneticamente tendenciosa:

A primeira opção é quando há atração entre espermatozoide e óvulo envolvendo em grande parte a molécula de ácido fólico. O metabolismo da vitamina B ou ácido fólico é diferente em um óvulo e um espermatozoide. Essas mudanças podem ser o fator decisivo para a atração entre o espermatozoide e o óvulo.

O segundo caso, é quando os espermatozoides já estão presentes no trato reprodutivo feminino quando se dirigem para o óvulo. O ovo pode não estar totalmente desenvolvido durante este tempo. Há uma possibilidade de que o ovo influencie essa divisão celular de modo que seus genes também possam ser bem adaptados ao espermatozoide.

*Por Toni Nascimento

 

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*Fonte: fatosdesconhecidos

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