Nomes tradicionais do esporte analógico estão de olho nos e-Sports

Por favor, não ouse minimizar ou muito menos chamar apenas de “videogame”. Os jogos eletrônicos, não todos – é claro – ganharam há alguns anos um novo status que transformou o que era mera diversão em esporte. É, esporte, com “E” maiúsculo, assim como o atletismo, o basquete, a natação e o futebol. O sucesso é tamanho que o comitê de candidaturas da Olimpíada de 2024, que vai ser disputada em Paris, na França, já estuda a possível inclusão dos “e-Sports” nos Jogos. Sabia dessa?!

No Brasil, o esporte eletrônico avançou algumas fases nos últimos quatro anos. O cenário que era ainda uma espécie de berçário, se profissionalizou. Hoje, com a entrada de grandes marcas, personalidades do esporte, transmissão na TV e até clubes tradicionais, o “e-Sport” ganhou maior visibilidade e, ainda melhor, credibilidade…

Diversas equipes do futebol brasileiro já entraram de cabeça no esporte eletrônico. Santos, Flamengo e Corinthians são algumas delas. Por outro lado, Ronaldo Fenômeno, ao lado de André Akari, o maior jogador de poker do país, compraram parte de uma das principais equipes do país e, claro, injetaram uma boa grana nesse pessoal. Ações como estas fortalecem o esporte e, mais do que isso, ajuda a modalidade a crescer mais rápido.

O João alcançou o sonho de muitos jovens e se tornou jogador profissional de League of Legends – o principal título do esporte eletrônico atualmente com 100 milhões de usuários em todo o mundo. Mas se profissionalizar não é pra qualquer um. Aliás, se fosse assim, imagina quantos Neymar’es não existiriam por aí. É preciso ter um certo dom, muita vontade e, principalmente, dedicação…

Apesar de ainda estar em pleno desenvolvimento, o cenário do e-Sport no Brasil – principalmente com a entrada desses clubes tradicionais e grandes patrocinadoras – está muito bem estruturado e cada vez mais profissional. Esse fortalecimento também se deve, muito, à audiência por aqui. Hoje, a estimativa é que 18 milhões de pessoas já acompanhem o esporte eletrônico no país…

E tudo é muito bem organizado e cheio de regras, assim como qualquer outro esporte. O atleta é um profissional, com: salários que variam de 4 a 15 mil reais; um time multidisciplinar, para dar todo apoio; e claro, muita cobrança também…

A maioria dos e-Atletas são bastante jovens. Mas provavelmente uma das diferenças que chama atenção é que o esporte eletrônico consegue ser ainda mais inclusivo que outros mais tradicionais. Para ter a chance de se profissionalizar pode ser Homem ou mulher… e sem limite de idade. Só precisa jogar bem – muito bem, diga-se de passagem.

*Por Renato Santino

 

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*Fonte: olhardigital

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