Trailer de Stardust, cinebiografia de David Bowie, mostra o drama da vida do astro; assista

A vida, carreira e todas as esquisitices espaciais de David Bowie vão virar filme. A cinebiografia Stardust acabou de receber o primeiro trailer nesta quarta-feira (28).

O drama histórico é dirigido por Gabriel Range sobre a vida do ícone pop é estrelado pelo ator de Emma (2020) ​​Johnny Flynn, que surge como uma versão de Bowie aos 24 anos de idade, antes de se tornar um dos músicos mais famosos da história do Rock.

A narrativa começa em 1971, quando o jovem Bowie embarca em uma viagem para os Estados Unidos para se encontrar com o publicitário da Mercury Records, Rob Oberman (Marc Maron).

O filme promete dar ênfase as dificuldades enfrentadas por Bowie no início da carreira, visto que a visão alternativa dele sobre a sexualidade masculina e as práticas excêntricas na hora de se apresentar ainda não eram aceitas pelo público. Claro, isso tudo viria a mudar depois de Ziggy Stardust, tanto o disco quanto a persona artística criada pelo Starman.

“Não existe um Eu autêntico. Existe apenas medo”, diz Bowie no trailer. “Eu quero levar minhas fantasias ao palco comigo.” Stardust chega aos cinemas em 25 de novembro – o mesmo dia em que chega ao video on demand e demais serviços digitais. Assista ao trailer abaixo:

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*Fonte: rollingstone

Sistema transforma plástico do oceano em combustível

Todos os anos milhões de toneladas de resíduos plásticos entram nos oceanos. Se nada for feito, até 2050 a quantidade de plástico pode ser maior do que a de peixes, segundo a Fundação Ellen MacArthur. Para a startup alemã Biofabrik, a solução está em reaproveitar o lixo marinho para a produção de combustível.

Com a Biofabrik, um quilograma de lixo plástico vira um litro de combustível e cada litro de combustível fornece cerca de 3,5 kWh de energia elétrica. Isso é possível graças ao processo de pirólise, ou seja, na decomposição por meio do calor. Os compostos de hidrocarbonetos dos resíduos plásticos são quebrados por altas temperaturas com a exclusão de oxigênio. O resultado do processo é um plástico transformado em líquido ou gasoso, que pode ser usado no motor marítimo. Também o combustível em geradores ou turbinas pode ser convertido em energia elétrica.

Biofabrik

O sistema de pirólise plástica da startup foi batizado de “WASTX”. A técnica passou por seis anos de desenvolvimento para chegar à versão atual, mas, para chegar até aqui, diferentes reatores foram testados e descartados, sendo o manuseio de plásticos não puros, comuns no gerenciamento de resíduos, o maior desafio encontrado. Hoje, a Biofabrik, que é totalmente automatizada, afirma que é capaz de reciclar tipos de plásticos que antes não eram possíveis.

A fábrica compacta está localizada na cidade de Dresden, capital do estado da Saxónia, às margens do rio Elba, e deve começar a produção em breve. “Estamos orgulhosos de ter chegado a este ponto depois de mais de seis anos de desenvolvimento. Nosso objetivo foi desenvolver uma solução rentável para o problema dos resíduos plásticos que pode ser implantada remotamente”, afirma Oliver Riedel, fundador da startup. O próximo passo é processar até uma tonelada de resíduos plásticos por dia.

*Por Marcia Sousa

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*Fonte: ciclovivo