CRV Digital: documentos de registro e transferência de veículo serão digitais

Mais documentos se juntaram à carteira digital do motorista brasileiro. O Certificado de Registro do Veículo (CRV) e o Certificado de Licenciamento Anual (CLA) agora passam a integrar o Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV-e). O documento do veículo estará disponível pelo aplicativo Carteira Digital de Trânsito (CDT), que também abriga a versão digital da Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

A resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) que aprovou a digitalização dos documentos ainda extinguiu comprovante de transferência de propriedade (antigo DUT) e o transformou no Autorização para Transferência de Propriedade do Veículo (ATPV-e). A medida valerá a partir desta segunda-feira (4) para novos registros. Documentos impressos em papel-moeda verde continuarão valendo, além da CRV Digital.
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“O CRLV-e e a ATPV-e foram os nossos últimos documentos a serem digitalizado e com isso, nenhum órgão de trânsito utilizará mais o papel-moeda”, explica o diretor-Geral do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e presidente do Contran, Frederico Carneiro. Além do app da CDT, o CRLV-e estará disponível em formato digital, após a quitação de todos os débitos, no portal do Denatran ou por meio dos canais de atendimento dos Detrans estaduais.

O aplicativo da CDT está disponível na App Store e no Google Play.

Caso prefira, o proprietário do veículo também pode imprimir o documento em papel A4 comum, branco, que terá o QR Code de segurança, válido para fiscalização. O registro é obrigatório na compra de veículo zero km; compra/venda de um usado; mudança de município de domicílio ou residência do proprietário e na mudança de categoria ou alteração de característica do veículo.

Como coneguir a CRV Digital

Para quem já possui o documento de registro e a autorização para transferência de propriedade em papel-moeda (veículos registrados antes de 2021) nada muda. Ao vender o veículo, o proprietário preenche o verso do documento com os dados do comprador, reconhece firma no cartório e, por fim, o comprador vai ao Detran para efetivar a transferência.

O procedimento só muda para veículos registrados a partir de agora. “O Detran expedirá somente o CRLV-e, em formato digital. A ATPV-e, que antes vinha em branco, no verso do documento, a partir de agora será expedida somente quando o proprietário for vender o veículo”, explica o Contran.
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A expedição do documento de transferência deve ser feita junto ao Detran, presencialmente ou por meio de algum canal de atendimento digital. Com a ATPV-e preenchida e com o QR Code de segurança, o comprador deve reconhecer a firma no cartório e efetivar da transferência. Em breve, a transferência poderá ser realizada totalmente em meio digital. “Transferir um veículo será tão simples quanto fazer uma transferência bancária, tudo na palma da mão”, promete Carneiro.

*Por Renato Mota

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*Fonte: olhardigital

Esta é a música perfeita para acalmar gatos, aponta estudo

Não é surpresa para ninguém que a música tem um grande poder tranquilizante para os humanos. São inúmeras as playlists criadas para este fim que são usadas em momento de trabalho, estudo, sono e estresse, por exemplo. Agora um novo estudo aponta qual é a música perfeita para acalmar gatos.

A informação vêm do estudo Efeitos da música no comportamento e resposta fisiológica ao estresse de gatos domésticos em uma clínica veterinária, da Universidade do Estado da Luisiana (Louisiana State University – LSU). Os pesquisadores notaram que durante o processo de anestesia geral, os gatos ficam fisiologicamente sensíveis à música, sendo que a música clássica é mais suave do que pop ou heavy metal.

A música acalma à todos

Quem já conhece os trabalhos do Dr. Oliver Sacks, com o livro Musicofilia: Histórias sobre a Música e o Cérebro (Musicophilia – Tales of Music and the Brain), sabe que os sons são aliados na medicina humana. A experiência já demonstrou evolução na função motora e cognitiva em pacientes diagnosticados com AVC, contribuindo na diminuição de ansiedade por conta de exames e cirurgias.

A LSU decidiu observar os efeitos de uma canção produzida especialmente para os bichanos. Os autores se referem a música como sendo composta por “linhas melódicas baseadas em vocalizações aflitivas e sons gratificantes. Essas melodias são interpretadas como mais prováveis ​​de serem eficazes se o objetivo é acalmar um gato agitado”, apontaram.

Eles ainda acrescentam que a composição se inspira nos anos iniciais do felino. “A música se baseava na ideia de que o desenvolvimento dos centros emocionais no cérebro do gato ocorre logo após o nascimento, durante a fase de amamentação, pois os sons de ronronar e de amamentar são comuns nesse estágio de desenvolvimento, que são agrupados em tempos e frequências utilizados. na vocalização felina para criar música específica para gatos”, ponderam.

Para analisar como a música ajuda a acalmar gatos no consultório, eles testaram 20 animais que se inscreveram previamente no estudo. Os bichanos ouviram por 20 minutos a canção Scooter Bere’s Aria, de David Teie, música clássica ou nenhuma outra em ordem aleatória. Foram realizados três exames físicos na clínica veterinária, com duas semanas de intervalo.

Ouça abaixo a música perfeita para acalmar gatos

A melodia da composição Scooter Bere’s Aria, de David Teie tem efeito relaxante para os felinos.

Durante os exames, os pesquisadores concluíram que os animais pareciam menos estressados quando tocavam a melodia criada para os gatos do que outros estilos e métodos. No relatório, eles afirmaram que: “Os CSSs (escores de estresse de gatos – cat stress scores) são significativamente menores quando os gatos ouviram música de gato em comparação com a escuta do silêncio ou da música clássica”, escreveram os autores. “É possível que comportamentos tranquilos possam ser alcançados em um ambiente clínico veterinário com a introdução de músicas específicas para gatos” concluem.

Já vimos por aí diversos exemplos que as pessoas utilizam para tranquilizar seus animais domésticos quando vão ao veterinário. Talvez a música possa ser uma grande alternativa, e quem sabe até o dono fique mais relaxado.

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*Fonte: socientifica