Phil Lynott

Nesse dia também faria aniversário Phil Lynott, baixista do Thin Lizzy, um irlandês que segundo a lenda, seria filho de um marinheiro brasileiro. Phil que virou tardiamente um de meus heróis do contrabaixo (sorry Phil, antes tarde do que nunca), em minhas pesquisas musicais.

Saudações Phil, descanse em paz. A sua música e seu legado ficam sempre com a gente.

e a minha música preferida da banda:

Policial voador estilo Homem de Ferro pode se tornar realidade na Inglaterra

Pode parecer algo saído de um filme da Marvel, mas ter policiais voando atrás de criminosos em trajes a jato pode se tronar realidade nas ruas da Inglaterra em breve. A demonstração do “guarda voador”, que você confere no vídeo aí embaixo, aconteceu no Laboratório de Ciência e Tecnologia de Defesa (DSTL) do Reino Unido.

O homem no papel de policial é o fundador e piloto de testes da Gravity, uma empresa inglesa que fabrica jetpacks desde 2017. As mochilas a jato utilizam propulsores com 1.000 cv de potência montados nas mãos do usuário, permitindo um controle preciso dos movimentos durante voos em alta velocidade.

“A aplicação de um traje a jato é infinita. Conseguir mover pessoal especializado em um ambiente urbano muito rapidamente em um espaço tridimensional, seja em um telhado, sobre um rio ou terreno acidentado, para conter uma ameaça é algo realmente poderoso”, afirma o presidente do Conselho Nacional de Chefes de Polícia da Inglaterra, Martin Hewitt.

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Homem de Ferro?
O jetpack da Gravity Industries possui cinco turbinas independentes que podem atingir 120 mil rotações por minuto. Elas funcionam em um sistema que utiliza o equilíbrio natural do corpo humano para controlar o voo, algo muito parecido de fato com o traje do Homem de Ferro usado por Tony Stark nos quadrinhos e no cinema.

Durante a demonstração, o equipamento atingiu uma velocidade de 88 km/h, mas, segundo a fabricante, ele pode chegar a 136 km/h. Em vez de um “Reator Arc”, como nas histórias da Marvel, o traje de verdade é movido a óleo diesel ou combustível de jato (JET A-1).

A mochila completa pesa pouco mais de 27 kg, um peso razoável para alguém carregar nas costas durante trajetos curtos. Aliás, um dos pontos fracos do traje a jato é o tempo limitado de voo, com uma autonomia que varia entre 5 e 10 minutos, dependendo a velocidade empregada pelo usuário.


Mundo real

Apesar das demonstrações de uso militar, a ideia é utilizar as mochilas a jato em serviços de entregas e transporte urbano no futuro. A Gravity já oferece alguns cursos de pilotagem em seu site oficial, além de planejar até uma competição de velocidade para testar os limites do seu equipamento.

Segundo seu fundador, Richard Browning, a empresa possui mais de 50 clientes nos Estados Unidos e no Reino Unido, e já participou de algumas missões de busca e resgate em colaboração com as Forças Armadas dos dois países. Em maio deste ano, Richard fez uma apresentação do jetpack aos Fuzileiros Navais da Inglaterra (vídeo).

“É sempre a mesma reação: quase descrença de que você pode ver um ser humano se movendo daquela maneira quando seu único ponto de referência mais próximo da realidade é provavelmente um filme de super-herói da Marvel. Pessoas voando por aí não é mais uma exclusividade do cinema”, encerra Browning.

*Por Gustavo Minari
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*Fonte: canaltech

Falta de exercício físico gera nova ameaça mundial, alerta estudo

Fazer exercício físico ou praticar algum esporte traz benefícios enormes, não só em nível físico, mas também mental. Reduz o risco de sofrer doenças cardiovasculares, a pressão arterial e o estresse, ajuda a controlar o colesterol e nos faz descansar melhor. Entretanto, nos últimos anos a luta contra o sedentarismo se estagnou, conforme publicou a revista The Lancet em uma série de três artigos sobre o tema. Em nível global, os problemas decorrentes da falta de exercício físico e o sedentarismo são responsáveis por mais de cinco milhões de mortes por ano, além de acarretarem gastos sanitários superiores a 280 bilhões de reais ―dos quais mais de 160 bilhões provêm do setor público.

Os dois primeiros estudos se centram nos jovens de até 24 anos e nas pessoas com alguma deficiência, dois grupos populacionais cruciais. O primeiro, pelo triplo benefício gerado pela prática esportiva: ter uma melhor saúde hoje, no futuro e na geração seguinte. No caso das pessoas com deficiências, elas enfrentam maior risco de sofrer problemas cardíacos, diabetes ou obesidade, por isso fazer atividade física é uma forma simples de se proteger. O terceiro trabalho analisa as políticas esportivas que acompanharam a realização dos Jogos Olímpicos nos últimos anos e o efeito que tiveram na rotina dos cidadãos do país onde elas ocorreram.

Segundo a publicação, o nível de atividade física nos adolescentes permanece estagnado desde 2012, e 80% dos jovens não seguem a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) de fazer uma hora de exercício físico por dia. Cerca de 40% dos estudantes nunca vão a pé para a escola, e 25% passam mais de três horas por dia sentados depois de assistirem às aulas e fazerem a lição de casa. O estudo também analisa o uso de telas entre os jovens de 38 países europeus: em média, 60% dos meninos e 56% das meninas passam mais de duas horas por dia vendo televisão, e 51% dos meninos e 33% das meninas dedicam mais de duas horas por dia a jogar videogame. Para Esther van Sluijs, autora desse primeiro estudo, “os dados sugerem que o uso de telas está substituindo outras atividades sedentárias, como ler livros e revistas ou ouvir rádio, mas não necessariamente substitui a atividade física”.

Os problemas decorrentes da falta de exercício físico e o sedentarismo são responsáveis por mais de cinco milhões de mortes por ano, além de acarretarem gastos sanitários superiores a 280 bilhões de reais com saúde
No caso das pessoas portadoras de deficiência, os pesquisadores determinaram que sua chance de não seguir as recomendações sobre a atividade física diária são entre 16% e 62% maiores. É uma margem grande, que depende da renda nacional, do sexo e do nível e quantidade de deficiências de cada indivíduo. “Precisamos de mais estudos centrados em pessoas com deficiências, assim como políticas concretas e coesivas para assegurar que os direitos destas pessoas se mantenham e que se permita a elas participar de atividades físicas”, diz em nota Kathleen Martin Ginis, da Universidade da Colúmbia Britânica (Canadá) e uma das autoras.

O trabalho lamenta que os grandes eventos esportivos (principalmente os Jogos Olímpicos, embora também se mencione a Eurocopa e a Copa América de futebol realizadas há poucas semanas) não sejam usados pelos países organizadores para promover a prática esportiva por parte da população. Com exceção dos Jogos de 2008 em Pequim (China) e os de Inverno de 1998 em Nagano (Japão), em nenhum país organizador a participação popular em atividades esportivas cresceu. “Os grandes eventos fazem as pessoas se interessarem por exercício, mas alguns podem achar que esse esporte está acima das suas capacidades ou das suas habilidades, por isso temos que oferecer programas para pessoas de todas as idades e níveis de atividade”, propõe Adrian Bauman, pesquisador da Universidade de Sydney (Austrália) e um dos autores desse trabalho.

A The Lancet também menciona a pandemia como uma oportunidade perdida para o esporte. Apesar de ter se tornado uma atividade essencial em alguns países durante o confinamento, os governos não aproveitaram esse interesse crescente. “As primeiras campanhas governamentais durante a pandemia da covid-19 motivavam o público a sair e fazer exercício. Por que então os governos não podem se comprometer a promover a atividade física como uma necessidade humana essencial, além e independentemente da covid-19?”, pergunta-se o artigo.

Jesús del Pozo, professor de Atividade Física da Universidade de Sevilha (Espanha), atribui esse estancamento à digitalização dos últimos anos. “Basicamente vivemos uma revolução tecnológica na qual intensificamos o uso de telas, e isso implica que estamos intensificando o nível de sedentarismo”, diz. Para o pesquisador, este problema vem de longe, embora tenha se acentuado com a covid-19. “As crianças passam pelo menos seis ou sete horas sentadas”, diz. “O ser humano não foi desenhado para ficar sentado, e nós desenvolvemos nossas vidas nos baseando no sedentarismo”, conclui.

Para Del Pozo, este estudo é um chamado de atenção ao mundo científico para apontar os rumos dos próximos estudos. “Não existem evidências de como se produz a transição quando você passa de adolescente para adulto, nem quais estratégias deveríamos seguir”, aponta o pesquisador. Del Pozo também sugere revisar as recomendações da OMS: “Talvez seja preciso voltar a estudar o impacto dessas diretrizes em termos de saúde. Não está tão claro que se você tiver 18 anos e fizer mais de 150 minutos de atividade física moderada por semana isso terá um impacto positivo na saúde.”

*Por Alberto Quero
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*Fonte: elpais

Dimebag Darrell

Hoje seria aniversário de Dimebag Darrell, excelente guitarrista da banda Pantera, uma de minhas preferidas quando o assunto é heavy metal. A lamentar o fato de que foi assassinado num tiroteio em pleno palco, durante um show de sua banda Damageplan (2004). Sim, existem cenas desse fatídico dia, mas não vou postar.
Descanse em paz “mermão”.

E já que hoje seria seu aniversário aqui fica um registro dessa pedrada sonora!
*Sei, vai dar tela preta aqui no blog. No problem. Clica e assiste no youtube. Tá valendo.