Essa música de Mozart acalma o cérebro. Agora se sabe o motivo

Música é uma das formas de arte mais difundidas do mundo. Além do entretenimento em si, ouvir música pode também trazer alguns benefícios para seu bem-estar. Ela não só ajuda a relaxar, mas também pode servir de estimulante para as atividades físicas.

Além disso, ela também pode ter um papel importante na saúde. Um exemplo disso é uma sonata de Mozart que tem o poder de acalmar a atividade cerebral epilética. De acordo com um estudo, ela consegue esse feito graças a melodias que criam uma sensação de surpresa.

Estudo

O estudo foi feito com 16 pacientes hospitalizados com epilepsia que não responderam bem à medicação. Isso fez com que as esperanças ficassem maiores. Se podendo usar a música em tratamentos não invasivos.

“Nosso maior sonho é definir um gênero musical ‘antiepiléptico’ e usar a música para melhorar a vida das pessoas com epilepsia”, disse Robert Quon, do Dartmouth College, co-autor do estudo.

Embora se conheça os efeitos sobre a cognição e outras atividades cerebrais da chamada Sonata para Dois Pianos em Ré Maior K448 de Mozart, os pesquisadores ainda estão tentando entender o motivo.

Música

Nesse estudo, os pesquisadores tocaram a música para os pacientes que estavam com sensores de implantes cerebral para que se pudesse monitorar a ocorrência de eventos cerebrais breves, mas prejudiciais, que são sofridos por epilépticos entre as convulsões (IEDs).

Feito isso, se descobriu que os IEDs diminuíram depois de 30 segundos de música. Além disso, aconteceram efeitos significativos em partes do cérebro relacionadas com as emoções.

Então, os pesquisadores compararam a resposta com a estrutura da obra. Eles descobriram que os efeitos aumentavam nas transições entre as fases musicais mais longas. Naquelas que duravam 10 segundos ou mais.

Desde 1993, quando os cientistas afirmaram que as pessoas ouviam K488 por 10 minutos mostravam habilidades de raciocínio espacial aprimoradas, se estuda esse chamado “efeito Mozart”.

Observações

Várias outras pesquisas foram feitas depois para testar os efeitos da música em várias funções e distúrbios cerebrais. Dentre eles, a epilepsia. No entanto, o autores disseram que esse foi o primeiro estudo a quebrar as observações se baseando na estrutura da música.

Assim como nos estudos anteriores, os pacientes não mostrara nenhuma mudança na atividade cerebral quando foram expostos a outros estímulos auditivos ou músicas que não eram a Sonata para Dois Pianos em Ré Maior K448 de Mozart.

Nesse estudo em específico, os pacientes ouviram 90 segundos de uma obra de Wagner que também se caracteriza pela mudança de harmonias, mas sem nenhuma melodia reconhecível. E ouvi-la não produziu nenhum efeito calmante nos pacientes.

Isso fez com que os pesquisadores se concentrassem na melodia importante da Sonata para Dois Pianos em Ré Maior K448 de Mozart. Se observou que os testes adicionais podiam usar outras peças de música que foram selecionadas cuidadosamente para comparação. Com isso, eles pretendem identificar os componentes terapêuticos da sonata.

*Por Bruno Dias
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*Fonte: fatosdesconhecidos

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