O que é o metaverso? Entenda tudo sobre a tecnologia que está mobilizando o Facebook

Qual é o futuro da tecnologia? Uma tecnologia como a internet já era prevista por cientistas desde o início do século passado, mas qual será a próxima grande revolução tecnológica. Segundo Mark Zuckerberg, fundador e CEO do Facebook, o futuro está no conceito de metaverso, mas o que isso significa? O que é o metaverso?

O metaverso é um conceito extremo de realidade virtual; basicamente, trata-se da possibilidade de se criar um universo alternativo mediado pela internet, onde as pessoas poderiam trabalhar, se comunicar e se entreter de forma inteiramente digital, criando um universo alternativo ao que vivemos no momento.

O Facebook está contratando milhares de funcionários na União Europeia para desenvolver essa tecnologia que, segundo Zuckerberg, será coletiva e não estritamente privada. Segundo o bilionário, diversas empresas e desenvolvedores devem se engajar na construção desse espaço virtual coletivo e compartilhado pelas pessoas.

Em entrevista ao The Verge, Zuckerberg descreve que “ao invés de apenas visualizar o conteúdo, você estará nele. E você irá se sentir presente com outras pessoas como se estivesse em outros lugares, tendo experiências diferentes que não podem ser realizadas em um aplicativo ou em um site, como dançar, por exemplo, ou realizar exercícios”.

A empresa anunciou um investimento de 50 milhões de libras esterlinas para investir em grupos sociais que têm a missão de tornar o metaverso um ambiente seguro. Mas ainda existem diversas questões éticas (e tecnológicas) que circundam essa tecnologia que, parece que, arriscadamente, deseja criar uma nova realidade.

“O metaverso não é a penas uma realidade virtual. Será acessível em diversas formas de acesso, como em óculos de Realidade Virtual, celulares, consoles de video-game e computadores. E a tecnologia não será exclusivamente destinada para games ou para entretenimento, mas tenho certeza de que isso será maior. Será um processo permanente, um ambiente síncrono em que poderemos estar juntos, e me parece que será um híbrido entre plataformas sociais que vemos hoje, mas em um ambiente corporal para ela”, explica.

De acordo com artigo do BBC, críticos afirmam que a medida é uma tentativa de reposicionar a empresa depois de diversos escândalos envolvendo privacidade e saúde mental de seus usuários.

……………………………………………………………………
*Fonte: hypeness

Efeitos da pandemia: venda de guitarra já se compara com era pós-Beatles

Segundo editor do Music Trades, diversos fenômenos são responsáveis por atual “boom” no mercado

Com o fortalecimento do home-office em função da pandemia, muitas pessoas passaram a ter mais tempo para aprender novos hobbies. Isso resultou em um “boom” na venda de guitarra mundo afora, que pode ser comparado à mesma explosão de novos guitarristas que surgiram sob influência dos Beatles.

A afirmação vem de Brian Makeski, editor do portal Music Trades, em um artigo no próprio site oficial da empresa. Segundo o especialista, o cenário atual é ainda mais favorável ao fortalecimento do mercado de guitarras e violões do que no início dos anos 1970, quando o fenômeno dos Beatles passou a influenciar positivamente as vendas de instrumentos musicais.

Pandemia fez surgir 16 milhões de novos guitarristas nos EUA, segundo Fender
“Em 1971, na era pós-Beatles, o total de vendas superou 2,5 milhões de unidades. Muitos desses compradores depois deixaram o instrumento de lado, mas uma minoria persistiu. É possível que estejamos presenciando uma dinâmica parecida agora com a pandemia de covid-19. Hoje em dia, o cenário tende a ser ainda melhor, pois temos um marketing mais direcionado e uma população maior”, avalia.

Pandemia e a venda de guitarra
Para Makeski, outros fatores também ajudam a explicar o otimismo do mercado de venda de guitarra, como a maior popularidade do instrumento – que vai desde os mais jovens até os mais velhos – e também a crescente demanda do público feminino, coisa que não havia de forma significativa nas décadas de 1960 e 1970.

“Também temos disponíveis mais ferramentas para o aprendizado da guitarra e, com a pandemia, as pessoas precisaram ficar em casa e decidiram aprender algo novo. Tudo isso nos leva a crer que o ‘boom’ da venda de guitarra ainda vai durar bastante. Não acho que nosso otimismo é infundado”, completa.

*Por Gustavo Maiato
………………………………………………………………….
*Fonte: guitarload