Beatles: Um em cada três jovens britânicos não conhece a banda

A pesquisa tinha o intuito de levantar quantos jovens de 16 a 23 anos conheciam as ‘estrelas mais velhas da música’

Os Beatles são considerados a banda mais influente de todos os tempos — no entanto, uma pesquisa realizada pela empresa Censuswide no Reino Unido apontou que praticamente um em cada três jovens britânicos não conhece o grupo.

A pesquisa foi realizada com 2 mil entrevistados no Reino Unido — e tinha o intuito de levantar quantos jovens de 16 a 23 anos conheciam as “estrelas mais velhas da música.”

O levantamento mostrou que “68,97% da Geração Z estava familiarizada com o trabalho dos Beatles”. O que equivale a um a cada três jovens britânicos — uma ótima média se comparada com Aretha Franklin, já que menos de 40% dos entrevistados conheciam a artista.

Além dos Beatles, Queen,David Bowie e Pink Floyd receberam resposta positiva, acumulando, respectivamente, 66,81%, 53,88% e 51,72% de jovens familiarizados com seus sons.

“Quando perguntamos se as pessoas acham músicas ou artistas antigos chatos, a Gen Z foi a geração que mais concordou que sim, com quase 34% [das respostas]”, explicaram os realizadores da pesquisa.

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*Fonte: rollingstone

Ciência enxerga capacidade de gatos de reconhecerem os nomes uns dos outros

Uma pesquisa realizada com 48 gatos no Japão concluiu que os felinos são capazes de reconhecer o nome de outros gatos e até mesmo de seus donos – e que “estranham” quando ouvem o nome errado. Realizada por cientistas ligadas a três universidades japonesas, de Kyoto, de Sophie e de Azabu, e publicada na revista científica Scientific Reports, estudando felinos que convivem com vários gatos e pessoas ao mesmo tempo. Para isso, os pesquisadores recorreram aos “gatos cafés”, cafeterias no país onde clientes podem brincar e mesmo adotar os animais que moram nos locais.

A pesquisa mostra que os gatos sabem os nomes de outros gatos – e das pessoas

Além de utilizar os gatos dos cafés, o estudo também trabalhou com felinos que vivem em residências com mais gatos e diversas pessoas, e foi realizado em duas etapas. Inicialmente, os cientistas apresentaram aos gatos imagens de outros felinos conhecidos junto de gravações da voz do dono, chamando o animal primeiro pelo nome correto e, em seguida, por um nome “errado”. A pesquisa concluiu que os animais passaram mais tempo olhando para a imagem na chamada “condição incongruente”, quando o nome não condiz com o animal da foto, do que na “condição congruente”, quando o animal era chamado pelo nome correto.

A pesquisa também apontou uma diferença entre o comportamento dos gatos que vivem nos cafés e os animais dos lares domésticos: os gatos “de casa” passaram mais tempo “intrigados” olhando para a imagem do que os dos cafés. A conclusão sugere que os felinos das cafeterias estão mais acostumados a conviver com outros animais e, assim, com nomes diversos. No segundo momento da pesquisa, o mesmo processo foi realizado com fotos dos tutores humanos no lugar dos animais – e o resultado foi o mesmo.

A segunda etapa foi realizada somente com os animais que moram em residências, e mostrava a foto do “dono” junto de duas gravações, uma com o nome correto, e outra com o nome errado da pessoa. Os animais permaneceram mais tempo olhando para a foto em “condição incongruente” do que para a imagem em na “condição congruente”, quando foto e nome eram compatíveis. “Os felinos não parecem estar escutando as conversas das outras pessoas, mas na verdade eles estão”, afirmou o pesquisador Saho Takagi, da Universidade Azabu, à imprensa local.

No estudo, os gatos “estranham” quando o nome errado é associado a um gato ou uma pessoa

“Esse estudo oferece evidências de que os gatos ligam o nome de uma companhia ao rosto correspondente sem treinamentos explícitos”, diz o texto da pesquisa. “Em outras palavras, a frequência e número de exposição ao estímulo pode tornar a associação rosto-nome mais provável”, concluíram os pesquisadores.

*Por Vitor Paiva
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*Fonte: hypeness

NASA divulga possíveis datas de lançamento da missão Artemis 1 (e pode ficar para o ano que vem)

Ainda no aguardo de concluir o principal teste de pré-lançamento pelo qual deve passar (o chamado “ensaio molhado”), o megafoguete Space Launch System (SLS), bem como a cápsula Orion, já têm novas datas programadas pela NASA para, finalmente, seguirem rumo à Lua, no primeiro voo do Programa Artemis.

Como se sabe, esse programa tem por objetivo levar a humanidade a pisar novamente em solo lunar, o que ocorreu pela última vez em dezembro de 1972. Antes que isso aconteça, no entanto, o gigantesco complexo veicular (que tem 98 metros de altura e pesa 2,6 mil toneladas) será lançado sem tripulação para um voo em órbita retrógrada ao redor da Lua, por meio da missão Artemis 1, que visa demonstrar os sistemas integrados de naves espaciais e testar uma reentrada de alta velocidade no sistema de proteção térmica da Orion.

Enquanto a equipe de técnicos e engenheiros da NASA estão trabalhando para lidar com um problema de vazamento de hidrogênio em um dos braços umbilicais que ligam a torre ao foguete, além dos reparos necessários em uma válvula defeituosa (identificados durante as primeiras tentativas de abastecimento), a agência revelou o calendário de janelas de lançamento da missão inaugural.

Confira as possíveis datas de lançamento da missão Artemis 1
Segundo a agência espacial norte-americana, o calendário foi feito levando-se em consideração algumas restrições que envolvem, por exemplo, a mecânica orbital e a disponibilidade da infraestrutura do Centro Espacial Kennedy, na Flórida, de onde o SLS vai partir.

Um dos fatores excludentes é que a cápsula Orion não pode ficar por mais de 90 minutos sem acesso à luz do Sol, fundamental para gerar energia para manter a nave na temperatura correta. Sendo assim, os planejadores da missão descartam as datas que potencialmente poderiam deixar a cápsula no escuro, à sombra da Terra, durante longos períodos.

Abaixo, está a lista completa de oportunidades consideradas para essa missão. Segundo a NASA, o calendário (que você pode acessar na íntegra aqui) está sujeito a alterações.

26 de Julho a 10 de Agosto: 13 oportunidades de lançamento, excluindo 1, 2 e 6 de agosto;
23 de agosto a 6 de setembro: 12 oportunidades de lançamento, excluindo 30, 31 de agosto e 1º de setembro;
20 de setembro a 4 de outubro: 14 oportunidades de lançamento, excluindo 29 de setembro;
17 de outubro a 31 de outubro: 11 oportunidades de lançamento, excluindo 24, 25, 26 e 28 de outubro;
12 de novembro a 27 de novembro: 12 oportunidades de lançamento, excluindo 20, 21 e 26 de novembro;
9 de dezembro a 23 de dezembro: 11 oportunidades de lançamento, excluindo 10, 14, 18 e 23 de dezembro.
Caso nenhuma dessas datas de 2022 sejam aproveitadas, a missão poderá ser lançada no ano que vem, considerando a programação a seguir:

7 a 20 de janeiro: 10 oportunidades de lançamento, excluindo 10, 12, 13 e 14 de janeiro;
3 a 17 de fevereiro: 14 oportunidades de lançamento, excluindo 10 de fevereiro;
Março: 19 oportunidades de lançamento entre 1º e 17 de março e de 29 a 31 de março, excluindo dia 11 e de 18 a 28 de março;
Abril: 14 oportunidades de lançamento entre 1º e 13 de abril e de 26 a 30 de abril, excluindo 2, 3, 7, 9 e de 14 a 25;
Maio: 14 oportunidades de lançamento entre 1º e 10 de maio e de 26 a 31 de maio, excluindo dia 8 e de 11 a 25 de maio;
Junho: 13 oportunidades de lançamento de 1º a 6 de junho, em 20 de junho e de 24 a 30, excluindo 5, de 7 a 19 e de 21 a 23.
A data de lançamento da missão também determinará por quanto tempo a cápsula Orion ficará no espaço. Segundo a NASA, a missão poderá ter entre 26 e 28 dias de duração, ou de 38 a 42 dias, a depender do dia em que o SLS puder decolar. “A duração da missão é variada realizando meia volta ou 1,5 voltas ao redor da Lua na órbita distante retrógrada, antes de retornar à Terra”, explicou a agência em comunicado.

Com previsão de aproximadamente 48 horas de duração, os testes começaram no dia 1º de abril, mas, ao identificar uma série de falhas críticas no carregamento de hidrogênio líquido e oxigênio líquido nos propulsores do SLS, a NASA resolveu interromper o processo para dar prioridade ao lançamento da missão Ax-1, primeiro voo tripulado de caráter privado à Estação Espacial Internacional (ISS) sem a presença de um astronauta da ativa de qualquer agência federal, que aconteceu do dia 8 de abril.

Assim, o ensaio molhado foi retomado na segunda-feira seguinte (12), com previsão de conclusão na quarta-feira (14). Dessa vez, as equipes responsáveis preferiram modificar os procedimentos, abastecendo com hidrogênio líquido e oxigênio líquido apenas o estágio principal, deixando de preencher o estágio superior.

O megafoguete, com a cápsula Orion no topo, posicionado na plataforma 39B do Centro Espacial Kennedy, em Cabo Canaveral, na Flórida, para uma das tentativas frustradas de abastecimento, que configuram o chamado “ensaio molhado”. Imagem: NASA/Joel Kowsky
No entanto, novamente as coisas não saíram como planejado, tendo sido suspenso o ensaio, com expectativa de retomada, a princípio, no dia 21 daquele mês. Depois de divulgar essa possível data, a NASA anunciou o recolhimento da pilha SLS + Orion de volta ao Edifício de Montagem de Veículos (VAB) para proceder com uma análise criteriosa e os reparos necessários na válvula defeituosa identificada na torre de lançamento móvel e um vazamento de hidrogênio em um dos braços umbilicais que ligam a torre ao foguete.

Por volta das 7h da manhã do dia 26, pelo horário de Brasília, o megafoguete e a espaçonave Orion chegaram ao VAB, no Centro Espacial Kennedy, na Flórida, após uma viagem de 10 horas partindo da plataforma de lançamento 39B, de onde foram retirados para revisão.

Desde então, as equipes estão trabalhando na solução dos problemas identificados. A válvula defeituosa já foi substituída, e os engenheiros descobriram que detritos de borracha impediram que ela selasse corretamente. Segundo a agência, os detritos não eram parte da válvula, e sua origem permanece sob investigação.

Eles também detectaram que alguns dos parafusos de um dos braços umbilicais que ligam a torre ao foguete se soltaram ligeiramente devido à compressão relaxada em uma junta, levando ao vazamento de combustível.

Agora, serão realizados checkouts adicionais, para só então o conjunto SLS+Orion voltar à plataforma de lançamento para a retomada do ensaio molhado, que deve ocorrer em meados ou fim de junho.

*Por Flavia Correia
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*Fonte: olhardigital

4 Mentiras sobre a Reciclagem do Plástico que você sempre ouviu

De acordo com Plastic Pollution Facts, estima-se que o mundo produza mais de 380 milhões de toneladas de plástico todos os anos, dos quais 50% dele é para uso único, ou seja, utilizado por apenas alguns momentos antes de ser descartado.

Desse número, pelo menos 14 milhões de toneladas de plástico acabam no oceano todos os anos, sendo que o material leva cerca de 150 anos para se decompor na natureza, causando enchentes, matando animais e destruindo ecossistemas naturais.

Visando reduzir os impactos no meio ambiente, desde a década de 1970 campanhas de reciclagem de plástico foram disseminadas por empresas e ambientalistas pelo mundo todo, estabelecendo programas como o de coleta seletiva para conscientização em massa.

No entanto, existe muita coisa que você, provavelmente, sempre acreditou sobre esse processo de reciclagem, que gera uma folha de pagamento anual de quase US$ 37 bilhões, faturando mais de US$ 236 bilhões anuais. Essas são quatro mentiras disseminadas pela indústria de reciclagem do plástico:

1. Todos os plásticos são recicláveis

Você sabe que o símbolo com as três setas em forma de triângulo significa que o plástico é reciclável, e provavelmente já o confundiu com esse da imagem acima. Isso é comum por ser quase igual ao de reciclagem, exceto pelo meio do triângulo que contém um número entre 1 e 7, o Código de Identificação de Resina (RIC), indicando o tipo de plástico que estamos lidando — e que não tem em nada a ver com reciclagem.

Essa confusão foi criada de propósito em 1988 pela Society of Plastics Insititute (SPI) como uma fachada para a indústria de petróleo e plástico evitarem que seus negócios fossem afetados por movimentos anti-plástico e pró-reciclagem.

2. Todos os países reciclam seu plástico

Segundo a Environmental Protection Agency, 69% dos plásticos usados nos Estados Unidos acabam em aterros sanitários porque se enquadram no tipo 3 a 7 de matéria, sendo que dos 31% restantes, as empresas só conseguem reciclar 8,4%. Em fevereiro de 2020, um relatório divulgado pelo Greenpeace descobriu que apenas garrafas plásticas são recicladas regularmente nas 367 instalações de recuperação de materiais espalhadas pelos EUA.

Ou seja, os demais tipos de plásticos, como tubos de detergentes e embalagens de produtos de limpeza, eram exportados para a China, que em 2018 baniu sua entrada devido às altas taxas de contaminantes presentes no lixo americano. No entanto, pelo tempo em que o plástico entrou no país por centenas de contêineres, os chineses recicladores simplesmente os despejaram em aterros sanitários, no oceano ou incineraram.

Após a proibição, os EUA, Canadá, Austrália e Coreia do Sul recorreram à Malásia, Tailândia, Vietnã, Indonésia e Filipinas para depositarem seu lixo plástico, aumentando em 362% os níveis de importações dos resíduos. As usinas desses países não conseguem lidar com a quantidade do lixo, recorrendo ao mesmo destino que a China.

3. Reciclar é a melhor opção

Para os especialistas, o problema na reciclagem está nas falhas de iniciativas, visto que, infelizmente, são unilaterais. Para Emmanuel Katrakis, secretário-geral da Confederação das Indústrias de Reciclagem Europeia (EuRIC), o processo tem grandes benefícios econômicos porque, quando reciclamos, é altamente intensivo em empregos.

No entanto, toda a ênfase no setor é equivocada, porque em vez de facilitar a reutilização e a reciclagem de algumas coisas, as pessoas devem pensar se precisam de fato consumir aquilo, saindo de um comportamento cíclico de encorajamento à minimização do nosso impacto negativo no meio ambiente, como os programas de reciclagem fazem.

Além disso, o meio ambiente é imediatamente afetado por essa indústria de conscientização, porque os caminhões e navios usam combustível para transportar plástico para os países asiáticos que sofrem para reciclar o próprio material, sendo que 20% a 70% dos plásticos que despejam contêm contaminantes, impedindo todo o processo de reciclagem. No final das contas, esses lotes são carregados para aterros sanitários, despejados no oceano ou queimados, gerando mais poluição no processo.

E você se engana também se pensar que a situação melhora um pouco com os plásticos que conseguem ser reciclados, porque são usados muito combustível e produtos químicos durante o processo de reciclagem, liberando poluentes que contaminam a água e o ar.

4. É possível reciclar infinitamente

Muito diferente do que a indústria de reciclagem faz a população acreditar, o plástico não pode ser reciclado infinitamente, porque o processo enfraquece sua composição química. Por isso a maioria dos plásticos é transformada em um produto de qualidade inferior e menos útil para as pessoas, ganhando mais espaço em prateleiras e recebendo o mesmo destino, no final das contas.

As garrafas de refrigerante são um bom exemplo para isso. Ao serem recicladas, podem se tornar até canos de esgoto porque não são fortes o suficiente para comporem outra garrafa. Os plásticos dos tipos 3, 4 e 6 podem ser reciclados apenas uma vez, mas, geralmente, são jogados em aterros sanitários. Enquanto os do tipo 5, que pode ser reciclado até 4 vezes, tem apenas 1% reciclado.

*Por Julio Cezar de Araujo
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*Fonte: megacurioso 

1 em cada 4 brasileiros está sendo espionado por app em celular

Uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira (16) pela desenvolvedora de softwares de segurança Kaspersky afirma que “um em cada quatro brasileiros já foi ou está sofrendo um monitoramento abusivo por meio da tecnologia”. De acordo com os pesquisadores, a instalação de um app espião no celular tem sido a forma mais comum de perseguição digital.

O estudo “Stalking online em relacionamentos” revela que esse tipo de programa, muitas vezes baixado da internet com riscos de malware, é geralmente instalado no aparelho da vítima que o stalker quer seguir, sem que ela saiba sequer do que se trata. As entrevistas feitas mostraram que 70% dos brasileiros não sabem o que é stalkerware ou spouseware, muito menos da existência de softwares espiões.

Como os stalkerwares funcionam no Brasil?
Stalkerwares especializados são capazes de rastrear, e informar online, os movimentos de qualquer pessoa via GPS, monitorar atividades nas redes sociais, ligações telefônicas, fotos e qualquer material transmitido ou recebido via celular. A coisa é tão séria no Brasil que até ensejou uma lei – a 14.132/21 – alterando o Código Penal para prever o crime de perseguição.

Embora a lei tenha sido aprovada em um contexto de combate à violência doméstica contra mulheres, os resultados da versão brasileira do estudo da Kaspersky mostraram que, em nosso país, dos 30% que afirmaram conhecer stalkerware ou spouseware, 32% eram homens e 29%, mulheres. Segundo especialistas, o cyberstalking é uma forma de violência, da mesma forma que a física, a psicológica e a financeira, constituindo uma forma de agressão.

A pesquisa “Stalking online em relacionamentos” foi realizada em setembro de 2021 pela empresa londrina Sapio de forma online. Foram feitas globalmente 21 mil entrevistas em 21 países, inclusive o Brasil. A realização, tabulação e divulgação marca o segundo aniversários da entidade Coalizão Contra Stalkerware, da qual a Kaspersky é cofundadora.

*Por Jorge Marin
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*Fonte: techmundo

A vida é feita de altos e baixos, aceite isso, “levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima”!

A vida é feita de altos e baixos, aceite isso, “levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima”!

Acredite, contanto que você tenha mais dias bons do que ruins, está tudo bem. A vida não é uma estrada de tijolos amarelos, ela está cheia de dificuldades a serem superadas e, no momento, você está fazendo isso de forma excepcional.

Contanto que você tenha mais dias bons do que ruins, você ficará bem. Portanto, respire fundo, porque você precisa ir administrando efetivamente esses nós ocasionais que oprimem sua calma de tempos em tempos.

É DIFÍCIL MANTER O EQUILÍBRIO, É VERDADE, E ÀS VEZES, VOCÊ ATÉ DESMORONA POR ALGUNS SEGUNDOS, MAS COM O TEMPO VOCÊ APRENDE A ACESSAR SEUS PRÓPRIOS RECURSOS INTERNOS, E ENCONTRA MANEIRAS DE LIDAR COM DIAS CINZENTOS E ATÉ COM TEMPESTADES.

Depois de tantas experiências, você descobriu, sem dúvida, que as mensagens clássicas da psicologia popular – e não científica – não são muito úteis. Porque “se você quiser, você pode” nem sempre funciona, e porque tempos ruins nem sempre nos deixam aprendizados valiosos.

Às vezes, momentos desafiadores, são apenas isso, momentos complicados pelos quais você tem que superar… Mas é fato que você fica mais forte depois que decide levantar e sacodir a poeira.

O importante é lembrar que o sofrimento não durará para sempre. Por outro lado, há também outro fato não menos fascinante: toda vez que uma experiência não te destrói ou te faz cair, o cérebro a processará como uma vitória.

Essa percepção interior melhorará a visão que você tem de si mesmo. Então admita, você já superou infinitas batalhas e aqui está você. De pé.

ÀS VEZES, A ÚNICA MANEIRA DE LIDAR COM UM DIA RUIM É DEIXÁ-LO IR, SEM CRIAR TANTAS PARANÓIAS.

As pessoas têm um hábito socialmente enraizado: avaliamos os dias como bons ou ruins. Nós somos assim, temos o hábito único de acordar de manhã e ter uma série de objetivos propostos.

Dessa forma, quando as coisas não acontecem como planejado, não hesitamos em rotular aquele dia como terrível, decepcionante ou catastrófico.

O ser humano processa sua realidade por meio de expectativas e quando estas não são atendidas, surgem o desânimo e a frustração.

Isso se explica basicamente pela nossa necessidade inevitável de querer ter tudo sob controle. Quando a verdade é que a vida também se define pelo caótico e por aqueles “ cisnes negros ” de que nos falou Nassim Taleb e que simbolizam o incerto.

São aqueles eventos negativos que às vezes acontecem e que nem a mente mais sensata jamais previu ou suspeitou. Ninguém gosta de dias ruins, pois raramente estamos preparados para lidar com reviravoltas do destino, com fracassos, erros, discussões , perdas e até chuvas fortes. Felicidade é a gente atender todos os semáforos verdes e ter apenas dias bons.

Às vezes, não fazer nada é a melhor opção: aceitar e deixar ir

A prática filosófica do taoísmo exalta um princípio muito básico: às vezes não fazer nada é a melhor resposta para os problemas da vida. A mentalidade wu-wei é uma abordagem mental calma e sem ação. Em uma sociedade que constantemente nos exorta a nos esforçarmos, a dar o melhor de nossas habilidades, essa perspectiva pode parecer contraditória.

No entanto, há momentos em que o mais importante é desacelerar, apaziguar nossas emoções e entender que poucas coisas são mais úteis do que ficar calmo . Enquanto você tiver mais dias bons do que ruins, tudo ficará bem. Momentos desagradáveis ​​e momentos cinzentos fazem parte da vida: deixe-os passar. Amanhã será outro dia.

Em momentos de tempestade e escuridão, ame-se mais do que nunca

Há um fato que devemos considerar. Muitos dos nossos dias ruins não são resultado de eventos externos, mas do nosso estado de espírito . Vemos e processamos a realidade como sentimos. E, de fato, nem sempre podemos estar 100%. Há dias em que tudo pesa, nada parece, a motivação falha e até o nosso diálogo interno se volta contra nós.

Isso acontecer é normal. Todos nós lidamos com aqueles momentos em que a tempestade não está do lado de fora, mas do lado de dentro. O que podemos fazer?

Uma pesquisa da Universidade da Califórnia indica que a auto – compaixão é fundamental. Somente quando falamos uns com os outros com respeito e praticamos a autoempatia, dando a nós mesmos o que precisamos, superamos esses momentos de desânimo com maior valor.

Às vezes, nada realmente “ruim” acontece em nosso dia para que esse dia seja ruim, mas ainda assim não nos sentimos bem e tudo parece mais cinza do que o normal. Nesses momentos, devemos nos amar mais do que nunca.

Os dias bons são aproveitados, os ruins são sorteados

Nosso dia a dia é tão incerto que só temos uma opção: aproveitar ao máximo os dias bons . É verdade que há algum tempo o fluxo do rio da inquietação aumentou. No entanto, não podemos ser sobrecarregados ou deixar-nos levar por essa corrente.

Medos e pensamentos catastróficos criam uma visão de túnel e só vemos trens vindo em nossa direção.

Você tem que aceitar que dias ruins existem, mas eles não são a tendência usual. Além disso, todos podemos ter um kit de estratégia à mão, um bote salva-vidas mental que nos permite enfrentar e ajustar com coragem esses momentos difíceis. Se locomover, navegar entre as dificuldades é algo que acabamos aprendendo.

O essencial é aproveitar essas estações de calma e equilíbrio. Porque os momentos de luz estão sempre presentes para quem sabe olhar bem e, sobretudo, para quem sabe promovê-los.

NÃO IMPORTA O QUE VOCÊ ESTÁ VIVENCIANDO AGORA; TENHA ISSO EM MENTE: VAI PASSAR.

Foque sua mente no que tem solução e o resto, aceite

Se há algo que nos ensinaram desde a infância que todo problema tem uma solução.

Talvez seja por isso que sempre fomos obcecados em buscar saídas, opções, resoluções e estratégias para resolver qualquer desafio e enfrentar qualquer dificuldade.

Ninguém nos disse que, na realidade, há coisas que não podem ser mudadas ou melhoradas.

Dias ruins são sempre feitos de encruzilhadas que podemos evitar e problemas que não têm solução. Aceitar que existem coisas que não podemos controlar é antes de tudo o bem-estar.

Vamos encarar. Só assim continuaremos a dar maior sentido aos bons momentos, aqueles que nos dão vida, sentido e até felicidade.

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*Fonte: seuamigoguru 

De onde veio o itálico e qual seu uso correto na escrita

O itálico, a caligrafia de traços ligeiramente inclinados à direita, é um dos três procedimentos básicos – ao lado das maiúsculas e das aspas – empregados para indicar que uma palavra ou grupo de palavras tem um sentido especial.

É usado tanto para dar ênfase quanto para advertir o leitor de que uma palavra ou frase pode não lhe ser familiar, seja por ser estrangeira ou por fazer parte de uma grupo de gírias ou expressões específicas: “supervisionaremos o merchandising da empresa” ou “é preciso ler o documento ab integro”.

Pode ser, também, usado para destacar um título de obra – um nome de livro, um filme, peça de teatro ou de um álbum de música, por exemplo.

O recurso serve ainda para quando empregamos uma palavra em sentido metalinguístico, ou seja, não por seu significado em si, mas para nos referirmos a suas formas e funções. Você vai entender melhor com estes exemplos: “a palavra juiz começa com j” ou “acadêmico é uma palavra proparoxítona”.

Leve inclinação à direita é a marca do itálico

O itálico é tão antigo quanto a própria escrita. “Sempre existiu”, diz à BBC News Mundo a historiadora de língua espanhola Lola Pons Rodríguez, da Universidade de Sevilha (Espanha).

Esse modo de escrever nasceu do costume de algumas pessoas de escrever tombando as letras à direita, algo natural uma vez que a maioria das pessoas são destras e tendem a inclinar seus traços nessa direção.

De onde vem o nome?
O nome itálico tem sua origem no trabalho do italiano Aldo Manucio, um humanista e impressor que em 1494 fundou uma editora em Veneza, chamada de Imprensa Aldina, famosa na época pela edição de livros clássicos gregos e romanos.

Foi nessa oficina de Aldo Manucio que, em 1501, foram usados pela primeira vez tipos de letra no formato cursivo – os quais, por serem mais estreitos e inclinados, permitiam que coubessem mais letras em uma única folha. É a ideia por trás dos livros de bolso atuais.

Além disso, imitavam a escrita à mão.

Há historiadores que acreditam que o primeiro a usar na prática as letras itálicas em uma prensa tenha sido Francesco Griffo, um ajudante da oficina de Aldo Manucio.

Por esse motivo, esse tipo de letra é chamado também de “letra grifa”.

E uma curiosidade: os primeiros tipos de letra itálica na Imprensa Aldina eram só em minúsculas, então, os textos em itálico tinham as maiúsculas impressas pela tipologia comum, explica Lola Pons.

*Por Irene Hernandez Velasco
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*Fonte: bbc-brasil

Bateria movida a algas alimenta microprocessador por 6 meses

Usando apenas água, luz e uma espécie de alga não tóxica chamada Synechocystis, pesquisadores da Universidade de Cambridge puderam gerar energia para alimentar continuamente um microprocessador por 6 meses. O sistema desenvolvido tem potencial para se tornar uma maneira confiável e renovável de alimentar pequenos dispositivos.

Com o tamanho de uma bateria AA, o equipamento usa materiais simples e acessíveis, além de serem recicláveis. Com estas características, pode ser produzido em larga escala e ajudar a levar energia elétrica para uma grande quantidade de dispositivos – uma demanda crescente.

A energia é gerada por meio da fotossíntese das algas, que cria uma pequena corrente elétrica aproveitada por um eletrodo de alumínio, capaz de alimentar um microprocessador. Apesar da fotossíntese depender de luz, o dispositivo pode produzir energia durante períodos de escuridão.

Os pesquisadores acreditam que isso está relacionado com o fato de que as algas processam parte da energia quando não há luz, e isso continua gerando uma corrente elétrica.

De acordo com os cientistas, a descoberta pode ser especialmente útil em situações fora da rede ou locais remotos, onde pequenas quantidades de energia podem ser muito benéficas.

“Com a Internet das Coisas existe uma demanda cada vez maior por energia, e achamos que isso terá que vir de sistemas que possam gerar energia, em vez de simplesmente armazená-la como baterias”, disse o professor Christopher Howe, do Departamento de Bioquímica da Universidade de Cambridge, co-autor sênior do artigo.

“Nosso dispositivo fotossintético não funciona como uma bateria porque está continuamente usando a luz como fonte de energia”, explica Christopher.

Testado e aprovado
Na experiência conduzida pela equipe de Cambridge, o dispositivo gerou energia para um microprocessador amplamente utilizado, o Arm Cortex M0+. O microprocessador operou em ambiente doméstico e semi-exterior sob luz natural e diferentes temperaturas e, após seis meses de produção contínua de energia, o teste foi considerado bem sucedido e os resultados foram publicados na revista Energy & Environmental Science.

O equipamento produziu cerca de 4 microwatts de energia por centímetro quadrado e alimentava o microprocessador por 45 minutos, seguidos de 15 minutos de pausa.

“Ficamos impressionados com a consistência com que o sistema funcionou por um longo período de tempo – pensamos que poderia parar depois de algumas semanas, mas continuou”, disse Paolo Bombelli, do Departamento de Bioquímica da Universidade de Cambridge, primeiro autor do estudo.

Solução viável
Bilhões de dispositivos fazem parte da Internet das Coisas, uma rede crescente de equipamentos que coletam e compartilham dados em tempo real, usando chips de computador de baixo custo e redes sem fio.

Cada dispositivo usa uma pequena quantidade de energia para funcionar, mas se considerarmos que o número de dispositivos pode chegar a um trilhão até 2035, encontrar fontes de energia portáteis será um desafio.

Para os pesquisadores de Cambridge, usar baterias de íons de lítio exigiria três vezes mais lítio do que é produzido anualmente em todo o mundo. E os dispositivos fotovoltaicos tradicionais são feitos com materiais com um impacto ambiental negativo. A bateria movida a algas é o primeiro passo no desenvolvimento de uma solução viável para esta questão.

*Por Natasha Olsen
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*Fonte: ciclovivo

“Relax and Win”: A técnica para dormir em 2 minutos muito usada na Segunda Guerra

Como é frustrante quando temos sono, cansaço, mas ainda assim não conseguimos dormir. Você fica rolando na cama ou no sofá, sem conseguir tirar nem uma soneca.

Quando isso acontece, é extremamente desgastante. Não só você não descansou, como também não fez mais nada. Poderia ter usado esse tempo para algo produtivo em vez disso.

A boa notícia é que a capacidade de adormecer em dois minutos ou menos, em qualquer lugar e a qualquer momento, é uma habilidade como qualquer outra, que pode ser aprendida.

A técnica de como fazer isso foi desenvolvida por um pesquisador para ser utilizada por aviadores navais durante a Segunda Guerra Mundial. Mais tarde, ele a compartilhou com o mundo em um livro.

Como a técnica surgiu
Durante a Segunda Guerra Mundial, os militares dos EUA perceberam que tinham um grande problema em suas mãos.

Devido à pressão enorme dos combates aéreos, muitos de seus pilotos acumulavam níveis de estresse tão debilitantes que apagavam no meio das missões e/ou cometiam erros fatais.

Em um esforço para conter a perda de pilotos e aviões, os militares pediram à Bud Winter que pesquisasse, desenvolvesse e testasse um método científico para ensinar relaxamento aos combatentes americanos.

Antes da guerra, Winter tinha sido um ex-treinador de futebol americano universitário e de atletismo, e também havia trabalhado com professor de psicologia em técnicas para ajudar os atletas a relaxarem e terem um melhor desempenho sob o estresse das competições.

Objetivos
Winter passou a trabalhar em uma escola naval em Del Monte, na Califórnia, coordenando a criação de um curso para instruir cadetes a permanecer calmos sob as pressões do combate.

O objetivo do programa era ensinar os aviadores navais a relaxar, para que pudessem aprender mais rapidamente, acelerar seu tempo de reação, aprimorar o foco e diminuir o medo.

O curso também tinha como meta ensinar os aviadores de combate a conseguir dormir em dois minutos a qualquer hora, dia ou noite, sob qualquer e todas as condições. A ideia era garantir que os pilotos tivessem um sono adequado.

Para atingir o primeiro objetivo, Winter ensinou os homens a relaxar fisicamente. Para realizar o segundo, ensinou-lhes a relaxar mentalmente.

Aprenda
No livro “Relax and Win”, o autor explica como funciona seu programa e compartilha as instruções exatas que deu aos cadetes para ensiná-los a relaxar. Essas instruções estão resumidas neste artigo.

Para relaxar fisicamente:

“Sente-se em uma cadeira e coloque os pés no chão. Joelhos separados, mãos frouxas no seu colo. Agora, feche os olhos e deixe cair o queixo até que ele descanse em seu peito.

Respire devagar, profunda e regularmente. Tire todas as rugas da sua testa. Relaxe o seu couro cabeludo. Apenas se entregue. Agora deixe sua mandíbula cair. Deixe-a aberta. Agora relaxe o resto dos músculos do seu rosto. Até relaxe sua língua e seus lábios. Apenas deixe-os soltos. Respire devagar.

Agora, vamos relaxar os oito músculos que controlam seus olhos. Deixe-os soltos em suas órbitas. Sem foco, apenas deixe-os relaxados. Respire devagar.

Agora deixe seus ombros tão baixos quanto conseguir. Você acha que já estão baixos, mas deixe-os ir mais para baixo. Você sentiu os músculos na parte de trás do seu pescoço ficarem flácidos? Quando você achar que estão realmente relaxados, deixe-os ainda mais soltos.

Agora vamos relaxar seu peito. Respire fundo. Segure o ar. Expire todas as suas tensões. Apenas deixe seu peito desmoronar. Deixe-o relaxar. Imagine que você é uma grande e pesada bolha na cadeira, uma água-viva. Respire devagar. Quando você expirar, liberte mais e mais de suas tensões.

Vamos relaxar os braços. Fale diretamente com os músculos dos seus braços. Primeiro, fale com o seu bíceps direito. Diga-o para relaxar, ficar mole. Faça o mesmo com o antebraço direito. Agora com a mão direita e dedos. Seu braço deve se sentir como um peso morto em sua perna. Repita o processo de relaxamento com o braço esquerdo. Respire devagar.

Toda a sua parte superior do corpo foi exposta ao relaxamento e uma sensação quente e agradável cai sobre você. Você se sente bem. Uma sensação de bem-estar invade seu corpo.

Agora o seu corpo inferior. Fale com os músculos da coxa direita. Deixe-os se tornarem um peso morto na cadeira. Deixe a carne pendurada nos ossos. Siga a mesma rotina para a panturrilha esquerda. Então relaxe todos os músculos do seu tornozelo e pé direito. Diga a si mesmo que sua perna direita não tem ossos. É apenas um peso flácido e pesado. Repita o processo com a coxa, panturrilha, tornozelo e pé esquerdos.

Nesse momento, você está relaxado fisicamente ou pensa que está. Para garantir, vamos respirar profundamente três vezes e, quando você soltar o ar, libere todas as tensões restantes. Um, expire…. Dois, expire… Três…”.

Uma dica que pode ser valiosa: se você tiver com problemas para relaxar qualquer uma das partes do seu corpo, tente tensioná-las primeiro para depois soltá-las.

Para adormecer rapidamente:

A partir dessa condição fisicamente calma, Winter então ensinou os cadetes como “passar do limiar para um sono profundo e relaxado”, tornando-se completamente relaxado mentalmente.

Winter argumenta que, uma vez que você esteja fisicamente relaxado, se você ficar “livre de pensamentos ativos por apenas dez segundos, dormirá”. A chave para adormecer rápido é silenciar a mente: parar de pensar nos arrependimentos, preocupações e problemas do seu dia a dia.

O pesquisador adverte particularmente contra qualquer pensamento em que você esteja em movimento. Estudos feitos com a colocação de eletrodos nos corpos dos cadetes mostraram que mesmo quando você pensa em realizar uma atividade, os músculos envolvidos nessa atividade realmente se contraem.

Outros estudos mais recentes confirmaram essa observação, mostrando que simplesmente imaginar-se exercitando ativa as mesmas partes do cérebro quando você está fisicamente em movimento. Embora possa haver algum benefício nisso, pensar em estar ativo enquanto você tenta dormir não é bom, pois pode criar tensão muscular e inibir o sono.

Então, para adormecer, pode ser uma boa ideia relaxar fisicamente e depois utilizar uma das três técnicas abaixo para livrar sua mente dos pensamentos barulhentos:

  1. Técnica 1: imagine que é um dia quente de primavera e você está deitado no fundo de uma canoa em um lago muito sereno. Você está olhando para um céu azul com nuvens flutuantes e preguiçosas. Não permita que qualquer outro pensamento se infiltre. Apenas concentre-se nesta imagem por dez segundos.
  2. Técnica 2: imagine que você está deitado em uma grande rede preta e para qualquer lugar que você olhe, tudo está preto. Você também deve se focar nessa imagem por dez segundos.
  3. Técnica 3: repita a frase “Não pense, não pense, não pense” até apagar todos os seus pensamentos por pelo menos dez segundos.

Resultados
Os cadetes americanos foram divididos em dois grupos: um que fez o curso de relaxamento e um grupo de controle. O primeiro superou o segundo em todas as disciplinas mentalmente exigentes e nos testes fisicamente intensivos.

Após seis semanas de prática, 96% dos aviadores conseguiam dormir em 2 minutos ou menos – em qualquer lugar e a qualquer hora.

Depois da guerra, Winter ensinou as mesmas técnicas de relaxamento aos atletas que treinou, se tornando um dos maiores treinadores de sprint de todos os tempos, com 102 campões nacionais e 27 olímpicos. Ao mesmo tempo, seus corredores eram os donos de todos os 10 recordes mundiais para eventos de sprint.

Winter acredita que o programa de relaxamento que ele ajudou a desenvolver para combater o estresse na guerra e no esporte é também aplicável às tensões e fadigas que enfrentamos em nossas vidas cotidianas.

Ou seja, experimente usá-lo sempre que estiver estressado, cansado, quando quiser tirar um cochilo ou quando estiver em busca de um estado mais sonolento para ativar suas capacidades mentais criativas.

Já falamos aqui que ser capaz de relaxar fisicamente e mentalmente é uma habilidade que pode ser aprendida, mas isso não significa que você terá sucesso nas primeiras vezes em que tentá-la. É preciso praticar até que você fique melhor nisso. Não é legal se estressar para conseguir relaxar, é claro; então, ao invés de se obrigar a aprender a técnica rapidamente, é mais interessante praticar essa rotina de forma consistente. [artofmanliness]

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*Fonte: equilibrioemvida

Uma em cada três pessoas da geração Z não sabe quem são os Beatles, diz estudo

Um novo estudo encomendado pela companhia britânica Roberts Radio sobre como a música pop trafega através de gerações, descobriu que muitos nomes do universo musical podem se manter em destaque ao longo dos anos, enquanto outros desaparecem quase que completamente. A pesquisa ouviu um total de 2.000 entrevistados no Reino Unido para descobrir o quão familiarizadas as pessoas estão com os principais artistas do mercado mundial.

A Roberts perguntou aos seus entrevistados da Geração Z, que envolve pessoas nascidas entre a segunda metade dos anos 1990 até o início do ano 2010, sobre seu conhecimento a respeito de artistas mais velhos. Sem surpresa, grandes nomes como Beatles, Elvis Presley e Whitney Houston eram bem conhecidos, mas pelo menos uma em cada três pessoas não soube dizer quem são os Beatles e duas em cada três não conheciam o U2.

A pesquisa detectou que o trabalho de nomes como Beach Boys e The Supremes estão perdendo influência entre as gerações mais jovens. O que pode explicar isso é um dado assustador: um terço dos entrevistados da Geração Z disse que não ouviria uma música mais velha do que eles.

É evidente que o mundo da música mudou drasticamente desde os anos 1970 e 1980, mas isso não é um grande problema, pois apenas 18% das pessoas de todas as idades ouvidas pelos pesquisadores admitiram que têm dificuldade em se relacionar com músicas lá do passado.

O estudo completo da Roberts Radio está disponível AQUI e embaixo você tem a lista dos artistas das antigas mais conhecidos por quem nasceu depois dos anos 1990:

1º – Beatles – 68.97%
2º – Elvis Presley – 67.24%
3º – Whitney Houston – 67.24%
4º – Queen – 66.81%
5º – Madonna – 62.07%
6º – Paul McCartney – 57.76%
7º – Prince – 56.03%
8º – David Bowie – 53.88%
9º – Tina Turner – 53.45%
10º – Pink Floyd – 51.72%
11º – Bon Jovi – 51.72%
12º – Blondie – 46.55%
13º – Beach Boys – 42.24%
14º – Phil Collins – 42.24%
15º – Bee Gees – 41.81%

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*Fonte: radiorock

O que os astronautas fazem caso tenham diarreia no espaço?

Conhecido internacionalmente por seus filmes de desastres globais, Roland Emmerich apresentou, no início de fevereiro, Moonfall — Ameaça Lunar, revelando como o planeta se comportaria caso a Lua iniciasse rota de colisão com a Terra. Porém, diferentemente de suas produções anteriores (2012, O Dia Depois de Amanhã), o longa conta com um forte apelo científico e detalha algumas curiosidades sobre a condição humana no espaço, como o impacto da diarreia no organismo durante uma viagem para além da atmosfera.

Como é de se imaginar, a Estação Espacial Internacional da NASA possui grandes limitações, especialmente em relação aos aspectos sanitários, visto que os equipamentos de eliminação de resíduos atendem às condições de tamanho, peso e potência impostas pelos sistemas das espaçonaves. Dessa forma, tripulantes que apresentem problemas intestinais ou possuam Síndrome do Intestino Irritável (SII) normalmente enfrentam algumas barreiras durante suas missões.

Porém, desde a década de 1970, mais especificamente ao final das missões Apollo, engenheiros da agência espacial norte-americana investiram mais de US$ 19 milhões em cômodos especiais, garantindo que os astronautas utilizem banheiros adequados e estejam equipados com trajes preparados para lidar com tais inconvenientes. Hoje, a estação abriga seis ou sete tripulantes internacionais de cada vez, com todos compartilhando um ou dois cômodos sanitários movidos à sucção.

Para garantir que não haja acúmulos ou problemas de má higiene, o tempo de ocupação em banheiros é rigidamente controlado, exigindo um trabalho mental especialmente para novatos, que não estão acostumados com os impactos da gravidade no organismo e podem sentir vontades anormais. Apesar disso, segundo o cirurgião da NASA Josef Schmid, os tripulantes possuem horários flexíveis e podem adaptar o tempo de suas tarefas, realizando as pausas necessárias para fazer o número 2.

“Há muitas pessoas que têm problemas”, diz Schmid. “Uma coisa que me lembro da minha formação médica é que a única pessoa ‘normal’ simplesmente não foi avaliada o suficiente. Uma das coisas que pergunto a eles todos os dias quando chegam à órbita é: ‘como você está se alimentando?’ E a próxima coisa que pergunto a eles é: ‘como está indo a função do banheiro?’ Porque eu sei que uma vez que não há constipação, eles estão realmente acomodados e indo bem”.
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Como o “número 2” funciona na prática?
Normalmente, os lançamentos espaciais são longos e estressantes, e os astronautas são forçados a ficarem por horas dentro de um foguete em uma posição pouco agradável — com os pés no mesmo nível do coração. Com o tempo, os fluidos se acumulam e a constipação torna-se um evento esperado graças à desidratação. Desta forma, os viajantes, além de terem a opção de ir ao banheiro antes da decolagem, voam equipados com um saco plástico de três camadas em um balde.

A ida ao banheiro é um módulo de treinamento e permite que os astronautas trabalhem seu corpo para se ajustar às condições adversas. Todos são indicados a cumprir um cronograma de dieta e hidratação monitorado, ao mesmo tempo que recebem muitas orientações de especialistas e descobrem a melhor forma de contornar sintomas de diarreia ou problemas gástricos em potencial.

Após relatos de “vários eventos de diarreia atribuídos a múltiplas causas” em voos espaciais, segundo relatório de 2016 do Human Research Project, a NASA busca priorizar o tratamento alimentar e intestinal de seus colaboradores, visando as próximas missões de exploração e mais riscos ocasionados pelo desconforto.

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*Fonte: equilibrioemvida