Os 10 maiores rios do mundo em extensão

Rios são corpos d’água em movimento, que fornecem alimento, segurança, transporte e acesso a água. Várias civilizações humanas cresceram às margens de rios, como a Suméria e o Egito, há milhares de anos.

Os rios são extremamente importantes para os humanos, e quão maior ele for, mais pessoas ele pode sustentar. Aqui, analisamos os 10 maiores rios do mundo. Os maiores rios do mundo são mais longos que 3.000 km, e todos os que estão nessa lista são importantes para as terras ao seu redor.

Os 10 maiores rios do mundo
Rio Nilo (6661 km)
Rio Amazonas (6398 km)
Rio Yangtzé (6303 km)
Rio Mississippi (6279 km)
Rio Ienissei (5544 km)
Rio Amarelo (5463 km)
Rio Ob (5413 km)
Rio da Prata (4876 km)
Rio Congo (4700 km)
Rio Amur (4446 km)

10. Rio Amur
O Rio Amur flui pela China e pela Rússia. Seu nome deriva de um termo que significa “grande rio”. Esse reio é uma fronteira natural entre a Rússia e a China, e há nomes para ele nos idiomas chinês, russo e mongol.

9. Rio Congo
Esse rio se localiza na República Democrática do Congo, e era conhecido antes como Rio Zaire. Além de ser um dos maiores rios do mundo, é também o mais profundo, com algumas regiões onde a luz não consegue alcançar.
8. Rio da Prata
O Rio da Prata é um dos poucos que tem um alto nível de salinidade na água. Foi importante durante o período colonial, servindo como um local de comércio. Além disso, foi palco de algumas batalhas navais, como a Batalha do Rio da Prata em 1939, uma parte da Segunda Guerra Mundial.

7. Rio Ob
O Rio Ob é um importante curso d’água da Sibéria, na Rússia. Atualmente, o rio é usado para hidroeletricidade, agricultura e como água potável na cidade de Novosibirsk, a maior cidade da Sibéria e a terceira maior da Rússia. Seu comprimento é debatido, ele pode ser o 6º ou 7º maior do mundo, a depender da fonte.

6. Rio Amarelo
rio amarelo
O Rio Amarelo corre pela China, e é considerado como um dos locais mais importantes da história chinesa. Afinal, os centros de agricultura e as cidades que se desenvolveram às margens desse rio ajudaram a impulsionar a China a uma era de prosperidade desde a era antiga. Hoje em dia, o rio ainda é importante como fonte hidrelétrica e agrícola.

5. Rio Ienissei
O Rio Ienissei é um rio russo que flui até o oceano ártico. Seu nome possivelmente vem de uma frase que significa “mãe-rio”. O rio foi lar de tribos nômades no passado, e possui um dos maiores assentamentos em suas margens hoje em dia.

4. Rio Mississippi
Esse rio desempenhou um papel importante durante a Guerra Civil na hitória dos Estados Unidos, e ainda é importante hoje em dia.

3. Rio Yangtzé
O Rio Yangtzé é um longo curso d’água que recebeu diversos nomes, em diversos pontos à medida que fluía através do Tibete e da China. O rio é lar de muitas plantas e animais únicos, e serviu como base de comércio. Hoje em dia, ajuda o país como uma importante fonte de energia hidroelétrica. O rio conecta muitas cidades, e é o mais longo de toda a Ásia.

2. Rio Amazonas
O Rio Amazonas pode ser o primeiro ou o segundo dentre os maiores rios do mundo, a depender da fonte. O sistema por completo atravessa o Peru, a Colômbia e o Brasil. O rio sustenta uma das áreas de maior biodiversidade em todo mundo. Além disso, ele abastece tanto tribos indígenas como regiões urbanas.

1. Rio Nilo
O sistema do qual o rio Nilo faz parte se alonga por mais de 6000 km, fluindo do sul ao norte antes de alcançar o Mar Mediterrâneo. Sua importância é inestimável, pois ele foi fundamental no desenvolvimento da antiga civilização egípcia. O rio serviu como fonte de comércio e desenvolvimento por milhares de anos, e ainda ajuda a fornecer água e energia hidroelétrica a cidadãos de diferentes nações.

*Por Dominic Albuquerque
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*Fonte: socientifica

Os 5 tipos de pessoas mais difíceis de lidar

As pessoas mais difíceis de lidar raramente têm consciência do efeito que a sua atitude diante da vida tem sobre os outros. De fato, elas geralmente acabam se sentindo muito inseguras no mundo social porque não conseguem identificar o problema.

Todos sabemos que algumas pessoas são mais difíceis de lidar do que outras. Porém, a verdade é que algumas delas chegam ao limite do insuportável. Não é que sejam pessoas ruins, ou algo assim. Elas simplesmente têm traços que acabam sendo muito irritantes, e é por isso que é muito difícil estar com elas sem sentir que a nossa paciência está se esgotando.

Na maioria das vezes, essas pessoas mais difíceis de lidar não são totalmente conscientes do efeito que têm sobre os outros. O mais comum é que tenham muitas razões aparentes, ou justificativas autênticas, para agir como agem. Diante de qualquer observação dos outros, reagem defendendo o “seu direito” de ser como são.

É frequente que se comportem dessa maneira porque têm alguma dificuldade consigo mesmas que não identificaram ou que não sabem como resolver. É verdade que elas precisam de compreensão, mas também é importante que se conscientizem do seu comportamento. Quais são as pessoas mais difíceis de lidar? A seguir, vamos mencionar cinco tipos.

“Na sociedade, existem dois tipos de pessoas, médicos e cozinheiros; uns trabalham sem descanso para preservar a nossa saúde e os outros para destruí-la, com a diferença de que estes últimos estão mais convencidos do que fazem que os primeiros ”. -Denis Diderot-


1. Os “reclamões”, um dos tipos de pessoas mais difíceis de lidar

Se uma pessoa fica reclamando de forma constante, isso pode ser um recurso para pedir ajuda. Ou então talvez esta seja uma forma de expressar um sofrimento que a sufoca. Também pode acontecer que este seja um recurso para chamar a atenção dos outros, porque há muita solidão ou um grande sentimento de vulnerabilidade.

Os “reclamões” ficam entre as pessoas mais difíceis de lidar porque, não importa qual seja o motivo, este é um comportamento manipulador e equivocado. O indicado é que, se uma pessoa precisa de ajuda, ela deve pedi-la.

Da mesma forma, o mais razoável é que ela se encarregue do próprio sofrimento, solidão ou sentimento de vulnerabilidade. Ela pode pedir e receber ajuda, mas, em última análise, ninguém além dessa pessoa deve cuidar dela mesma. Reclamar não resolve nada e, em vez disso, geralmente têm o efeito contrário: rejeição ou indiferença.

Os “reclamões” podem ser muito irritantes porque falam e falam, mas não agem.

2. Amigos hostis
Amigos hostis são aqueles que se tornam especialistas em dizer “preto” quando o outro diz “branco”. Ou em jogar sutilezas no ar que são ofensivas. Também são aqueles que criticam “para o seu próprio bem” a todo momento, ou que julgam e questionam o outro continuamente.

Estas são algumas das pessoas mais difíceis de lidar porque geralmente cobrem a sua hostilidade com um manto de supostas boas intenções. Estando com elas, você acaba se sentindo inadequado ou culpado, mas não sabe por quê. Ninguém se sente confortável com alguém assim por muito tempo.

3. Os condescendentes ao extremo
Os amigos condescendentes ao extremo são o oposto dos amigos hostis, mas, no fundo, eles têm várias semelhanças. Eles estão sempre dispostos a dar a razão ao outro, concordam com tudo o que é dito e parecem sempre estar presentes de forma incondicional. No entanto, nunca se sabe o que eles realmente pensam ou sentem. É por isso que essas figuras afáveis estão na lista das pessoas mais difíceis de lidar.

Muitas vezes, esse tipo de pessoa precisa intensamente da aprovação dos outros. Pela mesma razão, não é incomum que essas pessoas mudem de opinião repentinamente quando a maré está ao contrário. Elas seguem a correnteza e é por isso que podem abandonar os seus “amigos” pelo caminho se eles estiverem na direção oposta.

4. Os pessimistas absolutos
O problema não está em ser pessimista em si, mas sim em anunciar essa posição diante da realidade de forma permanente. Sem dúvida, a maioria de nós está ciente de que a vida tem suas dificuldades e que o mundo não está passando pelo seu melhor momento. Certamente estamos preocupados com as mudanças climáticas, guerras, doenças e tudo mais.

O que acontece é que procurar o ângulo mais sombrio de tudo não ajuda a resolver esses problemas. O que se consegue é aumentar a sensação de desconforto e essa certa angústia que todos nós experimentamos diante dos problemas. Por isso, os pessimistas estão entre as pessoas mais difíceis de lidar.

Os pessimistas geralmente procuram o lado escuro ou negativo de tudo, o que gera grande desconforto para os outros.

5. Os sabe-tudo
Os sabe-tudo podem ser divididos em dois grupos. Há aqueles que realmente têm grande conhecimento em muitas áreas e que falam com fundamento sobre quase qualquer assunto. Por outro lado, há aqueles que fingem saber tudo e que falam com aparente propriedade, até mesmo sobre assuntos que desconhecem completamente.

Ambos os tipos estão entre as pessoas mais difíceis de lidar. Os primeiros, porque não permitem a interação. Eles precisam de uma audiência, não de um interlocutor. Os últimos também são muito irritantes, uma vez que geralmente são teimosos e precisam ter razão o tempo todo, estejam certos ou não.

Conforme já observamos, as pessoas mais difíceis de lidar geralmente têm alguma dificuldade que as impede de se relacionar com os outros de forma fluida, amigável e natural. O mais importante, em todos os casos, é não cair em seus jogos e manipulações. Também não se deve julgá-las. Afinal, elas já têm dificuldade para tolerar a si mesmas.

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*Fonte: amenteemaravilhosa

Afinal, o que são e de onde surgem as verrugas?

Você certamente já viu uma pessoa com uma proeminente manchinha na pele — a famosa verruga. Via de regra, ela pode aparecer na pele de alguém a qualquer momento, e em muitos casos acaba sumindo da mesma forma como apareceu.

Em linhas gerais, as verrugas são pequenos crescimentos benignos na pele, muitas vezes causados pelo vírus HPV. Na maior parte dos casos elas são inofensivas, indolores e podem aparecer em qualquer parte do corpo, da cabeça aos pés.

Outro detalhe curioso sobre as verrugas é que elas podem surgir de maneira isolada ou em grupo. Nesses casos, é preciso usar medicamento para acelerar o processo de desaparecimento ou até mesmo realizar algum procedimento específico com essa finalidade, como a cauterização.

Quais são os tipos de verrugas?
Nosso corpo pode apresentar diversos tipos de verrugas, variando de acordo com o seu tamanho e aspecto. Confira as mais conhecidas a seguir:

Verruga plantar: esse tipo de verruga ficou conhecida como olho de peixe, e geralmente costuma aparecer nas solas ou plantas dos pés, sendo mais difíceis de tratar. Muitas pessoas confundem elas com calos;
Verruga genital: como o próprio nome dá a entender, elas aparecem em regiões genitais, perianal, oral e na uretra, e muitas vezes possuem ligação com alguma DST. Acabam sendo mais resistentes a tratamentos e, apesar de benignas, é preciso atenção pois podem ser o início de algum tumor maligno;
Verruga periungual: possui aspecto similar ao de uma verruga, e costuma aparecer nos arredores das unhas. Também são benignas;
Verruga subungal: parecidas com as verrugas comuns, mas aparecem na parte de baixo das unhas. Acaba passando despercebida por mulheres que usam esmaltes escuros, e costumam fazer com que as unhas cresçam de maneira torta ou com ondulações;
Verruga comum: são geralmente arredondadas e de aspecto áspero, além de apresentar coloração diferente do tom da pele. São mais visíveis em áreas com atrito em nosso corpo, como mãos, joelhos, cotovelos e dedos;
Verruga filiforme: de aspecto mais fininho, ela é benigna e lembra um fio. Surge com mais facilidade em pessoas com imunidade baixa ou de idades mais avançadas, geralmente no rosto, pescoço ou pálpebras;
Verruga plana: de aspecto achatado e com coloração amarelada, essa verruga geralmente aparece no rosto e precisa de mais cuidado, pois pode levar ao desenvolvimento de outras doenças.

Há algum sinal que indica o nascimento de uma verruga?
Em geral, pontos em que uma verruga está prestes a nascer tendem a ficar com a superfície mais áspera. Também vale ficar atento a sinais de dores: apesar de boa parte delas não causarem nenhum mal, em alguns casos existe a chance de sentir algum incômodo na área em que ela vai brotar.

*Por Douglas Vieira
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*Fonte: megacurioso

Ozzy – “Patient Number 9”

Confira “Patient Number 9”, a primeira faixa a ser lançada que também dá o nome ao novo álbum de Ozzy Osbourne – com o lançamento previsto para 09/09/2022. O álbum virá recheados com a participação especial de vários guitarristas famosos: Jeff Beck, Tony Iommi, Eric Clapton, Mike McCready e Zakk Wylde. Além de contar ainda com os baixistas Robert Trujillo (Metallica) e Duff McKagan (G&R) e o baterista Chad Smit (RHCP).

A diferença entre Ártico e Antártica

O Ártico é a região que fica mais ao norte do planeta, contendo um largo oceano coberto por um gelo marinho perene, sendo quase completamente rodeado por terra. A região antártica, por sua vez, compreende o continente da Antártica, assim como o Oceano Antártico.

A diferença entre Ártico e Antártica vai além do nome, apesar deles possuírem semelhanças, como serem as regiões mais geladas e escuras do planeta.

A diferença entre Ártico e Antártica

A região ártica
O nome “ártico” deriva da palavra grega “arktos”, que significa ‘urso”, referindo-se às constelações da Ursa Maior e Ursa Menor. Os cientistas definem o Ártico como sendo a região norte do Círculo Ártico, consistindo no oceano ártico, mares adjacentes e partes do Alasca, Groenlândia, Finlândia, Canadá, Noruega, Islândia, Suécia e Rússia. Cerca de 4 milhões de pessoas, inclusive muitos povos indígenas da região, como os inuítes e sami, habitam no Ártico.

A região do Ártico consiste num largo oceano, o Oceano Ártico, rodeado por terra. Devido à essa característica geográfica, o gelo marinho que se forma na região se move menos do que o da região antártica, e num ritmo bem mais lento, além de se manter nas águas frias da área. Além disso, o gelo marinho é bem mais espesso, variando entre 2 e 5 metros. Durante o inverno, cerca de 15 milhões de km² de gelo marinho se formam, sobrando apenas 7 milhões durante o verão. A superfície clara do gelo marinho do ártico serve como um refletor terrestre, refletindo parte dos raios solares de volta para o espaço, o que ajuda a manter o equilíbrio no clima do planeta. A região ártica também ajuda a circular as correntes oceânicas, movimentando as águas quentes e frias pelo planeta.

Alguns estudos revelaram que está ocorrendo uma drástica mudança climática no Ártico nos últimos anos. Acredita-se que a região esteja aquecendo duas vezes mais rápido que no resto do mundo, e que em poucos anos nenhum gelo marinho vai se formar durante o verão.

Muitos animais vivem no Ártico, como o lobo ártico, a raposa ártica, a lebre ártica, os ursos polares, o boi almiscarado, focas, morsas, assim como muitas espécies de baleia. O urso polar depende do gelo marinho para ter acesso às focas, que são sua principal fonte de alimento, assim como reproduzir e descansar. Com a redução do gelo a cada ano, os ursos, assim como outros animais, sofrem grave risco.

Antártica
O nome “antártica” deriva da versão romana da palavra grega “antarktike”, que significa “oposta ao ártico”. A Antártica é um vasto continente localizado ao sul do Círculo Antártico, rodeado pelo Oceano Antártico. Esse oceano aberto em volta da grande massa terrestre antártica permite que o gelo marinho se mova mais livremente do que ocorre no Ártico. Além disso, o oceano também cria uma precipitação maior, fazendo com que a Antártica tenha uma maior cobertura de neve. O gelo cobre cerca de 98% da Antártica, enquanto o gelo marinho tem espessura de 1.6m, menor que o do Ártico. Quase todo o gelo marinho que se forma durante o inverno derrete no verão. Durante o inverno, mais de 18 milhões de km² do oceano são cobertos por gelo marinho, sobrando apenas 3 milhões no verão.

Menos animais vivem aqui. Dentre as espécies, temos a baleia azul, os pinguins imperadores, a lula gigante, os elefantes marinhos, focas leopardo, orcas, entre outros. Devido às condições climáticas severas, a região antártica não possui uma população permanente. Apenas entre 1000 e 5000 pessoas vivem aqui, oriundas de diversos países, nas estações de pesquisa que estão espalhadas pela Antártica.

*Por Dominic Albuquerque
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*Fonte: socientifica

Precisamos entender um pouco sobre energia!

A energia que passa a existir em nossa vida com tais mudanças na forma de pensar e de sentir, muda o nosso comportamento, alterando os acontecimentos da nossa vida.

A energia da qual nos alimentamos dita o tipo de vida que levamos.

Não importa o que tenha acontecido em sua vida. As pessoas, na maioria das vezes, focam nos problemas, nas dificuldades, nas dores. Focando no pior desta maneira, elas se lamentam, gastam tempo demais em uma energia negativa que não contribui com absolutamente nada para que saiam da situação, encontrem uma solução e superem momentos difíceis… e isto é muito destrutivo!

Precisamos entender um pouco sobre energia. Lógico que, quando vivenciamos algo ruim, decepções, perdas, etc., nos sentimos mal, e tendemos a nos tornar vulneráveis, muitas vezes nos sentindo injustiçados pela vida.

E é comum nos questionarmos: “Por que isso aconteceu comigo?”.

Independente de possuirmos um seguimento religioso, filosófico, ou não acreditarmos em nada, é importante entendermos um pouco sobre o pensamento, sobre a neurolinguística…o quanto os pensamentos geram emoções, sentimentos, energias (positivas ou negativas), os quais produzem resultados em nossa mente e em nosso corpo físico. Resultados ao redor de nós, em nossa vida, prejudicando-nos ainda mais do que a própria situação ruim que estamos vivenciando.

Quando pensamentos negativos, de teor destrutivo, que comprometem nossos sentimentos, emoções, nos fazem permanecer em estados comportamentais desgastantes, limitantes, repetindo em nosso quadro mental, vivência dolorosa, culpa, acusações, raiva, tristeza, medo ou qualquer outro sentimento que nos dificulte a sair de tal estado, situação, estamos nos prejudicando e também nos destruindo ainda mais.

Quando os pensamentos são mais positivos e geram emoções e sentimentos melhores, mesmo diante de situações desgastantes e acontecimentos ruins da vida, a pessoa começa a enxergar um novo caminho, uma luz, uma nova direção, a criar uma alternativa que a levará a sair de tais situações ou se livrar de sentimentos que foram dolorosos.

Muitas vezes não se consegue isso sozinho(a), é necessário a ajuda de um profissional, terapeuta, médico ou de vários profissionais multidisciplinares e complementares. Pessoas qualificadas que o orientem, que o ajudem a reforçar o seu melhor potencial e a como utilizar o seu melhor para ultrapassar o momento difícil. Que o ajudem a enxergar o quanto determinadas situações que ocorrem na vida e que não têm uma uma explicação lógica podem se tornar pontes, não como imaginávamos: o fundo do poço ou o abismo. São como uma passagem que necessitávamos de alguma forma para fazermos uma transformação em nós.

E assim alcançarmos um portal para um outro lado da nossa própria vida, trazendo outros significados, outros entendimentos de tudo.

Um lado mais amplo, onde não nos sentimos mais vítimas ou culpados, onde não vemos mais um algoz. Para entendermos que somos responsáveis e atuantes em tudo o que vivemos, não deixando mais nossas vidas nas mãos de ninguém.

Deixamos de criar tanta expectativa, e não depositamos em outros seres humanos a responsabilidade de terem super poderes. Começamos a compreender melhor as limitações, vulnerabilidades e fraquezas.

Reiniciamos o nosso caminho muito mais conscientes e investindo totalmente em nós mesmos, em nossos potenciais, na nossa força, nos conhecendo melhor, estudando mais o nosso próprio universo interior, os nossos antagonismos, as nossas deficiências e a nossa beleza…aceitando melhor as nossas idiossincrasias.

Neste momento, fazemos outras perguntas, como os orientais nos propõem diante de situações difíceis. Por exemplo, a corrente filosófica Brahma Kumaris nos propõe não perguntarmos “por quê?” e sim “para que serve tal situação?”, “o que necessito entender que eu ainda não entendi?”, “o que preciso evoluir que ainda não consegui e, por isso, ainda necessitei vivenciar tal situação em minha vida?”.

Desta forma, o panorama muda, as perspectivas mudam e a forma de interagirmos também se transforma.

A energia que passa a existir em nossa vida com tais mudanças na forma de pensar e de sentir, muda o nosso comportamento, alterando os acontecimentos da nossa vida. Parece até que algo mágico está ocorrendo, mas é apenas a mudança da produção daquilo que pensamos sobre nós, sobre o que nos ocorre, sobre os outros, sobre a vida.

Desta maneira, começamos a entender melhor porque tanto se fala em energia positiva, em gratidão, em agradecer a tudo o que nos ocorre e a todos que passam pela nossa vida.

*Por Patrícia Tavares
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*Fonte: osegredo

O museu dedicado a preservar sons ameaçados de extinção

“Imagine um mundo onde nunca mais ouviremos a inicialização sinfônica de um computador com Windows 95. Imagine gerações de crianças que não estão familiarizadas com a tagarelice dos anjos alojados nas profundezas de uma velha TV de tubo.” Foram esses medos de Brendan Chilcutt que o motivaram a criar o The Museum Of Endangered Sounds, um site que abriga sons de diversas tecnologias antigas.

The Museum Of Endangered Sounds foi criado em 2012.

Lançada em janeiro de 2012, essa espécie de museu virtual tem como objetivo preservar barulhos de equipamentos eletrônicos famosos das décadas passadas. O acervo é composto por registros sonoros de máquinas de escrever, teletipos e vitrolas, além das trilhas de video games antigos, como Pacman e Tetris.

Assim que você entra no site, é recepcionado por um pop-up que contém boas-vindas e instruções. Para escutar algum dos 33 sons disponíveis no museu, basta clicar na miniatura de cada um. Para parar de ouvir, é necessário clicar de novo. Mas também é possível escutar mais de um som ao mesmo tempo: é só clicar em várias miniaturas e aproveitar a sinfonia eletrônica.

Algumas das 33 opções de sons disponíveis, como telefone público, fita cassete e Tamagotchi.

Criado como uma forma de catalogar sons que não são mais populares graças à modernização da tecnologia, o projeto de Chilcutt carrega uma grande atmosfera nostálgica. É uma ótima maneira de relembrar o passado e também de novas gerações o conhecerem pela primeira vez.

*Por Roanna Azevedo
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*Fonte: hypeness

O que um hotel precisa para ser 5 estrelas?

Quando você está escolhendo um hotel para se hospedar, é provável que use alguns critérios antes fazer sua reserva. Pode ser que você confira as opiniões de outros clientes em alguma rede social, ou decida de acordo com o que cabe no seu bolso.

Mas um critério comumente utilizado pelas pessoas é verificar quantas estrelas aquele hotel tem. E o melhor hotel, claro, é aquele que é classificado com cinco estrelas. Mas isso garante exatamente o que ao hóspede?

Quem decide essa classificação?

No Brasil, a avaliação dos hotéis é feita pelo Ministério de Turismo, que estabelece as estrelas através do Sistema Brasileiro de Classificação de Meios de Hospedagem (SBClass).

No entanto, é importante lembrar que essa classificação não é obrigatória. Ou seja, um hotel ou uma pousada pode optar por não passar pela avaliação feita pela SBClass. Neste caso, eles não são autorizados a exibir estrelas em sua fachada e material promocional, pelo risco de serem processados por propaganda enganosa.

Já nos Estados Unidos, Europa e Austrália, diversas organizações são responsáveis por fazer estas avaliações. No continente europeu, por exemplo, quem faz esta classificação é uma instituição chamada Hotelstars Union.

Vale lembrar que as estrelas não deixam de ser uma garantia ao cliente de que o serviço e as instalações daquele hotel foram testados conforme critérios que são acessíveis a todos. Mas quais critérios são esses?

As avaliações dos hotéis

Para que um hotel receba a cobiçada classificação de 5 estrelas, ele precisa ter concierge, recepção que funciona 24 horas, quartos com pelo menos 17 m² e banheiros com pelo menos 4 m².

Quanto aos serviços, as roupas de cama e de banho precisam ser trocadas diariamente. O hotel deve ter café da manhã, restaurante e bar, funcionando também como serviço de quarto. A cozinha devem oferecer refeições especiais (como opções vegetarianas). Os funcionários devem ser ao menos bilíngues.

Além disso, os quartos devem ter climatização, colchões especiais, frigobar, TV por assinatura e internet. Outros serviços também devem estar disponíveis: garagem com manobrista, banheiras nos quartos e outros negócios devem existir junto ao hotel (como, por exemplo, salão de beleza e lojas).

Já nas hospedagens categorizadas com menos estrelas, as diferenças serão a quantidade desses serviços e os tamanhos dos quartos. Para receber quatro estrelas, os quartos devem ter 15 m² e banheiras; para obter três, devem medir 13 m² e banheiros com 3 m²; duas, os aposentos precisam ter 11 m², e assim por diante.

E uma informação importante: uma hospedagem que recebe uma estrela não necessariamente será ruim. O que a estrela indica é que ele oferece apenas o básico. E isso significa que ele deve ter café da manhã, recepção aberta por 12 horas e pelo menos 65% dos quartos devem ter área útil de 9 m². As roupas de cama devem ser trocadas pelo menos uma vez por semana.

Ou seja, independentemente do seu hotel ter cinco estrelas ou só uma, você pode igualmente ser bem atendido e desfrutar bons momentos.

*Por Maura Martins
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*Fonte: megacurioso

Segundo físicos e filósofos o tempo pode não existir e está tudo bem

O tempo existe? A resposta a esta pergunta pode parecer óbvia: claro que sim! Basta olhar para um calendário ou um relógio. Mas os desenvolvimentos na física sugerem que a inexistência do tempo é uma possibilidade aberta e que devemos levá-la a sério.

Como assim? E o que isso significaria? Vai demorar um pouco para explicar, mas não se preocupe: mesmo que o tempo não exista, nossas vidas continuarão normalmente.

Uma crise na física
A física está em crise. No último século, explicamos o universo com duas teorias físicas extremamente bem-sucedidas: a da Relatividade Geral e a mecânica quântica.

A mecânica quântica descreve como as coisas funcionam no mundo incrivelmente pequeno de partículas e interações de partículas. A relatividade geral descreve o quadro geral da gravidade e como os objetos se movem.

Ambas as teorias funcionam extremamente bem por si só, mas acredita-se que as duas entram em conflito uma com a outra. Embora a natureza exata do conflito seja controversa, cientistas geralmente concordam que ambas as teorias precisam ser substituídas por uma nova teoria mais geral.

Os físicos querem produzir uma teoria da “gravidade quântica” que substitua a relatividade geral e a mecânica quântica, enquanto captura o extraordinário sucesso de ambas. Tal teoria explicaria como o quadro geral da gravidade funciona na escala em miniatura das partículas.

Tempo na gravidade quântica
Acontece que produzir uma teoria da gravidade quântica é extraordinariamente difícil. Uma tentativa de superar o conflito entre as duas teorias é a teoria das cordas. A teoria das cordas substitui partículas por cordas vibrando em até 11 dimensões.

No entanto, a teoria das cordas enfrenta uma dificuldade adicional. A teoria das cordas fornece uma variedade de modelos que descrevem um Universo amplamente como o nosso, e não fazem previsões claras que possam ser testadas por experimentos para descobrir qual modelo é o correto.

Nas décadas de 1980 e 1990, muitos físicos ficaram insatisfeitos com a teoria das cordas e criaram uma série de novas abordagens matemáticas para a gravidade quântica.

Uma das mais proeminentes é a gravidade quântica em loop, que propõe que o tecido do espaço e do tempo é feito de uma rede de pedaços discretos extremamente pequenos, ou “loops”.

Um dos aspectos notáveis ​​da gravidade quântica em loop é que ela parece eliminar completamente o tempo.

A gravidade quântica em loop não está sozinha na abolição do tempo: várias outras abordagens também parecem remover o tempo como um aspecto fundamental da realidade.

Tempo emergente
Então, sabemos que precisamos de uma nova teoria física para explicar o Universo, e que essa teoria pode não incluir o tempo. Suponhamos que tal teoria seja correta. Significaria, então, que o tempo não existe? É complicado, e depende do que queremos dizer com existir.

As teorias da física não incluem mesas, cadeiras ou pessoas, e ainda assim aceitamos que existam mesas, cadeiras e pessoas. Por quê? Porque assumimos que tais coisas existem em um nível mais alto do que o nível descrito pela física.

Dizemos que as mesas, por exemplo, “emergem” de uma física subjacente de partículas zunindo ao redor do Universo.

Mas, embora tenhamos uma boa noção de como uma mesa pode ser feita de partículas fundamentais, não temos ideia de como o tempo pode ser “feito de” algo mais fundamental.

Portanto, a menos que possamos apresentar uma boa explicação de como o tempo surge, não está claro que podemos simplesmente supor que o tempo existe. O tempo pode não existir em nenhum nível.

Tempo e agência
Dizer que o tempo não existe em nenhum nível é como dizer que não existem mesas. Tentar sobreviver em um mundo sem mesas pode ser difícil, mas administrar um mundo sem tempo parece desastroso.

Nossas vidas inteiras são construídas em torno do tempo. Planejamos o futuro à luz do que sabemos sobre o passado. Nós responsabilizamos as pessoas moralmente por suas ações passadas, com o objetivo de repreendê-las mais tarde.

Acreditamos ser agentes (entidades que podem fazer coisas) em parte porque podemos planejar agir de uma maneira que trará mudanças no futuro. Mas qual é o sentido de agir para provocar uma mudança no futuro quando, em um sentido muito real, não há futuro pelo qual agir?

Qual é o sentido de punir alguém por uma ação passada, quando não há passado e, portanto, aparentemente, nenhuma ação? A descoberta de que o tempo não existe poderia levar o mundo inteiro a um impasse. Não teríamos motivos para sair da cama.

Os negócios de sempre

Existe uma saída para a confusão. Embora a física possa eliminar o tempo, parece deixar intacta a “causalidade”: a ideia de que uma coisa pode provocar outra.

Talvez o que a física esteja nos dizendo, então, é que a causalidade, e não o tempo, é a característica básica do nosso universo.

Se estiver certo, então a agência ainda pode sobreviver. Pois é possível reconstruir um senso de agência inteiramente em termos causais.

Pelo menos, é isso que Kristie Miller, Jonathan Tallant e eu discutimos em nosso novo livro [Out of Time: A Philosophical Study of Timelessnes, sem edição em português]. Sugerimos que a descoberta de que o tempo não existe pode não ter impacto direto em nossas vidas, mesmo quando impulsiona a física para uma nova era.

* Sam Baron é professor associado na Universidade Católica Australiana. Este artigo foi originalmente publicado em inglês no site The Conversation.
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*Fonte: revistagalileu

A amizade é tinta permanente

Os responsáveis pelo estudo analisaram as semelhanças genéticas e a conexão entre diversas pessoas usando duas pesquisas independentes de saúde. Estas pesquisas continham informação detalhada de várias sequências de genoma dos indivíduos e também das suas redes sociais.

“Ser sincero não vai fazer você ter um monte de amigos, mas sempre fará você ter os amigos certos.”
John Lennon

Foram escolhidos indicadores genéticos específicos dentro dos relacionamentos sociais de um indivíduo e descobriu-se que nós forjamos amizades com pessoas com as quais compartilhamos dois dos seis indicadores avaliados.

Outro aspecto interessante da pesquisa é que chegou-se à conclusão de que procuramos pessoas, tanto amigos quanto relacionamentos amorosos, que nos complementem. Isto é, nos sentimos atraídos por pessoas que possuem genes que indicam características que não temos.

Verdades sobre a amizade
Temos muitas ideias sobre a amizade: que existe uma conexão especial com nossos amigos, que as mulheres e os homens não podem ser amigos, que um relacionamento amoroso rouba o lugar dos amigos, que a amizade favorece a saúde…

Isto é, ao longo das nossas vidas assumimos uma série de crenças sobre a amizade que podem ou não ser verdadeiras. A seguir, mostramos algumas verdades cientificas sobre a amizade que se relacionam diretamente com as crenças que temos.

Os homens e as mulheres não podem ser amigos
Todos lembramos da famosa cena do filme “Harry & Sally – feitos um para o outro” onde o protagonista sustenta que os homens e as mulheres nunca podem ser amigos porque o sexo sempre interfere.

Uma pesquisa realizada no ano de 2012 e publicada no Journal of Social and Personal Relationships, dirigido por April Bleske-Rechek, professora de Psicologia na Universidade de Wisconsin, concluiu que os homens superestimam as possibilidades românticas de forma mais freqüente que as mulheres.

A pesquisa também chegou à conclusão de que geralmente os homens se mostram igualmente interessados tanto sexual quanto amorosamente em suas amigas, independentemente de estarem comprometidas ou não. A atração é considerada um impulso, embora com os anos ela costume se reduzir.

“Existe entre nós uma coisa melhor do que um amor: uma cumplicidade.”
Marguerite Yourcenar


Ter um relacionamento amoroso nos afasta dos nossos amigos

Uma pesquisa realizada por Robin Dunbar, professor de antropologia evolutiva em Oxford, analisando o efeito do relacionamento amoroso sobre os amigos chegou à conclusão de que as pessoas que iniciam um relacionamento amoroso, em vez de ter um círculo de amigos íntimos formado por cinco pessoas como é comum, tem quatro e um deles é o seu companheiro.

Portanto, isto significa que se foca a atenção na pessoa que é o companheiro, a quem se dedica mais tempo e atenção, e duas pessoas das nossas vidas são afastadas, em geral um amigo ou um familiar.

O amor toma tempo e cada vez compartilhamos mais momentos com nosso companheiro, de modo que inevitavelmente, se o vínculo afetivo com nossos amigos não é cuidado, mantendo o contato, procurando se encontrar, no fim ele se deteriora.

A amizade faz bem para a saúde
Uma pesquisa sobre a longevidade realizada com pessoas idosas de 70 anos conduzida pelo Centro de Pesquisas do Envelhecimento da Universidade de Flinders em Adelaide (Austrália) concluiu que uma rede de bons amigos pode aumentar mais a longevidade do que os relacionamentos familiares.

Ter amigos é bom não apenas para o estado de ânimo mas também para a saúde. De fato, as pessoas que têm um círculo amplo de amizades têm a tensão mais baixa, sofrem menos de estresse, sua imunidade é mais forte e vivem mais tempo. Os amigos nos ajudam a superar as doenças e nos trazem satisfação e felicidade.

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*Fonte: amenteemaravilhosa

Psicologia das Cores: O poder dessas 6 cores em suas emoções

Eva Heller (1948–2008) foi uma escritora e cientista social alemã, que desenvolveu um longo estudo sobre como as cores poderiam ser capazes de afetar a nossa emoção e impactar o modo como nos comportamos. Esse trabalhou resultou em um livro chamado A Psicologia das Cores, que é um tratado clássico sobre teoria das cores.

A pesquisa de Heller impactou muitos setores, especialmente a comunicação, o cinema, o design, a arquitetura e a moda. Para dar um gostinho da obra incomparável da cientista social, vamos tratar aqui sobre o poder que algumas cores podem ter no seu cotidiano a partir do impacto delas em suas emoções. Confira.

1. Azul
O azul é líder em pesquisas sobre cores prediletas. De acordo com o estudo, 46% dos homens e 44% das mulheres a indicam como sua favorita. Uma das razões é que o azul é associado à paz, à harmonia e ao equilíbrio. Por séculos foi uma cor associada às mulheres, sendo hoje relacionada aos homens.

Apesar de ser uma cor pouco aconchegante, resultado da sensação de frieza que carrega consigo, ela se faz valer do fato de ser a cor que vemos ao olhar ao céu para ser considerada, também, uma cor tranquilizante, a do sono e dos sonhos.

2. Vermelho
O vermelho é considerado uma cor quente, muito associada ao fogo, ao sangue e ao existencialismo em muitas culturas. Ao mesmo tempo que representa, por exemplo, o amor, o desejo e a excitação, ela é uma cor muito associada à ira, fúria, raiva, violência. Na economia, com o comunismo e problemas financeiros.

Geralmente, roupas e ambientes em tons de vermelho são motivadores a pessoas tímidas. Além disso, o vermelho dá um ar de poder e coragem (pense na Ferrari). Há uma outra interpretação bem interessada para o vermelho: a justiça. Talvez por isso os professores, por décadas, utilizaram canetas desta cor para corrigir provas.

3. Laranja
Laranja também é uma cor quente, capaz de fazer você se sentir entusiasmado, pois aumenta a sensação de vitalidade e felicidade. Também carrega em si as características de uma cor do humor e da expansão, da sociabilidade e do lúdico.

Agora, curiosamente, o laranja não costuma ser a cor de produtos de prestígio e, consequentemente, caros. Em contrapartida, a cor dá a sensação de algo acessível, criativo, cheio de vigor. No trabalho, é uma cor boa para ser utilizada em acessórios, como gravatas, já que mostra um tom ousado e criativo.

4. Verde
Verde não é só a cor do meio ambiente. Ela também está associada com a perseverança, a juventude, a tenacidade e a sorte. Há quem chame o verde de cor da esperança, por pura associação direta entre meio ambiente – natureza – primavera – fertilidade.

Sob um viés negativo, o verde pode ser interpretado como a cor de coisas ainda não prontas, em processo de amadurecimento. Como em muitas coisas, dá para acreditar que é tudo uma questão de escolha da perspectiva, não é mesmo?

5. Amarelo
Amarelo é considerada a cor com mais energia entre as cores quentes, especialmente por sua conexão imediata com o sol. Amarelo, na maior parte das vezes, é utilizada quando se deseja mostrar espontaneidade e felicidade, além de riqueza, é claro. Jovialidade e otimismo também são termos que se associam com ela. O problema é que ciúme e hipocrisia também.

Dois dos pecados capitais do cristianismo são associados a esta cor: inveja e cobiça. Ou seja, dá para dizer que estamos diante de uma cor bastante ambígua, mas, se levar todas as possibilidades de cada cor, talvez todas sejam.

6. Preto
Ah, o preto. Pretinho, básico, clássico e sofisticado, certo? É bem por aí mesmo: ainda que haja culturas que vejam a cor como da tristeza e introspecção, o preto é realmente associado ao poder, ao luxo e à elegância.

Em questões corporativas, seu uso pode querer indicar seriedade, neutralidade ou simplicidade. Agora, é bom salientar que, ao longo do tempo, o preto também foi a cor do místico e do mistério, da ausência de ordem.

*Por Alejandro Sigfrido Mercado Filho
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*Fonte: megacurioso

Os cães podem prever como está o seu estado de espírito, diz a ciência

Como pode um cãozinho que não pode dizer o que está sentindo, sentir tanto aquilo que sentimos? Os cães podem prever informações implícitas sobre o estado de espírito dos humanos e a partir daí, elaborar como deve reagir, é o que afirma o artigo intitulado Dogs can infer implicit information from human emotional expressions, desenvolvido pelos pesquisadores Natalia Albuquerque e Briseida Resende, do Instituto de Psicologia da USP, e Daniel Mills, Kun Guo e Anna Wilkinson, da Universidade de Lincoln, publicado na revista científica Animal Cognition. As informações são do Jornal da USP.

Acreditava-se que essa habilidade fosse exclusivamente humana, mas as evidências científicas construídas ao longo das últimas décadas mostraram o contrário. A capacidade de reconhecer emoções já havia sido observada em primatas, como chimpanzés, capazes de reconhecer emoções entre si, mas apenas com um estudo de 2016, também conduzido pela pesquisadora Natalia e colaboradores. Nesta pesquisa comprovou-se que os cães vão além: reconhecem emoções humanas, não apenas da sua própria espécie – sendo os únicos animais a atingir esse feito.

Em 2018, outro trabalho da cientista mostrou ainda que os cães respondem a esse reconhecimento de emoções de outra espécie. “Assim, o próximo passo foi saber se eles entendem que o estado emocional de uma pessoa altera a forma como ela se comporta e, portanto, ele pode se ajustar a isso”, explica Natalia ao Jornal da USP.

Emoção neutra, de alegria e raiva: testes mostraram que os cães levam em consideração as expressões faciais humanas para tomar decisões. Foto cedida pelo jornal da USP
Para o experimento, foram necessários 90 cães, duas atrizes, alguns objetos e uma sala no Laboratório do IP. O recrutamento dos animais aconteceu de forma voluntária, segundo alguns critérios como serem saudáveis, não agressivos, acostumados com novos lugares e pessoas e sem problemas de visão – o que dificultaria o teste.

Depois de habituados na sala, os cães observaram uma interação entre duas atrizes, treinadas para, a cada sessão, demonstrarem expressões faciais neutras, positivas (alegria) ou negativas (raiva). Vestidas da mesma maneira, elas passavam objetos uma para a outra, silenciosamente e, em seguida, sentavam-se com um pote de ração em uma das mãos e uma folha de jornal na outra.

A coleira era solta e, então, o cão podia interagir com as atrizes, agora, ambas com expressões neutras. Para conseguir um pouco de ração, os cães precisavam pedir a uma das mulheres – e essa escolha revelou a capacidade desses animais. A maioria tomava a decisão de interagir com a atriz que, no momento da observação, mostrava-se feliz, e evitava contato com a atriz antes com raiva. Os testes mostram que os cães levam em consideração as expressões faciais humanas para tomar decisões, já que pode ser mais fácil conseguir alguns petiscos de alguém mais amigável.

“A pesquisa evidencia que os cães levam em conta as expressões das emoções dos humanos para fazer escolhas. As pessoas poderão perceber o animal como um ser que presta atenção ao que fazemos e que toma suas decisões com base nisso. Desta forma, acho que podemos desenvolver uma relação mais saudável e respeitosa”, afirma a coautora do trabalho, a professora Briseida. Ela destaca que é importante não tratá-lo como humano, e sim respeitá-lo enquanto cão.

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*Fonte: portalraizes

A teoria do etiquetamento social

Ao rotular uma pessoa, estabelece-se uma diferença entre ela e o meio social ao qual pertence, o que na maioria das vezes implica em atitudes de exclusão social e rejeição.

A teoria do etiquetamento social explica como os outros percebem o comportamento de uma pessoa e, de acordo com as suas características, a rotulam em relação às convenções sociais e culturais. O conceito central dessa teoria é o de que aquele que se “desviar” das normas sociais, que fazem parte do senso comum da sociedade, será rotulado negativamente.

A sociologia estuda as convenções e normas sociais e, para a teoria do etiquetamento social, usa o conceito de desvio: se a aparência ou o comportamento de uma pessoa se conformar apenas a uma minoria social, ela será rotulada negativamente por não atender aos padrões das normas e da cultura da sociedade dominante.

Mas em que consiste rotular alguém que não se enquadra em uma coletividade majoritária?

Breve história da teoria do etiquetamento social
Howard Saul Becker, sociólogo norte-americano, herdeiro da Escola de Chicago e do interacionismo simbólico, construiu as suas teorias em torno do desvio. De acordo com a sua pesquisa sobre os grupos sociais e suas interações, o desvio da norma social não é uma condição inerente a uma pessoa, mas sim a identificação desta por uma coletividade que professa determinadas normas de acordo com a “convivência social”.

Portanto, essa coletividade ou maioria social tenderá a impor sanções a uma pessoa ou minoria por transgredir a sua normatividade e se desviar dos seus costumes sociais. De acordo com a situação descrita anteriormente, o etiquetamento, com um forte caráter discriminatório, seria inevitável.

O papel dos estereótipos
É comum estereotipar uma pessoa por causa dos seus traços, de acordo com o grupo minoritário ao qual pertence. Nesse caso, a maioria social aponta e generaliza, a partir dos parâmetros perceptivos que possui sobre as suas normas e costumes.

O objetivo principal é classificá-la como transgressora da norma, uma vez que ela não cumpre com o que a maioria dita, ainda que isso signifique estigmatizá-la de forma discriminatória.

Desvio primário e secundário
Podemos classificar o desvio em dois tipos: primário e secundário. Edwin Lemert (1912-1996), que foi professor de sociologia na Universidade da Califórnia, assim os definiu:

Desvio primário: não há sensação plena de desvio para aquele que não cumpre as regras, e os outros (a maioria social) também não o percebem dessa forma.
Desvio secundário: ao contrário do primário, a pessoa que quebra a norma é rotulada como desviante pela maioria social; portanto, ela se perceberá de acordo com a forma como os outros a percebem.

Em algum momento, todos nós já cometemos ações que são classificadas como desviantes. Por exemplo, usar drogas, fazer pichações não autorizadas, ignorar as leis de trânsito, etc. No entanto, há aqueles que, com traços muito característicos, são rotulados como desviantes absolutos, descumpridores de regras.

O estigma que se origina a partir dos rótulos
O estigma, intimamente relacionado ao desvio secundário, é o papel atribuído ao desviante, que serve para distorcer a sua biografia. Qualquer ato realizado em sociedade será classificado negativamente como um ato desviante da norma.

Assim, o papel dominante no indivíduo, bem como todos os seus atos passados, passam a ser reinterpretados a partir dessa perspectiva do estigma. Este é um processo de distorção biográfica conhecido como etiquetamento retrospectivo.

De acordo com o sociólogo Erving Goffman (1922-1982), estigmatizar alguém ativa alguns efeitos sociais, tais como o isolamento social, impulsionado por um grupo que se identifica com a rejeição do desviante (estigmatizado). A consequência seria que o indivíduo, ao receber as indicações limitantes, acabaria acreditando nelas, assumindo assim o papel atribuído pelos estigmatizadores. É como se eles fossem profetas do papel final a ser desempenhado pelo “desviante”, de acordo com a aplicação do Teorema de Thomas por Robert K. Merton.

Teoria do etiquetamento social na criminologia
Por causa do infeliz papel profético dos estigmatizadores contra o “desviante” (profecia autorrealizável), a pessoa rotulada agiria de acordo com as ações criminosas impingidas pelo grupo estigmatizador. Por exemplo, se tiver usado drogas apenas uma vez, mas for repetidamente apontada e assediada pela maioria por esses eventos, é muito provável que ela acabe se tornando uma usuária regular. Assim, de forma inconsciente, ela cumpriria a demanda estigmatizante.

Em parte por causa da teoria do etiquetamento social, a criminologia pode prever os padrões de algumas pessoas que cumprem a profecia estigmatizante. Esse processo faz com que o acusado, por assim dizer, busque a aprovação de outros que são como ele, ou seja, acusados por aqueles que se autodenominam “a maioria”. Essa situação faz com que esses padrões de comportamento se repitam diversas vezes, como se fosse um círculo vicioso.

Como a teoria do etiquetamento social opera na psicologia
A teoria do etiquetamento social, por desvio secundário, também pode atacar a saúde mental. Lembremos que a função da maioria social é rejeitar e isolar aquele designado como desviante, situação que pode levar a um transtorno mental para quem assume e sofre com esse papel.

No entanto, esse mesmo mecanismo de isolamento pode ser aplicado àqueles que não têm regulação emocional ou são considerados doentes mentais pela maioria social. Por exemplo, apontar uma pessoa como obsessivo-compulsiva simplesmente porque ela tem algumas características desse transtorno pode, em alguns casos, levá-la a realmente apresentá-lo. Ou seja, uma vez que ela já é tratada como se estivesse realmente doente, então ela assumirá esse papel inconscientemente. Mais uma vez, apresenta-se uma profecia autorrealizável.

Quando uma pessoa é rotulada, geralmente há uma tendência a rejeitá-la e excluí-la.

O que podemos fazer diante da teoria do etiquetamento social
Em primeiro lugar, nem sempre a maioria tem razão, ainda mais quando cada membro dela não tem critérios próprios ou senso crítico sobre o que se presume ser “desviante”. Além disso, devemos lembrar que o ser humano, sujeito político e social por natureza, tenderá a buscar a aprovação ou reconhecimento de alguma forma. Portanto, não é correto rotular ninguém para que fique fora da norma, aprovada por uma maioria.

Assumir uma postura crítica diante da estigmatização coletiva de um indivíduo ou minoria implica refletir sobre como as pessoas podem acabar aprendendo hábitos perversos ou contraproducentes para a sua saúde física e mental, apenas porque foram rotulados para atender à punição, conforme o cumprimento da norma da maioria social.

O diagnóstico e a prevenção dos comportamentos individuais e coletivos são as principais ferramentas para romper o círculo vicioso da estigmatização, para acabar de uma vez por todas com os comportamentos coletivos que julgam indiscriminadamente aqueles que sentem, pensam e agem de forma diferente das convenções e normas da maioria social.

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*Fonte: amenteremaravilhosa