Estudo mostra que brasileiro ouve 37 músicas por dia

O Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) acaba de disponibilizar em seu site oficial, um estudo feito a partir dos processos de matching automático das informações recebidas das plataformas digitais com o banco de dados da instituição.

Os dados mostram que o Brasil vive um crescimento sem precedentes no consumo de música, muito por conta do streaming que habita os dispositivos móveis digitais que são carregados por praticamente todos os cidadãos.

A cada segundo, diz a entidade, 100 mil músicas nacionais e estrangeiras – de todos os segmentos – são ouvidas nas mais diferentes plataformas, o que perfaz oito bilhões de execuções em um dia.

Parece um número absurdo, mas, na verdade, é como se cada brasileiro ouvisse 37 canções em um dia. Como cada música possui em média três minutos, é como se você gastasse quase duas horas por dia curtindo um som.

“A identificação musical é uma das atividades fundamentais para o Ecad. Sem ela e sem o apoio da tecnologia, que é nossa grande aliada, o trabalho de arrecadação e distribuição de direitos autorais não seria feito de forma correta e precisa. Por isso, mais de 80% de nosso investimento é feito em tecnologia. Nosso objetivo é transformar o Ecad em uma entidade cada vez mais digital e orientada a dados”, disse Isabel Amorim, superintendente executiva do Ecad.

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*Fonte: radiorock89

Mulheres têm mais empatia do que homens? Este estudo diz que sim

Mulheres têm mais empatia que os homens. Pelo menos, essa é a afirmação de um estudo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) na última segunda-feira (26). Uma pessoa empática é intelectualmente capaz de entender o que a outra está pensando ou sentindo, ou seja: consegue se colocar no lugar do outro. E para chegar à descoberta, os pesquisadores conduziram alguns testes cognitivos em mais de 300 mil pessoas de 57 países diferentes.

O teste ajuda a medir a capacidade de reconhecer o estado mental ou as emoções de outra pessoa. Na prática, os participantes devem olhar fotos da área ao redor dos olhos de alguém, e indicar se está esboçando alguma expressão facial, identificar o que essa pessoa está pensando ou sentindo a partir disso.

Em 36 países, as mulheres tiveram uma pontuação mais alta em empatia cognitiva do que os homens. Em 21 dos países, as pontuações de mulheres e homens foram semelhantes. Curiosamente, o estudo não apresentou um único país em que os homens pontuassem melhor, em média, do que as mulheres.

“Nossos resultados fornecem algumas das primeiras evidências de que o conhecido fenômeno — que as mulheres são, em média, mais empáticas do que os homens — está presente em uma ampla gama de países em todo o mundo”, afirmam os pesquisadores por trás do artigo.

Os pesquisadores teorizam que as diferenças sexuais na empatia cognitiva podem resultar de fatores biológicos e sociais. No entanto, vale o alerta de que que os resultados são apenas uma média, e que nada impede que um homem possa ser mais empático que uma mulher, especificamente falando.

Os responsáveis pelo artigo também reconhecem que as descobertas levantam novas questões para pesquisas futuras sobre os fatores sociais e biológicos que podem contribuir para a diferença média observada entre os sexos na empatia cognitiva.

*Por Nathan Vieira
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*Fonte: canaltech