Coisas que você provavelmente não sabia sobre os personagens de Scooby-Doo

A franquia Scooby-Doo já tem 50 anos, mas mesmo assim existem algumas coisas sobre ela que nem todos sabem. Veja algumas delas.

Com certeza um dos cachorros mais famosos do mundo dos desenhos, e até mesmo da indústria do entretenimento, é Scooby-Doo. Seu desenho foi produzido pela companhia Hanna-Barbera e foi exibido, pela primeira vez, no dia 13 de setembro de 1969. Até os dias de hoje, filmes, séries, HQ’s, brinquedos e jogos com a logomarca da franquia continuam sendo produzidos, encomendados e consumidos.

Mesmo que a série protagonizada por Scooby-Doo, Salsicha, Fred, Velma e Daphne tenha 50 anos de história e milhares de fãs ao redor do mundo, existem algumas curiosidades que nem todos podem saber. Por isso colocamos aqui alguns fatos sobre o desenho para você ficar ainda mais por dentro de todo o universo da Mistério S.A.

1- Origem do nome Scooby-Doo
Muita gente pode não saber, mas o nome completo de Scooby-Doo é Scoobert-Doo. Contudo, o apelido veio primeiro que o nome quando Fred Silverman, um executivo da CBS, escutou a música “Strangers In The Night”, de Frank Sinatra. Nela, o cantor fala “Scooby-doo-be-doo”. E foi ouvindo esse trecho que o executivo teve a ideia do nome.

2 – Eles seriam uma banda
É impossível pensar na Mistério S.A. como outra coisa a não ser a empresa de desvendar mistérios. No entanto, eles quase foram outra coisa. Na primeira ideia, ela foi pensada para ser uma banda com o nome de “The Mysteries Five”. E além de músicos, a turma também seria detetives que resolveriam mistérios.
Outra mudança nesse cenário seriam os nomes. A conhecida Daphne se chamaria Kelly; a Velma, Linda; o Salsicha se chamaria W.W.; Fred seria na verdade dois personagens, Geoff e Mike; e o icônico Scooby-Doo se chamaria Too Much. O cachorro seria o baterista da banda.

3 – Vocabulário limitado
Por mais que Scooby-Doo seja um cachorro que fala, ele tem uma quantidade limitada de palavras que consegue dizer. Além disso, o cachorro ainda tem como se fosse um problema em sua fala chamado rotacismo. Por conta dele Scooby-Doo usa demais a letra “r”.

4 – Ele é trigêmeo
Isso com certeza é uma coisa que nem todos os fãs sabiam. Scooby-Doo tem mais dois irmãos, sendo eles trigêmeos. Além do conhecido cachorro existem Skippy-Doo e Dooby-Doo. Os dois irmãos de Scooby aparecem na série “O Pequeno Scooby-Doo”. Ela foi transmitida nos EUA de 1988 até 1991.

5 – Entrou para o Guinness
A série já teve o recorde de programa animado de comédia mais duradouro de todos os tempos. Ele foi conseguido quando o episódio 350 foi exibido. Esse episódio se chamava “Halloween do Scooby-Doo”. No entanto, esse título não é mais deles. Atualmente ele pertence a “The Simpsons”, que tem mais de 600 episódios desde que estreou.

6 – Velma perdendo os óculos
Não importa qual é a adaptação de Scooby-Doo, uma cena que é clássica e vista em todas elas é Velma perdendo seus óculos. O que muitos podem não saber é a origem dela. Os criadores da série fizeram essa cena depois que Nicole Jaffe, a atriz que dublava originalmente a personagem, derrubou seus óculos enquanto gravava as falas para a personagem.

7 – Nome original
A primeira série animada de toda a franquia se chamava “Scooby Doo, Cadê Você?”. No entanto, esse nome quase foi outro. Por pouco a série não se chamaria “Mysteries Five” ou “Who’s Scared?”, mas esses nomes não foram aprovados porque os executivos da CBS acharam o primeiro muito bobo e o segundo muito assustador para seu público-alvo.

8 – Raça de Scooby-Doo
A raça do Scooby-Doo também não é conhecida por muitos. Ele é um dogue alemão, mas quase foi um cão pastor. Ele só não foi dessa raça porque, na época, os produtores acharam que assim ele iria se parecer muito com o cachorro Red visto em “A Turma do Archie”, também exibido na CBS.

9 – Origem da Máquina do Mistério
A icônica van com a qual a turma se locomove foi encontrada por Salsicha, mas quem a dirige é Fred. E o que muitos não sabem é que ela era do tecladista da banda “The Mystery Kids”. Ele abandonou a van depois que a banda se separou.

10 – Adaptações
Com tanto sucesso é imaginável que o desenho tenha várias adaptações . Hoje em dia, a franquia tem 14 séries animadas, incluindo a original “Scooby Doo, Cadê Você?”, “O Pequeno Scooby-Doo”, “O Que Há de Novo, Scooby-Doo?” e a mais recente “Velma”, na HBO Max.

*Por Bruno Dias
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*Fonte: fatosdesconhecidos

9 provas que o padrão de vida melhorou em todo o mundo

Para os “pessimistas realistas”, o mundo está ruim e a tendência é piorar. Isso porque a maioria das pessoas realmente acredita que a vida e a sociedade estão regredindo. No entanto, os dados científicos provam exatamente o contrário: os padrões de vida estão melhorando em todo o mundo.

Desse modo, algumas características compravam como o mundo mudou positivamente e quais os impactos — igualmente positivos — repercutem na vida da pessoa média em todos os países.

As 9 maneiras surpreendentes pelas quais os padrões de vida melhoraram em todo o globo
O mundo nunca foi tão rico e saudável quanto agora, isso é fato devidamente comprovado pela ciência. Dessa forma, é certo afirmar que nos últimos 200 anos, a vida das pessoas foi transformada e melhorada.

Esse fato se confirma na simples observação de que as pessoas vivem mais e são mais prósperas, mesmo em países de baixa renda. Isso significa que as melhorias consideráveis nos padrões de vida globais são uma fonte de inspiração e esperança.


Assim sendo, confira 9 formas pelas quais os padrões de vida melhoraram em todo o mundo.

1. Expectativa de vida
Nos Estados Unidos, a expectativa de vida é de 79 anos, no Reino Unido é de 81 anos, nos Egito é de 72 anos e em Bangladesh, 73 anos. Em outros países, a expectativa é a mesma, variando de mais para menos. A questão é que nunca se viveu tanto e tão bem como agora.

Se voltar para 1822, a expectativa de vida no Reino Unido era de não mais do que 40 anos, enquanto a Índia e Bangladesh de apenas 25 anos. Entre 1800 e 2021, a expectativa de vida na maioria dos países com melhor desempenho atual, como Noruega (83 anos) e Japão e Cingapura (85 anos cada), melhorou 159%, 136% e 193%, respectivamente, de acordo com dados coletados por Gapminder.

Na medida em que a Revolução Industrial ganhou força, por volta de 1800, praticamente todos os países tinham uma expectativa de vida igual ou inferior a 40 anos; atualmente, apenas seis países têm expectativa de vida abaixo de 60 anos.

Além disso, e não apenas devido apenas à Revolução Industrial, mas por tantos avanços em diversas áreas, entre 1991 e 2020, China, Índia, Paquistão e Afeganistão melhoraram a longevidade de 5 anos (Paquistão, de 61 para 66) para 11 anos (Índia, de 60 para 71).

2. Pobreza extrema
Categoriza-se a extrema pobreza a situação de viver com apenas US$ 1,90 por dia ou menos, uma vez que tem sido o ponto de partida padrão para todos os países. NO entanto, a extrema pobreza global começou a diminuir nos primeiros anos do século XVII, mas atingiu o maior ritmo a partir de 1950, quando a globalização começou a acelerar o comércio e a troca de conhecimento, tecnologia, recursos e serviços. A maior redução na pobreza extrema começou em 1990.

Dessa forma, nas sete décadas desde 1950, a pobreza extrema global caiu de 63% para aproximadamente 9,5% em 2015.

3. Poluição do ar
Não é nenhuma novidade que a poluição do ar reduz significativamente a qualidade de vida das pessoas, inclusive por diversas gerações. Ademais, as doenças globais atribuídas à poluição do ar em ambientes fechados representam 4% de todas as mortes, cerca de 2,3 milhões em todo o mundo em 2019.

Contudo, desde 1990, a civilização fez progressos notáveis ​​na redução da poluição do ar interior. Nas quase três décadas entre 1990 e 2019, as mortes prematuras atribuídas à poluição do ar doméstico caíram mais de 2 milhões em todos os países. Quando as pessoas têm acesso à eletricidade, o ar interior fica mais limpo.

A grande maioria do progresso na melhoria da qualidade do ar interno foi impulsionada pelo crescimento econômico global, bem como pelo aumento da renda das pessoas que vivem em países de baixa renda. Outro dado relevante é que de 2000 a 2020, a parcela da população com acesso a combustíveis limpos para cozinhar aumentou de 49,5% para 69%.


4. Fome

Sobretudo na Europa medieval, a questão da comida e alimentação era desumana – a fome e a escassez de alimentos eram comuns. Nesse cenário, a época atual é a melhor em termos de acesso abundante a suprimentos alimentares de alta qualidade, nutritivos e de procedência confiável.

Entre o início da Revolução Industrial e os tempos atuais, quatro grandes forças começaram a transformar o sistema alimentar:
O processo Bosch-Haber para a produção de fertilizantes sintéticos;
Variedades de culturas de alto rendimento lançadas por Norman Borlaug;
Maior globalização e comércio;
Industrialização e mecanização agrícola em massa.

5. Vacinação
As vacinas representam a inovação que mais salvou vidas (juntamente com água limpa, melhor saneamento e fertilizantes sintéticos). Juntas, as 15 vacinas mais comuns, de difteria e sarampo a coqueluche e rubéola, ajudaram a salvar a vida de bilhões, sendo as crianças menores de 5 anos as maiores beneficiárias.

6. Alfabetização
A capacidade de ler e escrever tem sido fundamental para o crescimento de uma sociedade próspera, mas até há relativamente pouco tempo, a maioria das pessoas era analfabeta. É certo dizer que estamos vivendo na época mais educada e alfabetizada da história da humanidade, com a grande maioria do mundo alfabetizada, o que não significa que ainda exista muito progresso a ser conquistado.

7. Saneamento e água limpa
É sabido que a falta de água potável e saneamento levou a doenças e mortes em massa. No século 18, quase ninguém tinha acesso a água potável e saneamento. Contudo, o progresso está ocorrendo de maneira lenta mas segura. Globalmente, a parcela da população com acesso à água gerenciada com segurança cresceu de 62% em 2000 para 74% em 2021, e o acesso ao saneamento melhorou de 29% em 2000 para 54% em 2020.

8. Mortalidade infantil
Entre 1860 a 1920, a mortalidade infantil caiu de mais de 40% para cerca de 30% globalmente, após o que começou um declínio constante e ininterrupto. Esse declínio não foi exclusivo dos países ricos; era quase universal, embora em taxas diferentes de país para país.

De modo semelhante, entre 1950 e 1986, a taxa de mortalidade infantil na África e na Ásia caiu de 32% e 25% para 18% e 10%, respectivamente. Em 2019, caiu novamente para 7% e 2,8%, respectivamente, enquanto a taxa média global em 2021 caiu para 3,7%.

9. Crescimento econômico
Nunca antes a pessoa média viveu uma vida mais longa ou com padrões de vida mais elevados. Hoje, nenhum país em qualquer lugar tem uma expectativa de vida ao nascer de menos de 52 anos, e a maioria da população global vive em países com PIB per capita de US$ 4.000 a US$ 63.000. Pode-se concluir com esses dados que o aumento da riqueza leva ao aumento da expectativa de vida para a humanidade.

*Por Daniela Marinho
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*Fonte: socientifica