Marshall: a história do baterista que inventou o icônico amplificador do rock and roll

É inegável. Se há uma linha de amplificadores que se tornaram ícones do rock and roll, trata-se dos equipamentos britânicos fabricados pela Marshall.

Com seu visual inconfundível e um dos logotipos mais valiosos do planeta, a Marshall é sinônimo de rock quando aparece em clipes, material de promoção de bandas e palcos mundo afora, e não há fã do estilo que não se encante com os enormes paredões de som formados por pilhas de amps Marshall.

Fundada em 1962, a Marshall Amplification nasceu em Londres a partir de Jim Marshall, e tem uma história curiosa que iremos contar a seguir.

Amplificadores Marshall

Jim Marshall, fundador da empresa que tornou-se um verdadeiro patrimônio cultural, foi um baterista e professor de bateria que em 1959 abriu uma loja de instrumentos musicais em Hanwell, Londres.

Por lá, o cara vendia baterias completas e itens relacionados ao instrumento, bem como dava aulas e era reconhecido por ser o único professor de música que ensinava rock and roll.

Com o tempo ele também começou a vender guitarras e acessórios, e alguns de seus clientes eram figuras como Ritchie Blackmore (que acabou fundando o Deep Purple), Big Jim Sullivan e Pete Townshend, que fundaria o The Who.

Além de talentos extraordinários e nomes que entraram para a história do rock, esses três caras também tinham outra coisa em comum: reclamavam que os amplificadores importados, na maioria das vezes os Fender dos Estados Unidos, eram muito caros e não eram exatamente o que eles queriam em termos de sonoridade para suas novas bandas de rock. Para eles, alguém deveria criar uma alternativa no Reino Unido.

Jim Marshall ouviu as reclamações e não pensou duas vezes: colocou a mão na massa e começou a fazer história junto com colegas convidados para desenvolver a parte técnica do que ele entendeu ser a sonoridade pedida pelos guitarristas britânicos.

Para tanto, Marshall chamou um dos técnicos de sua loja, Ken Bran, e um técnico da EMI, Dudley Craven (com 18 anos de idade na época), para fabricar “o primeiro amplificador de rock and roll de verdade da história”.

Juntos eles escolheram o Fender Bassman com quatro falantes de 10 polegadas como base e começaram a fabricar protótipos de um amplificador que pudesse concorrer com os norte-americanos à altura, fosse mais barato e tivesse as características que os músicos gostariam de incorporar em seus riffs.

Segundo o próprio Marshall, cinco protótipos foram rejeitados até que o sexto modelo fabricado pela equipe trouxe a sonoridade característica da empresa que dura até os dias de hoje. 23 amplificadores foram fabricados em um primeiro lote, sendo que Blackmore, Sullivan e Townshend foram três dos primeiros compradores do equipamento.

A partir de mudanças nos circuitos internos do equipamento, peças e, obviamente, o modo de construção específico do time britânico, o modelo baseado no amplificador da Fender ganhou vida própria e nascia ali o JTM 45, que ganhou o nome a partir das inicias de Jim Marshall, seu filho Terry Marshall e a potência do amp.

Outros modelos lançados no início da carreira da Marshall foram o Bluesbreaker (inspirado em um pedido de Eric Clapton) e o Marshall Super Lead Model 1959 (Plexi), dedicado a Pete Townshend e sua busca por volumes cada vez mais altos. Dessa forma, ao mesmo tempo que músicos influentes iam descobrindo e ampliando suas sonoridades, a empresa também aprendia com eles e fazia história.

Ao aparecer tocando com os amplificadores Marshall e sua estética bastante única de cabeçote e caixa, (os famosos stacks), essas bandas divulgavam tanto seus riffs e guitarras potentes quanto a marca, e a parceria acabou sendo lucrativa para os dois lados.

De lá pra cá, outras bandas também mostraram seu amor pela marca, como o Slayer e seus paredões de amplificadores nos shows e o guitarrista Slash, desde os tempos em que ficou conhecido no mundo todo com seus solos pelo Guns N’ Roses.

Uma curiosidade é que muitos desses artistas utilizavam apenas alguns amplificadores verdadeiros e os misturavam com modelos vazios no palco, apenas para que a aparência para o público fosse de vários equipamentos, quando na verdade uma quantidade bem menor estava sendo utilizada.

Há relatos, inclusive, de bandas que nem fazem uso de amplificadores Marshall mas em busca da estética rock and roll colocavam modelos falsos no palco.

Jim Marshall, inventor dos amplificadores Marshall

Nascido em 29 de Julho de 1923 na região de Londres, Jim Marshall veio ao mundo em uma família de lutadores de boxe e músicos, e foi diagnosticado com tuberculose óssea ainda na infância, o que lhe acompanhou por boa parte da vida. Ele foi obrigado, inclusive, a passar vários anos em casa e foi liberado do serviço militar por conta disso.

Ele começou a carreira como cantor e eventualmente tornou-se também baterista, e trabalhando como engenheiro elétrico, criou um sistema de amplificação para que sua voz fosse ouvida enquanto tocava bateria. Durante a segunda guerra mundial, por conta da crise e falta de gasolina, ele puxava um trailer com uma bicicleta para levar a bateria e os amplificadores por onde tocava. Foi quando um baterista acabou sendo chamado para a guerra que ele assumiu o lugar do cara na banda que tocava e permaneceu no posto.

Após a invenção dos amplificadores Marshall no início dos anos 60, ele tornou-se uma das figuras britânicas mais importantes da década, e recebeu um prêmio da Rainha Elizabeth II por conta das exportações significativas de seu produto em um período de três anos.

Em 1985 ele colocou suas mãos na Calçada da Fama do Rock And Roll em Hollywood e em 2003 recebeu a Ordem do Império Britânico por serviços à indústria da música e caridade.

Jim Marshall morreu em 5 de Abril de 2012 aos 88 anos de idade e desde então, guitarristas do mundo todo compartilham vídeos nessa data, anualmente, com 1 minuto de feedback, ao invés de 1 minuto de silêncio.

Marshall ganhou os apelidos de “O Pai do Som Alto” e “O Lorde do Som Alto”, e é considerado um dos “quatro pais” dos equipamentos de rock and roll, ao lado de Leo Fender (Fender), Les Paul (pioneiro inventor de guitarras como a que leva seu nome) e Seth Lover, inventor dos captadores humbucker, que cancelam os ruídos e tornaram-se parte fundamental das guitarras utilizadas em estilos que usam e abusam das distorções.

*Por Tony Alex

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*Fonte: tenhomaisdiscoqueamigos

Não temos tempo de temer a morte, mas, por ora, vamos respeitá-la

A vontade é de sentar e chorar. Mas, não posso sentar e chorar. Ainda é cedo para entrar em pânico. Como escreveram Gil e Caetano, na letra da canção “Divino, Maravilhoso”: “É preciso estar atento e forte; não temos tempo de temer a morte”. Atenção para a interpretação de texto! Não se trata de destemer a morte, mas, por ora, vamos respeitá-la e seguir ao pé da letra as recomendações das autoridades sanitárias. A morte dói muito mais aos que continuam vivos. Portanto, por uma questão prática de humanismo e solidariedade, tomemos todos os cuidados.

Pode ser que o confinamento compulsório por que passamos e passaremos nos próximos dias seja útil para conduzir cada um de nós a uma reflexão oportuna a respeito do nosso papel no mundo. Parece claro que a nossa relevância individual no contexto do universo se restringe àqueles que nos amam: os amigos, os familiares, os admiradores. Bingo! Não somos a cereja do bolo. Somos farinha. Farinha do mesmo saco. E a gente vai ter que se engolir, colegas.

Calma lá. Não é preciso ser um presidente da república aloprado para saber que não há razões para histeria. O mundo vai ficar ainda mais estranho, mas, não vai se acabar. Aliás, pode ser que, a partir desta pandemia desagradável, desta guerra globalizada contra um inimigo competente e invisível, esteja começando uma era mais alvissareira. Por enquanto, ficarão adiados os encontros e, por conseguinte, os desencontros. As maiores provas de amor poderão soar como desamor: não abraçar, não beijar, negar o colo. Enquanto durar a quarentena, e pode ser que ela demore pra caramba, assistam a bons filmes, contudo, evitem os de Ingmar Bergman, por exemplo. São humanos, demasiadamente, humanos. Melhor optar pela comédia e pela fantasia. Vamos desanuviar.

Ouçam boa música para preencher o ambiente doméstico. Contra o vazio existencial, só o perdão e o amor próprio resolvem. Por razões óbvias, evitem o blues a todo custo. Se tiverem vontade de dançar, afastem os móveis e dancem. Mas, que seja o twist. Nada de “cheek-to-cheek”, troca de perdigotos e coisa e tal. Leiam os livros consagrados, com reconhecida qualidade técnica. Evitem autores malditos, como Bukowski, O Velho Safado. Já temos problemas demais sem eles. Não tentem. Por favor, não tentem.

Melhor não beber bebidas alcoólicas durante o recolhimento domiciliar obrigatório. A não ser que seja um bom vinho, mas, sem o tilintar dos copos e dos corpos. Façam polichinelos. Exercitem os neurônios. Tirem os sapatos. Sentem no assoalho. Pratiquem jardinagem. Falem com as plantas. Desliguem um pouco a droga do telefone celular. Vejam sob uma nova ótica. Encantem-se com os filhos brincando pela casa, se tiverem filhos, se tiverem casas. Eles estão crescendo rápido demais e, vai chegar o dia em que vão dar o fora. Normal. Nada de novo no front. A vida é assim mesmo. Muitas vezes, parece uma brincadeira de mau gosto de Deus, um daqueles filmes de drama em que o bem vence no final. Às vezes, dá um frio na barriga e vem aquela sensação de que estamos vencidos. Mas, quem disse que o filme já terminou? As engrenagens que giram a humanidade ainda têm muito querosene para queimar. Podem crer. Fiquem em casa e durmam sob o silêncio do mundo.

*Por Eberth Vêncio

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*Fonte: revistabula

Saudades de coisas comuns

De quarentena, trabalhando home office e a vida que segue mesmo que aos trancos e barrancos por esse viés de uma época difícil. Que chegou rápido, mesmo mque deu lá os seus avisos. Por aqui ainda nenhum caso de confirmado do vírus (não vou falar o nome – não aguento mais!). Mesmo assim, todo cuidado é pouco.

De resto apenas muita saudades de coisas simples do dia a dia, como conversar com meus pais, no fundo da casa deles ao final de tarde. De poder caminhar pelas ruas despreocupadamente, traçando planos, fazendo contas, vendo possibilidades, travando diálogos mentais ao ritmo das passadas. E os tais planos curtos para logo mais que agora não tem mais o mesmo significado!? Não existe aquela coisa do tive uma ideia, vou ali no mercadinho rapidamente comprar isso e aquilo. Nah! Nada de aglomerar pessoas em espaços pequenos. Mercadinho não. Também sinto falta das conversas e risadas com amigos em alguma mesa de bar, de um chimarrão compartilhado na manhã no horário de trabalho e principalmente de ir e vir. Um direito do cidadão que agora me foi privado, não por lei, mas por precaução, segurança e bem-estar ao próximo.

Esses dias irão passar. Dias melhores virão, com outras ideias, comportamentos e atitudes. Pode crer. Mas e saudade? Ah, aperta.

Dica de quarentena: Toda Costa Brasileira de moto – Caminhos da América (vídeo – documentário / moto)

Vantuir Boppre é escritor, documentarista de moto aventura, instrutor de pilotagem, palestrante e Mensageiro da Paz pela UNESCO.

Em 20 de março, publicou nas suas redes sociais que: “Cada um de nós pode dar sua colaboração nesse momento. A estrada ensina isso: Quer ir rápido, vá sozinho. Quer ir longe, vá em grupo.” Liberando o documentário “Beira Mar” – capítulo 3 do projeto Caminhos da América

[ Clicando aqui ] você poderá conhecer um pouco mais do projeto Caminhos da América, do próprio Vantuir Boppre com suas palestras e cursos de pilotagem off road para Big Trail.

*Confira aqui o próprio recado do Vantuir Boppre sobre a quarentena e a liberação dos eu vídeo:

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*Fonte: r7 – Andre Garcia

Camada de ozônio está se recuperando

A recuperação da camada de ozônio acima da Antártica continua lenta e constante. Um sintoma claro desta recuperação é a mudança na circulação atmosférica registrada por pesquisadores da Universidade de Colorado Boulder e publicada na revista Nature.

Com a destruição da camada observada no século XX, padrões dos ventos de latitudes médias se alteraram no hemisfério sul, gradualmente se concentrando no Polo Sul. A célula de Hadley, circulação diretamente relacionada com os ventos alísios, às zonas tropicais úmidas e desertos subtropicais, estava ocupando uma área cada vez maior.

Alterações nesses fluxos influenciam o clima por alterar a temperatura atmosférica e as chuvas, o que pode causar mudanças na temperatura e na concentração salina do oceano.

A pesquisadora Antara Benerjee e sua equipe de pesquisadores constataram que essas duas tendências atmosféricas começaram a se reverter ligeiramente em 2000 e continuam até hoje. Esta reversão começou 12 anos após a aprovação do Protocolo de Montreal, que baniu a produção de substâncias que destroem a camada de ozônio.

Apesar de já termos ultrapassado o ponto de reversão há duas décadas, hoje observamos uma camada de ozônio equivalente aos níveis da década de 80. A regeneração completa da camada deve acontecer apenas em 2030 no hemisfério norte e em 2050 no hemisfério sul, sendo que o buraco da Antártica deve ser recuperar no final da década de 2060.

A regeneração da camada é lenta porque as substâncias destruidoras de ozônio têm vidas muito longas na atmosfera. [New Scientist]

*Por Juliana Blume

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*Fonte:

Momento de curtir as inúmeras “Lives” que acontecem

Uma coisa bem interessante que está acontecendo durante esse período de quarentena – ao menoss, para mim, é essa quantiodade enorme de “lives” de artistas que também estão trancados em suas casa e assim aproveitam para interagir com os fans. Tenho curtido muito isso. Todas as noites assisto. Já vi de amigos, artistas nacionais e internacionais. Sensacional. Ajuda com um pouco de alegria nesses tempos de “tensão constante no ar”, melhora o astral e a moral do índio velho aqui. Sei que tem live de outros assuntos também, o que sempre muito bom, mas essas de música tem sei lá…. um tempero diferente. Parece que o artista está mais vulnerável mas ao mesmo tempo bem a vontade, na sua casa, tocando e cantando o que der na sua telha e sem aquele compromisso de ser uma coisa super profissional e formal.

Se liga de que com essa parada forçada de grande parte da humanidade, uma quarentena (que nem é de 40 dias), pode ser de algumas semanas como de meses, muitas coisas irão mudar daqui prá frente. Teremos ‘novos pensares” no modo de nos relacionarmos e valorizarmos as pequenas coisas do dia a dia, teremos incontáveis novos belos projetos pessoais – que estão sendo, maquinados aqui e ali nesse exato momento. E sim, principalmente no que se refere a questões políticas e econômicas, que serão reavaliadas por muitas, muitas pessoas. Podes crer…

*Só a lamentar e não podemos esquecer de modo algum…  o número de mortes e de pessoas hospitalizadas com o coronavírus, que infelizmente, é o lado triste e sombrio de tudo isso. Não se trata de férias, não é festa, mas sim reclusão para tentar diminuirmos a propagação do vírus. Tomara que funcione. Creio que em breve dias melhores virão. Tenhamos fé nisso!

Billie Joe grava cover no quarto e lança clipe com raridades do Green Day

Isolado devido ao coronavírus, Billie Joe Armstrong resolveu dividir sua quarentena com os fãs.

O frontman do Green Day aproveitou o tempo livre para fazer uma versão de uma música dos anos 60. “I Think We’re Alone Now”, de Tommy James and the Shondells, que traz um pop rock tradicional da época virou um pop punk bem anos 2000 na voz de Billie Joe.

Ele ainda descreveu a ideia:

Queridos amigos.. Enquanto estamos todos em quarentena eu estive refletindo sobre as coisas que são mais importantes na minha vida. Família, amigos e é claro música. Eu gravei uma cover de “I Think We’re alone Now”, de Tommy James e the Shondells, no meu quarto. Eu acho que se temos que passar esse tempo em isolamento pelo menos podemos ficar sozinhos juntos. Com amor BJ

Com um clipe que compila fotos de sua vida e imagens raras da banda, o resultado ficou sensacional. Veja a seguir!
Billie Joe Armstrong e cover de Tommy James and the Shondells

O novo coronavírus chegou bem na época da divulgação do disco Father of All…, lançado pelo Green Day no começo do ano.

Por conta do surto, a banda teve que adiar shows marcados para Março e ainda deve perder uma turnê que ocorreria entre Maio e Junho pela Europa.

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*Fonte: tenhomaisdiscosqueamigos

 

Supercomputador da Nasa se junta ao combate contra o Covid-19

Agência espacial faz parte do consórcio montado pelo governo federal dos EUA para reunir parte da capacidade computacional de instituições públicas, universidades e empresas na busca de uma vacina

Um dos supercomputadores da Nasa, dedicado normalmente a executar modelos climáticos para prever o clima futuro da Terra, agora emprestará sua capacidade ao combate da pandemia do novo coronavírus. Em um anúncio feito nesta segunda-feira (23), a Casa Branca comunicou que a agência espacial se uniu aos esforços para fornecer aos pesquisadores acesso aos recursos de computação de alto desempenho na busca por tratamento e vacina para a Covid 19.

Além da Nasa e da National Science Foundation, fazem parte da iniciativa diversos laboratórios, instituições acadêmicas do Departamento de Energia e empresas, como a IBM, Amazon Web Services, Google Cloud, Microsoft e Hewlett Packard Enterprise.

“Estou orgulhoso de que a Nasa esteja emprestando sua expertise em supercomputação para ajudar na luta global contra o COVID-19”, disse o administrador da agência, Jim Bridenstine, em um post no Twitter. “Por mais de seis décadas, a agência usou sua experiência para enfrentar desafios que beneficiaram pessoas de todo o mundo de maneiras inovadoras”, completou.

Se acordo com o diretor e Missões Científicas da Nasa, Thomas Zurbuchen, o supercomputador da divisão de Ciências da Terra terá processamento e tempo redirecionados para a pesquisa do Covid-19. Os pesquisadores poderão enviar propostas de pesquisa relacionadas ao novo coronavírus através de uma inscrição online, que será analisada e combinado aos recursos de computação de uma das instituições parceiras.

“Os Estados Unidos estão se unindo para combater o Covid-19, e isso significa liberar toda a capacidade de nossos supercomputadores para avançar rapidamente as pesquisas científicas”, afirmou o diretor de Tecnologia do governo federal norte-americano, disse Michael Kratsios.

*Por Renato Mota

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*Fonte: olhardigital

Dr. Milton Deves – Descanse em Paz

Em plena época de quarentena e cuidados extremos de higiene por causa do coronavírus, me chega há pouco a notícia do falecimento do Dr. Milton Deves (que não foi por causa do vírus – diga-se).
Uma notícia triste, porque além de ser um vizinho de longa data de meus pais e uma boa pessoa, por isso também me lembrar agora de tantas histórias. Frequentei sua casa desde pequeno, como amigo do Cristian e depois como namorado de sua filha mais velha, Carolina.

Só tenho ma agradecer a ele e a sua família por me terem acolhido com muito carinho e respeito sempre, pelos bons momentos. Fica aqui a minha despedida e votos de pêsames a todos da família, conhecidos e amigos. E que no devido momento superem a dor dessa partida.

Descanse em paz Dr. Milton Deves.

 

Deep Purple retorna com novo single “Throw My Bones”

A lendária banda Deep Purple está de volta.

A banda lançou um novo single, “Throw My Bones”, que contou, também, com um clipe. A faixa faz parte do novo disco intitulado Whoosh!, previsto para ser lançado dia 12 de junho.

O clipe para a nova faixa, conta com um astronauta, em seu reconhecível traje, observando o cotidiano, enquanto se encontra isolado do mundo que está ao seu redor.

Já sobre o novo disco, Whoosh!, o primeiro da banda desde Infinite (2017), o vocalista Ian Gillan justifica o título do novo projeto de maneira um tanto quanto curiosa.

Gillan diz que a palavra “Woosh”, uma onomatopeia, que, ao ser observada através de um radiotelescópio, descreve a natureza transitória da humanidade terrestre. E, por outro lado, quando mais aproximado, ilustra a carreira do Deep Purple. Bota imaginação em um título, né? Mas isso, com certeza, só contribui para a curiosidade de ouvir o novo disco da banda.

Confira, abaixo, o clipe intergalático de “Throw My Bones”, do Deep Purple, e, em seguida, veja a capa e lista de faixas do disco Whoosh!

*Por Isabela Alcântara

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*Fonte: wikimetal

Zygmunt Bauman: “As redes sociais são uma armadilha”

Zygmunt Bauman acaba de completar 90 anos de idade e de tomar dois voos para ir da Inglaterra ao debate do qual participa em Burgos (Espanha). Está cansado, e admite logo ao começar a entrevista, mas se expressa com tanta calma quanto clareza. Sempre se estende, em cada explicação, porque detesta dar respostas simples a questões complexas. Desde que colocou, em 1999, sua ideia da “modernidade líquida” – uma etapa na qual tudo que era sólido se liquidificou, e em que “nossos acordos são temporários, passageiros, válidos apenas até novo aviso” –, Bauman se tornou uma figura de referência da sociologia. Suas denúncias sobre a crescente desigualdade, sua análise do descrédito da política e sua visão nada idealista do que trouxe a revolução digital o transformaram também em um farol para o movimento global dos indignados, apesar de que não hesita em pontuar suas debilidades.

O polonês (Poznan, 1925) era criança quando sua família, judia, fugiu para a União Soviética para escapar do nazismo, e, em 1968, teve que abandonar seu próprio país, desempossado de seu posto de professor e expulso do Partido Comunista em um expurgo marcado pelo antissemitismo após a guerra árabe-israelense. Renunciou à sua nacionalidade, emigrou a Tel Aviv e se instalou, depois, na Universidade de Leeds (Inglaterra), onde desenvolveu a maior parte de sua carreira. Sua obra, que arranca nos anos 1960, foi reconhecida com prêmios como o Príncipe das Astúrias de Comunicação e Humanidades de 2010, que recebeu junto com Alain Touraine.

Bauman é considerado um pessimista. Seu diagnóstico da realidade em seus últimos livros é sumamente crítico. Em A riqueza de poucos beneficia todos nós?, explica o alto preço que se paga hoje em dia pelo neoliberalismo triunfal dos anos 80 e a “trintena opulenta” que veio em seguida. Sua conclusão: a promessa de que a riqueza acumulada pelos que estão no topo chegaria aos que se encontram mais abaixo é uma grande mentira. Em Cegueira moral, escrito junto com Leonidas Donskis, Bauman alerta sobre a perda do sentido de comunidade em um mundo individualista. Em seu novo ensaio, Estado de crise, um diálogo com o sociólogo italiano Carlo Bordoni, volta a se destacar. O livro da editora Zahar, que já está disponível para pré-venda no Brasil, trata de um momento histórico de grande incerteza.

Bauman volta a seu hotel junto com o filósofo espanhol Javier Gomá, com quem debateu no Fórum da Cultura, evento que terá sua segunda edição realizada em novembro e que traz a Burgos os grandes pensadores mundiais. Bauman é um deles.

Pergunta. Você vê a desigualdade como uma “metástase”. A democracia está em perigo?

Resposta. O que está acontecendo agora, o que podemos chamar de crise da democracia, é o colapso da confiança. A crença de que os líderes não só são corruptos ou estúpidos, mas também incapazes. Para atuar, é necessário poder: ser capaz de fazer coisas; e política: a habilidade de decidir quais são as coisas que têm ser feitas. A questão é que esse casamento entre poder e política nas mãos do Estado-nação acabou. O poder se globalizou, mas as políticas são tão locais quanto antes. A política tem as mãos cortadas. As pessoas já não acreditam no sistema democrático porque ele não cumpre suas promessas. É o que está evidenciando, por exemplo, a crise de migração. O fenômeno é global, mas atuamos em termos paroquianos. As instituições democráticas não foram estruturadas para conduzir situações de interdependência. A crise contemporânea da democracia é uma crise das instituições democráticas.

“Foi uma catástrofe arrastar a classe media ao precariat. O conflito já não é entre classes, mas de cada um com a sociedade”

P. Para que lado tende o pêndulo que oscila entre liberdade e segurança?

R. São dois valores extremamente difíceis de conciliar. Para ter mais segurança é preciso renunciar a certa liberdade, se você quer mais liberdade tem que renunciar à segurança. Esse dilema vai continuar para sempre. Há 40 anos, achamos que a liberdade tinha triunfado e que estávamos em meio a uma orgia consumista. Tudo parecia possível mediante a concessão de crédito: se você quer uma casa, um carro… pode pagar depois. Foi um despertar muito amargo o de 2008, quando o crédito fácil acabou. A catástrofe que veio, o colapso social, foi para a classe média, que foi arrastada rapidamente ao que chamamos de precariat (termo que substitui, ao mesmo tempo, proletariado e classe média). Essa é a categoria dos que vivem em uma precariedade contínua: não saber se suas empresas vão se fundir ou comprar outras, ou se vão ficar desempregados, não saber se o que custou tanto esforço lhes pertence… O conflito, o antagonismo, já não é entre classes, mas de cada pessoa com a sociedade. Não é só uma falta de segurança, também é uma falta de liberdade.

P. Você afirma que a ideia de progresso é um mito. Por que, no passado, as pessoas acreditavam em um futuro melhor e agora não?

R. Estamos em um estado de interregno, entre uma etapa em que tínhamos certezas e outra em que a velha forma de atuar já não funciona. Não sabemos o que vai a substituir isso. As certezas foram abolidas. Não sou capaz de profetizar. Estamos experimentando novas formas de fazer coisas. A Espanha foi um exemplo com aquela famosa iniciativa de maio (o 15-M), em que essa gente tomou as praças, discutindo, tratando de substituir os procedimentos parlamentares por algum tipo de democracia direta. Isso provou ter vida curta. As políticas de austeridade vão continuar, não podiam pará-las, mas podem ser relativamente efetivos em introduzir novas formas de fazer as coisas.

P. Você sustenta que o movimento dos indignados “sabe como preparar o terreno, mas não como construir algo sólido”.

R. O povo esqueceu suas diferenças por um tempo, reunido na praça por um propósito comum. Se a razão é negativa, como se indispor com alguém, as possibilidades de êxito são mais altas. De certa forma, foi uma explosão de solidariedade, mas as explosões são muito potentes e muito breves.

P. E você também lamenta que, por sua natureza “arco íris”, o movimento não possa estabelecer uma liderança sólida.

R. Os líderes são tipos duros, que têm ideias e ideologias, o que faria desaparecer a visibilidade e a esperança de unidade. Precisamente porque não tem líderes o movimento pode sobreviver. Mas precisamente porque não tem líderes não podem transformar sua unidade em uma ação prática.

P. Na Espanha, as consequências do 15-M chegaram à política. Novos partidos emergiram com força.

“O 15-M, de certa forma, foi uma explosão de solidariedade, mas as explosões são potentes e breves”

R. A mudança de um partido por outro não vai a resolver o problema. O problema hoje não é que os partidos estejam equivocados, e sim o fato de que não controlam os instrumentos. Os problemas dos espanhóis não estão restritos ao território nacional, são globais. A presunção de que se pode resolver a situação partindo de dentro é errônea.

P. Você analisa a crise do Estado-nação. Qual é a sua opinião sobre as aspirações independentistas da Catalunha?

R. Penso que continuamos com os princípios de Versalhes, quando se estabeleceu o direito de cada nação baseado na autodeterminação. Mas isso, hoje, é uma ficção porque não existem territórios homogêneos. Atualmente, todas as sociedades são uma coleção de diásporas. As pessoas se unem a uma sociedade à qual são leais, e pagam impostos, mas, ao mesmo tempo, não querem abrir mão de suas identidades. A conexão entre o local e a identidade se rompeu. A situação na Catalunha, como na Escócia ou na Lombardia, é uma contradição entre a identidade tribal e a cidadania de um país. Eles são europeus, mas não querem ir a Bruxelas por Madri, mas via Barcelona. A mesma lógica está emergindo em quase todos os países. Mantemos os princípios estabelecidos no final da Primeira Guerra Mundial, mas o mundo mudou muito.

P. As redes sociais mudaram a forma como as pessoas protestam e a exigência de transparência. Você é um cético sobre esse “ativismo de sofá” e ressalta que a Internet também nos entorpece com entretenimento barato. Em vez de um instrumento revolucionário, como alguns pensam, as redes sociais são o novo ópio do povo?

R. A questão da identidade foi transformada de algo preestabelecido em uma tarefa: você tem que criar a sua própria comunidade. Mas não se cria uma comunidade, você tem uma ou não; o que as redes sociais podem gerar é um substituto. A diferença entre a comunidade e a rede é que você pertence à comunidade, mas a rede pertence a você. É possível adicionar e deletar amigos, e controlar as pessoas com quem você se relaciona. Isso faz com que os indivíduos se sintam um pouco melhor, porque a solidão é a grande ameaça nesses tempos individualistas. Mas, nas redes, é tão fácil adicionar e deletar amigos que as habilidades sociais não são necessárias. Elas são desenvolvidas na rua, ou no trabalho, ao encontrar gente com quem se precisa ter uma interação razoável. Aí você tem que enfrentar as dificuldades, se envolver em um diálogo. O papa Francisco, que é um grande homem, ao ser eleito, deu sua primeira entrevista a Eugenio Scalfari, um jornalista italiano que é um ateu autoproclamado. Foi um sinal: o diálogo real não é falar com gente que pensa igual a você. As redes sociais não ensinam a dialogar porque é muito fácil evitar a controvérsia… Muita gente as usa não para unir, não para ampliar seus horizontes, mas ao contrário, para se fechar no que eu chamo de zonas de conforto, onde o único som que escutam é o eco de suas próprias vozes, onde o único que veem são os reflexos de suas próprias caras. As redes são muito úteis, oferecem serviços muito prazerosos, mas são uma armadilha.

*Por Ricardo De Querol

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*Fonte: elpais

Morre Albert Uderzo, um dos criadores de Asterix e Obelix

Asterix e Obelix ficaram órfãos. Sobretudo Obelix, o chouchou (favorito) de Albert Uderzo, criador, junto com René Goscinny, dos dois gauleses mais famosos da história e do planeta. O desenhista morreu nesta terça-feira em sua casa, em Paris, aos 92 anos, vítima de “uma crise cardíaca sem relação com o coronavírus”, como foi obrigada a família a esclarecer nestes tempos de pandemia.
Outras notícias sobre HQ

Fazia quase uma década que Uderzo (Fismes, Marne, 1927) havia entregado a terceiros o destino da aldeia gaulesa, que assumira de forma solitária após a morte de seu parceiro de aventuras e quadrinhos, o roteirista Goscinny, em 1977. Os sucessores foram Didier Conrad e Jean-Yves Ferri, autores dos últimos quatro álbuns dos personagens. “Entregar Asterix me dilacerou um pouco”, confidenciou ele ao Le Parisien no final de 2018, numa das últimas entrevistas que concedeu. Não é de se estranhar. O pequeno guerreiro de bigodes loiros e seu bojudo amigo ruivo, de profissão entregador de menires, marcaram sua vida por mais de seis décadas, desde que nasceram de seus lápis e da mente de seu amigo roteirista, numa calorosa tarde do verão de 1959, na sala de seu modesto apartamento de Bobigny, na periferia de Paris. Ninguém imaginava na época que esses personagens publicados inicialmente na revista Pilote ultrapassariam as barreiras de línguas, culturas e gerações, como demonstram os mais de 380 milhões de exemplares vendidos em 111 idiomas e dialetos.

O segredo desse sucesso? Nem ele mesmo sabia ao certo. “É como se me perguntassem a receita da poção mágica”, brincou Uderzo no jornal parisiense. Asterix e Obelix são os protagonistas de uma HQ “transgeracional, com um espírito independente”. “Reconheço que jamais consegui me explicar esse sucesso. Nunca achei que duraria tanto. René Goscinny dizia: ‘Parecemos idiotas que não sabem o que fabricaram’. Mas não teríamos conseguido nada sem trabalho. O sucesso é, acima de tudo, horas e horas de trabalho”, declarou.

Era algo que Uderzo sempre soubera. Autodidata e amante dos personagens de Walt Disney, desde muito pequeno soube que queria ser desenhista, embora a Segunda Guerra Mundial tenha adiado seus planos. Entretanto, depois do conflito, Uderzo entrou de cabeça no mundo dos quadrinhos e criou seus primeiros personagens: Flamberge, Clopinard, Zartan e Belloy, o Invulnerável… Pouco a pouco eles foram afinando seu estilo até torná-lo inconfundível, especialmente esses heróis que parecem “inflados com hélio”, como costumava dizer com carinho sobre suas criações, especialmente Obelix. Depois da guerra, Uderzo trabalhou como ilustrador para o France Dimanche e também para duas agências de imprensa, World Press e International Press, onde se encontraria com outros futuros grandes nomes das HQs francesas, como Jean-Michel Charlier e Victor Hubinon. Em 1951, isso o levou também a encontrar alguém que marcaria seu destino, René Goscinny, com quem oito anos mais tarde criaria, com outros amigos e ilustradores, a revista Pilote. Na página 20 de seu primeiro número, em 29 de outubro de 1959, aparecem as primeiras tiras das aventuras de Asterix, o gaulês. O sucesso de vendas, 300.000 exemplares no primeiro dia, era uma promessa do que estava por vir.

Depois da morte de Goscinny em 1977, Uderzo manteve a série, numa decisão que gerou certa polêmica entre os fãs que queriam o fim da coleção, mas isso não diminuiu em nada o seu sucesso comercial. Só o volume 35, o primeiro sem nenhum dos criadores originais, vendeu cinco milhões de exemplares na França.

*Por Silvia Ayuso

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*Fonte: elpais

Metallica Mondays – Metallica vai transmitir shows na íntegra toda segunda-feira

O Metallica veio para ajudar — e muito — os fãs durante essa quarentena.

A banda acaba de anunciar o projeto #MetallicaMondays (#SegundasDoMetallica). A ideia é transmitir, toda segunda-feira, um show histórico na íntegra para os metaleiros reviverem momentos icônicos da banda.

A iniciativa tem início de imediato, neste dia 23 de Março, e deve durar pelo menos até o fim da quarentena, pelo teor da postagem. Você poderá assistir tanto pelo canal oficial do YouTube ou pelo Facebook.

Você pode clicar no player logo a seguir que irá te redirecionar para a transmissão do show ou ao vídeo completo se o clique ocorrer após o fim do ao vivo.

Metallica Mondays

O afago vem em boa hora para os brasileiros, já que os shows por aqui acabaram de ser adiados para Dezembro. Apesar disso, o Greta Van Fleet e o Ego Kill Talent continuam na escalação das apresentações em território nacional.

Na publicação, disponível abaixo, as lendas do Metal escreveram:

Precisa de um descanso do Netflix antes de maratonar a biblioteca toda? Apresentamos a nossa novíssima série de shows: #MetallicaMondays, estreando hoje no nosso canal do YouTube e no Facebook!

Se ligue às 21h [horário de Brasília] para ver Metallica: Ao Vivo no Slane Castle de 8 de Junho de 2019!


*Por: Felipe Ernani
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*Fonte: tenhomaisdiscosqueamigos

Dicas para acabar com o mofo no guarda-roupa

Com a umidade nos deparamos com o mofo no guarda-roupas e nas peças guardadas. Resolver essa questão é simples, veja as dicas abaixo e escolha a que se aplicar melhor ao seu caso.

– Sempre que possível, deixe as portas do guarda-roupa abertas para que entre ventilação.

– Coloque as roupas de frio no sol durante o verão ou lave-as.

– Pelo menos uma vez ao mês, tire as roupas e limpe o armário com água e vinagre para evitar fungos e retirar possíveis manchas de mofo.

– Coloque um pote com bicarbonato de sódio, cal ou gesso dentro do guarda-roupa. Troque-o a cada seis meses.

– Coloque pedaços de algodão embebidos em essência de terebintina nos cantos e gavetas.

– Use produtos antimofo durante a faxina.

– Para eliminar a umidade, deixe um pedaço de giz em cada prateleira.

– Faça sachês com cravo-da-índia: basta colocar os cravos em um tecido fino e fechar o saquinho utilizando uma fita. Renove o sachê a cada três meses.

– Uma receita simples e bem conhecida é misturar água com água sanitária ou vinagre branco, na proporção de um para um. Basta passar a composição com um pano nos armários, gavetas, paredes e cômodas.

Roupas já manchadas?

Há inúmeras dicas caseiras para evitar o problema, mas caso a sua roupa já esteja manchada veja duas formas de resolver, de acordo com a cor do tecido:

– Roupas coloridas: Mergulhe tecidos coloridos em leite fervente até a mancha desaparecer.

– Roupas brancas: Deixe o tecido de molho em água quente com sal.

 

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*Fonte: ciclovivo