Nada dura para sempre, nem as dores nem as alegrias. Tudo na vida é aprendizado. Tudo na vida se supera

Talvez isso já tenha até ficado óbvio demais, mas é provável que ainda não tenha sido levado tão a sério.

Ou talvez sejam as pressões, surpresas e desencontros os responsáveis por esquecermos que a vida é mesmo assim. Nela, nada é definitivo, nem a tempestade nem a bonança são eternas.

Quiséramos nós que as alegrias fossem permanentes. Quiséramos! Seria magnífico se o passar dos dias não fosse deixando as pequenas alegrias para trás, muito menos as grandes. Ou quiséramos nós que as tristezas durassem apenas uma noite. Certamente adoraríamos poder acordar na manhã seguinte e saber que nossas tempestades internas foram apenas isso e que desaparecerão sem deixar grandes estragos.

Mas é possível que a vida não alcançasse a mesma importância, se fosse assim, ou a mesma graça.

Não lutaríamos tanto para fazer acontecer, se a alegria ficasse ali, todos os dias, certamente nos daríamos por satisfeitos e completos, sem precisar de muito. Do mesmo modo, não teríamos força para seguir em frente, se tudo se resumisse a dores que não tivessem a possibilidade de ser superadas.

A vida é uma mescla de felicidade e dificuldades, é feita de dúvidas, tropeços e arranhões, mas também é preenchida por conquistas, descobertas e realizações.

É certo que nem sempre é 50 a 50, que as porcentagens de um e de outro nem sempre são equivalentes. Não há uma escala perfeita, a vida não segue um plano básico para todos, e o bom e o mal não se intercalam assim, pura e simplesmente.

“Tudo na vida se supera.”

Em algumas ocasiões, as durezas nos enfraquecem e nos deixam sem rumo. É difícil levantar e seguir, quando as dores se derramam sobre nós. Para esses momentos é que se torna indispensável lembrar que “nada dura para sempre, nem as dores nem as alegrias. Tudo na vida é aprendizado. Tudo na vida se supera”. (Caio Fernando Abreu)

Algumas pessoas não se lembram de que as alegrias não são permanentes. A expressão tudo passa define perfeitamente o que a vida tenta, com muito custo, nos ensinar. Há quem viva na soberba por se sentir por cima, sem a consciência de que um dia viverá alguns “baixos” e muito provavelmente não estará suficientemente preparado para lidar com isso. Tudo pelo simples fato de nunca ter admitido tal possibilidade. De outra forma, há quem viva de cabeça baixa e ombros curvados, porque não consegue ver a luz no fim do seu túnel de problemas.

Para os dois casos, é necessário ter em mente que tudo muda, que nada é permanente, que não há bem ou mal que dure para sempre.

É sensatez não esperar que a vida seja previsível, porque ela nunca será; é sabedoria não desanimar diante das derrotas, dificuldades, erros ou decepções. A dor pode nos tirar dos eixos por um tempo, mas ela coloca nossa vida em outro patamar, na medida em que nos ensina e nos torna mais fortes e resistentes.

A vida é, de fato, uma roda-gigante, com a eterna missão de desafiar nossa capacidade de nos tornar flexíveis ao seu movimento. Alguns baixos sempre existirão, é verdade, e isso não se pode evitar, mas quando se está em cima, a vista sempre será bonita e prazerosa.
A vida é um fluxo surpreendente, deixemo-la se agitar; sem medos nem amarras, sigamos, afinal nada dura para sempre. Nada durará!

*Por Alessandra Ferrari Piassarollo

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*Fonte:

Nei Lisboa 6.0 Documentario Completo

Sou suspeito em falar sobre o Nei Lisboa, porque mesmo sendo um cara que curte o tal do rock’n roll desde piá, é impossível negar a grande importância que uma certa turma da música gaúcha fez na construção de minha cultura, como também na de muitos pessoas da minha geração – talvez influenciados diretamente pela força das ondas do rádio da Ipanema FM naqueles 80/90’s.

Imagina então minha felicidade agora com esse documentário do Nei Lisboa.
Salve Nei!

Tudo bem, até entendo que a tal “nova geração” nem saiba do que ou quem se trata, provavlemente nem esteja aí para a sua arte/música, ou então de seus contemporâneos e também importantes músicos, como: Vitor Ramil, Bebeto Alves, Julio Reny, Tangos & Tragédias e Nelson Coelho de Castro. A vida segue, mas as oportunidades da descoberta de coisa belas e incríveis reside apenas com aqueles de mente aberta. E se você não os conhece, bem, azar ou seu….kkkkkk

 

Ser resiliente não é ter força para avançar; é avançar, mesmo que não tenha força

Você já se sentiu tão exausto, dividido, desiludido ou desamparado que pensou que não poderia seguir em frente? Você se sentiu à beira do precipício sem escolha a não ser se render ou emocionalmente embaixo ?

Acontece com todos nós: às vezes a vida nos ultrapassa. Por mais que lutemos, não vislumbramos a saída, nos sentimos presos. No entanto, quando passamos por essas situações extremas, é quando descobrimos nossa verdadeira força. Um ditado popular já disse: nenhum mar calmo fez um marinheiro experiente.

A força que vem da adversidade

Maurice Vanderpol, ex-presidente da Sociedade e Instituto Psicanalítico de Boston, analisou um dos capítulos mais sombrios da história da humanidade: o Holocausto. Ele descobriu que as vítimas que conseguiram sair dos campos de concentração mentalmente saudáveis ​​tinham algo em comum que ele chamou de “escudo plástico”.

Esse escudo era composto de várias peças, incluindo um senso de humor, muitas vezes um humor negro que, no entanto, ajudou a adotar um senso crítico de perspectiva. Outras características centrais que ajudaram essas pessoas a enfrentar a adversidade foram sua capacidade de estabelecer laços interpessoais significativos e a construção de um espaço psicológico interno que os protegia de intrusões abusivas.

Obviamente, ninguém quer que a adversidade bata à sua porta. Mas mais cedo ou mais tarde isso acontecerá, por isso é melhor estar preparado para enfrentar problemas e contratempos da melhor maneira possível. De fato, quando tentamos evitar adversidades, também eliminamos um dos ingredientes mais importantes para cultivar nossa resiliência.

“ Coisas ruins acontecem, mas a maneira como eu respondo define meu caráter e minha qualidade de vida. Posso optar por ficar preso na tristeza perpétua, imobilizado pela seriedade da minha perda, ou superar a dor e salvaguardar o presente mais precioso que tenho: a vida em si ” , segundo o escritor americano Walter Anderson.

É por isso que, em vez de evitar a adversidade, precisamos abraçá-la, entender que é uma espécie de combustível essencial para cultivar a força interior . Nós não temos que gostar dela. Nós não temos que gostar disso. Mas temos que confiar em seu potencial para transformar uma tempestade em uma fonte de força. A aprendizagem que vem da adversidade é o terreno ideal para dar um salto qualitativo em nossas vidas.

Quando acreditamos que não podemos fazer mais, mas ainda assim avançamos, nos damos uma grande lição de coragem que se tornará uma coluna sólida para sustentar nossas vidas. Não jogar a toalha hoje nos fortalece para futuras batalhas.

5 benefícios que você pode extrair da adversidade

Precisamos parar de ver a adversidade como um inimigo e começar a vê-la simplesmente como uma situação. As situações não são simplesmente um lugar onde estamos ou uma circunstância pela qual estamos passando, mas implicam a maneira como assumimos esses fatos, assim como os pensamentos e emoções que vêm à nossa mente naquele momento.

Isso significa que cada situação é um microcosmo que inclui, por um lado, os fatos e, por outro, nossa reação ao que nos acontece. Portanto, uma mudança em uma dessas variáveis ​​nos levará a uma situação diferente, para outro microcosmo. Às vezes não podemos mudar os fatos, mas podemos mudar a maneira como reagimos. E isso geralmente é o suficiente para sair da situação angustiante que tira nosso oxigênio psicológico.

Um bom ponto de partida é assumir a adversidade como uma oportunidade para conhecer melhor uns aos outros e enriquecer nossa mochila com novas ferramentas psicológicas para a vida. Para fazer isso, devemos entender que a adversidade:

• Nos ajuda a construir resiliência. A resiliência não é o produto de uma vida simples, mas é forjada nas circunstâncias mais difíceis, quando expandimos nossas forças para avançar, apesar de tudo e de todos. Todos os desafios que enfrentamos e superamos fortalecem nossa vontade e desenvolvem nossa capacidade de superar os obstáculos que aparecerão no futuro.

• Fortalece a autoconfiança. Superar a adversidade nos ajuda a sustentar a força interior. Somos o que somos por causa das experiências que vivemos e da maneira como lidamos com elas. Enfrentar a adversidade com sucesso nos dá a autoconfiança necessária para superar novos problemas sem desmoronar, com a certeza de que teremos sucesso, seja ele qual for.

• Aprendemos a nos sentir mais confortáveis ​​na incerteza. A adversidade nos tira da nossa zona de conforto , enfrentando face a face com a incerteza. Isso nos permite aprender a lidar com o desconforto gerado pelo incerto e pelo desconhecido, de modo que, no final, nossa zona de conforto seja cada vez mais ampla.

• Isso nos permite descobrir nossos pontos fortes. As situações limítrofes podem trazer à luz nossas melhores habilidades e pontos fortes, qualidades que de outra forma teriam permanecido na sombra. A adversidade nos encoraja a superar nossos limites e a descobrir um novo “eu”. Não é por acaso que um estudo realizado na Universidade McGill irá revelar uma estreita relação entre resiliência e autoconsciência.

• Estimula a aceitação incondicional. A adversidade é inevitável, faz parte da vida. Resistir ou negar isso só fará com que volte com uma força destrutiva crescente. É por isso que os problemas são uma excelente oportunidade para praticar a aceitação radical , para assumir que há coisas que não podemos mudar, mas ainda assim podemos continuar a viver e até a desfrutar a vida.

Não devemos esquecer que a adversidade é uma das forças mais poderosas da vida. Pode trazer o melhor ou o pior de nós. A decisão é nossa.

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*Fonte: pensarcontemporaneo

Seremos lembrados como a “Era do plástico”?

Em maio de 2019, o mundo tomou conhecimento de que há plástico até na Fossa das Marianas – o ponto mais profundo do planeta Terra. A notícia causou espanto, mas a verdade é que sabemos muito pouco sobre a dimensão da poluição plástica nos oceanos. Um estudo do Instituto de Oceanografia, da Universidade da Califórnia em San Diego (EUA), revela que o plástico sintético está poluindo nosso registro fóssil.

A pesquisa examinou quase 200 anos de sedimentos costeiros na Bacia de Santa Bárbara, na Califórnia, onde há quase total ausência de oxigênio. Por lá, as camadas sedimentares estão impregnadas por micropartículas – possivelmente oriunda das águas residuais que chegam nos oceanos. Os cientistas conseguiram analisar sedimentos datados de até 1843.

Apesar da maioria dos plásticos terem sido inventados na década de 20, os depósitos de plástico aumentaram no final da Segunda Guerra Mundial, em 1945, e começaram a dobrar a cada 15 anos. Também foram sendo diversificados os tipos plásticos.

O aumento corresponde a um aumento na taxa de produção de plástico em todo o mundo e o crescimento da população costeira da Califórnia.

Os microplásticos mais encontrados foram tecidos sintéticos de vestuário. O que mostra que talvez estejamos subestimando os fiapos que são liberados durante as lavagens de roupa. Outro tipo encontrado foi o plástico filme, muito usado nas cozinhas e nos aeroportos.

“É ruim para os animais que vivem no fundo do oceano: recifes de coral, mexilhões, ostras e assim por diante”, afirmou a líder do estudo Jennifer Brandon. “Todos aprendemos na escola sobre a idade da pedra, a idade do bronze e a idade do ferro – essa será conhecida como a era do plástico? É assustador que será por isso que nossas gerações serão lembradas”.

À medida que mais estudos surgem fica cada vez mais evidente e mais comprovado que os plásticos estão presentes em tudo. A pesquisa oceanográfica é importante, apesar de, muitas vezes, não ganhar a atenção devida no debate público. “Sabemos que os mares exercem uma função-chave para a nossa existência. Sua imensidão, porém, é menos investigada do que a superfície da Lua”, disse certa vez Marcio Weichert, coordenador do Centro Alemão de Ciência e Inovação São Paulo.

A opção por reduzir o uso de plástico no cotidiano certamente é válida, mas será preciso ações bem mais amplas e estruturais para mudar o rumo que a humanidade tomou. Confira o artigo Parece absurdo, mas comemos e respiramos microplásticos diariamente.

*Por Marcia Sousa

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*Fonte: ciclovivo

Internet das árvores: como as árvores se comunicam entre si secretamente

Imagine uma superestrada da informação que acelera as interações entre uma população grande e diversificada de indivíduos, permitindo que indivíduos que possam estar amplamente separados se comuniquem e se ajudem.

Quando você anda na floresta, tudo isso está acontecendo sob seus pés. Não, não estamos falando da internet, estamos falando de fungos. Como resultado de um crescente corpo de evidências, muitos biólogos começaram a usar o termo “wood wide web” para descrever os serviços de comunicação que os fungos fornecem às plantas e outros organismos.

Enquanto pesquisava sua tese de doutorado há mais de 20 anos, a ecologista Suzanne Simard descobriu que as árvores comunicam suas necessidades e se enviam nutrientes através de uma rede de fungos entrelaçados enterrados no solo – em outras palavras, ela descobriu que elas “conversam” entre si .

Simard mostrou como as árvores usam uma rede de fungos no solo para comunicar suas necessidades e ajudar as plantas vizinhas.

Desde então, ela foi pioneira em pesquisas sobre como as árvores “conversam”, incluindo como esses filigranas de fungos ajudam as árvores a enviar sinais de alerta sobre mudanças ambientais, procurar parentes e como elas transferem seus nutrientes para as plantas vizinhas antes de morrerem.

Todas as árvores em todo o mundo formam uma associação simbiótica com fungos subterrâneos. Estes fungos são benéficos para as plantas e exploram o solo. Os fungos enviam micélio , uma massa de fios finos, através do solo. O micélio coleta nutrientes e água, os traz de volta para a planta e troca os nutrientes e a água por um açúcar ou outra substância produzida pela fotossíntese da planta.

É essa rede que conecta um sistema de raízes de árvores a outro sistema de raízes de árvores, para que possam trocar nutrientes e água entre elas.

A palavra ” micorriza ” descreve as relações mutuamente benéficas que as plantas têm nas quais os fungos colonizam suas raízes. As micorrizas conectam plantas que possam estar amplamente separadas.

Embora os cogumelos sejam a parte mais familiar de um fungo, a maioria de seus corpos é composta de micélio. Esses fios agem como um tipo de internet subterrânea, agora chamada de “rede de madeira”, que liga as raízes de diferentes plantas e espécies diferentes.

Ao vincular à rede de fungos, eles podem ajudar seus vizinhos, compartilhando nutrientes e informações ou sabotando plantas indesejadas, espalhando produtos químicos tóxicos pela rede.

As redes de fungos também aumentam o sistema imunológico de suas plantas hospedeiras. Simplesmente conectar-se a redes miceliais torna as plantas mais resistentes a doenças.

Árvores grandes ajudam as pequenas e mais jovens a usar a internet fúngica. Sem essa ajuda, Simard acha que muitas mudas não sobreviveriam. Ela descobriu que as mudas na sombra, que provavelmente têm falta de comida, recebiam carbono de outras árvores.

A revelação da existência da Wood Wide Web e o aumento da compreensão de suas funções levantam grandes questões – sobre onde as espécies começam e terminam; sobre se uma floresta pode ser melhor imaginada como um superorganismo único, em vez de um agrupamento de individualistas independentes; e sobre o que troca, compartilhamento ou mesmo amizade pode significar entre as plantas.

Este vídeo da BBC News, do animador e ilustrador 2D Jules Bartl, explica.

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*Fonte: pensarcontemporaneo

Beavis e Butt-Head irão voltar à televisão com episódios inéditos

A aclamada série animada Beavis and Butt-Head, exibida na MTV entre os anos de 1993 e 1997, irá retornar ao ar com episódios inéditos.

A informação é do site The Hollywood Reporter, que afirma que o criador Mike Judge fechou um acordo com o canal de televisão Comedy Central para trazer o desenho animado de volta ao ar com episódios inéditos, especiais e até mesmo spinoffs (séries derivadas baseadas em personagens originais).

Judge irá recriar a franquia em um acordo que já teria sido fechado para pelo menos duas temporadas, e terá a responsabilidade de escrever, produzir e dublar as vezes dos dois personagens que fizeram história falando muita merda e analisando clipes de bandas lendárias em horário nobre.

Novos Episódios de Beavis e Butt-Head

De acordo com a publicação do THR, a “nova versão” do desenho irá mergulhar no “mundo da Geração Z”, com assuntos que irão se relacionar tanto com fãs antigos do desenho politicamente incorreto quanto novas audiências.

Ao falar sobre isso, Chris McCarthy (responsável pela área de entretenimento para jovens da ViacomCBS) disse:

Estamos empolgados por trabalhar com Mike Judge e o grande time na 3 Arts novamente, já que voltamos a acreditar nas animações adultas no Comedy Central.

Beavis e Butt-Head foram uma voz definitiva de uma geração, e mal podemos esperar para vê-los navegando pelas perigosas águas de um mundo anos-luz distante do deles.

Filme

Vale lembrar que em 1996 um filme do desenho animado e sua trilha sonora conta com a sensacional cover de “Love Rollercoaster”, gravada pelo Red Hot Chili Peppers, que ganhou um clipe icônico.

Em 2011 um reboot chegou a acontecer, mas não deu certo e só durou uma temporada.

*Por Tony Alex
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*Fonte: tenhomaisdiscosqueamigos

Privação de sono está relacionada à maior consumo calórico diário, mostra estudo

Dormir pouco atrapalha o corpo como um todo: aumenta doenças cardiovasculares, traz mais dores, enfraquece o sistema imunológico e ainda traz danos quando o assunto é emagrecimento! Pesquisadores da Universidade da Pensilvânia concluíram que pessoas que sofrem provação de sono chegam a consumir até 550 calorias a mais no dia. Os resultados desse estudo foram publicados na edição de Julho do jornal Sleep.

Para chegar a essas conclusões os estudiosos recrutaram 225 adultos com idade entre 22 e 50 anos, que ficaram por cinco dias no laboratório do sono da universidade, dormindo apenas das 4 às 8 horas da manhã. Eles podiam comer o que quisessem nesse período, enquanto os monitores do laboratório mantinham um registro dessa alimentação. Enquanto isso, um grupo de controle também foi colocado com a mesma disponibilidade de alimentos, só que dormindo o quanto quisessem.

No fim do período estipulado, eles perceberam que no tempo em que normalmente estariam dormindo, as pessoas consumiam cerca de 550 calorias a mais e davam preferência a alimentos bem mais gordurosos, o que resultou em um maior ganho de peso nesse período.

A conclusão a que eles chegaram é que a culpa está na desregulagem dos hormônios grelina e leptina, responsáveis respectivamente pela fome e pela saciedade, um fato já conhecido. Eles acreditam, inclusive, que fora do laboratório o ganho de peso deve ser maior, já que os voluntários estão expostos a comida de hospital e no dia a dia é mais fácil ter acesso a itens mais calóricos.

Confira os outros prejuízos

Se o emagrecimento não é argumento suficiente para você tentar dormir melhor, confira que outros problemas a privação de sono provoca.

Afeta o emagrecimento

Durante o sono nosso organismo produz a leptina, um hormônio capaz de controlar a sensação de saciedade ao longo do dia. Por isso, pessoas que dormem pouco produzem menores quantidades desse hormônio. Além disso, quem tem o sono restrito produz mais quantidade do hormônio grelina, que provoca fome e reduz o gasto de energia. “A consequência é a ingestão exagerada de calorias durante o dia, pois o corpo não se sente satisfeito”, explica a endocrinologista Alessandra Rasovski, da Sociedade Brasileira e Endocrinologia e Metabologia. Segundo um estudo feito na Universidade de Chicago, pessoas que dormem de seis a oito horas por dia queimam mais gorduras do que aquelas que dormem pouco ou tem o sono fragmentado. A pesquisa afirma que a falta de sono reduz em 55% a queima de gordura.

Impede a conservação da memória

“O sono é uma etapa crucial para o cérebro transformar a memória de curto prazo relevante em memória de longo prazo”, afirma o neurologista André Felicio, da Academia Brasileira de Neurologia. O especialista explica que, durante a noite, o cérebro faz uma varredura entre as informações acumuladas, guardando aquilo que considera primordial, descartando o supérfluo e fixando lições que aprendemos ao longo do dia. “Por esse motivo, quem dorme mal costuma sofrer para se lembrar de eventos simples, como episódios do dia anterior ou nomes de pessoas próximas”, diz.

Enfraquece a imunidade

É durante o sono que acontecem diversos processos em nosso organismo, dentre elas a produção de anticorpos. De acordo com um estudo da Universidade de Chicago (EUA), dormir pouco reduz a função imune e o número de leucócitos, células responsáveis por combater corpos estranhos em nosso organismo. Segundo a pesquisa, quem dormia quatro horas por noite por uma semana tinham os anticorpos reduzidos pela metade, quando comparados aqueles que dormiram até oito horas.

Altera o funcionamento do metabolismo

As mudanças no ciclo do sono podem atrapalhar a síntese dos hormônios de crescimento e do cortisol, já que ambos são produzidos enquanto dormimos. “Os maiores efeitos dessa deficiência são despertar cansado, a dificuldade de raciocínio e a ansiedade, que podem interferir na realização de tarefas do cotidiano, levando a problemas como déficit de atenção, acidentes de trânsito, indisposição física, irritabilidade e sonolência”, diz a endocrinologista Alessandra.

Leva ao envelhecimento precoce

Durante o sono, produzimos hormônios “rejuvenescedores”, como a melatonina e o hormônio do crescimento. “Esses hormônios exercem funções reparadoras e calmantes para a pele, e a falta de sono impede que o corpo descanse adequadamente”, afirma a endocrinologista Alessandra. Os maiores resultados disso são uma pele sem viço e com olheiras. O estresse provocado pela falta de sono também favorece o aparecimento de rugas.

Interfere na produção de insulina

Pessoas com diabetes que tem um sono insuficiente desenvolvem uma maior resistência insulínica, tornando o controle da doença mais difícil. É o que afirma um estudo feito pela Northwestern University, dos Estados Unidos. Os pesquisadores concluíram que portadores de diabetes que dormem mal tinham 82% mais resistência à insulina que os portadores com sono de qualidade. Além disso, a falta de sono adequado pode favorecer o aparecimento de diabetes tipo 2 em quem não tem a doença. “É durante o sono que o corpo estabiliza os índices glicêmicos, por isso quem não tem um sono de qualidade sofre com o descontrole do nível de glicose, podendo desenvolver diabetes”, explica a endocrinologista Alessandra.

Desregula a pressão arterial

A neurologista Rosa Hasan, responsável pelo Laboratório do Sono do Hospital São Luiz, explica que a dificuldade em descansar durante a noite é equivalente a um estado de estresse, aumentando a atividade da adrenalina no corpo. “Uma noite mal dormida deixa o organismo em estado de alerta, aumentando a pressão sanguínea durante a noite”, explica a especialista. Ela afirma que com o tempo essa alteração na pressão sanguínea se torna permanente, gerando a hipertensão.

Afeta o desempenho físico

“Um sono incompleto é uma das principais causas de fadiga ou baixo desempenho motor”, afirma o neurologista André. Quando dormimos profundamente e sem interrupções, nosso corpo começa a produzir o hormônio GH, responsável pelo nosso crescimento, e que começa a ser sintetizado só 30 minutos depois de começarmos a dormir. “O hormônio do crescimento tem como funções ajudar a manter o tônus muscular, evitar o acúmulo de gorduras, melhorar o desempenho físico e combater a osteoporose”, explica a endocrinologista Alessandra.

Prejudica o humor

“A falta de sono faz com que o cérebro não descanse plenamente, prejudicando a comunicação entre os neurônios”, explica o neurologista André. E os neurônios são os responsáveis por produzir os neurônios relacionados ao nosso bem-estar, como a serotonina. “Por isso que um sono deficiente impacta o nosso bom-humor de forma direta, podendo até favorecer quadros de depressão.”

 

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*Fonte: minhavida

Inteligência artificial cria um universo perfeito e assusta seus criadores

Astrofísicos usaram pela primeira vez inteligência artificial para gerar simulações em 3D do universo. Os resultados foram tão rápidos, precisos e robustos que nem os próprios pesquisadores entendem como eles aconteceram.

O projeto se chama Modelo de Deslocamento de Densidade Profunda, ou D3M. A velocidade e precisão do modelo não foram surpreendentes para os pesquisadores, mas sim a habilidade em simular de forma correta como o universo ficaria se alguns parâmetros fossem alterados.

O mais interessante é que o modelo nunca recebeu nenhum dado de treinamento sobre como esses parâmetros variavam.

“Seria como treinar um software de reconhecimento de imagem com várias imagens de gatos e cães, e aí ele consegue reconhecer elefantes”, compara Shirley Ho, co-autora do estudo e professora da Universidade Carnegie Mellon (EUA). “Ninguém sabe como ele faz isso, e é um enorme mistério a ser resolvido”, complementa ela.

O modelo foi apresentado no dia 24 de junho na publicação Proceedings of the National Academy of Sciences. O autor principal do estudo foi Siyu He, analista do Instituto Flatiron (EUA).

Ho e He trabalharam em colaboração com Yin Li e Yu Feng da Universidade da Califórnia em Berkeley, com Wei Chen do Instituto Flatiron, Siamak Ravanbakhsh da Universidade de British Columbia (Canadá) e Barnabás Póczos da Universidade Carnegie Mellon.

Esse tipo de simulação do D3M é muito importante para a astrofísica teórica.

Cientistas querem saber como o cosmo pode se desenvolver em vários cenários, como por exemplo se a energia escura do universo variasse com o passar do tempo.

Esse tipo de estudo exige que milhares de simulações sejam feitas, portanto um modelo computacional rápido e confiável é o sonho de consumo dos astrofísicos modernos.

Depois de treinar o D3M, pesquisadores fizeram simulações de um universo com formato de cubo com 600 milhões de anos-luz de lado e compararam os resultados com modelos rápidos e lentos que já existiam.

O modelo lento e mais confiável leva centenas de horas de cálculos, enquanto o sistema rápido leva poucos minutos. Já o D3M completou a simulação em 30 milissegundos.

Além disso, o D3M também teve precisão impressionante. Quando comparado com o modelo lento, ele teve uma taxa de erro de 2.8%.

Já o sistema rápido teve uma taxa de 9,3% de erros quando comparado com o modelo lento. Ou seja: o sistema rápido parece ter sido passado para trás pelo D3M.

Os pesquisadores agora querem saber por que o modelo que foi treinado para identificar “gatos e cachorros” está conseguindo identificar também “elefantes”.

“Nós podemos ser um playground interessante para um aprendiz de máquina ver porque esse modelo extrapola tão bem. É uma via de mão dupla entre ciência e deep learning”, diz Ho.

*Por Davson Filipe

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*Fonte:

O silêncio é a única resposta que devemos dar aos tolos

Não devemos discutir com quem demonstra total ignorância e falta de sensibilidade em relação ao que a gente sente. Quando percebemos que estamos sendo incompreendidos, que não estão querendo ouvir, ou pouco se importam com algo que para nós é muito importante, devemos nos retirar em silêncio.

Nenhum esforço vai valer a pena nesse caso.

Muitas pessoas passam pela nossa vida, ou até permanecem, só que não querem realmente ficar. Ficam porque estão, de algum modo, esperando por algo melhor, e constantemente, agem com indiferença quando o assunto não diz respeito a elas.

Elas não conseguem nada melhor porque ainda não perceberam que esse algo melhor não existe, e sempre buscarão por coisas impossíveis, porque os padrões de felicidade que impuseram para si próprios, desde a infância, são muito altos, por isso vivem frustrados, por isso, precisam descontar essa frustração nos outros.

Seria simples resolver esse problema interno, a solução seria apenas diminuir esses padrões, mas elas não sabem como, e isso realmente é difícil de ser feito, é necessário querer. E elas não querem. Tentamos uma aproximação gentil, mas sempre levamos uma pancada e recebemos aquela palavra arrogante de desdém. Eles são assim e estão fechados para balanço.

Essas pessoas estão mergulhadas na própria infelicidade. E se mostram inteiros dentro do seu egoísmo mesquinho. Já diziam os sábios: Onde a ignorância faz morada, não há espaço para a inteligência dar palpites. Por tanto, não palpite.

Vejo muitas pessoas se desesperando, quebrando a cabeça para tentar se fazer entender e sofrendo por tentar mudar a atitude do outro. Mas contra fatos não há argumentos. Não se pode forçar o outro a te tratar bem. Ponto.

Aquela sensação de afeto e vontade de fazer o bem só é manifestada por quem possui dentro de si a beleza da gentileza. São raras as pessoas que possuem esse poder. Elas são magnificas, estão prontas para ajudar e amar, se colocam a disposição e se sentem muito úteis quando percebem que ajudaram alguém.

Fiquei encantada outro dia quando meu filho chegou da escola todo empolgado dizendo que era um ótimo professor. Eu perguntei por quê, e ele respondeu: Mãe sabe aquela minha amiga da escola que eu sempre converso no whatsapp? Eu disse que sim. Ele então continuou: Ela não sabia nada de geografia e a prova dela era hoje, daí eu sentei com ela no recreio e comecei a explicar a matéria e sabe quanto ela conseguiu tirar na prova? 9.0 mãe! Não é demais? Eu sou um ótimo professor!

Muito emocionada e orgulhosa eu disse: Filho, você realmente é um ótimo professor, parabéns por se colocar à disposição em ajudá-la! E sabe de uma coisa? Ela também é uma ótima aluna! Porque só aprende aquele que está disposto a aprender.

Esse exemplo foi apenas uma ilustração para mostrar que não adianta perder tempo com gente tola. Geralmente os tolos não estão abertos para aprender nada que não seja massagem para o seu ego. Não sabem receber críticas, mas criticam o tempo todo. Então não vale a pena dispender energia falando e tentando os convencer com seus argumentos. Eles possuem um bloqueio descomunal, só escutam o que querem e você vai gastar um tempo precioso da sua vida e não surtirá efeito algum.

Não estou dizendo para você desistir dessa pessoa se ela for realmente importante para você, estou dizendo para não forçar a barra. Esse tipo de pessoa precisa estar totalmente envolvida para que você comece a falar sobre um assunto que ela não quer. Não fique dando indiretas, elas odeiam pessoas chatas e você será uma delas se começar a fazer isso. Não comece um assunto importante quando ela estiver fazendo uma coisa que ela gosta, interromper um hobby de um tolo para falar sobre você é tolice.

Fale apenas quando ela estiver com os ouvidos abertos só para você, isso é raro, e pode ser que ela ainda saia e te deixe falando sozinha. E aí? Você acha que vale realmente a pena? O que ela espera de você? Que você se humilhe e fique falando por horas na cabeça dela. E você faz exatamente isso.

Quando você acatar o silêncio como o melhor remédio, talvez, eu disse, talvez, ela sinta que algo esteja diferente e perceba que você não vai mais aturar ignorância ou desamor.

Mas olhe… Eu disse talvez…

*Por Iara Fonseca

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*Fonte: resilienciamag

Vídeo simula impacto de asteroide de 500 Km contra a Terra

Um dos maiores temores da humanidade é que a Terra esteja em rota de colisão com algum asteroide gigante que tenha o potencial de nos aniquilar por completo.

O medo não é de forma alguma infundado: estes monstros existem mesmo no espaço e podem, sim, se chocar contra nós.

Na verdade, a história do nosso planeta é repleta desses impactos. Enquanto ainda estava em formação, a Terra era bombardeada com maior frequência, e acredita-se que a Lua tenha sido formada graças a um destes eventos.

De acordo com o Jet Propulsion Laboratory, da NASA, 556 asteroides pequenos cruzaram a atmosfera de 1994 até 2013.

A maioria deles se desintegra, no entanto alguns conseguem chegar até a superfície e provocar estragos, como o objeto que atingiu a cidade de Chelyabinsk, na Rússia, há dois anos.

Mas o que aconteceria com o nosso planeta se colidisse com um asteroide realmente grande?

O Discovery Channel fez uma simulação que dá uma resposta a esta dúvida.

O vídeo mostra um asteroide com diâmetro de 500 quilômetros (quase a distância de São Paulo a Belo Horizonte) se chocando contra o Oceano Pacífico e produzindo ondas de choque que viajam em velocidades hipersônicas.

Um episódio destes decretaria o fim da vida na Terra. A força do impacto seria tamanha que romperia completamente a crosta terrestre da região, lançando os detritos ao espaço.

Eles entrariam em uma órbita baixa e, conforme fossem caindo, destruiriam toda a superfície.

Como se o cenário não fosse catastrófico o bastante, a destruição não para por aí: uma tempestade de fogo se espalharia pela atmosfera e vaporizaria qualquer forma de vida em seu caminho.

Em apenas um dia, o planeta inteiro se tornaria inabitável.

O mais chocante de tudo é a quantidade de vezes que os cientistas acreditam que tal apocalipse tenha acometido a Terra ao longo de sua história – seis.

*Por Davson Filipe

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*Fonte: realidadesimulada