Startup evita o desperdício de mais de 10 toneladas de alimentos

Empresa recupera excedentes de produção e oferece refeições com até 70% de desconto aos consumidores

Em 2020, cerca de 811 milhões de pessoas passaram fome no mundo ao mesmo tempo em foram desperdiçadas 931 milhões de toneladas de alimentos. No Brasil, esta triste contradição se repete: o país está novamente no mapa da fome, com quase 50 milhões de pessoas nas faixas de insegurança alimentar grave ou moderada, enquanto muita comida vai parar no lixo, todos os dias.

Os dados do Programa Mundial de Alimentos (WFP), da Organização das Nações Unidas (ONU) retratam um grave problema social e também ambiental. A perda e desperdício de alimentos deixa uma pegada de carbono de 3,3 gigatoneladas de CO2. Além disso, para a produção de comida que vai parar no lixo, são usados recursos naturais que acabam sendo também desperdiçados.

Combater o desperdício de alimentos é uma das medidas mais importantes para solucionar o problema da fome e a crise climática, além do desequilíbrio ambiental. E um dos focos do desperdício está em estabelecimentos comerciais, como bares, restaurantes e padarias, que acabam descartando alimentos em perfeitas condições que estão próximos à data de vencimento ou são excedentes da produção.

Atuando nesta etapa, entra a startup Food To Save. Com um modelo simples e sustentável, a empresa oferece aos consumidores próximos aos estabelecimentos parceiros, entregas de alimentos ou refeições com até 70% de desconto, evitando o desperdício, gerando receita para os comerciantes e economia para os clientes.

A foodtech já evitou que mais de 10 toneladas de alimentos fossem descartados na Capital Paulista e Grande ABC, nos últimos cinco meses.

A venda dos produtos é feita por meio de“sacolas surpresa”, que podem ser adquiridas via delivery ou retiradas diretamente nos estabelecimentos escolhidos.

São mais de 100 estabelecimentos cadastrados na Capital Paulista e Grande ABC, entre restaurantes, padarias, hortifrutis, sacolões, docerias, e muitos outros.

“QUEREMOS COMBATER O DESPERDÍCIO DE ALIMENTOS NO PAÍS E FAZER COM QUE MAIS PESSOAS TENHAM ACESSO A BONS ALIMENTOS. SE A GENTE PODE FAZER ISSO DE FORMA MAIS SUSTENTÁVEL E AJUDANDO O MEIO AMBIENTE, POR QUE NÃO?”

Lucas Infante, CEO e cofundador da startup desperdício de alimentos food to save

O CEO e cofundador da startup, Lucas Infante, revela tem como objetivo chegar a 600 estabelecimentos até o fim do ano, expandindo a atuação para todos os bairros da grande São Paulo, e muito em breve estar nas principais cidades do país.

Ainda segundo Infante, o diferencial da plataforma é também buscar estar presente em todos os lugares, desde bairros nobres até regiões mais periféricas.

Como funciona a Food To Save?
Os pedidos podem ser feitos direto no site da foodtech, ou pelo aplicativo, disponível para Android e IOS. Basta inserir o CEP da residência em que deseja receber os produtos ou retirá-los, e visualizar os estabelecimentos mais próximos que possuem sacolas disponíveis no dia.

De acordo com o que estiver disponível, a plataforma mostra o valor que deverá ser pago e o tipo de produto que irá na sacola surpresa, podendo o cliente escolher entre doce, salgada e mista.

*Por Natasha Olsen
…………………………………………………………………………..
*Fonte: ciclovivo

Estudo reúne evidências robustas de que Covid-19 é uma doença sazonal

Pesquisadores espanhóis avaliaram ondas da doença em 162 países e concluíram que transmissão do coronavírus é maior em locais com menor temperatura e umidade

Cientistas encontraram fortes evidências de que a Covid-19 é mais transmissível durante determinadas épocas do ano, como é o caso da gripe. As conclusões apontam que a doença também está ligada às baixas temperaturas e umidade e foram publicadas na revista científica Nature Computational Science, nesta quinta-feira (21).

Um modelo teórico anterior apontou que a Covid-19 não tinha ligação com o clima, porém, outras pesquisas indicaram que a propagação da doença na China ocorreu em latitudes específicas de 30 a 50º N, com umidade baixa e temperaturas entre 5 a 11ºC.

Pesquisadores do Instituto de Saúde Global de Barcelona, na Espanha, foram entender melhor isso e conduziram uma análise mais aprofundada em 162 países dos 5 continentes, avaliando a temperatura e a umidade nas fases iniciais de propagação do Sars-CoV-2.

Concluiu-se, então, que taxas de transmissão mais altas do vírus ocorriam em locais mais frios e com menor umidade. Em seguida, um método estatístico desenvolvido pelos cientistas reforçou a associação ao considerar a evolução da doença ao longo do tempo em todas as ondas epidêmicas, seja em escalas municipais ou mundiais.

De acordo com os cientistas, as primeiras ondas diminuíram conforme umidade e temperatura aumentaram. Já as segundas ondas aumentaram conforme os termômetros subiam e o clima ficava menos úmido. Porém, esse padrão não acontecia durante o verão em todos os cinco continentes avaliados. “Isso pode ser explicado por vários fatores, incluindo encontros em massa de pessoas jovens, turismo, uso de ar condicionado, entre outros”, aponta Alejandro Fontal, líder do estudo, em comunicado.

Apesar disso, a pesquisa conseguiu prever a queda e ascensão das ondas epidêmicas, principalmente a primeira e a terceira na Europa. Os pesquisadores estimam que os efeitos climáticos que ajudam na transmissão do vírus são mais evidentes em temperaturas de 12 a 18ºC e umidade entre 4 e 12 g/ m³, porém, eles salientam que essas medidas são apenas indicativas.

Ao que tudo indica, a Covid-19 é sazonal e parecida não só com a gripe, mas com doenças causadas por outros coronavírus mais benignos, concluem. Em condições de umidade baixa, há a redução do tamanho dos aerossóis pelos quais são transmitidos esses vírus sazonais, contribuindo para maior contágio. “Esse vínculo garante ênfase na ‘higiene do ar’ por meio da melhoria da ventilação interna, pois os aerossóis são capazes de permanecer suspensos por mais tempo”, diz Xavier Rodó, coautor da pesquisa.

…………………………………………………………………..
*Fonte: revistagalileu

Rolling Stones relançam clássico “Tattoo You”, com vários bônus e inéditas

A banda Rolling Stones relançou nessa sexta-feira, 22 de outubro, o álbum clássico “Tattoo You”, com diversos bônus e inéditas. O lançamento faz parte da comemoração pelos 40 anos do disco de 1981, que trouxe hits como “Start Me Up”. Ouça no player mais abaixo.

Disponibilizado pela Universal Music, a nova versão de “Tattoo You” inclui a inédita “Living in the Heart of Love”, a remasterização de clássicos como “Hang Fire” e uma versão inicial com uma pegada reagge de “Start Me Up”. Também foi incluído um show realizado pelos Rolling Stones em Londres, no ano de 1982, com covers como “Just My Imagination” (Temptations) e Twenty Fight Rock (Eddie Cochran).

Um dos formatos disponíveis do novo lançamento é o “Tattoo You 40th Anniversary Super Deluxe”, com quatro discos ao todo. O novo álbum conta com 9 músicas inéditas, lançadas sob o nome de “Lost & Found”. Fazem parte desse grupo canções como “Drift Away” e “Shame, Shame, Shame”.

O relançamento de “Tattoo You” dos Rolling Stones
Os Rolling Stones está comemorando os 40 anos do lançamento de um dos seus maiores clássicos. Em seu sita oficial, a banda postou um texto relembrando a época da gravação do disco, no início dos anos 1980.

“No outono de 1980, Mick se encontrou com Kimsey em um subúrbio de Paris. Em um armazém úmido e cavernoso, com o caminhão Rolling Stones Mobile estacionado dentro, eles começaram a trabalhar seriamente no que viria a se tornar o ‘Tattoo You’. Após vários meses de gravação, Mick se reuniu com Keith Richards em Nova York para dar os toques finais ao álbum”, diz o texto.

Confira o tracklist completo abaixo:

Disco 1 – Tattoo You (2021 Remaster)

Start Me Up – Remastered 2021
Hang Fire – Remastered 2021
Slave – Remastered 2021
Little T&A – Remastered 2021
Black Limousine – Remastered 2021
Neighbours – Remastered 2021
Worried About You – Remastered 2021
Tops – Remastered 2021
Heaven – Remastered 2021
No Use in Crying – Remastered 2021
Waiting on a Friend – Remastered 2021
Disco 2 – Lost & Found: Rarities

Living in the Heart of Love
Fiji Jim
Troubles a’ Comin
Shame Shame Shame
Drift Away”
It’s a Li
Come to the Ball
Fast Talking Slow Walking
Start Me Up” (Early Version)
Disco 3 – Still Life (Wembley Stadium Concert 1982)

Under My Thumb
When the Whip Comes Down
Let’s Spend the Night Together
Shattered
Neighbours
Black Limousine
Just My Imagination (Running Away With Me)
Twenty Flight Rock
Going to a Go Go
Chantilly Lace
Let Me Go
Time Is on My Side
Beast of Burden
Let It Bleed
Disco 4 – Still Life (Wembley Stadium Concert 1982)

You Can’t Always Get What You Want
Band Introductions
Little T&A
Tumbling Dice
She’s So Cold
Hang Fire
Miss You
Honky Tonk Women
Brown Sugar
Start Me Up
Jumpin’ Jack Flash
(I Can’t Get No) Satisfaction

*Por Gustavo Maiato
……………………………………………………………………….
*Fonte: guitarload

Por que quanto mais envelhecemos, mais difícil é suportar as pessoas? Um estudo parece ter a resposta

As amizades são uns dos bens mais preciosos que podemos conseguir, no entanto, elas estão sempre se transformando, bem como a nossa relação com os amigos.

Quando somos mais novos, queremos passar cada minuto do dia ao lado dos nossos amigos. Sentimos que a vida não é a mesma sem eles, e amamos aproveitar todos os instantes ao seu lado, mesmo que não tenhamos nada para fazer. É nesse período que começam as “noites do pijama” nas casas e os fins de semana juntos, que aproveitamos bastante.

Crescendo um pouco e assumindo novas responsabilidades, como trabalho e faculdade, nosso tempo para estar com os amigos diminui bastante, mas ainda assim fazemos questão de os encontrar toda semana, aproveitando os dias de descanso ao seu lado, seja para ficar em casa ou em eventos.

As coisas começam a mudar mesmo quando ficamos um pouco mais velhos, criamos nossa própria família e passamos a nos desconectar um pouco mais das redes sociais, preferindo o conforto de nossa casa a noites em claro na rua.
Você sente que já está vivendo essa última fase? Se sim, saiba que isso é algo bastante normal, e não significa que ficou “chato”, apenas que está aproveitando a sua vida de uma maneira diferente.

As mudanças em nossas amizades com o passar do tempo também são algo que intriga os cientistas, e levou alguns deles a conduzir um estudo bastante interessante sobre o tema.

Para esse estudo, cientistas da Universidade de Aalto (Finlândia) e da Universidade de Oxford (Inglaterra) se uniram. Uma matéria do The Independent resumiu os pontos mais interessantes da pesquisa que analisou as ligações de homens e mulheres em determinado período.

O estudo mostrou que homens e mulheres continuam fazendo novos amigos até os 25 anos, e que a partir dessa idade, a quantidade de amigos diminui rapidamente e continua a decrescer pelo resto da vida.

Os pesquisadores pontuaram que um homem com idade média de 25 anos procura em média 19 pessoas diferentes pelo celular a cada mês, e as mulheres, na mesma idade, em média 17,5 pessoas.

Esses números despencam bastante quando eles atingem 39 anos, em que as procuras por telefone se mantêm em 12 pessoas para homens e 15 para mulheres. Aos 80 anos, essas médias são de oito para homens e seis para mulheres.

Os pesquisadores acreditam que essa queda ocorre porque as pessoas mais velhas provavelmente mantêm um contato maior com os filhos e netos crescidos do que com os amigos, com quem nem sempre têm o mesmo relacionamento de antigamente.

O estudo também defende que a razão pela qual começamos a perder amigos é que durante a juventude conhecemos muita gente e experimentamos muitas coisas, antes de nos tornar adultos de fato.

“Os indivíduos exploram a gama de oportunidades (tanto para amizades quanto para parceiros reprodutivos) disponíveis para eles antes de finalmente se estabelecer com aqueles considerados ideais ou mais valiosos”, explica.
Esse estudo é bastante interessante para compreendermos que nossas relações vão se transformando com o tempo porque escolhemos permanecer apenas com as pessoas com quem temos uma conexão real, o que indiretamente sugere que deixamos de “suportar” todos que estão ao nosso redor, sendo muito mais seletivos nas amizades.

Se você chegou à fase mencionada pelos pesquisadores, com certeza entendeu que, quando se trata de amizades, qualidade é muito melhor do que quantidade, e hoje mantém um curto círculo social, mas com quem realmente sabe que pode contar.

*Por Luiza Fletcher
………………………………………………………………………..
*Fonte: osegredo

6 Monstros que foram criados para o cinema

Desde suas origens, a indústria cinematográfica de Hollywood vem adaptando obras literárias e narrativas perpetuadas além do tempo, apostando em histórias que alteram algumas das principais características de personagens clássicos e lhes concedem um pouco de originalidade. Isso aconteceu muito durante a Era de Ouro do cinema e foi a iniciativa responsável por criar tendências, especialmente entre monstros e seres sobrenaturais da metade do século XX, que tiveram seus mitos reinterpretados por outro ponto de vista.

Conheça abaixo alguns dos principais mitos de monstros criados por Hollywood.

1. Vampiros queimam se expostos ao sol
A origem da fraqueza vampírica foi revelada em Nosferatu, de 1922. O longa-metragem alemão de F. W. Murnau foi a 1ª obra artística que mostrou vampiros morrendo queimados após serem expostos à luz do Sol. Vale lembrar que no clássico Drácula, publicado em 1897 por Bram Stoker, os monstros se sentiam enfraquecidos quando caminhavam durante o dia, mas não os levava à morte instantânea.

2. Frankenstein é verde e tem parafusos no pescoço
Segundo Mary Shelley, autora do Frankenstein clássico de 1818, o gigante de laboratório tinha a pele amarela, e não verde. Porém, com o lançamento de A Noiva de Frankenstein (1935) e as limitações técnicas de maquiagem da época, a criatura ganhou tonalidades verdes que acabaram se tornando oficiais na filmografia. Além disso, os criadores de Frankenstein (1931) inseriram parafusos no pescoço do personagem com a intenção de enfatizar a concepção elétrica dele, algo que nunca havia sido mencionado em qualquer conteúdo.

3. Pessoas são transformadas após serem mordidas por lobisomens
A ideia de transformar pessoas em lobos gigantes após serem mordidas por um lobisomem foi oficialmente apresentada em O Lobisomem de Londres (1935) como explicação à origem do mito da lua cheia. A proposta, que pegou carona na lenda dos vampiros, tornou-se história oficial em Hollywood e passou a ser amplamente utilizada em alguns filmes, como Van Helsing — O Caçador de Monstros (2006), Amaldiçoados (2005) e Anjos da Noite (2003).

4. Zumbis são lentos e comem cérebros
A Noite dos Mortos-Vivos (1968), clássico de John Romero, popularizou os zumbis no cinema e mostrou que os seres andam de forma pesada, arrastada e sem ritmo. Porém, em 1985, na comédia A Volta dos Mortos-Vivos, foi sugerido que cérebro humano funciona como uma espécie de analgésico para os monstros e que o ingerir é o 1° objetivo das criaturas. Anos depois, o cinema consertou esses conceitos lançando filmes que mostravam zumbis velozes e que se alimentavam de qualquer tipo de carne humana.

5. Drácula usa um medalhão
O medalhão ou qualquer outro adereço nunca havia sido mencionado em qualquer obra que tratasse do visual de Drácula. Foi então que, com a chegada do filme Drácula (1931), o monstro passou a utilizar um misterioso medalhão com ares supersticiosos, adereço que se tornou característica definitiva do vampiro. Curiosamente, o acessório ganhou réplicas que foram amplamente vendidas para fãs em sites de varejo e personalização.

6. Bruxas têm a pele verde
Até a primeira metade do século XX, as bruxas eram retratadas como humanas com peles comuns. Foi o lançamento de O Mágico de Oz (1939) que mudou essa concepção ao apresentar uma antagonista com verruga no rosto e pele esverdeada, mudando as características reveladas pelo escritor original da obra, Frank L. Baum (1856-1919), criando uma tendência que seria levada para as décadas seguintes do cinema.

*Por André Luís Dias Custódio
…………………………………………………………………………………
*Fonte: megacurioso 

Os impactos psicofisiológicos da pornografia na sexualidade humana

O acesso ao meio virtual se disseminou na sociedade atual. Pode se afirmar que, diariamente, milhares de pessoas acessam a internet com fins diversos, dentre estes o cumprimento de tarefas de estudo, a realização de compras, interação nas redes sociais e consumo de materiais pornográficos. O mercado pornográfico aumenta, a cada ano, a sua renda e o seu crescimento acelerado nos últimos tempos nos faz questionar sobre os efeitos que podem ser vistos na subjetividade do ser humano.

A pornografia não requer a companhia do outro e alimenta as fantasias do indivíduo com o fim de alcançar o prazer sexual. Nesse cenário, visualizam-se conteúdos eróticos dos mais diversos que variam desde o masoquismo, sexo anal e demais práticas que estimulam a brutalidade e a dominação. A pornografia tem o efeito de modelar o cérebro humano, condicionando-o a criar uma dependência em relação a esse hábito. O impacto que exerce sobre jovens que carecem de experiência sexual é crucial, na medida em que contribui para que definam as suas preferências sexuais. Tal repercussão também se estende para os indivíduos adultos, nos quais, apesar de apresentarem o cérebro mais amadurecido, o mesmo ainda pode passar por uma remodelagem e construir novos padrões de vícios, o qual está incluído a pornografia. A pornografia está vinculada às alterações fisiológicas provocadas no cérebro e é fonte geradora de consequências psíquicas e comportamentais.

Na base desta pirâmide se configuram as necessidades fisiológicas, o que envolve fatores, tais como a fome, sede e o desejo sexual. Estas são as necessidades mais prementes do ser humano e se constituem como pré-requisitos básicos para a realização das suas demais aspirações. À medida que a pirâmide sobe ocorre a reunião de outros interesses, dentre os quais a segurança, a estima e a autorrealização. Destaca-se que o sexo é uma dos pilares primitivos dessa composição e, portanto, está associado a uma necessidade de vital importância para a saúde humana. O indivíduo que apresenta bloqueios concernentes a uma dessas primeiras experiências humanas, pode apresentar dificuldades de atingir níveis superiores, contemplados no ápice da pirâmide.

O termo sexualidade não se restringe à concepção biológica, ou seja, o ato sexual. A sexualidade abrange um viés mais amplo, estendendo-se para a história de vida do indivíduo e o acompanhando desde o seu nascimento até a sua morte. O desenvolvimento psicossexual, descrito por Freud, é marcado por afetos, desejos e conflitos que estão presentes a partir do nascimento do ser humano. As experiências de sexualidade vivenciadas na infância impactam nas escolhas que são tomadas na idade adulta, consolidando-se como um importante marco para o desenvolvimento da sua identidade. Graças à compreensão do papel fundamental que a sexualidade representa na vida do homem, faz-se necessário destrinchar quais são as consequências que estão atreladas ao hábito da pornografia.

A pornografia é definida como uma manifestação do comportamento erótico em livros, revistas ou filmes. A palavra pornografia é oriunda do grego “pornographos” que consiste na reunião de “porne”, cujo significado remete a prostituta e o vocábulo “graphein” que se refere a escrita. A palavra se traduz como aquele que escreve sobre prostitutas e que trata a respeito de conteúdos oscenos por meio de textos, ilustrações ou fotos. No que se refere ao período que as atividades pornográficas acentuaram a sua influência, menciona-se a década de 60, quando o movimento hippie ganhou força e trouxe à baila discussões envolvendo o direito ilimitado ao prazer, a liberdade sexual da mulher por meio do uso da pílula anticoncepcional a confecção, em massa, das revistas pornográficas. Estudos apontam que os materiais pornográficos estão sendo acessados, cada vez mais, cedo e o resultado disso é a construção de uma base sexual para os jovens distorcida quanto aos valores implicados em uma relação, sobretudo, no que se refere ao papel desempenhado pela mulher na sociedade. Para alguns destes jovens, esta educação sexual que recebem, talvez, seja a única que terão acesso durante toda a vida, servindo como modelo para a construção de uma visão de mulher subserviente ao homem. Zimbardo; Wilson; Coulombe (2016) referem que pesquisas feitas com adolescentes demonstram que os jovens dispendem cerca de duas horas por semana, com sessões em torno de duas horas, voltadas para a visualização da pornografia. Estima-se que a idade da primeira relação sexual do jovem ocorre, em média, aos 17 anos e, se convertermos em número, chegamos à conclusão que antes de iniciar o primeiro ato sexual, o adolescente já acessou 1.400 sessões pornôs. Os psicólogos, sociólogos e demais setores da área da saúde alertam acerca dos efeitos negativos exercidos pela pornografia sobre a sexualidade e os relacionamentos. Especialistas declaram que os homens que assistem regularmente pornografia estão sujeitos a desenvolver uma falsa expectativa no que concerne ao desempenho sexual da mulher e a sua aparência, somado ao fato de apresentarem dificuldades de iniciar e manter um relacionamento e relatarem, comumente, insatisfações sexuais. O estudo realizado por Bridges e outros pesquisadores indicam que outro grave problema encontrado no material pornográfico diz respeito à violência contra a mulher manifestada nas cenas por meio de agressão física (88%) e verbal (49%), espancamentos (75%), engasgos durante a prática de sexo oral no homem (54%), insultos (49%), tapas (41%), puxões de cabelo (37%) e sufocamento (28%). As imagens pornográficas apresentam uma forte capacidade de impressão na mente. Muitas pessoas ainda se recordam da primeira imagem erótica que tiveram contato.

O crescimento vertiginoso de consumo de pornografia entre os jovens tem levado ao fenômeno que alguns especialistas estão chamando de “anorexia sexual” que consiste em uma maior dificuldade em ter relações sexuais com um parceiro real. O material excessivo pornográfico que visualizam contribuem para que se tornem menos sensíveis às estas imagens, causando impactos na libido e reduzindo drasticamente a ereção. Os neurologistas justificam que o vício em pornografia está associado às mudanças anatômicas ocorridas no cérebro que resultam em uma maior necessidade de estimulação externa do sistema de recompensa e, como consequência desse processo, os indivíduos recorrem, muitas vezes, à busca por novos estímulos pornográficos exagerados para conseguirem alcançar o prazer obtido antes de consumirem esse tipo de material. A neurocientista Valerie Voon mencionou a partir dos estudos realizados que o cérebro de uma pessoa viciada em material pornográfico se assemelha ao cérebro de um dependente químico. As drogas psicoativas alteram a dinâmica do sistema de recompensa do organismo, induzindo o cérebro a pensar que tais substâncias são essenciais para manter a sua sobrevivência. No rol das recompensas naturais humanas que incluem comer, dormir e o hábito do sexo, nota-se que tais fatores afetam o sistema de recompensa do cérebro do mesmo modo que as substâncias psicoativas. O sistema de recompensa diz respeito ao circuito neuronal responsável pelas sensações prazerosas e, como consequência, pela assimilação de novos aprendizados que podem originar a repetição de um dado comportamento, podendo ser ativado de modo natural pela ingestão alimentar ou mediante o ato sexual ou, do contrário, pode ser induzido por substâncias artificiais, como as drogas psicoativas. O desejo sexual é alavancado devido à ação da dopamina que é um neutrotransmissor que atua no cérebro. Ao atuar no cérebro, contribui para a diminuição dos estímulos negativos, além de proporcionar sentimentos benéficos como o êxtase e a excitação, criando condições propícias para a dependência no sujeito. Ao se considerar um relacionamento harmonioso entre um casal, a dopamina permite que direcionem a sua atenção um para o outro, causando uma sensação agradável de bem-estar na relação. Entretanto, o indivíduo, ao reduzir a atenção direcionada para a família, e partir para o consumo indiscriminado de material pornográfico, mobiliza o neurotransmissor de forma excessiva para o foco em imagens. O resultado disso é a formação de uma dependência química relacionada às imagens comparada por especialistas ao vício em cocaína, desencadeando problemas severos de ordem física, psicológica e emocional nos âmbitos sociais e familiares. O vício motiva o indivíduo a uma busca frenética por estímulos sexuais com o objetivo de sentir o efeito prazeroso proporcionado pela ação da dopamina, favorecendo a procura por maior quantidade de imagens eróticas visando a satisfação dos seus desejos. As pessoas que dedicam o seu tempo exaustivamente em busca de pornografia na internet recebem o diagnóstico de compulsão por sexo. O estudo apresentado aponta as consequências psicofisiológicas desencadeadas pela pornografia na sexualidade humana. Sendo assim, faz-se necessário repensar quais deverão ser as medidas adotadas para ajudar os indivíduos que alegam prejuízos decorrentes do seu uso, bem como alertar os pais e responsáveis legais das crianças e adolescentes sobre a importância de manter a vigilância e controle dos meios virtuais que utilizam os seus filhos, certificando-se que os mesmos estão expostos a conteúdos saudáveis e enriquecedores sob o ponto de vista psíquico, incentivadores do seu potencial criativo e livre expressão dos seus sentimentos.

*Por Saulo de Oliva
………………………………………………………………………….
*Fonte: vidaemequilibrio

O Facebook conhece tanto os seus gostos que pode mostrar um anúncio só para você

Nanossegmentação surge de um experimento único feito na plataforma por pesquisadores espanhóis. Especialistas em privacidade o veem como um perigo sem precedentes

O Facebook classifica os usuários por seus interesses. Se uma empresa quer mostrar anúncios a alguém que goste de motos, seja vegano, beba cerveja e veraneie em praias, a rede social permite. Agora, um novo estudo acaba de demonstrar que esses interesses podem ir se afunilando até que a audiência final de um anúncio seja um único usuário. Um grupo de acadêmicos espanhóis comprovou pela primeira vez como é simples e barato reduzir ao mínimo a audiência potencial. Assim, uma ferramenta de publicidade pode virar um pesadelo para a privacidade.

Outros estudos já tinham demonstrado que um pequeno conjunto de atividades cotidianas (localização, compras com cartão) é capaz de identificar uma pessoa individualmente. Os interesses no Facebook também permitem isso: com apenas 4 interesses raros ou 22 gerais é possível mandar um anúncio a um único entre os mais de dois bilhões de usuários do Facebook no mundo. Os interesses raros incluem, por exemplo, ser torcedor do time Puerta Bonita, do bairro de Carabanchel (Madri), ou fã de um grupo musical pouco conhecido da década de 1990; os interesses genéricos abrangem, por outro lado, o Real Madrid, café e comida italiana.

A novidade deste estudo é a facilidade com que se pode mandar um anúncio a um indivíduo específico. “Não me surpreendeu muito o número de interesses necessários para identificar um usuário”, diz David García, professor da Universidade Tecnológica de Graz, na Áustria. “O que me surpreendeu muito é que pudéssemos fazer uma campanha para um só indivíduo. Eu esperava que o Facebook tivesse um monte de controles, mas a verdade é que foi muito fácil”, acrescenta.

Especialistas em privacidade têm lido os resultados desse estudo com preocupação. Tampouco eles acreditavam que fosse possível alcançar grupos tão pequenos de usuários. “É um dos 10 artigos científicos sobre privacidade mais importantes da década até agora”, diz Lukasz Olejnik, pesquisador e consultor independente para questões de privacidade. O Facebook permitia a microssegmentação ao definir muito bem as audiências. Este experimento prova que também permite a nanossegmentação, reduzindo o foco do anúncio ao mínimo. “Minha surpresa se deve a que não acreditava que este tipo de segmentação já fosse possível: eu achava que a audiência mínima seria maior que um, e que estivesse limitada”, acrescenta Olejnik.

Quais os perigos disso? A imaginação pode voar. No artigo, cita-se o caso de um senhor que mandou mensagens à sua mulher uma década atrás, mas essa via também poderia servir para abordagens indesejadas ou para estabelecer comunicação quando outros canais estiverem bloqueados. Ángel Cuevas, pesquisador da Universidade Carlos III de Madri e também coautor do artigo, cita o seguinte exemplo. “Se eu tenho um cliente que talvez pense em mudar de fornecedor, atualmente posso através do Facebook lhe mandar uma série de mensagens prejudicando a concorrência”, diz. “São coisas mais cirúrgicas, que não necessariamente têm a ver com invasão de privacidade. Pode servir para se fazer chantagem com um anúncio do Facebook em lugar de phishing, e dizer: ‘Gravei você vendo pornô e você mora em tal lugar’. Ver isso no Facebook seria chocante”, acrescenta.

A política é outro dos candidatos óbvios, segundo Olejnik. “Poderia ir desde publicidade política a desinformação e hackeamento, de algo inocente a guerras cibernéticas”, acrescenta. O problema possível são as ideias que podem ocorrer a pessoas que se dedicam a tais assuntos. “Uma coisa é certa”, diz Olejnik. “Quem souber superar o tamanho mínimo de audiências terá um conhecimento realmente valioso. Dará consultoria por muito dinheiro.” Os autores por enquanto estão céticos, mas já fizeram conferências para grandes empresas dos EUA e departamentos de inteligência artificial.

O fantasma em microescala de algo semelhante ao escândalo da Cambridge Analytica também paira. “Desde aquele escândalo onde aparentemente se empregou o uso de perfis psicológicos para manipular, acreditemos ou não, há um setor do mundo da privacidade e do marketing que diz que é assim, que existe a capacidade de chegar a alguém porque é mais simples manipular um indivíduo só. Há estudos que afirmam que a probabilidade de que um usuário clique em um anúncio quando a campanha é muito perfilada para esse usuário cresce de maneira importante”, explica Cuevas.

Campanhas quase grátis
Quanto custa fazer campanhas assim? Centavos, ou mesmo nada. O Facebook cobra pelo número de usuários alcançados, e estas campanhas promovem o contrário. “Algumas campanhas, sobretudo as muito dirigidas, nos custaram poucos centavos de euro. Em algumas o Facebook nem chegou a nos cobrar. Já quando combinamos sete interesses nos cobraram bastante. Ao todo o gasto foi de 309 euros [2.000 reais]”, diz Cuevas.

Os usuários habituais do Facebook têm facilmente algumas centenas de interesses atribuídos. A base de dados de interesses dos autores do artigo provém de uma ferramenta que tinham para estudos prévios, instalada voluntariamente por usuários do Facebook em seu navegador. O número médio de interesses desse grupo de usuários é de 426, mas ao todo se somam quase 100.000 diferentes.

A companhia vê um erro de fundo no artigo, sobre como funciona o sistema de anúncios. “A lista de interesses que associamos a uma pessoa não é acessível aos anunciantes, a menos que essa pessoa decida compartilhá-los. Sem essa informação ou detalhes específicos que identifiquem uma pessoa que viu um anúncio, o método dos pesquisadores será inútil para um anunciante que tente violar as regras”, diz uma porta-voz da empresa. Os pesquisadores fizeram o experimento com suas próprias contas para comprovar sua tese: pegaram todos os seus interesses, selecionaram um grupo aleatório e viram que com 22 deles havia 90% de chances de verem determinado anúncio.

O Facebook tem razão ao alegar que conhecer os interesses de indivíduos quaisquer é tão ou mais difícil que conseguir seu endereço de e-mail. Mas não leva em conta os casos onde alguém seja famoso, conhecido pelo anunciante, ou que a pequena comunidade alvo seja anônima individualmente, mas identificável como grupo. Os pesquisadores, além disso, recordam que se forçaram a “fazer o experimento com uma mão atada às costas”, diz Cuevas. “Foi feito só com interesses, e o alcance geográfico é mundial, mas se eu conhecer sua idade, gênero, onde vive ou trabalha, posso partir de uma população-base muito menor ao começar a acrescentar interesses, de forma que eu precisaria saber ainda menos sobre você”, acrescenta.

O Facebook avisa aos anunciantes se escolherem uma audiência pequena demais: “Tente torná-la mais ampla”, diz uma mensagem. “Mas isso é só a título informativo; o Facebook não impede de realizar a campanha”, afirma Cuevas. O Facebook só deveria limitar efetivamente o número mínimo de audiência potencial. Nos resultados da campanha é onde viam que seu anúncio tinha afinal sido visto por apenas uma pessoa. O Facebook fechou a conta dos pesquisadores uma semana depois do experimento, há cerca de um ano.

O artigo não tem, segundo seus autores, uma pretensão regulatória clara, mas as implicações dos interesses como dado pessoal se tornam evidentes. “Estes são dados pessoais e deveriam estar incluídos no Regulamento Geral sobre Proteção de Dados (RGPD) da União Europeia, mas nosso artigo não persegue isso”, diz Cuevas. Outro tipo de campanha no Facebook, que usa o e-mail ou celular dos usuários, exige sua autorização, mas não com a segmentação por interesses: “Em nenhum momento você precisa pedir permissão para reunir interesses. Não encontramos isso nas inúmeras páginas legais do Facebook. Do ponto de vista do RGPD é outra coisa: se uma agência de proteção de dados investigar, pode dizer que juntar 20 interesses de um usuário significa que você tem que tratar isso como informação pessoal identificável. Tentamos não nos atolar num debate de termos legais”, explica Cuevas.

Esta concretude nas plataformas é um terreno ainda por explorar, embora a União Europeia já debata a limitação da microssegmentação em alguns âmbitos. A quantidade de informação individual que as principais plataformas têm sobre seus usuários lhes permite muitas opções. “Não sei se na Amazon se pode fazer o mesmo que fizemos no Facebook, mas a Amazon pode ter dados para inferir seus interesses a ponto de identificar você individualmente, e depois fazer uma campanha no Facebook para anunciar só para você”, diz García.

*Por Jordi Pérez Colomé
……………………………………………………………………….
*Fonte: elpais – Brasil

Brasil recicla menos de 3% do lixo eletrônico, aponta levantamento

Uma pesquisa do The Global E-waste Monitor 2020, que monitora dados sobre lixo eletrônico ao redor do planeta, mostrou que o Brasil não recicla quase nada do e-waste que produz anualmente. O levantamento aponta que menos de 3% do lixo desse tipo produzido no nosso país acaba sendo reciclado.

Lixo eletrônico ainda é um grande problema para a sustentabilidade no Brasil e no resto do mundo; transformação do cenário passa por mudança de hábitos e políticas públicas

O levantamento de dados local foi feito pela Radar Pesquisas a pedido da Green Eletron, gestora de logística reversa da Associação Brasileira da Indústria Eletroeletrônica (Abinee) e mostra que poucos brasileiros sequer conhecem o conceito de lixo eletrônico. Boa parte deles associou o termo a spams em e-mails.

“O Brasil descartou, apenas em 2019, mais de 2 milhões de toneladas de resíduos eletrônicos, sendo que menos de 3% foram reciclados. Além das possíveis contaminações de solo e água com o descarte incorreto, também há um grande desperdício, porque os materiais reciclados podem ser reutilizados em diferentes indústrias, evitando a extração de matérias-primas virgens”, explicou Ademir Brescansin, gerente executivo da Green Elétron.

O caso preocupa justamente porque o número de eletrônicos só cresce no Brasil e um descarte adequado é necessário para o meio ambiente. Segundo o levantamento, mais de 54 toneladas de lixo eletrônico como pilhas, computadores e baterias acabam sendo descartados de forma irregular globalmente.

………………………………………………………………………..
*Fonte: hypeness

8 coisas que as mulheres só fazem quando estão apaixonadas

Homens e mulheres realmente são seres individuais e particulares, e é por isso que não podemos esperar que se comportem de maneira parecida.

O ser humano por sua vez, tende a agir de uma forma diferente, e fujir do convencional quando está apaixonados, os seus hormônios mudam, os níveis de componentes químicos em seu cérebro se alteram e uma série de reações passam a acontecer em nosso organismo.

1- Repassa mentalmente os seus melhores momentos juntos a cada 1 hora
Quando se está apaixonado, é difícil não pensar na pessoa que amamos. E as mulheres em especial, tendem a gostar de repassar e consequentemente reviver alguns momentos em sua mente, apenas para sentir mais uma vez aquela emoção que sentiu quando as coisas de fato aconteceram.

2- Fala sobre ele o tempo todo, visto que praticamente tudo a faz se lembrar da sua existência
Se alguém fala em chocolate, você se lembra da vez que saíram para a sorveteria e ele escolheu aquele sabor, que é o seu favorito e etc.

Você acaba falando sobre ele a cada 5 minutos, até porque simplesmente tudo te faz se lembrar dos momentos que viveram juntos.

3- Abre mão dos rolinhos e dos demais caras da geladeira
Sim! Um preciso sinal que pode indicar que uma garota realmente está apaixonada, é o fato dela simplesmente abrir mão de todos os seus rolos e pretendentes, porque literalmente não sente que precisa de nenhum deles, e que agora dará certo e será feliz apenas com você.

4- Passa a se arrumar ainda mais quando sabe que irá se encontrar com ele
As mulheres já são vaidosas por natureza, mas quando estão apaixonadas então, obviamente passam a se cuidar a ainda mais, pois agora, elas possuem mais um motivo para isso.

5- Ela passa a se interessar por assuntos que antes não gostava apenas para fazer ainda mais parte do seu universo
Ela se torna mais suscetível e interessada nos assuntos que ele adora e se interessa. Esse ato por sua vez, tende a ocorrer de maneira espontânea e quase inconsciente, visto que tudo que é relacionado a ele, perante os nossos olhos, se torna algo divertido.

6- Ela aceita experimentar coisas novas ao seu lado
Sexy long legs of a caucasian woman wearing garter belt and stockings.With high heels shoes with golden rhinestones.

Quando uma mulher está amando, ela se questiona menos e se entrega mais. Além disso, a grande maioria das coisas realmente se tornam mais divertidas quando sabemos que a faremos ao lado e com quem estamos amando.

7- Ela tende a ser mais espontânea
As risadas, as piadas, os comentários bobos, todas essas coisas fluem naturalmente es espontaneamente entre vocês, até porque ela simplesmente não consegue segurar tudo aquilo que pensa ou sente quando está ao seu lado.

8- Se permite ser mais vulnerável e acessível para ele
Toda mulher tem lá a sua casquinha de proteção, que geralmente criamos quando saímos de outros relacionamentos ou sofremos grandes decepções.

Por outro lado quando uma mulher começa a se apaixonar novamente, ela tende a se deixar vulnerável, mas não da maneira negativa, o que ela faz é se abrir para a outra pessoa e se entregar a aquilo que realmente sente.

E então queridos leitores, vocês já sabiam que as mulheres ficavam exatamente assim quando apaixonadas? E vocês meninas, adicionariam algum outro item a essa lista? Conta pra gente aqui em baixo pelos comentários.

………………………………………………………………….
*Fonte: vidaemequilibrio

O que é metaverso, a nova aposta das gigantes de tecnologia

No fim do último mês de setembro, o Facebook anunciou investimento de US$ 50 milhões para construir seu próprio metaverso.

Meses antes havia sido a Epic Games, empresa de jogos eletrônicos por trás do Fortnite, que virou febre mundial. A companhia fundada por Tim Sweeney levantou US$ 1 bilhão em uma rodada de investimentos em abril para financiar “sua visão de longo prazo para o metaverso”.

Mas do que se trata a novidade, apontada por especialistas como a nova aposta das gigantes de tecnologia?

De longe, o metaverso pode parecer uma versão repaginada da tecnologia de realidade virtual. Alguns especialistas argumentam, contudo, que ele se desenha como o futuro da internet. Para efeito de comparação, esse novo universo digital seria para a realidade virtual o que os smartphones modernos representaram para os celulares “tijolões” dos anos 1980.

Isso porque, em vez de se restringir ao computador, o metaverso permitiria que o usuário entrasse em um universo virtual mais amplo, conectado com todo tipo de ambiente digital.

Ao contrário da realidade virtual hoje, usada majoritariamente no mundo dos games, poderia ser aplicado em outras áreas – no mundo do trabalho, para a realização de shows, exibição de filmes ou simplesmente como um espaço para relaxar.

Como o conceito ainda está no campo das ideias, contudo, não existe uma definição exata do que é um metaverso. Na visão de alguns, por exemplo, cada usuário teria nesse “mundo paralelo” um avatar em 3D, uma representação de si mesmo.

Por que agora?
Novos modismos tecnológicos ligados à realidade virtual têm surgido a cada poucos anos, para desaparecerem algum tempo depois.

No caso do metaverso, contudo, há um enorme entusiasmo entre grandes investidores e empresas de tecnologia, e ninguém quer ficar para trás se esse de fato se mostrar como o futuro da internet.

Como pano de fundo, existe ainda a visão de que, finalmente, a tecnologia e a conectividade avançaram o suficiente para levar a realidade virtual a um outro patamar.

O interesse do Facebook
Construir um metaverso é hoje uma das prioridades do Facebook.

A companhia tem investido pesadamente no segmento de realidade virtual. Há alguns anos, lançou seu próprio headset, batizado de Oculus, vendido hoje a um preço menor do que o cobrado pela maioria dos rivais – em algumas situações, abrindo mão inclusive do lucro, conforme a avaliação de alguns analistas.

Também tem desenvolvido aplicativos de realidade virtual para plataformas de comunicação, os chamados social hangouts, e de trabalho, alguns com interação inclusive com o mundo real.

Apesar do longo histórico de aquisição de concorrentes, o Facebook já declarou que o metaverso “não será construído da noite para o dia por uma única empresa” e afirmou desejar colaborar nesse sentido.

Parte do investimento de US$ 50 milhões será usado, segundo a empresa, para financiar grupos sem fins lucrativos que ajudarão a “construir o metaverso com responsabilidade”.

Para a companhia, contudo, o mundo ainda precisa de outros 10 ou 15 anos para que a ideia comece a tomar forma de maneira mais concreta.

A ‘experiência musical’ do Fortnite
Tim Sweeney, CEO da Epic Games, há muito fala sobre seus planos envolvendo o metaverso.

Os universos interativos fazem parte do mundo dos games faz décadas. Eles não são exatamente metaversos, mas têm alguns paralelos.

Nos últimos anos, o Fortnite, por exemplo, expandiu seu leque de produtos, realizando shows e eventos de marcas e dentro de seu mundo digital. Em agosto deste ano, a cantora americana Ariana Grande fez uma série de shows dentro do jogo, uma “experiência musical”, assistida por milhões de pessoas.

Os novos caminhos abertos pelo Fortnite impressionaram muita gente – e acabaram colocando a visão de Sweeney do metaverso em destaque.

Outros jogos também têm flertado com o conceito de metaverso. O Roblox, por exemplo, reúne em uma plataforma milhares de jogos conectados ao ecossistema maior, em que os jogadores podem criar experiências diferentes.

Nesse sentido, há ainda a plataforma Unity, para desenvolvimento de aplicativos em 2D e 3D, e que hoje está investindo no que chama de “gêmeos digitais” (cópias do mundo real), e a multinacional Nvidia, que está construindo seu “omniverse”, uma plataforma para conectar mundos virtuais 3D.

Além do mundo dos games
Embora existam muitas ideias diferentes sobre o que o metaverso pode ser, a maioria das visões coloca a interação social como núcleo.

O Facebook, por exemplo, tem experimentado um aplicativo de reuniões de realidade virtual chamado “Workplace” e um espaço social batizado de “Horizons”. Em ambos são usados sistemas de avatar virtual.

Outro aplicativo, o VRChat, não foi pensado em torno de uma atividade específica, mas como um local em que as pessoas possam curtir, conversar e conhecer gente nova.

E parece não haver limites para a criatividade. Em entrevista recente ao Washington Post, Sweeney, da Epic Games, disse imaginar um mundo em que uma fabricante de automóveis que queira fazer propaganda de um novo modelo possa disponibilizá-lo na plataforma para que as pessoas consigam dirigi-lo.

Essa mesma ideia poderia ser levada à indústria da moda: pode ser que as pessoas passem a experimentar roupas digitais enquanto compram online.

Um longo caminho
A realidade virtual percorreu um longo caminho nos últimos anos. Os headsets de última geração, por exemplo, criam a ilusão de que nossos olhos estão enxergando imagens em 3D enquanto o jogador se move em um mundo virtual.

A tecnologia também tem se tornado mais popular – o Oculus Quest 2, por exemplo, headset de RV do Facebook, fez sucesso no Natal de 2020 em alguns países.

A explosão de interesse em NFTs (“token não fungíveis”, em tradução livre), por sua vez, pode apontar um caminho sobre o futuro do funcionamento de uma eventual economia virtual. Esses tokens criptográficos permitem a criação de um certificado digital de propriedade que pode ser uma maneira eficiente de rastrear de forma confiável a propriedade de bens digitais.

Mundos digitais mais avançados também precisarão de uma conectividade melhor, mais consistente e mais móvel – algo que pode ser resolvido com a disseminação do 5G.

Por enquanto, porém, tudo está nos estágios iniciais. A evolução do metaverso – se ele vier a se desenvolver de fato – vai ser disputada entre as gigantes da tecnologia no decorrer da próxima década ou por até mais tempo.

…………………………………………………………………………………
*Fonte: brasil-bbc

Bauman e a dificuldade de amar – Anna Carolina Pinto

Zygmunt Bauman é autor de inúmeras obras com a palavra líquido em seu título. A noção de liquidez proposta pelo filósofo e sociólogo polonês, falecido no começo desse mês, é aplicada aos mais variados temas como a modernidade, o amor, o medo, a vida e o tempo, expressando a fluidez, isto é, a imensa facilidade com que estes elementos escorrem pelas mãos do homem moderno. A ideia, extraída de “O Manifesto Comunista” de Marx e Engels, vem da célebre afirmação de que tudo que é sólido se desmancha no ar e de que tudo que é sagrado é profanado: assim é a modernidade e sua essência que se alastra pela vida do homem moderno transformando-o não só como indivíduo, mas também como ser relacional.

O primeiro livro do Bauman que li foi “Amor Líquido” o qual, carinhosamente, valendo-me das palavras de Caetano, defino como “um sopapo na cara do fraco”, que me fez e faz, já que essa sorte de questionamento é constante, pensar na forma como nos relacionamos hoje em dia. Um ponto alto do livro, aos meus olhos, é o capítulo no qual Bauman fala sobre a dificuldade de amar o próximo destacando o modo como lidamos com os estranhos. Penso que nessa dificuldade é que se encontra a raiz de tantos dos nossos problemas seja na esfera pessoal ou pública. E é sobre isso que eu gostaria de refletir conjuntamente hoje.

Vivemos em uma sociedade fortemente marcada pelo conflito ser x ter na qual o homem passa a se expressar pelas suas posses, elementos definidores de sua própria identidade, o que reflete na busca por certa conformidade que ceifa a pluralidade de existências e segrega o que é diferente, estranho. O modo como as cidades se dividem é exemplo disso, os nichos considerados seguros são aqueles onde todos se parecem, exacerbando a nossa dificuldade em lidar com os estranhos que passam a ser evitados através de sistemas de segurança, muros, priorização de espaços que assegurem a conformidade de seus freqüentadores como os shoppings e etc. Evitar a todo custo o incômodo de estar na presença de estranhos, começar a enxergar naquele que sequer se sabe o nome um inimigo em potencial e desconfiar de tudo e de todos só é possível graças ao desengajamento e ruptura de laços para o sociólogo polonês.

Se levarmos em conta que amar outra pessoa não é amar o que projetamos nela e sim a sua humanidade e singularidades, não será difícil compreender que o amor é um desafio nos tempos de modernidade líquida. A busca pela felicidade individual nos transforma em tribunais individuais e, na disputa pela sentença a ser proferida, não raro, o que se vê é sair vencedor aquele que se recusa a ouvir o outro. Facilmente, pois, livramo-nos dos compromissos e de tudo aquilo que nos pareça incômodo. Ainda que tão agarrados a nós mesmos, paradoxalmente, é bastante comum que a solidão seja companhia (e problema) constante de quem vive a descartar.

Os muros que construímos ao nosso redor, físicos ou emocionais, têm mesmo esse condão de isolar e criar dois mundos em cada um de seus dois lados: o de dentro e o de fora. O último, espaço cativo dos que nos incomodam- aqui incluídos tanto quem nos relacionamos de forma íntima, quanto aqueles que preferimos distantes, inviabilizados de estar perto, enfim, aniquilados ao prender, matar, limitar a circulação, fixar em zonas periféricas e etc. É que Narciso acha feio tudo que não é espelho, já diria, mais uma vez, o sempre genial Caetano Veloso.

Dessas reflexões que vão (muito) longe e que, por ora, encerro aqui fica sempre uma mensagem muito clara para mim: amar (mesmo) é um ato revolucionário e só ama quem tem coragem o bastante pra lidar com esse desafio porque sabe que, por mais que nem tudo sejam flores, esse amor “sólido” é que nos impulsiona a querermos ser melhores seja como pessoa ou sociedade. Parece distante e utópico, mas está dentro de nós: ame profunda e verdadeiramente. Até quem você não conhece.


*Por Anna Carolina Cunha Pinto
…………………………………………………………………………………………………
*Fonte: revistaprosaversoearte

“A obsessão por ser feliz o tempo todo faz as pessoas se sentirem péssimas”

Para o psicólogo israelense Tal Ben-Shahar, que lecionou por 25 anos em Harvard, o grande mal do século XXI é que não se busca tempo para o descanso

Tal Ben-Shahar (Ramat Gan, Israel, 1970), doutor em Psicologia e Filosofia pela universidade de Harvard, onde foi professor por 25 anos, soma outros tantos estudando a felicidade. Como muitos especialistas, acredita que o grande inimigo do bem-estar seja o estresse, do qual 94% dos universitários norte-americanos padecem. “É a nova pandemia global”, diz, em alusão ao qualificativo empregado pela Organização Mundial da Saúde. Os médicos o chamam de “assassino silencioso”, conta. Mas o psicólogo israelense acredita que durante anos estivemos olhando para o lado errado; não é preciso estudar os fatores que o provocam, e sim as condutas que não o curam. “Deixamos de dar importância ao descanso, à recuperação, e não basta o sono”, observa.

Pergunta. Existe um sistema imunológico psicológico? Há pessoas que têm maior tendência à tristeza?

Resposta. A genética faz a diferença. Por exemplo, eu não nasci com uma genética ligada às emoções positivas. Quando criança sentia ansiedade, assim como meus pais e avós; sofremos dela geração após geração. O fato de ser infeliz me levou ao interesse por esse campo: a ciência da felicidade. Nos anos 70, nos Estados Unidos, foi feita uma série de investigações sobre gêmeos com genes idênticos. Foram separados ao nascer, criados em países diferentes, com economias diferentes. Passados os anos, observou-se que havia muitas semelhanças quanto aos seus níveis de bem-estar, seu comportamento e inclusive suas paixões. Em média, a felicidade depende 50% da genética, 40% das escolhas pessoais e 10% do ambiente. Esses percentuais podem mudar em situações extremas, como uma guerra.

P. Como se medem os níveis de felicidade no cérebro?

R. Há padrões cerebrais associados à felicidade, à depressão e à raiva. Não é só uma parte, e sim múltiplas que trabalham de forma conjunta. Um exemplo é o córtex pré-frontal: a parte esquerda está associada às emoções positivas, e a direita às negativas. É importante conhecer as descobertas neste campo para entender que, com nossa conduta, podemos melhorar os níveis de bem-estar.

P. Há um boom, centenas de best-sellers sobre o tema. Estamos mais preocupados em tentar ser felizes?

R. Não, é algo ancestral. Há 2.500 anos, Aristóteles escrevia sobre isso. A Bíblia também trata desse tema. Sempre foi parte do nosso pensamento. A diferença é que agora temos mais tempo livre, e a isso se somam certas expectativas irreais quanto à vida. O resultado é que nos sentimos infelizes porque não entendemos o que é a felicidade.

P. O que é a felicidade?

R. Não é possível estar feliz sempre. As emoções negativas, como a raiva, o medo e a ansiedade, são necessárias para nós. Só os psicopatas estão a salvo disso. O problema é que, por falta de educação emocional, quando as sentimos as rejeitamos, e isso faz que se intensifiquem e que o pânico nos domine. Se bloquearmos uma emoção negativa, igualmente bloquearemos as positivas. É preciso sentir o medo e sermos conscientes de que vamos em frente mesmo com ele. Não é resignação, e sim aceitação ativa. Quando meu filho David nasceu, um mês depois comecei a sentir ciúmes dele. Minha esposa lhe dedicava mais atenção que a mim. Às vezes as emoções se polarizam, chegamos a extremos, e nem por isso somos melhores ou piores pessoas. Somos humanos.

P. Segundo um recente estudo da agência europeia Eurofound, os níveis de estresse estão aumentando na escola, e a transição dos jovens para a vida adulta se complica pelas expectativas de seus pais e as pressões da sociedade.

R. As expectativas têm um papel-chave na felicidade. A mais perigosa é acreditar que se pode estar constantemente na crista da onda. A obsessão por ser feliz o tempo todo faz as pessoas se sentirem péssimas. Nos últimos anos as redes sociais influíram bastante; ver as caras sorridentes dos outros, suas idílicas relações a dois, um trabalho exemplar. Quando sentimos tristeza ou ansiedade, essas imagens reforçam nossa ideia de que estamos fazendo algo de errado. Mas nada disso é real, todos vivemos numa montanha russa emocional. É inevitável, e não é ruim.

P. A depressão ameaça 14% dos jovens europeus entre 15 e 24 anos, segundo o último relatório do Eurofound, e lideram o ranking países como a Suécia (com uma taxa de 41%), Estônia (27%) e Malta (22%). Na Espanha, onde a taxa de desemprego juvenil é mais elevada, está abaixo de 10%. O que está falhando?

R. Vou lhe dar outro exemplo. Nos Estados Unidos, a cada cinco anos se medem os níveis de saúde mental, que costumam variar 1% para cima ou para baixo. No último período, os resultados foram muito diferentes: entre adolescentes, os níveis de depressão cresceram até 30%. Um dos motivos é que estão diminuindo as interações cara a cara, substituídas pelo smartphone. As relações pessoais são um antídoto contra a depressão.

P. No século XIX, trabalhava-se até 18 horas por dia, e nenhuma lei impedia de fazê-lo 24 horas se fosse necessário. Hoje temos maior qualidade de vida. Qual é a raiz da insatisfação permanente?

R. A expectativa dos trabalhadores na vida era prover suficiente comida à sua família para sobreviver. Hoje pensamos em ganhar mais dinheiro, nas férias sonhadas… Hoje você pode fazer tudo; mesmo que tenha um emprego interessante e goste de seus colegas, não é suficiente. Como pode escolher e mudar, nunca está satisfeito.

P. Como a escola pode nos preparar para saber o que é a felicidade?

R. É preciso ensinar a cultivar relações sadias, a identificar propósitos e sentido no que fazemos. E o mais importante: a encontrar tempo para o descanso. As pesquisas demonstraram que esse é o grande problema, que não nos recuperamos do estresse. Não vale ler best-sellers de autoajuda, é preciso uma ação. No trabalho, fazer uma pausa de 30 minutos a cada duas horas, ou de 30 segundos se você trabalhar na Bolsa, mas desconectar e respirar. Tirar um dia de folga. Aprender que a felicidade não é um código binário, de um a zero, e sim um sobe e desce. É uma viagem imprevisível que termina quando você morre.

*Por Ana Torres Menárguez
…………………………………………………………………………..
*Fonte: brasil_elpais