Amigo ou comida? Estudo busca compreender como os humanos enxergam outros animais

Como nós, os humanos, enxergamos os outros animais com os quais dividimos o planeta – e com os quais criamos amizades ou dos quais nos alimentamos? Quais animais vemos como amigos, e quais entendemos que vale a pena defender? Foram essas questões que um estudo recente buscou responder, para principalmente compreender a diferença do olhar sobre outros animais a partir de grupos humanos diversos –vegetarianos e ativistas pelos direitos dos animais e pessoas que não se enquadram nessas categorias.

Realizado em Cingapura e publicado na revista CABI Human-Animal Interactions, o estudo trabalhou com a classificação de 16 animais, como tubarão, jacaré, porco, cachorro, polvo, coelho, vaca e orangotango, utilizando o Modelo de Conteúdo Estereotipado (SCM) para uma bateria de entrevistas e questionários.

Curiosamente, apesar das aguardadas diferenças entre os vegetarianos e/ou ativistas – referidos na pesquisa como “absolutistas” – e quem não se enxerga em tal grupo – intitulados “neutros” no estudo –, o resultado mostrou que os dois grupos são muito mais próximos do que eles próprios pensam.

O que mais chamou a atenção dos pesquisadores, segundo comunicado, foi o fato de “absolutistas” e “neutros” enquadrarem de modo geral os animais não humanos nos mesmos estereótipos, divididos entre classificações de “Calor” e “Competência”, nas categorias “Piedade”, “Desprezo”, “Inveja” e “Admiração” – a curiosa exceção foi a galinha, único animal classificado de forma diferente pelos grupos. Os animais, no entanto, não caíram, de acordo com o resultado da pesquisa, em quadrantes claros e, por isso, é necessário um estudo maior com mais espécies envolvidas no futuro.

A galinha foi o único animal visto de forma diferentes pelos dois grupos de pessoas da pesquisa

“Nós obviamente ‘amamos’ o cão ou o orangotango, que são altamente calorosos e competentes e ‘temos pena’ dos animais ruminantes agradáveis, mas indefesos, que usamos como fonte de alimento, como a vaca ou o cordeiro”, diz o artigo que apresenta a pesquisa. “As descobertas atuais sugerem que sentimentos humanos gerais sobre animais não humanos podem ser originados de atalhos mentais de julgamentos e permutações de valores sociais adaptativos”, afirmou Paul Patinadan, principal autor do estudo.

O orangotango foi posicionado junto do cachorro, como um animal amado e amigo na visão dos humanos

“As ideologias éticas das pessoas sobre animais não humanos não parecem afetar as permutações sociais que concedem às diferentes espécies”, diz Patinadan. “Entender o lugar de nossos próprios julgamentos morais entre os animais não humanos pode ajudar a finalmente definir a natureza nebulosa da interação humana com os seres que compartilham nosso mundo conosco”, conclui o comunicado.

*Por Vitor Paiva
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*Fonte: hypeness

Genial: youtuber recria disco inteiro do Radiohead com sons do jogo “Mario 64”

Usuário da plataforma aproveitou todos os 42 minutos e 26 segundos do sétimo álbum da banda, “In Rainbows”

Olha que ideia incrível: o YouTuber responsável pelo canal “on4word” recriou o disco clássico In Rainbows, lançado pelo Radiohead em 2007, usando sons do jogo Super Mario 64.

No mash-up, o usuário da plataforma do Google aproveitou todos os 42 minutos e 26 segundos do sétimo álbum da banda de Thom Yorke, que inclui sucessos como “Reckoner”, “Nude” e “Videotape”, e o resultado ficou incrível.

Cada faixa foi baseada no álbum original com um toque bem característico dos sons de Mario 64, incluindo as batidas de bateria tradicionais dos jogos da época, além de efeitos sonoros de sintetizador de sinos e caixas.

Legal demais, hein? Confira na íntegra ao final da matéria!

Radiohead anunciou retorno em 2023
Como a gente te contou aqui, o Radiohead deve “se reunir” neste ano após um hiato que permitiu que os integrantes se dedicassem a outros projetos.

O último álbum de estúdio da banda foi A Moon Shaped Pool, de 2016, e sua última turnê aconteceu em 2018, quando o Radiohead inclusive veio ao Brasil.

Em 2021, o grupo lançou KID A MNESIA, álbum triplo que celebra os 20 anos dos discos Kid A (2000) e Amnesiac (2001). O material chegou junto com um terceiro disco de raridades e lados B chamado Kid Amnesiae.

*por Gabriel Von Borell
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*Fonte: tenhomaisdiscosqueamigos

Historymaps, o Mapa Interativo de eventos históricos do mundo

Se tem uma matéria na escola com um potencial incrível para ser o melhor momento de todos é a disciplina de história. Relembrar acontecimentos do passado que ocorreram em épocas onde a tecnologia como a conhecemos hoje era simplesmente inexistente, descobrir que vários países já existiram anos atrás e hoje são apenas… história?! Tudo isto é mais do que suficiente para chamar a atenção — mas, ainda assim, muitos alunos simplesmente não suportam as aulas de história e acham a disciplina bastante chata.

Mas e se houvesse uma forma de tornar tudo isto muito mais interessante, quase interativo? E se as aulas de história pudessem levar os alunos ou entusiastas da história da humanidade direto até os locais onde grandes conflitos marcaram para sempre o futuro do mundo como o conhecemos? Pois saiba que tal possibilidade existe e ela se chama HistoryMaps.

HistoryMaps, o mapa interativo
Com uma proposta inteligente, o site HistoryMaps chama a atenção justamente por simplicidade: o site é fácil de usar e está disponível em vários idiomas diferentes. O portal nada mais é do que uma combinação entre dois elementos, um mapa e uma linha do tempo de eventos.

Site aposta em conteúdo interativo e informativo para capturar a atenção do usuário, ensinando história de maneira mais interessante e divertida

A combinação desses dois fatores é que faz com que a mágica aconteça, levando o estudante, leitor, historiador ou entusiasta a aprender de maneira visual e intuitiva sobre diversos eventos que marcaram a história do nosso planeta. Este nível de imersão é o que destaca o HistoryMaps, oferecendo uma grande vantagem em relação aos livros que, embora tenham apelo para uma parcela dos estudantes e acadêmicos, nem sempre conseguem capturar a atenção da maioria dos leitores.

Engajando o aprendizado
Ao permitir ao leitor basicamente viajar até a região onde dado evento ocorreu, o site gera um nível de imersão até então inexistente na maioria das mídias similares. O portal oferece não apenas imagens e textos bem escritos, contando os detalhes de cada batalha ou período específico da história da humanidade.

É possível acompanhar os principais acontecimentos históricos de várias partes do mundo divididos em linhas do tempo para facilitar o aprendizado

Escolhendo, por exemplo, aprender sobre a história da Coreia, o usuário do site imediatamente recebe uma curta explicação sobre a história local, vê exatamente em que lugar do globo aquela região está localizada e recebe acesso a uma listinha que funciona como uma linha do tempo de eventos importantes que já ocorreram por ali. Ao selecionar um desses pontos importantes, o site imediatamente atualiza o texto, oferecendo uma explicação detalhada sobre aquela ocasião em especial, trazendo novas imagens e até mesmo uma localização mais aproximada no mapa à esquerda da tela.

E isto vale para eventos importantes em todo o planeta: quer aprender mais sobre as conquistas de Alexandre, o Grande? Basta selecionar esta “aula” no site. É fã de séries da Netflix e quer saber como eram mesmo os Vikings? O HistoryMaps tem muito material detalhado sobre o assunto.

Gratuito, o HistoryMaps oferece aulas interativas incríveis sobre a história da humanidade desde Idade Antiga até a Idade Contemporânea, sendo o último material disponibilizado referente à Guerra do Vietnã.

>> Acesse aqui o site HistoryMaps

*Por Rodrigo Esteavam
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*Fonte: megacurioso

Aprenda a fazer um bom churrasco no apartamento

Escolher a churrasqueira certa e saber alguns truques na hora de assar a carne podem garantir uma experiência completa em torno da brasa

Prática ancestral e tradição adotada pelos brasileiros há séculos, dos Pampas ao sertão, da costa ao cerrado, o churrasco transpõe a gastronomia como símbolo de confraternização e celebração. Evento que, no imaginário, comumente acompanha cenários que remetem a um estilo de vida pacato, ao campo, com vistas de horizonte livre.

Mas especialmente nos últimos anos os centros urbanos não só agregaram com sucesso o sabor e o ambiente do churrasco, com uma crescente de espaços dedicados, como despertaram (ou devolveram) o desejo de trazer a reunião festiva para dentro do lar, seja para um churrasco tradicional de fim de semana ou para um almoço na brasa

Mas como fazer um bom churrasco em um espaço às vezes pequeno, dentro de um apartamento? Reunimos algumas dicas e truques para melhorar sua experiência de reunião em torno da brasa.

A churrasqueira
Para trazer o churrasco para o apartamento ou áreas residenciais reduzidas merecem consideração fundamental a produção de fumaça e os sabores desejados, fatores condicionados à verdadeira estrela do churrasco: a churrasqueira.

Parece óbvio, mas qualquer bom churrasco começa pela churrasqueira. E é justamente aí que muito churrasco se perde. No caso do churrasco de apartamento, o ambiente e toda a experiência também podem sofrer as consequências da escolha errada.

Tanto a churrasqueira adequada quanto o manuseio irão ditar o sabor e memória do evento. Veja os modelos que podem ser levados para dentro de casa, indicações de uso e peculiaridades.

Churrasqueira elétrica
Campeã de praticidade

Basta ligar na tomada, pré-aquecendo por 5 minutos.

Fácil transporte.

Fácil limpeza. A dica é limpar a grelha usando sabão neutro enquanto ainda quente, para melhor remover os resíduos. *A dica aplica-se aos demais tipos de churrasqueira.

Mas atenção:

Indicada para o preparo de cortes menores, como bifes de até três dedos de espessura.

Limita a quantidade de carne assada simultaneamente. Por mais potente que seja, não atinge a temperatura do carvão.

Perde-se o sabor do defumado (efeito do carvão). A alternativa é defumar a carne a seco. Acenda um pedaço de madeira frutífera, como macieira, e abafe junto à carne crua em um recipiente de 5 a 10 minutos, para um leve sabor da fumaça.

Modelos em que a resistência fica embaixo da grelha podem gerar fumaça ao assar carnes mais gordurosas.

Na hora de comprar:

Desconsidere os modelos demasiados pequenos e considere a potência do calor. Quanto maior a potência, mais calor, importante para selar a carne.

Opte por modelos com controle de temperatura. Como a churrasqueira elétrica não tem andares, ou seja, distância entre a fonte de calor e a grelha, a possibilidade de ajuste é útil para o preparo de carnes que levam mais tempo em temperatura branda para assar.

Churrasqueira a gás
Variedade

Gera mais calor que a churrasqueira elétrica.

Possui tamanhos maiores.

A maioria tem uma tampa, tornando também um forno.

A maioria possui controle de temperatura, possibilitando o preparo de desde bifes até peças inteiras como costela, cupim e outros.

Mas atenção:

Modelos com a fonte de calor embaixo da grelha são mais difíceis de se limpar.

Perde-se o sabor do defumado.

Na hora de comprar:

Os modelos com fonte de calor nas laterais geram pouquíssima fumaça, pois a gordura não cai sobre a fonte de calor, e sim em um recipiente com água.

Há opções para embutir ou portáteis.

Churrasqueira a carvão
Churrasco completo

A vantagem é o tamanho, aumentando a fonte de calor.

Confere sabor defumado às carnes.

É tradição.

Mas atenção:

Manuseio e manchas do carvão.

Produção de fuligem e a fumaça. Dicas para diminuir a fuligem são tipos especiais de carvão, chamados de briquetes (pó de carvão prensado), cortes com menos gordura, e a utilização de uma coifa de exaustão. Outra dica é guardar as cinzas do churrasco anterior, que além de diminuir drasticamente a temperatura da churrasqueira abafa o fogo sem a necessidade de jogar água.

Churrasqueira ecológica
Variedade

Assa a carne por completo, pois gera calor nas laterais.

Não gera fumaça, pois a gordura não cai sobre a brasa.

Mas atenção:

A desvantagem é usar o carvão como fonte de calor, mas não como agregador de sabor, que é a fumaça.

*José Almiro, churrasqueiro profissional e apresentador do canal Churrasqueadas, maior perfil de receitas de churrasco das redes sociais.
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Fonte: exame

Seis minutos de exercícios físicos intensos podem retardar o início do Alzheimer, diz estudo

Se os exercícios físicos regulares são capazes de proteger o corpo dos efeitos nocivos do envelhecimento de modo geral, seus benefícios naturalmente são também sentidos por nosso cérebro, sendo capazes de até mesmo retardar o surgimento de doenças neurodegenerativas como o Alzheimer. É esta a conclusão de estudo realizado por cientistas neozelandeses e publicado na revista The Journal of Physiology, confirmando que períodos curtos e intensos de exercícios – como andar de bicicleta – protegem o cérebro de perdas cognitivas provocadas pela passagem do tempo, e prolongam sua vida útil.

O segredo está na produção de uma proteína chamada “Fator Neurotrófico Derivado do Cérebro” (BDNF), ligada diretamente à formação do cérebro, ao aprendizado e à memória, que é estimulada pelos exercícios. De acordo com o estudo, a BDNF auxilia na capacidade do órgão de formar novas conexões e na sobrevivência dos neurônios: os exercícios breves e intensos são justamente a maneira mais eficaz de estimular e ampliar a produção da proteína.

“A BDNF tem se mostrado muito promissora em modelos animais, mas as intervenções farmacêuticas até agora falharam em aproveitar com segurança o poder protetor da proteína em humanos”, afirmou Travis Gibbons, cientista da Universidade de Otago, na Nova Zelândia, e principal autor do estudo. “Vimos a necessidade de explorar métodos não farmacológicos para aumentar naturalmente a BDNF e ajudar no envelhecimento saudável”, explicou.

O trabalho contou com seis homens e seis mulheres entre 18 e 56 anos, e também avaliou a influência do jejum na produção de BNDF, combinado às variações de intensidades exercícios, como após períodos de 20 horas de jejum, após exercícios leves (90 minutos de ciclismo de baixa intensidade), exercícios de alta intensidade (seis minutos de ciclismo intenso) e com jejum e exercícios combinados.

De acordo com os resultados, os esforços curtos e vigorosos foram os mais eficazes, aumentando a produção da proteína em quatro a cinco vezes comparado ao jejum ou ao exercício leve e prolongado.

Segundo o autor, ainda que as causas dessas variações não sejam conhecidas e novas pesquisas se façam necessárias, a explicação pode estar na relação com o metabolismo da glicose, ou no aumento do número de plaquetas, mais influenciado pelo exercício.

“Estamos curiosos para saber se o exercício intenso no início de um jejum acelera os efeitos benéficos dele. Jejum e exercícios raramente são estudados juntos. Achamos que o jejum e o exercício podem ser usados em conjunto para otimizar a produção de BDNF no cérebro humano”, concluiu Gibbons.

*Por Vitor Paiva
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Fonte: hypeness

Método científico constrói o solo de guitarra perfeito; ouça e tire a prova

Iniciativa da revista britânica Total Guitar contou com análise de 50 solos escolhidos por leitores para montar o produto ideal

Como soaria o solo de guitarra perfeito? Cada pessoa tem uma resposta diferente para essa pergunta, mas há alguns solos tão históricos que podem ser até considerados unânimes entre os fãs do instrumento mais popular do mundo moderno.

Ciente disso, a revista britânica especializada Total Guitar buscou montar o que seria o solo de guitarra perfeito a partir da construção dos melhores – e com base em um método científico. Inicialmente, a publicação fez uma enquete com seus leitores para saber os seus 50 solos favoritos – e o trabalho de Brian May em “Bohemian Rhapsody”, clássico do Queen, ficou em primeiro lugar em uma lista que também tem obras de Guns N’ Roses, Pink Floyd, Metallica e muitos outros.

Em seguida, o corpo editorial da publicação analisou todos os solos escolhidos. Não foram poucos os critérios: melodia, tom e tempo foram alguns dos vários detalhes considerados. Trechos de destaque de todas essas gravações foram retirados para compor o que seria o solo de guitarra perfeito.

A revista explica, por exemplo, como o tempo foi analisado. “Os 50 melhores solos variam entre 64 e 170 batidas por minuto (BPM), então optamos por 120 BPM, perto da média”, diz.

Com relação à sonoridade, eles declaram que a tonalidade maior seria essencial, visto que é utilizada como base para muitos dos solos escolhidos. “Então estamos em mi (E) menor, mas com alguns momentos próximos de mi harmônico menor e mi dórico. Um mínimo de 2,5 oitavas de intervalo de afinação é vital, e cobrimos cerca de três oitavas”, explica.

A construção e a forma como as notas aparecem também foram consideradas. As sonoridades mais graves surgem na etapa inicial do solo, enquanto que as passagens finais são mais agudas – e têm mais notas por compasso, como se o guitarrista “robô” estivesse tocando mais rápido.

As referências do solo de guitarra perfeito
Veja, a seguir, as principais músicas utilizadas pela revista Total Guitar para construir o solo de guitarra perfeito, conforme sua própria explicação:

“Seguindo um lick de abertura melódico, passamos para um arpejo no estilo ‘Comfortably Numb’ (Pink Floyd), notas em staccato no estilo ‘Bohemian Rhapsody’ e tapped bends inspiradas em ‘Crazy Train’ (Ozzy Osbourne).

Em seguida, há palhetadas do tipo ‘Highway Star’ (Deep Purple), com breves licks inspirados em ‘Free Bird’ (Lynyrd Skynyrd) e ‘Sweet Child O’Mine’ (Guns N’ Roses) para levar a uma ideia tipo ‘Fade To Black’ (Metallica).

Os arpejos que se seguem fazem referência ao ‘Hotel California’ (Eagles) em meio a uma progressão de acordes influenciada por ‘While My Guitar Gently Weeps’ (Beatles). Completamos com mais referências a ‘Sweet Child’ e harmônicos no estilo ‘Beat It’ (Michael Jackson). Ufa!”

Com tanta descrição, você já deve estar curioso para ouvir o resultado, não é mesmo? Confira, então, o solo de guitarra perfeito de acordo com a Total Guitar – batizado de “The Franken Solo”, visto que foi montado como um Frankenstein.

*Por Igor Miranda
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*Fonte: rollingstone

Os 7 maiores economistas e como suas ideias nos afetam até hoje

Considerada como a “ciência sombria”, a economia é, por vezes, má interpretada. No entanto, sua importância é inestimável e essencial para a compreensão da sociedade e dos seus mais variados desdobramentos. Tendo isso em vista, os maiores economistas da história foram tão geniais que suas ideias repercutem até hoje, pois foram capazes de revelar alguns dos mecanismos sociais que conectam as pessoas.

Nesse contexto, separamos os 7 maiores economistas de todos os tempos e os principais pontos de seus estudos que reverberam ainda na atualidade.

Maiores economistas da história: 7 nomes atemporais
Os economistas que fizeram do seu trabalho uma espécie de ponte entre conhecimento e sociedade, deixaram um legado atemporal e viraram referência na área. Desse modo, confira 7 maiores economistas de todos os tempos e suas ideias mais preponderantes.


Adam Smith

Economista e filósofo escocês do século XVIII, Adam Smith é considerado o “Pai da Economia”. Sua obra Uma Investigação sobre a Natureza e as Causas da Riqueza das Nações é certamente o livro mais relevante, completo e influente do campo.

A influência de Smith é deveras latente que suas ideias são amplamente aceitas na economia e dão aos estudiosos certo desafio em quantificar o quanto foram revolucionárias em seu início. Entre elas, o economista entendia a divisão do trabalho como o principal impulsionador da produtividade – esta impulsionada pela concorrência.

Um dos maiores economistas do mundo sustentava que a chamada “mão invisível” num sistema de mercado direcionava a busca de fins egoístas para o bem comum. Além disso, Smith se debruçou em noções de oferta e demanda, valor-trabalho e tendências dos mercados.

Dessa forma, Adam Smith é considerado como o maior economista de todos os tempos, visto que seu trabalho é extremamente influente e permanece entre as obras essenciais do capitalismo e de como o sistema atua.

David Ricardo
Economista político britânico e membro do Parlamento, David Ricardo complementou a teoria de Smith de que o valor de um produto estava relacionado diretamente à quantidade de trabalho necessário para produzi-lo, incluindo a dificuldade do trabalho e as ferramentas envolvidas. Contudo, seu rompimento com Smith se deu pela questão do banco central, pois Ricardo considerava que os bancos poderiam ser benéficas para as economias.

Seu ideal mais aceito é sua teoria acerca do comércio internacional que explora a vantagem comparativa; ou seja, o comércio é essencialmente bom mesmo quando os países envolvidos não possuem uma relação direta de semelhança.


Karl Marx

Filósofo, economista, jornalista, historiador, revolucionário e pai do comunismo, Karl Marx escreveu cerca de 10 mil páginas sobre economia. Sua obra mais relevante e ainda citada, O Capital: Uma Crítica da Economia Política, foi concentrada principalmente nas economias capitalistas.

Esse, que é tido como um dos maiores economistas da história, expandiu a teoria do valor-trabalho. Seus argumentos baseavam-se, sobretudo, nos problemas que afetavam o capitalismo, como a concentração de riqueza, péssimas condições de trabalho e baixos salários. Muitos consideravam falhas no sistema, mas Marx afirma ser as características mais evidentes do modelo.

Até hoje, sua visão sobre o ciclo econômico é considerada como descrições úteis de como o capitalismo funciona.


John Maynard Keynes

Ativo durante a Grande Depressão, um dos maiores economistas do mundo, John Maynard Keynes é um nome essencial em se tratando de economia capitalista moderna. O estudioso revolucionou a economia quando argumentou que a demanda agregada era a principal força que movia uma economia – antes, a maioria dos economistas se preocupavam com a oferta.

Atualmente, a ortodoxia econômica, que herdou ideias keynesianas, entende que indivíduos racionais e bem informados tentarão aumentar seus ganhos e diminuir suas perdas.


Paul Samuelson

Economista americano que ganhou o Prêmio Nobel de Economia em 1970, Paul Samuelson é também um dos maiores economistas de todos os tempos, pois ajudou a estabelecer os fundamentos matemáticos modernos para a economia e escreveu o livro Economics: An Introductory Analysis.

Com sua abordagem matemática na economia, o nível de análise foi consideravelmente ampliado., o que gerou mais formas de representar problemas e teorias.


Milton Friedman

Principal proponente da Escola de Economia de Chicago, co-vencedor do Prêmio Nobel de Economia de 1976, conselheiro de dois presidentes e um primeiro-ministro, Milton Friedman é famoso por ser um dos maiores economistas de todos os tempos devido seu pensamento monetarista.

O economista e seus colaboradores argumentaram que o tamanho da oferta monetária é o aspecto mais importante que afeta a taxa de inflação e a demanda agregada.


Amartya Sen

Economista e filósofo indiano, Amartya Sen trabalha na Universidade de Harvard. Sen co-criou a abordagem de capacidade para economia com a filósofa Martha Nussbaum.

A teoria é a base do Índice de Desenvolvimento Humano usado para classificar os países em características como expectativa de vida, educação e padrão de vida. O método desse que é um dos maiores economistas do mundo examina o que as pessoas podem fazer com o dinheiro que ganham; o foco, portanto, é o indivíduo e não mais, somente, os recursos.

*Por Daniela Marinho
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*Fonte:  socientifica

Daisy Jones & The Six: nova série do Prime Video ganha trailer

A série Daisy Jones & The Six, sobre uma banda de rock que chegou ao todo e desistiu, ganhou seu primeiro trailer

O Prime Video lançou o primeiro teaser oficial da série Daisy Jones & The Six, produção que adaptará o livro de mesmo nome de Taylor Jenkins Reid, um best-seller do The New York Times.

A banda Daisy Jones & The Six, liderada por Riley Keough e Sam Claflin, ganhou vida no trailer da nova série do Prime Video. Em 1977, Daisy Jones & The Six estavam no topo do mundo. Liderada por dois vocalistas carismáticos – Daisy Jones e Billy Dunne – a banda passou da obscuridade para a fama. E então, depois de um show esgotado em Chicago, eles desistiram.

Agora, décadas depois, os membros da banda finalmente concordam em revelar a verdade. Esta é a história de como uma banda icônica implodiu no auge de seus poderes. O trailer lançado na quarta-feira apresenta clipes da banda tocando e escrevendo músicas juntos, também sugerindo o relacionamento difícil entre Daisy e Billy. O trailer também inclui a banda apresentando seu single de sucesso do livro, “Regret Me”.

A música faz parte do álbum fictício “Aurora”, que também ganhou vida e será lançado quando a série estrear em 3 de março. O Prime Video na quarta-feira também divulgou a lista de faixas, que está abaixo.

“Aurora”
“Let Me Down Easy”
“Kill You to Try”
“Two Against Three”
“Look at Us Now (Honeycomb)”
“Regret Me”
“You Were Gone”
“More Fun to Miss”
“Please”
“The River”
“No Words”

O compositor, produtor e multi-instrumentista vencedor de Grammy Blake Mills liderou a produção de Aurora com créditos de coautoria de Marcus Mumford, Phoebe Bridgers e Jackson Browne. Tony Berg também forneceu produção adicional, e o álbum conta com instrumentistas de Rilo Kiley, The Who, Nine Inch Nails, Pearl Jam, David Bowie, Elton John, Jeff Beck e The Wallflowers.

Daisy Jones & The Six também estrela Camila Morrone como Camila Dunne, Will Harrison como Graham Dunne, Suki Waterhouse como Karen Sirko, Josh Whitehouse como Eddie Roundtree, Sebastian Chacon como Warren Rojas, Nabiyah Be como Simone Jackson e Tom Wright como Teddy Price, com uma participação especial de Timothy Olyphant como Rod Reyes.

Do Amazon Studios e Hello Sunshine, Daisy Jones & The Six é produzida por Reese Witherspoon e Lauren Neustadter para a Hello Sunshine e Brad Mendelsohn para a Circle of Confusion. Scott Neustadter e Michael H. Weber criaram a série baseada no romance de Taylor Jenkins Reid, que também produz. Neustadter é produtor executivo e co-executor com Will Graham, que também atua como produtor executivo. James Ponsoldt dirigiu os primeiros cinco episódios e atua como produtor executivo. Nzingha Stewart dirigiu quatro dos episódios restantes e Graham dirigiu um.

Daisy Jones & The Six estreia no Prime Video em 3 de março.

*Por Ana Luiza Figueiredo
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*Fonte: olhardigital

O núcleo da Terra está girando mais devagar – mas este não é o começo do fim do mundo

No centro da Terra, mais de 5 mil quilômetros abaixo de nossos pés, uma imensa e escaldante bola de ferro, pouco menor que a Lua, flutua e gira dentro de um núcleo externo líquido, com grandes variações no ritmo desse movimento. Pesquisas recentes concluíram que o núcleo interno da Terra atualmente está reduzindo sua rotação, em fenômeno capaz de influenciar diversos aspectos do nosso planeta. Antes, porém, que o pânico tome conta, vale lembrar que esse é um processo provavelmente inofensivo, que já ocorreu diversas vezes antes.

O núcleo terrestre é um tema de intenso debate científico, essencialmente pois muita coisa ainda é desconhecida sobre sua natureza e a influência que provoca na superfície – e em nossas vidas. Pesquisas realizadas nos anos 1990 concluíram que a misteriosa bola então girava um pouco mais rápido que o resto do planeta: por volta de 2009, porém, novos levantamentos concluíram que o giro estava em sincronia com a superfície e, agora, aparentemente o movimento reduziu seu ritmo, e está mais lento que nossa velocidade terrena geral.

Curiosamente, porém, o mesmo processo já teria ocorrido nos anos 1960 e 1970 e, portanto, apesar de soar ameaçador, é mais recorrente do que imaginávamos ou sabíamos. “O núcleo interno é a camada mais profunda da Terra, e sua rotação relativa é um dos problemas mais intrigantes e desafiadores para a ciência da Terra-profunda”, afirmou Xiadong Song, geocientista da Universidade de Pequim, e líder do novo estudo. Foi ele quem reconheceu essa diferença, nos anos 1990, através da análise das ondas sísmicas desencadeadas por terremotos.

A escaldante bola de ferro e níquel no núcleo da Terra se localiza entre 5 mil e 6,3 mil km de profundidade

“A maioria de nós concluiu que o núcleo interno girava a um ritmo constante, que era ligeiramente diferente da Terra. A evidência se acumula, e este artigo mostra que a evidência da rotação mais rápida é forte antes de cerca de 2009, e basicamente vai desaparecendo nos anos subsequentes”, afirmou Paul Richards, sismólogo da Universidade de Columbia, que trabalhou com Song na nova pesquisa.

Richards alerta, porém, que toda conclusão a respeito da influência de tal diferença sobre a superfície do planeta é especulativa: a própria conclusão da pesquisa, sugerindo a diferença no movimento do núcleo terreno, é contestada por outros cientistas.

“Este estudo interpreta mal os sinais sísmicos que são causados por mudanças episódicas da superfície interna do núcleo da Terra”, afirmou Lianxing Wen, sismólogo da Universidade de Stony Brook, rejeitando a ideia, em reportagem do jornal The Washington Post. Segundo Wen, a conclusão de que o interior da Terra gira em ritmo próprio “oferece uma explicação inconsistente para as informações sísmicas, mesmo que assumamos que seja verdade”. Pouco conhecido e de acesso impossível, o centro da Terra, portanto, é cenário de possíveis profundos movimentos, mas principalmente de intensos debates.

*Por Vitor Paiva
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Fonte: hypeness

Quais características fazem um café ser especial?

Por definição, o café especial é aquele livre de amargor, feito somente com grãos maduros, colhidos manualmente. Porém, o café especial vai muito além disso

café é a bebida mais consumida no mundo depois da água. E aqui no Brasil não poderia ser diferente. Além de sermos o maior produtor e exportador mundial do grão, nós brasileiros temos uma relação íntima com essa frutinha que já foi a locomotiva econômica do país. Afinal, quem nunca ouviu a expressão “Aqui tem café no bule”?

Pois é, falar sobre café é um desafio enorme, e sabe por que? Porque, como é paixão nacional, todo brasileiro se acha especialista no assunto, exatamente como acontece com futebol, churrasco e, mais recentemente, política. Portanto, a partir desta primeira coluna, meu principal objetivo é desmistificar o chamado café especial e trazer informações e tendências desse novo queridinho do brasileiro que busca qualidade e um novo jeito de degustar a bebida.

Por definição, o café especial é aquele livre de amargor, feito somente com grãos maduros, colhidos manualmente. Porém, para mim vai muito além disso. É especial porque, diferentemente do que é produzido como commodity, existe uma atenção e carinho totalmente voltados para cada etapa do manejo. Ou seja, esse café não é só especial por seu sensorial (aroma, sabor, corpo e finalização), mas principalmente pela sua cadeia produtiva e por seu valor agregado.

Por isso é tão importante sua desmistificação. Quanto mais informação o consumidor tiver, mais envolvido ele estará. Acredito que a tendência a partir de 2023 em relação à produção de café especial será justamente essa: a maior fomentação da conexão entre quem produz e quem compra, entendendo e melhorando questões socioeconômicas das regiões produtoras, trazendo crescimento sustentável para seus habitantes. Na prática, isso funciona em diversas esferas.

No meu caso, como Coffee Hunter, costumo dizer que após comprar algumas safras de um mesmo produtor e não encontrar nenhuma melhoria em sua realidade, seja na propriedade, em equipamentos ou moradia, eu não estarei desenvolvendo meu papel da forma correta. Pois é minha responsabilidade também a evolução do meu parceiro. Se extrapolarmos este raciocínio para maiores esferas, em pouco tempo teremos um desenvolvimento sustentável em toda a cadeia, impactando diretamente uma região inteira.

E isso tem se mostrado verdadeiro. Lugares que antes nem sequer produziam cafés de qualidade ou eram considerados os “patinhos feios” para cafés especiais, hoje têm papéis protagonistas na cena, como Espírito Santo e Rondônia, de onde saíram os ganhadores da edição deste ano do aguardado Coffee of the Year Brasil. Já a Etapa Internacional do Cup of Excellence 2022 consagrou o cafeicultor Antônio Rigno, de Piatã, na Chapada Diamantina (BA), que venceu a competição pela quarta vez, num feito inédito. Inclusive, conheci Seu Antônio em uma de minhas expedições para a Chapada, mas essa história fica para as outras colunas com dois dedos de café para tingir o beiço.

*Caio Tucunduva é Coffee Hunter da No More Bad Coffee e mestre em sustentabilidade.
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*Fonte: exame