Anúncios no Facebook Messenger exibirão vídeos que se reproduzem automaticamente

Anúncios no Facebook Messenger estão ganhando uma nova proporção, já que a rede social acaba de inserir uma nova modalidade: publicidade que exibe sozinha (com autoplay) dentro do aplicativo de mensagens.

 

Como se não bastasse os grandes esforços da rede social para irritar profundamente os seus usuários com anúncios cada vez mais constantes (e muitas vezes sem sentido ou de interesse do usuário) em suas timelines.

Os anúncios no Facebook Messenger

No ano passado o Facebook chegou a vender anúncios estáticos que apareciam no Messenger. Neste ano, um passo além: janelas pop-ups que iniciam um vídeo automaticamente.

Certamente as propagandas que começam a serem exibidas sozinhas fazem parte do lado mais irritante da Internet. Tem coisa mais horrível do que ver um vídeo, música, explodir na sua tela enquanto você lê algum texto ou está concentrado em outra coisa?

O Facebook tenta se defender, enquanto o chefe da propaganda da rede social diz:

“A principal prioridade para nós é a experiência do usuário. Por isso, ainda não sabemos [se isso funcionará]. No entanto, os sinais até agora, quando testamos anúncios básicos, não mostraram alterações na forma como as pessoas usaram a plataforma ou quantas mensagens eles enviam. O vídeo pode ser um pouco diferente, mas não acreditamos nisso “, disse ele.

Os vídeos que começam a ser exibidos automaticamente, porém, começarão sem som. Como funciona na timeline atualmente. De qualquer forma, é um preço que os usuários pagam por uma rede social “gratuita”.

 

 

 

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*Fonte: geekness

Kryptos, a escultura misteriosa

Olá pessoal. Tem tempo que não escrevo nada, porque estou (invariavelmente como sempre) trabalhando feito um desgraçado. Mas no post de hoje vou abordar um mistério curioso que se traduz em nada mais nada menos que uma escultura.

Kryptos é o nome da tal escultura, que pode ser vista por qualquer um que passe em frente da sede da CIA na Virgínia, EUA.

Ela consiste em quatro painéis de cobre, cada um dos quais, está coberto com um bizarro código. Parece algo simples, mas o fato é que até hoje ninguém decifrou tudo.

Cada um dos quatro painéis ali foi criptografado de maneira diferente. Desde a sua instalação em 1990, três dos quatro painéis foram decodificados. Mas a última parte permanece sem solução após esses 20 anos, apesar dos esforços dos próprios funcionários da CIA e milhares de criptoanalistas.

Hoje é fato que o quarto e último painel do Kryptos se tornou um dos mais famosos códigos não resolvidos do mundo.

A origem da escultura misteriosa

A escultura é uma peça avaliada em US $ 250.000 criada por Jim Sanborn.

Em frente à entrada da CIA, ele colocou muitos outros painéis de cobre menores, mas semelhantes, com mensagens em código morse gravado em suas superfícies; mas para o Kryptos, outro nível era necessário. Assim, uma mensagem foi criada, dividida em quatro painéis e depois codificada com a ajuda do chefe do Centro Criptográfico da CIA. Assim, em cada painel foi usada uma combinação mais complexa de códigos, numa escala crescente de dificuldade.

O quarto painel permaneceu sem solução por este motivo. É muito mais complexo do que os outros, e para resolvê-lo, é necessário encontrar as chaves para ele, quais estariam cifradas em meio à solução dos três painéis anteriores. Sem as três primeiras respostas perfeitas, a quarta permanece impossível.

Mas não é só isso! Há uma segunda “camada de complexidade” na escultura, pois se o quarto painel for decifrado, a transcrição produz um novo “enigma dentro do enigma”. Esse enigma é o último passo, resolva isso e fique famoso.
O fato é que estamos gradualmente chegando no ponto em que a coisa será solucionada, já que os três primeiros painéis foram resolvidos por três equipes antes do ano 2000, e graças a um funcionário da CIA usando técnicas de caneta e papel em seus intervalos para almoço, um cientista da computação californiano e um grupo da Agência Nacional de Segurança.

Enquanto esses três têm uma quantidade considerável de pedaços do “quebra cabeças”, apenas o artista tem o quebra-cabeça completo. Mas há uma exceção: William Webster, o então diretor da CIA, e Ed Scheidt, a pessoa que projetou os códigos. Ambos foram informados sobre o texto decifrado completo, mas eles não sabem a solução final para o enigma. Essa última pista intriga a todos até hoje.

De fato, talvez essa resposta nunca seja descoberta. Pensando nisso, James Sanborn se assegurou que a solução final seja passada para uma pessoa, que pode confirmar ou negar qualquer reivindicações de solução caso ele tenha morrido antes.

Pedaços do mistério

O primeiro painel é uma passagem curta com um erro de ortografia proposital, o segundo painel fala de “algo invisível” e, em seguida, algumas coordenadas muito precisas apontando para um local que está a 200 metros ao sul do Kryptos. Ali também há menção para algo que está enterrado, embora isso não seja confirmado, já que nenhuma escavação foi realizada até hoje.
Em seguida, o painel três tem um relato incorreto e parafraseado da famosa abertura do túmulo de Tutancâmon por Howard Carter.

Desde 2003, um grupo de 2000 pessoas, vários funcionários da CIA e entusiastas solitários trabalharam incansavelmente com pouco progresso. A única pista veio do escultor em novembro de 2010, na ocasião do aniversário de 20 anos da escultura. A pista era que as letras 64-69, NYPVTT, codificavam o texto BERLIN.

Não é muito, mas os investigadores ficaram felizes considerando um avanço relativo para seus grupos, um começo.

Suspeita-se que o maior significado do Kryptos é filosófico, já que ninguém nunca conseguiu resolvê-lo, mas milhares estão tentando. O objetivo não é a resposta em si, mas a busca é parte integrante dessa emoção, como na escalada de uma montanha. Todos tentam chegar ao segredo da escultura, mas independentemente de a resposta ser o sentido da vida, ou 42, buscá-la oferece algum sentido para essas almas perturbadas pelo mistério em aberto.

Há quem sugira que a simples escultura está ali não por acaso, e que se trata de uma peça incrível de “seleção” criada pela central de inteligência norte-americana. Algumas pessoas acreditam que o tal segredo já foi descoberto por várias pessoas que imediatamente foram contratadas pelas agências de inteligência, e que o mistério é somente parte de um engenhoso mecanismo de seleção dos grandes cérebros. Será? Eu não sei, mas seria legal se fosse.

O fato é que se nos basearmos nas entrevistas pregressas de grupos de pesquisadores do mistério feitas com James Sanborn, deduziu-se que a resposta pode ser realmente filosófica, alguma mensagem profunda que ele deseja transmitir, mas qual é essa mensagem ninguém sabe, e talvez passe 100, 200 ou 1000 anos sem que a resposta venha à luz.

*Por Philipe Kling David

 

 

 

 

 

 

 

 

JIm Sanborn

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: mundogump

Saiba quais os tipos de chuva mais comuns e como ocorrem

Parte do dia a dia de todas as pessoas e sociedades, a chuva é um fenômeno climático essencial para a sobrevivência da vida na Terra: quando está escassa, ela prejudica plantações e populações inteiras, e se vem em excesso pode causar transtornos como enchentes e desmoronamentos. Em algumas regiões, a chuva ácida causa muitos danos ao meio ambiente e prejudica atividades econômicas importantes.

Tipos de chuva

A chuva é formada a partir da evaporação da água pelo aquecimento solar. Este vapor d’água carrega as nuvens e, ao atingir altitudes mais elevadas ou encontrar-se com as massas frias de ar, ele é condensado e precipitado em forma de água, ou seja: chuva.

Os principais tipos de chuvas são: orográficas, ciclônicas e convectivas. Conheça cada uma delas a seguir:

Chuva orográfica

A chuva orográfica, ou chuva de relevo, ocorre quando massas de ar úmido esbarram em obstáculos naturais como montanhas e serras. Ao subir, a mudança de temperatura provoca a condensação do vapor de água, que se precipita em forma de chuva de pouca intensidade, mas por um período mais prolongado. A chuva orográfica é típica de regiões costeiras, em estados do Sudeste como São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo. No agreste pernambucano também ocorrem chuvas de relevo.

Chuva ciclônica

Chuvas ciclônicas, também denominadas como chuvas frontais, acontecem quando duas massas de ar, fria e quente, encontram-se. A massa de ar quente — que é mais leve — sobe, provocando a condensação do vapor de água. A intensidade desse tipo de chuva varia de baixa a moderada, mas é uma chuva contínua, que atinge áreas extensas. Essas chuvas são comuns nas regiões Sudeste e Sul do Brasil, no período do inverno.

Chuva convectiva

A movimentação de massas de ar quente provoca a chamada chuva convectiva, caracterizada por ser de curta duração e muito intensa, geralmente não afetando uma área muito ampla. A chuva de convecção é típica do verão. As temperaturas elevadas provocam a rápida evaporação das águas, formando nuvens carregadas de umidade que ganham altitude e, ao se condensar, o vapor de água cai em forma de chuvas de verão.

Chuva ácida

A chuva ácida é típica de centros urbanos com alta concentração de poluentes na atmosfera. Ela é responsável por causar diversos prejuízos ao meio ambiente, além de danos a áreas agrícolas.

O que é índice pluviométrico?

Este indicador mede a quantidade de chuvas em milímetros. Para isso, meteorologistas delimitam uma área e quantificam a chuva recebida pelo local durante o ano todo. Dessa forma, é possível estimar a quantidade de chuva esperada em cada mês do ano. O índice, porém, é variável. Isso porque em determinadas épocas pode chover, em um único dia, a quantidade de chuva esperada para o mês todo.

Vale destacar que a chuva pode ser um importante recurso para populações e regiões que sofrem com escassez de água. A água da chuva não é potável para ser bebida, mas é possível captar a água da chuva para ser usada em descargas e durante a faxina, de modo a poupar a água potável usada para cozinhar e beber.

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*Fonte: pensamentoverde

Cidade-fantasma no interior do Pará será tema de série de premiado cineasta alemão

A cidade-fantasma de Fordlândia, projeto utópico de Henry Ford falido no sudoeste do Pará, é a inspiração de nova série de televisão do cineasta premiado Werner Herzog, conhecido por filmes como “O Homem Urso” e “Fitzcarraldo”.

“Fordlandia”, anunciada na quinta (14) pelo site Deadline, é baseada no romance homônimo do vencedor do Pulitzer Greg Grandin, que escreveu sobre a ascensão e o fim do sonho de Ford no Brasil. O magnata tinha a ambição de levar os valores que edificaram seu império à floresta, onde pensava poder construir uma “cidade ideal”, típica do subúrbio dos EUA.

A colônia industrial de Fordlândia foi criada em 1927, quando Ford adquiriu um terreno de 15 mil m² na região de Santarém, a 800 km da capital paraense. Seu plano era construir um polo de produção de borracha para os pneus dos automóveis que fabricava. Apesar de ter iniciado, o projeto não decolou, e menos de duas décadas depois o lugar foi deixado às ruínas.

A adaptação do romance para a série será escrita por Christopher Wilkinson, conhecido pelo trabalho em “O Dono do Jogo”, “Ali” e “Nixon”, indicado ao Oscar de melhor roteiro em 1996. Wilkinson também será produtor executivo de “Fordlandia” junto com Herzog.

“A história de um magnata com poder absoluto e que impõe sua visão dos EUA sobre o mundo é extremamente relevante nos dias de hoje”, disse Ashok Amritraj ao Deadline. O produtor está à frente do grupo Hyde Park Entertainment, que desenvolve a série.

“Essa é uma história verdadeira incrível. Estamos animados para trabalhar com Werner, um dos cineastas mais emblemáticos do mundo, e Chris, um escritor excepcional”, afirmou.

*Por: Folhapress

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Fonte: diarioonline

O menor computador do mundo tem o tamanho de um grão de sal

Um computador tão pequeno quanto um grão de sal pode transformar o transporte que cruza o planeta, disseram pesquisadores da IBM que recentemente revelaram o dispositivo experimental.

Usando a tecnologia blockchain que forneceria um registro seguro e eficiente de objetos físicos marcados com os minúsculos computadores, os remetentes poderiam rastrear mercadorias em cada etapa das cadeias de suprimentos estendidas, evitando falsificadores e aumentando a eficiência, disse Dan Friedman, gerente sênior de circuitos e sistemas de comunicação da IBM.

“É isso que queremos fazer – algo que te traria mais segurança do que um código de barras de papel”, disse Friedman. “Essa coisa é capaz de ter uma assinatura digital. Na verdade, haverá uma identificação criptográfica ”.

Pesquisadores da IBM revelaram o que eles chamam de o menor computador do mundo no Think 2018, a grande conferência anual da empresa, em Las Vegas, em 19 de março.

Tão poderoso quanto um processador x86 de 1990, o minúsculo computador não ajudará a NASA a colocar astronautas em Marte tão cedo. Mas tem poder computacional e comunicativo suficiente para interagir com os sistemas que o acompanham.

Os blockchains resistem a adulterações – eles funcionam através de redes dispersas onde as alterações aparecem simultaneamente em todos os lugares – mas até agora a tecnologia tem sido aplicada principalmente em moedas virtuais, não em objetos físicos. Pesquisadores da IBM perceberam que encontraram a interface entre a tecnologia blockchain e o mundo físico, disse Friedman.

Agora é possível que eles tenham descobrido uma maneira de provar a autenticidade de coisas que passaram por muitos países a caminho dos consumidores.

O valor total dos produtos falsificados foi estimado em US $ 1,8 trilhão em 2015, disse Andreas Kind, um pesquisador da IBM, na conferência Think 2018.

“Vamos pegar seu carro. Você traz para a garagem. Acontece que os freios estão funcionando. Quando você pegar seu carro de volta, você pode ter certeza de que os novos freios são realmente originais? ”Perguntou Kind. “Você pode ter certeza que seu carro vai frear na estrada como deveria? Em certas regiões do mundo, 40% das peças no mercado de reposição automotivo são realmente falsas ”.

O mesmo princípio poderia ser aplicado a medicamentos e outros itens com consequências potencialmente fatais, acrescentou.

Os defensores da privacidade podem emitir uma nota de cautela neste momento, admitiu Friedman. Afinal de contas, se as empresas pudessem rastrear uma caixa de laranjas de Pequim a Miami, o governo poderia conceber localizar cidadãos inocentes que ingeriram um dos dispositivos.

Mas Friedman minimizou essas preocupações. Os obstáculos permanecem antes que o pequeno computador chegue ao mercado, disse ele. Um sistema para ler as informações do computador e transferir esses dados para um blockchain por segurança ainda não foi aperfeiçoado.

Mais importante ainda, Friedman disse que os minúsculos computadores não são como GPS e bloqueiam os hackers se alguém puder acessá-los de alguma forma.

“Eles não são tão fáceis de se comunicar”, disse Friedman. “Certamente, dentro do seu corpo ninguém seria capaz de se comunicar com isso. O alcance é limitado. Você teria que completar com sucesso a identificação criptográfica ”.

Tecnologias mais antigas, como redes de mídia social e nossos telefones celulares, já fornecem mais dados sobre nós mesmos, acrescentou.

*Por Any Karolyne Galdino

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*Fonte: engenhariae

Conheça a pilha USB recarregável

Pilhas não são exatamente amigas do meio ambiente… Conheça a Pilha USB que pode ajudar a diminuir o consumo daquelas mais difíceis de reciclar

Dentre todos os problemas que envolvem o meio ambiente, especialmente no que diz respeito ao descarte de materiais, os efeitos nocivos das pilhas e baterias estão bem altos na lista. Todo ano, são cerca de 10 bilhões delas consumidas e jogadas fora, mas só 2% são recicladas. O restante costuma ir para aterros, que não são preparados para receber esse tipo de matéria tóxica. O resultado é a contaminação da natureza e, consequentemente, o risco à saúde pública. E é neste cenário que surge a pilha USB.

Pensando nisso, cada vez mais surgem iniciativas e ideias para reduzir o impacto ambiental das pilhas e baterias. As pilhas recarregáveis foram uma delas, mas atualmente já não se pode considerar que elas estão reduzindo tanto assim as complicações. Mesmo elas possuem uma vida útil, e ao final, são descartadas de forma inadequada de qualquer forma.

Entretanto, a perspectiva de aumentar o tempo de vida das pilhas não foi deixada de lado. A empresa de tecnologia Lightors desenvolveu uma pilha de mesmo nome que pode ser carregada via USB. Elas trazem vantagem ambiental, economia de energia e de dinheiro. Isso se traduz em benefícios para os consumidores e principalmente para o meio ambiente, que pode sofrer menos com descartes incorretos.

A ideia segue sendo a mesma das pilhas recarregáveis comuns, mas com uma vida útil muito maior: as Lightors podem ser reutilizadas até 500 vezes. E o cabo USB que a recarrega é universal, o que a torna muito mais prática e preferível às convencionais. Isso deve ajudar na popularidade do produto, mas o foco continua sendo a sustentabilidade.

O objetivo dos desenvolvedores é reduzir até 20 milhões de descartes inapropriados de pilhar comuns por ano. Essa meta está sendo buscada desde 2015, quando os primeiros projetos da empresa começaram a deslanchar, através de financiamento coletivo pelo Kickstarter. A Lightors foi um deles, conseguindo mais de 15 mil dólares só no primeiro dia de crowdfunding. Ela se tornou logo o produto mais esperado, e passou a ter planos de ser produzido em massa em 2016.

Pilha USB: como funciona e onde encontrar

As pilhas podem ser recarregadas sendo ligadas diretamente em um cabo USB – não é preciso nenhum outro equipamento, como costumava ser o caso de muitas outras pilhas recarregáveis. A entrada micro é universal, protegida por uma película de silicone. Há uma luz na pilha que indicada quando ela está sendo carregada (se estiver, a luz ficará vermelha). O tempo total de carga é de 3 horas. Quando a carga estiver completa, a luz se torna azul. É simples, fácil de usar e funciona com o próprio cabo ou mesmo com cabos de Androids, notebooks e muitos outros aparelhos eletrônicos.

Para adquirir as Lightors, por enquanto só é possível através do site oficial. As opções incluem pilhas AA e AAA, sozinhas ou em combos. Um par de pilhas AAA custa até 8 dólares, sem contar o valor de envio. As pilhas AA custam pouco mais que 8 dólares, e um set com ambas sai por volta de 15 dólares.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: pensamentoverde

Rússia pretende explodir lixo espacial com um canhão à laser

Por incrível que pareça, o espaço é um lugar cheio de lixo. Bem, não exatamente lixo, mas principalmente detritos de rochas que podem acabar atrapalhando ou causando acidentes a naves que porventura, se arrisquem em missões no futuro. Pensando em situações do tipo, cientistas russos anunciaram que estão trabalhando no desenvolvimento de um canhão a laser, que seria capaz de resolver esse problema.

O responsável por apresentar o projeto foi um setor de pesquisa da Roscosmos, equivalente russa da NASA. Para conseguirem por o plano em prática, os pesquisadores pretendem adicionar ao telescópio um sistema de detecção óptica com laser sólido integrado. Após cumprirem essa etapa inicial do projeto, será a hora de fazer alguns testes. Pretendem já testá-lo em detritos espaciais localizados na órbita baixa da Terra. Dessa forma, aqueceriam o lixo até que fosse completamente destruído.
Outros tipos de lixo

Além das rochas que flutuam pelo espaço, ainda é possível encontrar partes quebradas de espaçonaves que já estiveram por ali um dia. Sem contar que ainda existem outros objetos lançados ao espaço que acabaram se perdendo. Tudo isso se torna lixo no lugar, podendo se mesclar a outros objetos e viajar em velocidade que ultrapassa os 17.500 km/h. Impressionante, não é mesmo?

Pois bem, imagine se algo do tipo acaba colidindo com uma espaçonave ou satélite? Mesmo um detrito muito pequeno seria capaz de fazer enormes estragos. O canhão a laser seria a solução perfeita para dar fim ao risco. Pesquisadores japoneses já haviam apresentado proposta semelhante em 2015. Combinariam pequenos lasers para produzir um único feixe extremamente poderoso, que seria capaz de vaporizar o lixo espacial. Quando os detritos entrassem em contato com a atmosfera terrestre simplesmente queimariam.

Em todas as análises, a construção de um canhão de tal natureza parece resolver o problema. Apesar de os representantes da Roscosmos confirmarem que o projeto está em andamento, se recusaram a dar mais detalhes sobre o cronograma de produção ou seus requisitos técnicos. Mas no fim das contas… Tudo indica que as viagens espaciais serão muito mais seguras no futuro, representando menos riscos à tripulação.

*Por Isabela Ferreira

 

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*Fonte: mundoestranho