Piadinha regional / local

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Ameaças a dispositivos de Internet das Coisas se multiplicam em 2017

A empresa de segurança Kaspersky identificou mais de 7 mil amostras de malwares direcionados a dispositivos de Internet das Coisas (IoT) nos primeiros cinco meses de 2017. Isso representa um avanço de 74% no número de ameaças registradas entre os anos de 2013 e 2016.

Não é de estranhar. À medida que os aparelhos de IoT ficam mais acessíveis à população, eles entram na mira de criminosos digitais. Para você ter uma noção, segundo estimativa da consultoria Gartner, são 8,4 bilhões de objetos conectados à internet.

Vale lembrar que são considerados aparelhos de Internet das Coisas, além de smartphones e tablets, babás eletrônicas, geladeiras inteligentes, smart TV, webcams, smartwatches, entre outros.

Por que as ameaças se multiplicam

Além de o número de dispositivos de Internet das Coisas subir, existe outra justificativa para o crescimento das ameaças a esses aparelhos. Aqui, estamos falando da fragilidade dos sistemas de segurança do objetos de Internet das Coisas. O máximo que os fabricantes fazem nesse sentido é liberar atualizações do sistema operacional esporadicamente.

Para piorar a situação, ainda não existem soluções de segurança específicas para proteger a maioria desses equipamentos. O roteador Norton Core, ainda sem previsão para chegar ao Brasil, é uma tentativa de resolver essa questão.

Como ficar protegido

Em primeiro lugar, você deve manter todos os dispositivos atualizados. Isso porque os fabricantes disponibilizam novas versões do sistema operacional que corrigem uma ou outra vulnerabilidade.

Quando falamos de webcams e roteadores, por exemplo, é muito importante alterar a senha padrão desses aparelhos. Isso dificulta o trabalho dos criminosos. Caso contrário, basta saber o modelo e a marca do equipamento para invadi-lo a distância.

Por outro lado, não há desculpas para deixar smartphones, tablets e computadores vulneráveis. Com uma única assinatura do UOL Segurança Digital você protege todos esses aparelhos de pragas virtuais.

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*Fonte: segurancauol

Você come rápido? Descubra os vários males que isso pode causar.

Um novo estudo japonês concluiu que comer muito rápido pode levar a uma série de problemas, como obesidade e síndrome metabólica.

Em conjunto, estas condições podem até desencadear problemas cardíacos.

O estudo

642 homens e 441 mulheres com idade média de 51,2 anos, todos sem diagnóstico de síndrome metabólica no início do estudo, em 2008, foram divididos em três grupos, dependendo do que disseram que sua velocidade de alimentação habitual era: lenta, normal ou rápida.

Cinco anos depois, os pesquisadores descobriram que 11,6% dos “comedores rápidos” tinham desenvolvido síndrome metabólica, em comparação com 6,5% dos comedores normais e 2,3% dos comedores mais lentos. A velocidade de alimentação mais rápida também foi associada a maior ganho de peso, maiores níveis de glicose no sangue e uma cintura maior.

Em outras palavras, quem come mais devagar é menos propenso a se tornar obeso e a desenvolver síndrome metabólica. Esta síndrome é uma combinação de distúrbios – como pressão arterial alta, nível alto açúcar no sangue e nível baixo de colesterol bom – que podem ser prejudiciais por si só, mas que também podem aumentar o risco de doenças cardíacas, diabetes e derrame, especialmente se diagnosticados juntos.

“Comer mais devagar pode ser uma mudança de estilo de vida crucial para ajudar a prevenir a síndrome metabólica”, disse o cardiologista Takayuki Yamaji, da Universidade de Hiroshima, no Japão, um dos autores do estudo.

Evidências

Este estudo coincide parcialmente com pesquisas anteriores que já haviam sugerido que comer rápido leva a um maior risco de obesidade.

Parte do motivo parece ser que o estômago não tem tempo para dizer ao resto do corpo que já está satisfeito, então acabamos comendo mais do que precisamos.

“Quando as pessoas comem rápido, elas tendem a não se sentir cheias e são mais propensas a comer demais. Comer rápido também causa maior flutuação da glicose, o que pode levar à resistência à insulina”, explica Yamaji.

A pesquisa ainda não foi revisada por outros cientistas e publicada em uma revista, apenas apresentada na conferência Scientific Sessions 2017 da American Heart Association. [ScienceAlert]

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*Fonte: hypescience

O remoto lugar na Terra para onde os satélites são enviados para ‘morrer’

A estação espacial chinesa Tiangong-1 está, atualmente, fora de controle. Espera-se que ela caia na Terra em algum momento do ano que vem, mas não exatamente no local onde outros módulos espaciais terminam seus dias.

 

 

 

 

 

 

Exploradores e aventureiros, em geral, gostam de procurar novos lugares para conquistar, já que os picos mais altos já foram escalados, os polos foram alcançados e os vastos oceanos e desertos já foram atravessados.

Alguns desses lugares são chamados polos de inacessibilidade.

Dois deles são especialmente interessantes. Um é o polo continental de inacessibilidade – o local na Terra mais longe do oceano. Existe uma discussão sobre sua posição exata, mas para muitos ele fica próximo ao chamado Passo de Alataw – uma passagem montanhosa na fronteira entre a China e o Cazaquistão.

O ponto equivalente no oceano – aquele que fica mais afastado de qualquer território em terra – fica no sul do Pacífico, cerca de 2.700 km ao sul das Ilhas Pitcairn – em algum lugar na “terra de ninguém” entre a Austrália, a Nova Zelândia e a América do Sul.

Onde os satélites vão para morrer

 

 

 

 

 

 

 

A brutal campanha anticorrupção do presidente chinês, o maior expurgo de funcionários do partido desde Mao
A luta de 200 brigadistas e poucos recursos contra incêndio sem precedentes no Cerrado brasileiro

Este polo de inacessibilidade oceânico não atrai apenas o interesse de exploradores – operadores de satélite também se interessam por ele.

Com o fim da vida útil de satélites e espaçonaves atualmente em órbita ao redor da Terra, a grande maioria destes artefatos irão voltar em algum momento. Mas, onde cairão?

Satélites menores geralmente se incendeiam ao entrar na atmosfera terrestre, porém alguns pedaços dos maiores conseguem sobreviver ao atrito e se chocam com o solo. Para evitar que caiam em áreas populosas, eles costumam ser conduzidos para a área em torno do ponto de inacessibilidade oceânica.

Uma área que se estende por aproximadamente 1.500 km² no leito oceânico está, aos poucos, sendo transformada num verdadeiro cemitério de espaçonaves construídas pelo homem. Na última contagem havia mais de 260 delas, a maioria russas.

Os destroços da estação espacial Mir, por exemplo, estão lá. Ela foi lançada ao espaço em 1986 e recebeu diversos cosmonautas russos e visitantes de várias nacionalidades.

Com uma massa de 120 toneladas, a estação não conseguiria queimar completamente na atmosfera. Por isso, ela foi direcionada à região em 2001, e chegou a ser vista por alguns pescadores locais como uma bola de destroços brilhantes se desintegrando enquanto percorria o céu.

Controle

Ao retornar à Terra, o módulo que leva suprimentos para a Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) entra em combustão nessa região, incinerando também o lixo que traz da Estação.

Esta desintegração controlada de satélites e módulos espaciais em nossa atmosfera não causa perigo para ninguém.

A região desse polo de inacessibilidade também não costuma ser frequentada por pescadores, porque as correntes oceânicas não passam pela área e, portanto, não levam nutrientes para lá, o que torna escassa a vida marinha no local.

Uma das futuras habitantes deste ponto isolado será a própria Estação Espacial Internacional.

Os planos atuais são de que ela seja desativada na próxima década e seja conduzida para o polo oceânico de inacessibilidade. Com uma massa de 450 toneladas – quatro vezes maior do que a da estação russa Mir – sua volta à Terra provavelmente será um acontecimento espetacular.

No entanto, nem sempre é possível conduzir um satélite ou estação espacial para o sul do oceano Pacífico, pois os controladores podem perder contato com ele.

 

 

 

 

 

 

Foi exatamente isso o que aconteceu com a estação espacial Salyut 7, em 1991, que caiu na América do Sul, e também com a Skylab, primeira estação espacial americana, que atingiu a Austrália em 1979. Ninguém foi ferido e, até onde se sabe, ninguém jamais foi atingido por algum pedaço de um módulo espacial desativado.

No ano que vem, este problema se repetirá. Entre os meses de janeiro e abril, a estação chinesa Tiangong-1 voltará à Terra, em sua última viagem. Ela foi lançada em 2011, como a primeira estação espacial da China. No ano seguinte, recebeu a visita da primeira mulher astronauta chinesa, Liu Yang.

A órbita da Tiangong-1 vem declinando à medida que ela se aproxima do ponto de reentrada na atmosfera terrestre. Mas, os engenheiros chineses perderam o controle de sua trajetória e não estão conseguindo ligar seus propulsores para guiá-la até o Pacífico Sul.

Com isso, calculam que a estação cairá na Terra em algum local entre as latitudes do norte da Espanha e o sul da Austrália. Não será possível ter uma localização mais precisa de sua queda até poucas horas antes da Tiangong-1 entrar em combustão.

Mas o mais provável é que ela não se junte a suas companheiras no “cemitério de satélites”.

*David Whitehouse foi correspondente de ciência da BBC de 1988 até 2006, editor de ciência do site da BBC News.

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*Fonte: BBC Brasil

O fim da barba está próximo

De acordo com biólogos evolucionários (não com estilistas de moda), o fim da barba está próximo. O decreto deve durar só uns 30 anos, no entanto.

Cientistas australianos descobriram que, conforme o pelo facial se torna mais comum, também fica menos atraente, e assim o “look” barbeado torna-se mais desejável para potenciais companheiras(os).

Anos mais tarde, no entanto, se todos os homens tiverem a cara lisa, a barba pode voltar a ter mais apelo sexual.

O experimento

No experimento feito pelos pesquisadores da Universidade de New South Wales, 1.453 mulheres e 213 homens foram convidados a avaliar faces diferentes.

Os participantes viram 36 imagens de rostos de homens. As primeiras 24 fotos destacavam homens totalmente barbudos ou sem nenhuma barba, ou uma mistura dos dois. As 12 imagens finais, em seguida, mostravam homens com barbas de vários níveis, e os voluntários tinham que avaliar sua atratividade.

Tanto as mulheres como os homens julgaram a barba cheia (ou barba completa) como mais atraente quando elas eram raras. A mesma coisa ocorreu com rostos barbeados.

Segundo os cientistas, esse padrão reflete um fenômeno evolutivo, da “seleção sexual dependente da frequência negativa”. Em outras palavras, a evolução dá uma vantagem para traços raros – quem os têm se torna então preferido por potenciais parceiros para a procriação.

Ciclo

Essa preferência dependente da frequência negativa pode, portanto, contribuir para um fim próximo da barba, que anda na moda atualmente.

Os cientistas dizem que, neste momento, chegamos ao “auge das barbas”, já que até profissões naturalmente associadas a um queixo limpo – banqueiros, estrelas de cinema e jogadores de futebol – começaram a ostentar pelos faciais.

Se a biologia estiver certa, então, o fim da cara peluda nada rara está decretado.

“Nós sabemos que as barbas passam por modas cíclicas. Pessoas costumam falar de uma escala de tempo de 30 anos”, disse o professor Rob Brooks, um dos pesquisadores do estudo. “Há uma pesquisa maravilhosa que analisou fotografias de homens entre 1871 e 1972 no Illustrated London News. Costeletas mudaram para bigodes e, em seguida, para barbas cheias”.

De fato, a década de 1970 foi a dos bigodes finos. Nos anos 80, a moda era bigodes grossos. Nos anos 90, os homens assumiram o look bunda de bebê, até a volta das grandes barbas nos recentemente.

Brooks sugere que esse “boom” pode ter suas raízes na crise financeira de 2008. “Eu acho que uma das razões para a barba voltar é que agora é um momento difícil. Os jovens estão competindo para atrair alguém, quando emprego não é fácil de encontrar”.

O problema com querer se sobressair usando uma barba é que em breve isso provavelmente já não será possível, devido ao seu uso generalizado pelo mundo todo. Logo, se você, homem, quiser se destacar na multidão, é melhor comprar uma lâmina de barbear. [BBC, Express]

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*Fonte: hypescience

Por que você precisa adotar o Oosouji, tradição milenar japonesa da faxina de fim de ano

Se muitos rituais ou manias de fim de ano podem ser vistas como meras superstições, o tradicional ritual japonês de Oosouji não pode ser acusado do mesmo. Trata-se de um hábito milenar de realizar uma enorme e detalhada faxina, não só em suas casas, mas nos locais de trabalho, escolas, praças e até nas ruas. O ritual visa a higiene, ao mesmo tempo que serve como “purificador”, do ponto de vista espiritual, para o novo ano que se inicia.

Como as empresas costumam entrar em recesso alguns dias antes do ano novo, nos locais de trabalho o Oosouji acontece 2 ou 3 dias antes do réveillon. Para as residências, o ritual implica em realizar a faxina mais detalhada do ano, tirando todos os móveis de lugar, e limpando com afinco cada cantinho esquecido e principalmente jogando fora ou doando coisas que você não utiliza mais.

O Oosouji serve como perfeita oportunidade para trocar o tapete, o papel de parede ou qualquer outra parte velha da casa por uma nova e limpa.

Independentemente do sentido ou do efeito místico – se o ritual de fato joga fora o lixo espiritual e organiza nossas energias para o ano por vir – o fato é que uma bela faxina é sempre uma boa ideia.

O ritual demonstra também o compromisso com o espaço público e a comunidade que a população japonesa possui, e que seria muito bem vindo por aqui, além de literalmente organizar a vida e nos traz o prazer de cumprir uma dura tarefa – e a recompensa de se estar em uma casa tinindo de limpa, o que é necessariamente um bom espirito para entrar no ano que começa.

 

 

 

 

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*Fonte: hypeness

Brasileiro não é apaixonado por carros, é apaixonado por status

Ao longo dos anos nos acostumamos com a afirmação de que nós brasileiros somos apaixonados por carros.

Por conta da minha vivência e trabalho com o público, me acostumei a fazer uma análise mais fria sobre o assunto. Levo em conta alguns aspectos que acabam escapando do senso comum.

Cheguei a uma conclusão um pouco diferente sobre o tema. Aprendi que o brasileiro, mais do que ser apaixonado por carros, é apaixonado pelo status que o carro confere, ou seja, leva uma pseudo-vida de falsas aparências.

Quem efetivamente gosta de carros, leva em consideração muitos aspectos na hora de escolher um bom modelo. Entre eles está a segurança, a confiabilidade da marca, o projeto mecânico. Também o histórico de vendas e o relacionamento do fabricante e distribuidores com os clientes.

O brasileiro, via de regra, define o carro pelo valor. Já cansei de ouvir alguns amigos se gabando de comprar veículos de valor expressivo a acabarem se frustrando em pouco tempo.

A crise é reveladora

Com a crise, o mercado se contraiu. A indústria automobilística foi um dos setores que mais sentiu o golpe.

O brasileiro, louco por carros (ou melhor, louco pelo glamour que o carro confere), passou a não ter mais a opção de financiá-los com a mesma facilidade de antes. Conclusão: a venda dos novos despencou.

Se já antes muitos “compravam” seu carro e na maioria do tempo o mantinham na garagem por não dispôr de recursos para poder usá-lo frequentemente, agora a situação está ainda mais crítica para esses, e não são poucos neste perfil.

O brasileiro, em nome do status gasta sua vida a serviço do seu objeto de manutenção de um falso status, e não o contrário, que deveria ser a questão lógica, quando o carro deveria estar aí para servir a quem o possui.

Em muitas outras sociedades essa realidade brasileira é até mesmo incompreensível, pois se relatar que há pessoas que deixam de investir em si mesmas, que deixam de viajar, investir em estudos, livros, e o pior delas, deixam de se alimentar como deveriam para servir ao carro, chegam a ser vista como piada por cidadão de outros países, como o Japão, por exemlo.

O preço pago é alto, num simples cálculo feito sobre a forma de financiamento que a maioria dos brasileiros adquirem seus carros, em que pagam juros altíssimos, chega-se a um resultado incrédulo, onde a gritante maioria acaba pagando 3 vezes o valor do carro que ele terá quando o financiamento será quitado, isso quando chega a ser quitado. ( ex: Financia um carro de 30 mil, acaba pagando mais de 45 mil, e quando terminar de quitar o mesmo, já estará valendo menos de 15 mil, ou seja, vai ter pago 3 x o valor do carro que terá em mãos). Isso é algo inteligente? Gastar tamanho tempo de vida em algo que é só despesa e perda de valor não aparenta ser nem mesmo razoável.

Mas é claro, muitos discordarão disso, pois sabemos que a pior escravidão é aquela em que o acorrentado não enxerga, ou não quer enxergar, as correntes da escravidão moderna às quais está preso. Saber diferenciar o que é viver e saber aproveitar a vida da mera luta pela sobrevivência, primeiramente, requer vontade para tal, e sobre isso Platão retrata claramente neste texto sobre o “Mito da Caverna” (clique no link para ler).

Em pleno século 21, a maioria ainda nasce, vive e morre sem sair da era das cavernas.

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*Fonte: pensadoranonimo/ Ademir Fabio Quinot Ströher

Martin Truex Jr. campeão da NASCAR 2017

Ontem na pista de Homestead-Miami Speedway, o piloto Martin Truex Jr. (Forniture Row/Toyota – #78) sagrou-se campeão da categoria principal da NASCAR em 2017. Muito merecido este título, sendo que foi o piloto que mais venceu provas e liderou o maior número de voltas na temporada. Campeão inconteste. Já dava pinta de que merecia o título muito antes mesmo das provas finais que no sistema atual de playoffs da NASCAR, na última prova 4 pilotos disputam o título, levando que chegar na frente dentre eles.

Parabéns Truex!