Streetart –75

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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AVGater: falha em antivírus famosos é descoberta por especialista

Uma falha presente no sistema de quarentena de antivírus pode colocar em risco milhões de usuários no mundo. A vulnerabilidade AVGater, descoberta pelo especialista austríaco Florian Bogner, explora as funções de softwares de segurança para conceder privilégios de administrador a hackers que desejam invadir o computador da vítima.

Até o momento, o problema foi identificado em 13 antivírus conhecidos. Entre eles estão soluções das empresas Kaspersky, Malwarebytes, Trend Micro, Emsisoft, Ikarus e ZoneAlarm, que já receberam atualizações de correção. Os nomes dos demais softwares afetados estão sob sigilo para evitar ataques em massa. Entenda como o ataque funciona e como se proteger.

Falha de segurança (Foto: Reprodução/brandprotect)

Falha de segurança (Foto: Reprodução/brandprotect)

Bogner é um hacker white hat (que não é criminoso) contratado por grandes empresas para encontrar falhas em redes corporativas. Em um de seus trabalhos, ele descobriu uma maneira de contornar a ação de softwares antivírus e usá-los a favor do invasor. O ataque envolve uma combinação de funções do Windows e recursos de quarentena e restauração de arquivos presentes em softwares de segurança.

Ao explorar a brecha, um hacker mal-intencionado pode usar o sistema de restauração do antivírus para obter controle total do computador do usuário. Em poucos passos, um criminoso pode ganhar acesso de administrador por meio do próprio software de segurança.

“O AVGater pode ser usado para restaurar um arquivo colocado previamente em quarentena para qualquer local arbitrário do sistema de arquivos. Isso é possível porque o processo de restauração é executado pelo antivírus usando um modo privilegiado do Windows”, afirma Bogner.

Organizações costumam ser mais difíceis de invadir por conta das restrições que o departamento de TI impõe aos computadores dos usuários. No entanto, a descoberta do especialista permite que hackers ganhem privilégios de administrador usando antivírus instalados em PCs com acesso limitado à rede.

Como funciona

O primeiro passo do ataque consiste em infectar o computador da vítima com um malware feito para ser pego pelo antivírus. Uma vez dentro da quarentena, um hacker pode explorar a vulnerabilidade para enganar o software de proteção e flexibilizar o sistema de restauração. A função de restauração é usada normalmente para recuperar arquivos removidos por engano, mas, nesse caso, pode servir para que o código malicioso volte à ativa.

Uma vez acionado o sistema de restauração do antivírus, o golpe ativa um mecanismo de estresse do sistema de arquivos NTFS do Windows para manipular o local para o qual o malware será realocado. Em vez de recuperar o arquivo para a origem – o que permitiria uma nova ação do antivírus para a quarentena –, o criminoso pode mover a ameaça para um diretório de sua escolha, como o Arquivos de Programas.

O Windows passa então a ler o malware de forma diferente, tratando-o como um componente do sistema. A essa altura, o malware ganha passe livre para executar suas ações com privilégios de administrador, dando ao hacker acesso profundo ao computador. No caso de empresas, a técnica permite que o atacante invada um PC com acesso restrito e, em pouco tempo, obtenha o controle da rede inteira.

O problema ocorre porque softwares antivírus têm acesso a todos os locais do sistema para buscar ameaças. Programas do tipo são divididos em dois setores: um com o qual o usuário interage e outro restrito ao sistema, inacessível a quem não tem permissões de administrador no PC. A vulnerabilidade descoberta pelo especialista está justamente em fazer a ponte entre essas duas frentes do antivírus, abrindo caminho para hackers que sabem explora-la.

“No contexto do usuário não-privilegiado, existe apenas a interface de usuário do antivírus. Por si só, ela não tem poder real, porque está sendo executada dentro de uma sessão limitada. No entanto, ao conversar com o serviço de antivírus do Windows é possível fazer muitas coisas que um usuário normal não poderia”, explica o especialista.

Apesar da menção recorrente ao Windows, Bogner garante que a falha ocorre apenas nos antivírus. Aparentemente, não está em discussão uma possível vulnerabilidade no sistema da Microsoft.

Ataque passa pela quarentena de antivírus (Foto: Reprodução/Florian Bogner)

Ataque passa pela quarentena de antivírus (Foto: Reprodução/Florian Bogner)

Como se proteger

A única medida que usuários podem tomar para se proteger da falha é manter o antivírus atualizado. O especialista que descobriu a vulnerabilidade tem informado secretamente as empresas cujos softwares foram afetados. Aos poucos, elas vêm liberando correções. Kaspersky, Malwarebytes, Trend Micro, Emisoft, Ikaru e ZoneAlarm foram as primeiras. No entanto, há ainda pelo menos sete outros antivírus com atualizações críticas pendentes para os próximos dias.

Outros casos

Não é a primeira vez que uma vulnerabilidade séria atinge programas antivírus. Em 2005, durante a conferência hacker Blackhat, especialistas já alertavam sobre falhas em produtos desenvolvidos por Symantec, McAfee, Trend Micro e F-Secure. Em outro evento do tipo dois anos mais tarde, antivírus da CA eTrust, Norman, Panda, ESET, F-Secure, Avira e Avast foram apontados como inseguros.

Em novembro de 2016, um dos engenheiros responsáveis pela segurança do Google Chrome chegou a publicar no Twitter que “os antivírus são um grande impedimento para o lançamento de um navegador seguro”.

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*Fonte: techtudo

Zakk Sabbath – Porto Alegre (Opinião – 15/11)

Em plena noite de feriado de 15 de Novembro, dia da Proclamação da República no Brasil, me junto ao amigo Montini em uma peregrinação rock’n roll ao show do Zakk Wylde no opinião, em Porto Alegre (RS). Dessa vez a empreitada tem uma jogada diferente, o Zacarias Selvagem criou num projeto chamado ZAKK SABBATH, que como o próprio nome já sugere, o “bardo” toca somente covers ou versões (como queiram), de músicas da banda Black Sabbath – mas especificamente, músicas dos primeiros álbuns da banda, da fase do Ozzy Osborne.

Em tempo, os álbuns “Pride & Glory” e “The Book of Shadows” estão provavelmente entre o meu top 10 dos álbuns que mais escutei em minha vida, daí a importância de sempre que possível assistir ao vivo ao mestre Zakk quando em Porto Alegre. Essa já foi a terceira vez (perdi uma delas).

A banda conta com o guitarrista e vocalista Zakk Wylde (Ozzy Osbourne, Black Label Society), o baixista Blasko (Ozzy Osbourne, ex-Rob Zombie) e o baterista Joey Castillo (ex- Danzig e Queens Of The Stone Age).

O show começou no horário previsto, para dizer bem a verdade, a alguns poucos minutos após a hora marcada. Bingo! Gosto disso. Isso se costumar chamar de profissionalismo. Não é normal por aqui.

Sem muita conversa o trio chega ao palco e já sai detonando, indo direto ao ponto. A banda mandou-bala em uma série de hits certeiros, não tem como errar tocar Black Sabbath para uma galera ensandecida por música pesada, como a de ontem. Tudo numa boa, banda afiada, gosto muito do Blasko no baixo, acho ele bem melhor do que o DeServio (atual baixista da banda do Zakk Wylde, o Black Label Society) e o mesmo vale para o baterista Joey Castillo, esse é muito phoda!

Não teve trégua, o show uma foi paulada após a outra, galera empolgada, noite agradável, clima bacana no Opinião (nada de treta), sem dúvida uma grande apresentação. Curti que o Zakk não tantos solos “fritados” como ele costuma fazer no B.L.S. – Tá, fez sim, mas em momentos específicos, tipo quando desceu do palco e foi para a galera e não tanto nos solos das próprias músicas by Tony Iommi).

Grande noite, grande show.
Valeu cada níquel.

*Set-list do show de ontem em Porto Alegre (Bar Opinião)

Black Sabbath
Supernaut
Snowblind
A National Acrobat
Embryo
Children of the Grave
Lord of This World
Orchid
Under the Sun/Every Day Comes and Goes
Wicked World
Fairies Wear Boots
Into the Void
Hand of Doom
(Black Sabbath cover) (with Zakk Wylde presenting band members)
Behind the Wall of Sleep
N.I.B.
War Pigs
Room of Nightmares – (Black Label Society )

*Fiz algumas fotos do show de ontem com meu celular (é do tempo em que um celular que também fazia fotos, agora as pessoas tem uma máquina fotográfica que também é um celular). Como evidentemente não ficarm muito boas, tive de pedir ajuda para meu chapa Montini, que me enviou umas imgs a mais de close.
Falow então, confira.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Boicotado pela NFL, Kaepernick é eleito cidadão do ano por revista norte-americana

Apesar de não jogar na NFL há quase um ano e ter sido rejeitado por diversos times em 2017, mesmo tendo mostrado em anos recentes ser melhor do que muitos dos que estão na liga, Colin Kaepernick ganhou um prêmio.

Mas o prêmio não é por nada que ele fez dentro das quatro linhas, e sim por tudo que ele fez ao longo dos últimos 12 meses fora dela.

Kaepernick foi eleito o “Cidadão do Ano” pela revista GQ dos Estados Unidos.

O ex-quarterback do San Francisco 49ers iniciou em 2016 uma onda de protestos durante o hino nacional norte-americano ao se ajoelhar durante a execução do mesmo, alegando não se erguer diante das desigualdades e preconceitos que acontecem no país.

Seu exemplo foi seguido ao redor da NFL e segue tema de debate na liga até hoje.

A publicação ressalta o trabalho de Kaepernick como ativista social e na comunidade.

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*Fonte: espn

 

*Em tempo: sou um grande fan do Colin Kaepernik desde a sua fantástica temporada com os 49’rs – inclusive chegando a um Super Bowl. Mas sou fan também de sua atuação fora dos gramados. Esportista assim falta no mundo inteiro, onde egos, altos salários e comprometimentos contratuais com marcas esportivas e patrocínios fazem grandes celebridades se calarem, quando justamente por serem ídolos de um grande número de pessoas, deveriam se tornar vozes ativas contra os abusos, as desigualdades. Serem um exemplo, afinal o esporte por natureza é competitivo e os melhores vencem, mas sempre com uma grande dose de dedicação, empenho e determinação. Coisa importantes na vida de qualquer um. Mas poucos vencem.

Keep on rock Kaepernick!

Também concordo com a matéria, ele é “muito melhor do que a maioria dos QBs da liga” atualmente, mas não o contratam por causa de questões políticas…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

“Em 20 anos ninguém mais terá carros” – afirma lendário executivo automotivo

Bob Lutz, ex-vice-presidente e chefe de desenvolvimento de produtos da General Motors, afirmou para o portal Automotive News que “estamos nos aproximando do fim da era automotiva”.

As manchetes de tecnologia parecem corroborar sua previsão: enquanto o meio ambiente implora pela extinção do combustível e as estradas ficam cada vez mais lotadas e impossíveis de se trafegar, soluções como o Hyperloop, capazes de levar muitas pessoas de um lugar para o outro de forma mais rápida, segura e ecológica, despontam como o futuro mais provável.

 

A entrevista com Lutz fez parte de uma série jornalística chamada “Redesigning the Industry”, que explora o futuro desse negócio em plena mudança.

Lutz também ocupou cargos executivos importantes em empresas como a Ford, Chrysler, BMW e Opel. Ou seja, estamos diante da opinião de alguém que certamente entende do que está falando.

As grandes mudanças

Por centenas de anos, o cavalo foi o principal meio de transporte dos seres humanos. Nos últimos 120 anos, o automóvel tem sido.

Agora, estamos nos aproximando do final da linha para o automóvel, de acordo com Lutz.
O futuro? Módulos de transporte automáticos e padronizados.

 

Uber e concorrentes

“O estado final será o módulo totalmente autônomo sem capacidade para que o motorista exerça comando. Você vai convocá-lo, ele chegará à sua localização, você entrará, informará seu destino e navegará pela estrada. Na rodovia, ele se fundirá perfeitamente em um fluxo de outros módulos que viajam a 200, 240 km/h. A velocidade não importa. Você tem uma mistura de transporte ferroviário com transporte individual”, escreveu Lutz para o Automotive News.

Esses módulos funcionarão como um misto de transporte público rápido e táxi: você viajará sozinho, será cobrado pelo serviço quando chegar ao seu destino, e o modulo poderá seguir com outro passageiro.

A maioria desses módulos padronizados serão inclusive de propriedade dos Ubers e Lyfts da vida, argumenta Lutz. Uma minoria de indivíduos poderá optar por ter módulos personalizados, pela conveniência, mas isso provavelmente será algo restrito.

Os veículos, no entanto, certamente não serão conduzidos por humanos, porque em 15 a 20 anos, tal situação será proibida.

 

Carros autônomos ou sem motorista: a norma

Lutz aposta que o ponto de inflexão ocorrerá quando 20 a 30% dos veículos circulando na estrada forem totalmente autônomos, como o Google Driverless Car.

Os governos analisarão as estatísticas de acidentes e descobrirão que os motoristas humanos estão causando 99,9% deles. Logo, proibirão carros que precisam de motorista de circularem nas estradas.

Claro, haverá um período de transição. O executivo crê que cerca de cinco anos serão oferecidos pela legislação para que as pessoas tirem seus carros de circulação, vendendo-os para ferros-velhos ou trocando-os por módulos personalizados.

Mas e se o público não aceitar carros autônomos?

Lutz também argumenta que não precisamos de aceitação pública de veículos autônomos para eles se tornarem a norma, em caso de você estar pensando que carros sem motorista não vão ficar populares em tão pouco tempo por conta do medo das pessoas.

“Tudo o que precisamos é a aceitação pelas grandes frotas: Uber, Lyft, FedEx, UPS, o Serviço Postal dos EUA, empresas de serviços públicos, serviços de entrega”, disse.

Por exemplo, você faz uma compra em uma grande empresa como a Amazon, e recebe a entrega em módulos automáticos que nem sequer possuem o logotipo de marcas automotivas famosas, como Chevrolet, Ford ou Toyota. Na verdade, pertencem a Uber ou Lyft ou outra empresa competindo no mercado.

Logo, o público vai entender que este é o futuro, que é seguro e que funciona.

Outras mudanças

Lutz também fez outras previsões, como a de que empresas de transporte poderão solicitar módulos de vários tamanhos, sejam eles pequenos, médios ou grandes. Apesar disso, o desempenho será o mesmo para todos, porque ninguém vai passar ninguém na estrada. Esse é o sinal da morte para empresas como BMW, Mercedes-Benz e Audi, porque esse tipo de performance não vai importar mais.

Em cada veículo, você poderá solicitar diferentes níveis de equipamento, desde módulos básicos a módulos de luxo que incluem geladeira, TV e computador com conectividade. Não há limites para o que se pode incluir nos módulos, porque beber ou escrever mensagens de texto enquanto viaja não será mais um problema.

A importância do design também será minimizada, porque os módulos de alta velocidade precisam ser achatados nas duas extremidades.

O futuro das concessionárias

Tudo isso também implica, necessariamente, no desaparecimento do varejo automotivo como o conhecemos.

Os vendedores de carros continuarão a existir como um negócio marginal, como os vendedores de cavalos hoje, para pessoas que querem módulos personalizados ou que compram reproduções vintages de carros como Ferraris.

O esporte automotivo sobreviverá, apenas não nas rodovias públicas. Vai ser provavelmente uma coisa elitista, embora possam existir estradas públicas, como quadras esportivas públicas, nas quais você poderá se divertir por algumas horas.

“Como criadores de cavalo de corrida, haverá fabricantes de carros de corrida e carros esportivos e veículos off-road. Mas será uma indústria artesanal”, opina Lutz.

Em resumo, todo o grande mercado do automóvel, das oficinas mecânicas, das concessionárias e da mídia automotiva chegará ao fim em 20 anos.
A sobrevivência das montadoras

As montadoras de hoje só vão sobreviver se conseguirem se adaptar a esse novo mercado.

Lutz afirma que a General Motors está fazendo as escolhas certas, apostando em funções automáticas, para resistir quando a transição ocorrer.

“Penso que todo mundo vê [a mudança] chegando, mas ninguém quer falar sobre isso. Eles sabem que estarão bem por alguns anos, se continuarem a fornecer tecnologia superior, design superior e um bom software para a condução autônoma. Assim, por um tempo, a ‘ideia autônoma’ será capturada pelas empresas automobilísticas. Mas então isso vai se transformar, e o ‘valor’ será capturado pelas grandes frotas. Essa transição estará amplamente completa em 20 anos”, conclui Lutz. [AutoNews]

 

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*Fonte: hypescience

Esta inacreditável ovelha reconhece rostos por simples fotos

Caso você ainda não tivesse certeza, um novo estudo da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, veio para confirmar o que todos nós já esperávamos: que as ovelhas são muito legais.

Os cientistas já sabiam que elas eram inteligentes e podiam reconhecer os rostos de outras coleguinhas ovelhas, bem como de seus cuidadores humanos.

Agora, a pesquisa mostrou também que as ovelhas podem aprender a identificar humanos desconhecidos que elas nunca encontraram antes, apenas olhando suas fotos.

O estudo

Para o estudo, oito ovelhas foram treinadas para reconhecer os rostos de famosos como Barack Obama, Emma Watson, Jake Gyllenhaal e Fiona Bruce.

Os cientistas usaram comida para recompensar os animais por escolher a foto, em vez de um espaço em branco ou um objeto inanimado.

Mais tarde, quando as fotos de celebridades foram colocadas ao lado de fotos de outros rostos, as ovelhas reconheceram o rosto que já haviam visto 8 vezes em cada 10.

Quando as mesmas fotos de celebridades foram mostradas em outro ângulo, as ovelhas ainda se saíram muito bem, com seu desempenho caindo apenas cerca de 15%, o mesmo esperado em seres humanos.

Ou seja, os animais puderam essencialmente combinar uma imagem 2D com uma pessoa 3D e detectar mudanças em perspectiva. “Nós mostramos que as ovelhas têm habilidades avançadas de reconhecimento facial, comparáveis com as de humanos e macacos”, afirmou a principal pesquisadora do estudo, Jenny Morton, da Universidade de Cambridge.

Sem treinamento

Em alguns testes, uma das fotos mostrada foi de um dos cuidadores das ovelhas. Neste caso, os animais foram para o rosto familiar 7 vezes em 10, sem qualquer treinamento prévio, embora muitas vezes tenham hesitado um pouco antes.

“Nós sabíamos que as ovelhas podiam reconhecer seus cuidadores, mas ainda ficamos impressionados com isso”, disse Morton ao jornal The Guardian. “O reconhecimento facial é um processo sofisticado, mas elas têm grandes cérebros, elas veem outras ovelhas, e usam esse processamento para se reconhecer”.

Aplicações

As ovelhas não são apenas animais com cérebros grandes, mas também com uma natureza social e longas vidas. Assim, são um bom modelo para estudos sobre aprendizado e doenças neurológicas. Por exemplo, os pesquisadores analisam como a doença de Huntington interrompe o processamento normal do cérebro em humanos, a partir de ovelhas com a mesma mutação.

Como o reconhecimento do rosto envolve várias partes diferentes do cérebro, o monitoramento desse talento de detecção – quando ele está no auge ou quando declina – pode nos dar pistas para detectar os primeiros sinais de doenças cerebrais.

No caso da doença de Huntington, para a qual não há cura conhecida, os afetados têm dificuldade em reconhecer emoções faciais, gerenciar o humor e lembrar eventos. Este estudo, publicado na revista Royal Society Open Science, pode ajudar os cientistas a entender como a condição se desenvolve e como preveni-la.

Parte do processo de pesquisa é entender as habilidades cognitivas das ovelhas em geral, também. [ScienceAlert]

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*Fonte: hypescience

Por que sentimos que o tempo passa mais rápido conforme envelhecemos?

Já estamos em novembro e você provavelmente já se deu conta que este ano passou mais rápido que os demais, não é verdade? Você inclusive comentou com algum amigo, que concordou com uma frase como: “o tempo está voando!”.

A verdade é que você não está louco, a aceleração da percepção do tempo é um fenômeno que tem explicação científica. De acordo com uma pesquisa realizada por cientistas, a sensação de que o tempo está acelerando ao longo dos anos é real: enquanto vivemos mais, paradoxalmente, sentimos que vivemos menos.

Em um experimento, foi solicitado a ajuda de pessoas de 16 e 80 anos. Sem temporizadores próximos, os participantes foram convidados a indicar quando um minuto havia passado. O mais jovens fizeram isso com maior precisão, enquanto os mais velhos sentiram que o tempo passou mais rápido.

Não é que as coisas sejam vistas em alta velocidade, mas em perspectiva – isto é, visto que um evento ocorreu há muito tempo – é percebido como um tempo muito curto, ao contrário de como foi percebido anos antes.

Uma teoria é sobre o armazenamento de memória. Por conta da quantidade de memórias que são adicionadas ao cérebro, resultado da experiência, há uma maior velocidade de memórias. Esse fenômeno acontece devido ao fato de que, com a passagem da idade, estamos perdendo o sentido do romance. Nada nos surpreende, tudo nos é apresentado como um desfile de coisas já conhecidas.

Por outro lado, o neurocientista David Eagleman diz que esse fenômeno se deve ao fato de que ao longo do tempo, nosso cérebro gasta menos energia para processar experiências. Quando a experiência é nova, nosso cérebro gasta mais energia e produz a sensação de que demora mais tempo. O cérebro se esforça para colocar toda a atenção possível para aprender novos conhecimentos e é assim que o tempo passa devagar. No entanto, quando você passa pela mesma situação novamente, a memória ignora milhares de detalhes e o tempo passa mais rápido.

Portanto, ao longo dos anos, os dias e os meses parecem passar com mais velocidade. Mas, calma, porque tudo ainda está sob controle!

 

 

 

 

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*Fonte:

Instinto animal

Quem já não se deparou com uma coincidência incrível, daquelas que fazem a gente pensar se há alguma razão sobrenatural para aquilo ter acontecido? Algo como você ligar para um amigo e ouvir que ele estava pensando em ligar para você naquele momento, ou encontrar com uma pessoa que você não via há muito tempo bem no dia em que sonhou com ela. Para o biólogo inglês Rupert Sheldrake, essas ocasiões são mais que simples acasos. Ele defende que acontecimentos como esses ocorrem nos raros momentos em que nos conectamos a uma forma de consciência primitiva, que o processo civilizatório calou há muito tempo. Para Sheldrake, a forma mais fácil de comprovar a existência dessa outra inteligência é observar os animais, que ainda dominam e utilizam cotidianamente esse sexto sentido.

Antes de entrar nas teorias de Sheldrake, é bom apresentá-lo. Para grande parte dos cientistas suas idéias não passam de esoterismo. Mas o biólogo tem credenciais cunhadas nas casas mais nobres da ciência. Formado em Ciências Naturais pela Universidade de Cambridge e em Filosofia pela Universidade de Harvard, Sheldrake tem ainda o título de PhD em Bioquímica (também de Cambridge). Mas, decididamente, ele não segue os passos de seus mestres. Seus livros levam a sério temas banidos da academia, como fenômenos “paranormais” e espiritualidade. Para ter uma idéia do tipo de crítica que suas idéias geram, basta dizer que John Madox, ex-editor da revista Nature, propôs que os livros de Sheldrake deveriam ser sumariamente queimados. “Ele merece ser condenado pela exata mesma razão que o papa condenou Galileu: como um herege”.

Para acirrar ainda mais a controvérsia, Sheldrake critica abertamente alguns dos pilares do método científico, como a necessidade de ambientes controlados para reduzir o número de variáveis em um experimento e a validação de um resultado somente se ele puder ser repetido nas mesmas condições. Para Sheldrake, isso gera um artificialismo que desmerece os resultados. “Essa visão”, diz o controverso cientista, “data do século XVII e deriva da teoria de René Descartes de que o Universo é uma máquina. Animais e plantas são vistos como autômatos programados. A natureza precisa ser encarada de forma menos mecanicista e utilitária”, afirma.

Foi com base nessas premissas que o biólogo pesquisou e escreveu o livro Cães Sabem Quando seus Donos Estão Chegando. O livro, um best-seller, é uma compilação de casos – alguns acompanhados mais de perto e outros mais à distância – de animais de estimação que demonstram poderes maiores do que a ciência tradicional seria capaz de admitir.

Seguindo sua linha polêmica, Sheldrake defende que animais têm habilidades que nós, humanos, perdemos. Por isso, têm muito a nos ensinar.

Para pesquisar os casos citados no livro, Sheldrake seguiu três passos. Primeiro, ele e sua equipe entrevistaram pessoas que têm experiência em lidar com animais: treinadores, veterinários, cegos com seus cães-guia, tratadores de zôos, proprietários de canis e gente que trabalha com cavalos. O segundo passo foi espalhar aleatoriamente questionários sobre comportamento animal em residências que possuíam animais de estimação nos Estados Unidos e nos países britânicos. Por fim, alguns casos foram separados para um estudo monitorado. O resultado é um apanhado de casos documentados que surpreende os mais céticos. Como o do cão Jaytee.

Cães que sabem

Jaytee foi adotado por uma secretária de Manchester, Inglaterra, chamada Pamela Smart. Os pais de Pamela percebiam que, meia hora antes de a filha voltar do trabalho para casa, Jaytee se postava em frente à porta de entrada e esperava por ela. Como ele sabia que ela estava chegando? Curiosa com o fato, Pamela entrou em contato com Rupert Sheldrake e se propôs a colaborar com sua pesquisa. Durante 100 dias, ela e seus pais mantiveram um diário duplo anotando detalhes das rotinas de Pam e do animal. Sob a orientação de Sheldrake, Pamela começou a inserir algumas variáveis em seu comportamento para testar a capacidade de Jaytee de antecipar sua chegada. Seria o cheiro? Dificilmente: a dona estava entre seis e 60 quilômetros de casa. Como sentir qualquer cheiro a essa distância no caos urbano? Será que o mascote reconhecia o motor do carro? Tampouco. Pamela começou a voltar para casa de táxi, de bicicleta ou a pé e o cão continuou antecipando sua chegada. Seria a rotina? Também não, pois variações aleatórias de horário não mudaram em nada o fenômeno.

Por fim, Sheldrake utilizou duas câmeras, com os cronômetros sincronizados, para registrar o comportamento de Jaytee e os movimentos de Pamela. Nada menos que 120 fitas foram registradas e analisadas. E revelaram algo ainda mais intrigante. Jaytee não ia para a porta esperar a dona no momento em que ela partia do trabalho, mas no momento em que ela decidia partir. Era como se lesse seus pensamentos. Submetidos ao crivo de outros cientistas, os dados foram considerados insuficientes e passíveis de erro, mas Sheldrake insiste: cães têm poderes extra-sensoriais. E não são só eles: gatos, papagaios, galinhas, gansos, répteis, peixes, macacos, cavalos e ovelhas também os possuem.

Animais que curam

Rupert Sheldrake afirma que, nos templos de cura da Grécia antiga, cães eram tratados como co-terapeutas. A mais importante divindade de cura entre os gregos, Asklépios, costumava manifestar-se por meio de “cães sagrados”. Segundo Sheldrake, até Sigmund Freud, o pai da Psicanálise, era acompanhado por sua cadela, uma chow, que não era apenas uma companhia ou um animal de estimação, mas parte do processo a que ele submetia os pacientes. Freud acreditava em uma “cura pelo animal de estimação”, nas suas palavras. E, curiosamente, era o animal que avisava quando a sessão tinha terminado.

Sheldrake indica no livro uma série de trabalhos acadêmicos realizados em hospitais e clínicas demonstrando que pacientes que possuem animais de estimação se sentem menos sós, ansiosos e deprimidos. E o bem-estar emocional é um grande aliado de médicos na recuperação de pacientes, porque melhora a resposta imunológica, entre outros benefícios. Segundo o autor, essa interação acontece não por mágica, mas porque animais de estimação oferecem o que poucos humanos são capazes de oferecer: amor incondicional.

Mas o benefício da ligação entre o dono e o animal transcende o mero companheirismo. Segundo o biólogo, os animais cuidam de seus donos, conhecem suas doenças e os ajudam a se tratar, de forma deliberada, como mostram os relatos apresentados em seu livro. Uma mulher do norte da Inglaterra conta que, numa noite de profunda depressão, resolveu se matar tomando uma overdose de calmantes. Seu spaniel chamado William pela primeira e única vez em 15 anos de fidelidade total se colocou agressivamente entre ela e o vidro de remédio, rosnando com fúria e mostrando os dentes. Ela desistiu do suicídio e o cão voltou à mansidão habitual.

Christine Murray, que mora numa cidadezinha perto de Washington, capital dos Estados Unidos, tem uma mestiça de pitbull e beagle chamada Annie. Cerca de duas vezes por semana, Annie pula no colo de Christine e começa a lamber seu rosto furiosamente. Imediatamente, Annie pára o que estiver fazendo e se acomoda no chão. Em poucos minutos, tem um ataque epilético. A cadela não falha. Ela parece saber que a dona vai ter um ataque e a avisa. Há o caso também de uma epilética alemã de Hamburgo que possui um casal de vira-latas. Quando o ataque começa, os dois estão sempre por perto, e um deles tenta se colocar entre a doente e o chão, para amortecer-lhe a queda.

Senso de direção

Desde a década de 1930 o alemão Bastian Schmidt realiza detalhados estudos sobre orientação animal. Ele foi um pioneiro em testar teorias ao abandonar cães em lugares desconhecidos e observar seu comportamento. A observação mais importante colhida por Schmidt foi a de que nos primeiros cinco a 25 minutos o animal não “farejava” o caminho de volta. Ele levantava a cabeça, observava os arredores, como que estabelecendo sua localização. Em seguida, o cão simplesmente sabia a direção de casa – e seguia para lá.

Sheldrake não podia deixar de testar esse poder. O biólogo conheceu, em Leicester, uma collie-de-fronteira mestiça chamada Pepsi que tinha um estranho costume: fugia de casa e reaparecia na residência de algum parente ou amigo do seu dono. No verão de 1996, Rupert Sheldrake instalou um receptor GPS (o sistema de posicionamento global) na coleira de Pepsi e a largou a 3 quilômetros de casa, às 4h55 da madrugada. Às 9 horas da manhã a cadelinha foi achada curtindo um sol tranqüilamente na casa da irmã do seu dono. Cada um de seus movimentos foi registrado pelo GPS. Com a ajuda de um mapa da cidade, Sheldrake descobriu que, assim que foi largada, Pepsi procurou a casa mais próxima conhecida, depois foi para a seguinte e assim por diante. Em pouco menos de quatro horas, já havia passado por 17 lugares guardados em sua memória. Seguindo seu padrão de comportamento, logo ela estaria em casa, pronta para uma nova aventura.

Como animais se guiam? Pelas estrelas, por campos magnéticos? Sheldrake considera essas teorias mecanicistas e ultrapassadas. Cita vários casos de cães que descobriram o túmulo de seus donos sem nem sequer testemunhar a morte deles. E conta a epopéia de Prince, um Irish Terrier que, durante a Primeira Guerra Mundial, saiu de Londres para encontrar seu dono no caos das trincheiras da França (e se tornou uma espécie de mascote das forças britânicas). O que estrelas e campos magnéticos têm a ver com isso?

Telepatia

Rupert Sheldrake afirma que essa ligação entre homens e cães se deve ao longo tempo de convivência entre as duas espécies, que já dura 100 000 anos, quando os primeiros cachorros foram domesticados. Graças a essa conexão, os animais “lêem os pensamentos das pessoas”. Eles parecem sentir quando seus donos precisam de ajuda ou de apoio emocional. Algumas dessas manifestações se revelam em pequenos atos cotidianos. Gatos que desaparecem no dia de ir ao veterinário. Cães que tremem na hora de uma consulta, mesmo que seus donos simulem tratar-se de um simples “passeio”.

Rupert Sheldrake coletou mais de 1 500 casos de supostos contatos telepáticos entre homens e animais. Histórias como a do gato Godzilla, que vive com o relações-públicas David White, em Oxford. Por obrigação profissional, White viaja muito por lugares tão diferentes quanto a África do Norte, o Oriente Médio e a Europa continental. Não importa de onde ou quando David White ligava, Godzilla subia à mesa e ficava ao lado do telefone antes que ele fosse atendido. Mas só nas ligações do dono. Todas as outras eram desprezadas pelo gato. Isso foi testado em várias condições e variações, e Godzilla não falhava. Se o dono liga, ele parece saber. Um caso semelhante ocorre com o cão Jack, de Gloucester: ele também só fica ao lado do telefone quando seu dono liga. Com um detalhe: Jack se manifesta uns dez minutos antes de a ligação acontecer.

A explicação, afinal

Sheldrake é o primeiro a esfriar os ânimos de seus leitores que procuram explicações para esses fenômenos. “Não existe uma conclusão para explicar tudo isso”, diz ele. O que há são hipóteses. E a hipótese do biólogo baseia-se em uma controversa proposição: a teoria dos “campos mórficos”. Segundo Sheldrake, os corpos têm uma espécie de extensão invisível e indetectável, que determina sua forma e seu comportamento. São os campos mórficos. A teoria não pára por aí. Esses campos, diz ele, atravessam o tempo – conectando as coisas entre si – e o espaço – conectando os corpos com outros corpos existentes no passado e no futuro, em um processo chamado ressonância mórfica. “O campo mórfico é um campo estendido no tempo-espaço, assim como o campo gravitacional do sistema solar não está meramente dentro do Sol e dos planetas, mas contém todos eles e coordena seus movimentos”, diz.

A idéia básica é a de que todo ser possui uma marca própria, que se estende não apenas ao seu próprio organismo, mas a tudo com o que esse ser convive. E essa ligação se torna mais forte à medida que essa convivência se repete.

Segundo Sheldrake, a origem do campo mórfico pode estar em um fenômeno que inquietou Albert Einstein, chamado de não-localidade quântica, e que foi confirmado por experiências realizadas na década de 80. Nos experimentos, comprovou-se que duas partículas de luz, ou elétrons, emitidas pelo mesmo átomo continuam de certa forma ligadas entre si, mesmo separadas por uma grande distância. De tal forma que, quando os cientistas mediam alguma característica de uma das partículas, a outra imediatamente modificava a mesma característica.

Os campos mórficos explicam muitos mistérios que desafiam a ciência, como a morfogênese, ou seja, o desenvolvimento da forma e da estrutura de um organismo. Enquanto os biólogos continuam procurando a chave que faz uma perna desenvolver-se como uma perna e não como uma antena, Sheldrake já tem sua resposta. Como uma semente de cenoura se transforma em uma cenoura? Resposta: seu campo mórfico conecta a semente às cenouras passadas, que a precederam, e faz com que ela se desenvolva como uma cenoura. Esse não seria o papel dos genes? Em parte. Os genes seriam apenas um sintonizador de campos mórficos. Como o seletor de canais de uma televisão, o DNA conecta um ser ao seu respectivo campo mórfico. Por esse mesmo raciocínio, admite-se que um jogo de palavras cruzadas impresso em um exemplar de um jornal matutino fica mais fácil de resolver à medida que o dia passa, porque a ressonância mórfica emitida pelas pessoas que o resolveram facilita a tarefa.

Bem, e onde entram os animais? Em termos muito simplificados, esses campos mórficos formam ligações entre seres (e entre seres e objetos) invisíveis aos olhos e ao conhecimento. É como um campo magnético – que nada representa para nós se não tivermos uma bússola. Segundo essa teoria, animais criam campos mórficos com seus donos e sabem como utilizá-los na prática. O gato que sabe que o telefonema é do seu dono está apenas usando seus “sensores de campos mórficos”.

Quando um animal “adivinha” a hora exata em que seu dono vai chegar, estaria usando um recurso de inteligência que nós perdemos. Quando um cachorro quer voltar para casa, ele apenas localiza a extensão do seu campo mórfico e vai em frente. O mesmo princípio vale para o cãozinho Prince, que, de algum jeito, cruzou o Canal da Mancha para reencontrar seu dono no inferno das trincheiras.

Sheldrake acha que sua teoria faz parte de uma evolução natural do conhecimento. “Descartes acreditava que o único tipo de mente era a consciente. Então, Freud reinventou o inconsciente. Daí Jung disse que não existe apenas um inconsciente pessoal, mas um inconsciente coletivo. A ressonância mórfica nos mostra que nossas próprias almas estão conectadas com as almas dos outros e ligadas ao mundo que nos cerca.”

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*Fonte: superinteressante

4 Dicas para Melhorar a Memória e Hábitos de Estudo

A maioria de nós tem dificuldade para armazenar e recuperar a informação da nossa memória de longo prazo. Como você resolve este problema? Como você pode melhorar seus hábitos de estudo?

Bem, aqui estão algumas dicas para fortalecer sua memória e melhorar seus hábitos de estudo.

 

1. Depois de ler um parágrafo, tente resumir as informações recebidas a partir dele, e faça uma pergunta.

Ler sobre um tema que você pode não saber nada sobre é difícil. Portanto, a fim de reter a informação, depois de ler um parágrafo, repita-o em voz alta, ou escreva um resumo das informações que você recebeu. Isso vai deixar você saber se o que você leu foi processado em sua cabeça. E para dar um passo adiante, uma dica útil seria fazer uma pergunta sobre o parágrafo. Fazer uma pergunta vai ajudar você a realmente cavar o tema e tornar-se interessado no que você está aprendendo. Se você gosta do que você está aprendendo, isso se tornará mais fácil de lembrar.

 

2. Faça associações de novas informações com o que você já sabe.

Quanto mais conexões você faz com a informação, melhor você vai se lembrar. Assim, enquanto estuda, tente fazer conexões mentais. Além disso, mnemônicos tem sido técnicas comprovadas para ajudá-lo a armazenar e recuperar informações.

 

3. Despedaçar e organizar as informações.

A razão pela qual somos capazes de lembrar de números de telefone é porque eles são divididos em grupos de dígitos por traços. Se você olhar para a informação que você está estudando da mesma forma, você será capaz de se lembrar também. Tome as suas leituras e notas, e divida em “pedaços” ou pequenas quantidades de informações para memorizá-las. Organize a informação em grupos ou subtópicos. Sua mente provavelmente irá se lembrar da informação se ele é colocada em um padrão organizado.

 

E por último, mas não menos importante (a sério, este é o mais importante)

4. Não estudar no último minuto!

Passar a noite antes da prova estudando não é a melhor ideia. Você precisa passar algum tempo com o material e testar seu conhecimento. Você não pode esperar se lembrar de montes de informações que você só viu na noite anterior à prova. Portanto, você deve passar alguns dias antes da prova estudando os grupos de informações.

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*Fonte: