Larkin Poe | Led Zeppelin – In My Time of dying” | “Whole Lotta Love”

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8 provas de que seu cérebro é uma supermáquina

1 – Seu cérebro processa realidade e imaginação da mesma maneira

Nosso cérebro não consegue distinguir realidade de fantasia, e é por isso que nossos sonhos parecem superverdadeiros. É por isso também que cada pessoa enxerga o mundo de uma maneira diferente.

2 – Nosso cérebro não cansa quando o forçamos mentalmente

Não existe verdade na ideia de que, assim como os músculos, o cérebro também se cansa quando usado demais. A sensação de que seu cérebro está fatigado, na verdade, tem a ver com as suas emoções – a quantidade de sangue no cérebro é sempre a mesma, independente se você está trabalhado muito ou não.

3 – O cérebro é automático

Muitos dos pensamentos que você tem hoje têm a ver com o que você viveu ontem, e isso acontece porque nosso cérebro trabalha de maneira automática, se comportando de maneira quase previsível. É por isso que é difícil mudar a forma de pensar de uma pessoa – quem é pessimista demais precisa conscientemente pensar positivo por vários dias para que as mudanças aconteçam, por exemplo.

4 – Nossos pensamentos podem se tornar reais

Parece coisa de livro de autoajuda, mas é neurociência: nossos pensamentos realmente podem se tornar reais, e isso acontece por causa de um fenômeno chamado “viés da confirmação’. Se você gosta muito da ideia de ir para Londres, seu cérebro vai fazer com que você procure referências da capital inglesa no seu dia-a-dia. Simples assim.

5 – É preciso treinar o cérebro

Assim como seus músculos ficam tonificados depois que você começa a treinar, seu cérebro também precisa de treino, só que de um jeito diferente. Para garantir um bom funcionamento da sua máquina pensante, aposte em jogos como tetris e em atividades como a leitura e aprender novos idiomas. Dormir bem e praticar atividades físicas também garantem o bom funcionamento do cérebro.

6 – Não existe descanso em termos de atividade cerebral

Mesmo quando estamos dormindo o cérebro está trabalhando. Como esse órgão conduz todas as atividades do corpo, inclusive as que não controlamos, ele nunca descansa.

7 – Se esquecer de algumas coisas é bom

Para guardar novas memórias, seu cérebro se livra de informações desnecessárias, e está tudo bem que isso aconteça. Não temos a capacidade de sempre escolher o que lembrar e o que esquecer, mas nosso cérebro faz isso muito bem, para se manter sempre ativo.

8 – É possível mudar o cérebro

Graças a um processo chamado “neuroplasticidade”, nosso cérebro vive mudando e se adaptando. Isso acontece porque cada atividade cerebral gera novas conexões entre os muitos neurônios que temos. Se pensamos muito sobre uma coisa que achamos que não somos capazes de fazer, essa ideia vai se tornando cada vez mais forte em nosso cérebro.

A boa notícia é que o inverso também funciona, e se pensamos que somos, sim, capazes de conquistar determinada coisa, nosso cérebro vai trabalhar para que isso, de fato, aconteça.

 

Um perto de um sinal

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*Fonte: megacurioso

Hipopótamos salvam gnu das mandíbulas de crocodilo

Um vídeo gravado no Parque Nacional Kruger, na África do Sul, mostra um encontro emocionante entre animais: um gnu é abocanhado por um crocodilo, mas acaba sendo salvo por dois hipopótamos que aparecem para afugentar a besta.
Um casal que visitava o parque foi quem realizou a filmagem.

O vídeo

O gnu provavelmente se aproximou da água para matar a sede, e acabou sendo emboscado pelo crocodilo. O herbívoro esforçou-se para libertar-se, mas o predador não conseguiu manter seus poderosos maxilares em sua perna esguia.

Por quase oito minutos, o gnu e o crocodilo ficaram envolvidos em um feroz jogo de cabo de guerra. Eventualmente, a presa se cansou, e esse parecia o fim.
Lentamente, o crocodilo começou a arrastá-lo para a água. Submerso, o réptil com certeza levaria vantagem, mesmo em relação a uma grande presa.
À medida que o gnu se tornava cada vez mais subjugado, dois hipopótamos se aproximaram. De repente, eles avançaram em direção ao crocodilo, fazendo com que o réptil perdesse seu controle sobre o mamífero.

Infelizmente, com uma provável perna quebrada, pode ser que o gnu não sobreviva por muito tempo.

Territoriais

Por que os hipopótamos decidiram “salvar” um gnu em apuros?

Por mais bela que essa explicação pareça, pode não ter sido o caso de um salvamento, conforme explica Douglas McCauley, um explorador da National Geographic e professor da Universidade da Califórnia, nos EUA.

Os hipopótamos podem ser extremamente agressivos, de forma que poderiam estar apenas reagindo a invasão de território do crocodilo.

Os hipopótamos e os crocodilos, animais que frequentam muito a água, geralmente desconfiam um do outro. Os hipopótamos são muito grandes e fortes para serem vítimas de crocodilos, e geralmente se alimentam apenas de vegetação. Mas quando um desses répteis fica a cerca de um metro de um hipopótamo, o mamífero territorial pode se incomodar.

Aliás, eles podem se incomodar a aproximação de qualquer indivíduo. McCauley crê que a movimentação do gnu na água chamou a atenção dos hipopótamos, que decidiram “proteger” seu território.

Mesmo que o vídeo não mostre necessariamente um caso de altruísmo animal, McCauley diz que é um ótimo exemplo de como os animais coabitam e compartilham espaço na natureza. [NatGeo]

 

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*Fonte: hypescience

7 configurações que todo mundo deveria mudar no roteador de casa

Na hora de pensar na segurança dos dispositivos domésticos, muita gente acaba esquecendo do roteador. E trata-se de um esquecimento perigoso, já que um roteador sem segurança pode ser invadido com muita facilidade. Essa falta de atenção à segurança dos roteadores já permitiu até mesmo que um grupo de hackers criasse uma botnet com roteadores brasileiros para fazer ataques DDoS.

As configurações de fábrica do seu roteador, portanto, não são seguras, e é importante que você altere ao menos algumas opções delas. Para acessá-las, basta abrir um navegador e digitar o endereço do seu roteador na barra de endereços. Em geral, esse endereço é um número que vem escrito na documentação do roteador: 192.168.1.1, 192.168.2.1 e 192.168.1.10 são alguns dos endereços mais comuns, mas esse número varia bastante.

Uma vez que você consiga acessar as configurações do seu roteador, veja a seguir as principais mudanças que você deve fazer:

1. Mude o nome de usuário e senha

Se você nunca mudou a senha e o nome de usuário do menu de configurações do seu roteador, faça isso o quanto antes. Em geral, os roteadores vem com nomes e senhas triviais (exemplo: nome “Admin” e senha “1111”) que podem ser quebradas em questão de segundos por um invasor. Você não precisará usar com frequência essa senha ou nome de usuário, então mude para algo que seja forte mas que você consiga lembrar. A opção de mudar essas configurações geralmente fica na primeira página do menu do roteador; se não, procure por ela na parte de “segurança” ou “usuários”.

2. Altere o nome da sua rede

Normalmente, os roteadores saem da caixa com nomes de rede bastante genéricos, como o nome do modelo e a marca do roteador. Ao acessar o menu de configurações do dispositivo, você deve ver uma opção de “Mudar SSID”, geralmente na parte de segurança. SSID é, basicamente o nome da rede: aquilo que aparece para os aparelhos que tentam se conectar a ela. Quando você muda o nome da rede, você não apenas deixa-a mais fácil de detectar, mas também obriga todos os aparelhos que estavam conectados a ela a se conectar novamente – ou seja, se o seu roteador for invadido, mudar o nome da rede e a senha devem resolver o problema.

3. Ative criptografia na rede

Ainda no menu de “Segurança” do roteador, procure pela opção de ativar WPA2-PSK, ou WPA 2 Personal e, se puder escolher um tipo de criptografia, escolha AES. Isso protegerá a sua rede e o seu tráfego contra pessoas de fora que tentem bisbilhotar para descobrir quais sites você anda acessando (e que poderiam até mesmo roubar dados e senhas) com o Advanced Encryption Standard, um dos padrões mais confiáveis de criptografia.

Ao fazer isso, você precisará escolher também a senha da rede. Vale notar que essa não é a mesma senha que você usa para acessar as configurações do roteador; ela é a senha que você precisa escrever para poder se conectar à rede Wi-Fi. Como ela precisará também ser lembrada e inserida em cada um dos dispositivos, procure criar uma senha forte mas memorável, usando maiúsculas, minúsculas, números e símbolos. Pense numa frase, escreva-a de um jeito estranho misturando esses caracteres e já deve ser suficiente.

4. Ligue os firewalls

Os firewalls são programas que monitoram e controlam o acesso que os programas do seu computador têm com a rede, e ajudam a proteger sua máquina. O roteador deve ter um firewall também, e você pode encontrá-lo na parte de segurança procurando por SPI ou por NAT. Ative essas opções se encontrá-las. O Windows 10 também tem um software de firewall que vem ativado por padrão, e é bom garantir que ele está ativado na sua máquina; o vídeo abaixo mostra como fazer isso:

5. Desative as redes para convidados

Alguns roteadores têm a opção de oferecer redes para visitantes – uma conexão paralela e mais fraca que não fica protegida por senha. No entanto, essa rede acaba muitas vezes sendo o elo fraco no qual a corrente da segurança se quebra. Ela pode ser acessada por seus convidados, mas também pode ser acessada pelos seus vizinhos ou por qualquer pessoa que entre no raio de ação do seu roteador. O melhor é desativá-la e fornecer a senha da sua rede doméstica às visitas que vierem à sua casa.

6. Atualize o firmware do seu roteador

Assim como seu computador ou celular, o sistema do seu roteador também recebe atualizações. Essas atualizações trazem novos recursos e consertam falhas de segurança, então é uma boa ideia verificar por atualizações regularmente. Você pode fazer isso indo nas opções de “firmware”, “atualizações”, “sistema” ou “segurança” do roteador. Em geral, a atualização precisa ser baixada e, depois da sua instalação, o roteador precisa ser reiniciado. Leva um tempinho, mas é importante.

7. Desligue o WPS

WPS é um recurso que alguns roteadores têm que permite que novos dispositivos se conectem a ele apenas com o toque de um botão. Essa facilidade de conexão pode ser conveniente, mas também é muito arriscada – qualquer pessoa que chegar perto do seu roteador poderá ganhar acesso à sua rede privada. Por isso, a opção mais segura é desativar esse recurso (se ele estiver disponível) e escrever a senha em cada aparelho que você quiser conectar à rede.

Bônus: use uma VPN 

VPN é uma sigla em inglês que significa “rede virtual privada”. Em termos gerais, o que a VPN faz é criar uma espécie de “tunel” em volta do seu tráfego de internet de maneira que ele não possa ser detectado por ninguém. Ela permite, por exemplo, que você acesse a rede privada do seu trabalho a partir de outro local, ou até mesmo que você assista à Netflix como se fosse alguém de outro país. O Olhar Digital já fez um vídeo ensinando a ativar VPNs, e você pode vê-lo por meio deste link.

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*Fonte: olhardigital

Mergulho da morte da sonda Cassini em Saturno

Se pudéssemos viajar entre planetas, Saturno seria um ótimo lugar para estarmos na manhã de sexta-feira.

Pouco depois das 7h32, horário de Brasília, um objeto do tamanho de um ônibus passará sobre as nuvens do planeta e explodirá em milhões de pedaços, brilhando como um meteoro em seus céus.

Esse objeto é a nave espacial Cassini, da NASA, mergulhando para sua morte.

Mas não é necessário ir até Saturno para observar o evento: a agência espacial norte-americana vai transmiti-lo ao vivo.

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ISSO JÁ ELVIS, JÁ PASSOU, mas você pode assistir a essas cenas no Youtube.

A NASA não consegue ver a sonda destruída a mais um bilhão de quilômetros de distância. No entanto, mostrará uma animação da posição da Cassini.

A agência espacial espera que o último sinal – e a confirmação da destruição da sonda – chegue à Terra em torno das 7:55 am EDT (ou 8h55, horário de Brasília).

 

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*Fonte:  hypescience

O Universo é um jogo de espelhos

O Universo provavelmente está povoado de cópias de você. E de sua mãe, do Stephen Hawking, do Usain Bolt e do Elon Musk. Em algumas, Hawking anda, Bolt é sedentário e Musk é pobre. Em outras, tudo segue exatamente do jeito que está – você, inclusive, lê esta revista, nesta mesma posição.

Para encontrar essas cópias, você teria que começar a viagem mais longa da sua vida. Suba em um foguete imaginário. Deixe a Terra para trás. O Sol ficará cada vez mais distante, até sumir. Depois, as estrelas também desaparecem: cada um dos pontos brilhantes que você vê agora é uma galáxia inteira. E a viagem segue.

Eis que, em certo momento, você vê pela janela uma galáxia bem parecida com a Via Láctea. Então entra nela para dar uma explorada. Lá dentro, encontra estrelas bem familiares. Entre elas, uma de tamanho médio com um punhado de planetas em volta. Chegando mais perto, você vê que o terceiro planeta mais próximo da estrela parece uma bola de gude azul. Sim: um planeta idêntico à Terra, a zilhões de mastodontilhões de milênios-luz daqui.

Tudo na superfície desta outra Terra é igual à desta aqui: continentes, montanhas, oceanos. Os mesmos seres vivos, de uma ararinha azul que acaba de nascer na Amazônia de lá até o seu cachorro, criado por um clone exato seu que mora ali. Um clone mesmo: com a sua cara, seu nome, seus medos, seus amores, seu passado.
Essa possibilidade parece absurda. É absurda. Mas pode ser real também. Mais do que isso: se o Universo for grande o suficiente (e a princípio ele é mesmo), a existência desse seu clone lá longe é uma imposição da matemática.

Quão grande o Universo precisa ser para possibilitar tal aberração? Bom, isso tem a ver com a variedade do nosso “guarda-roupa” cósmico. Imagine que no seu armário há 10 calças e 20 camisetas. Com esse conteúdo, é possível passar 200 dias sem repetir nenhum look. No 201º dia, porém, a repetição é obrigatória. No Universo é a mesma coisa. A região que ocupamos nele nada mais é que um conjunto de partículas, que se combinaram para formar o Sol, a Terra, os seus pensamentos. Tudo. Porque tudo o que existe, afinal, é feito de partículas elementares. Arranje essas partículas de um jeito, e você terá uma gosma disforme de moléculas. Arrume de outro, e você terá um cérebro, um par de olhos, um corpo, este texto. A existência da nossa realidade é só um look que o Universo escolheu para as zilhões de partículas que estão dentro dele.

O Universo é bem uniforme. Podemos supor, então, que regiões do mesmo tamanho contêm o mesmo número de partículas. Esses quarks, fótons e elétrons se combinam de muitas outras formas nas regiões vizinhas à nossa.

O que interessa é que o número de combinações dessas partículas é gigante – mas finito. Chegaremos à quantidade exata. Mas a conclusão é a mesma do guardaroupa: se tivermos mais “regiões” no Universo do que combinações possíveis entre as partículas que as habitam, em algum lugar vão existir regiões exatamente iguais.
Em um Universo imenso, portanto, um clone exato seu é bastante provável. Mais: se o Universo for infinito, é obrigatório que existam infinitos clones seus. E há motivos convincentes – impulsionados por observações feitas na última década – para acreditar que o cosmos não tem fim. E tudo por causa de algo que mal cabe na imaginação: o formato real do Universo.

É difícil entender que o Universo sequer tenha um formato. O que vemos ao olhar para o céu parece ser um imenso vazio pontuado de estrelas. Mas esse “todo” precisa se organizar em alguma forma definida.

Isso porque ele contém massa e, segundo a Teoria da Relatividade, qualquer coisa que tenha massa cria uma curva nas dimensões de tempo e espaço. O espaço pode ser pensado como um tecido bem esticado. Uma bola de gude lançada ali vai afundar um pouco o tecido. Uma bola de boliche cria uma curvatura ainda maior.

Da mesma forma, se tiver muita matéria (muita massa) no Universo, ele se curvaria até ficar esférico. Se esse fosse o caso, então, viveríamos na superfície de uma bexiga gigantesca. Uma bexiga tem três dimensões (altura, largura e comprimento). Mas uma formiga na superfície da bexiga só é capaz de perceber duas: ela pode andar de lado ou para frente e para trás, mas não para “cima” – porque, na prática, isso significa sair da bexiga.

Como a formiga, não conseguimos sair da “superfície” do Universo. O cosmos, por esse ponto de vista, consiste numa superfície 3D inserida numa esfera 4D.

Se o Universo for essa esfera quadridimensional e você sair para uma viagem espacial, sempre em linha reta, necessariamente voltaria ao ponto de início da viagem.

Mas uma esfera não é o único formato possível. O Universo pode ter muita energia escura, uma entidade que tem efeito oposto ao da massa – estica o Universo, em vez de contrair. E aí, ao contrário de uma esfera, o Universo teria uma curvatura negativa. O resultado, difícil de imaginar, mas válido para os matemáticos, é uma batata Pringles em quatro dimensões.

A última opção é um Universo que tenha uma quantidade de massa e de energia escura equivalentes, com uma anulando a outra. Nesse caso, não existe curvatura. Então o Universo não seria nem uma bexiga nem uma batata em quatro dimensões. Seria plano.

Em um Universo plano, você nunca voltaria ao ponto em que saiu, ainda que viajasse por trilhões e trilhões de anos. Se for o caso, sua viagem só teria dois itinerários possíveis: ou você encontraria o fim do Universo, uma borda depois da qual não existe nada, ou, o que é extremamente mais provável, esse Universo não tem bordas nem fronteiras. Sua extensão é infinita.

Essa discussão é importante para garantir a existência dos seus clones. Porque só um Universo plano pode ser infinito, sem limite em nenhuma direção. A boa notícia é que chegamos a uma resposta quase definitiva, graças às Micro-ondas Cósmicas de Fundo, as formas de luz mais antigas que conseguimos enxergar, emitidas poucos milhares de anos após o Big Bang.

Na última década, a sonda WMAP, da Nasa, usou essa radiação para medir a curvatura do cosmos. O cálculo final conclui que o Universo é plano, veja só. E com uma margem de erro de apenas 0,4%.

O estudo foi reforçado pela Pesquisa Espectroscópica de Oscilação Bariônica (BOSS, em inglês), publicada em 2014, que mediu a densidade do Universo com a maior exatidão já vista. O que a BOSS detectou foi que o Universo abriga basicamente a quantidade de massa exata necessária para ser plano.

Mesmo assim, um Universo plano não é necessariamente infinito. Ele pode ser como uma tela de Pac-Man. Você sai por uma ponta e aparece na outra – ideia aparentemente absurda, mas apoiada por alguns cientistas. Mesmo assim, os especialistas concordam no seguinte: se o Universo é, de fato, plano, todos os cálculos permitem supor que ele seja infinito.

Isso quer dizer que, na sua viagem de trilhões e trilhões de anos-luz de duração, você jamais voltaria para o ponto de onde saiu. E, no caminho, começaria, obrigatoriamente, a encontrar os seus clones. Porque o único padrão possível na infinitude é a repetição.

Um novo Big Bang

Em um Universo infinito, a forma como entendemos o momento de origem muda completamente

Se o Universo é de fato infinito, ele sempre foi infinito – até no Big Bang. A Lei de Hubble mostra que o cosmos está expandindo, porque as galáxias estão se afastando (e as mais distantes se afastam mais rápido). Se o relógio girasse ao contrário, veríamos o oposto: tudo se aproximando em um Universo cada vez menor, até tudo que existe estar contido em um só ponto. Nesse ponto de densidade absurda aconteceu o Big Bang. Essa é a explicação convencional. Mas em um Universo infinito, é preciso olhar por outro ângulo. A matemática, afinal, permite “infinitos maiores” e “infinitos menores”. Pegue uma reta infinita e serre ela ao meio. Você terá duas retas menores que a original, mas ainda infinitas. Se o tempo corresse ao contrário, o Universo ficaria menor, mas ainda infinito. Veríamos galáxias se aproximando, até se fundirem. Só que um cosmos infinito e homogêneo tem galáxias infinitas – e a fusão de todas elas levaria a um pico de densidade em todos os seus pontos. Conclusão: um Universo sem limites pode ter sido infinitamente denso, o que também cumpre os requisitos para o Big Bang. Boom.

Quando você encontraria sua primeira cópia? Esse cálculo foi feito pelo cosmólogo do MIT Max Tegmark. Ele é mais fácil de entender se pensarmos no Universo como uma grande colcha de retalhos. Nosso universo visível, também chamado de horizonte cósmico, é um desses retalhos, que se estende a 42 bilhões de anos-luz em todas as direções. Dentro de cada um desses retalhos, existem 10118 unidades subatômicas que formam tudo que existe. São 100000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000
00000000000000000000000000000000000000000000000000000000 partículas.

Todas elas estão presentes em todos os retalhos, mas podem ter combinações variáveis, gerando realidades totalmente diversas. Segundo Tegmark, você teria que elevar 210 , depois pegar o número resultante e elevá-lo à 118. Essa seria a quantidade de opções de retalhos diferentes, dígitos suficientes para travar seu computador.

Isso quer dizer que, a cada região composta de 210 elevado a 118 retalhos, vai existir, no mínimo, um que é uma cópia exata do horizonte cósmico em que vivemos. As mesmas galáxias, o mesmo sistema solar, a mesma Terra.

Chegando a um país igual ao Brasil, você encontraria alguém que vive em uma casa igual à sua, bebe a mesma cerveja com os mesmos amigos e tem as mesmas marcas de espinha no rosto. Daqui até lá, a distância máxima a se viajar é de 1010 elevado a 118 metros.

10 elevado a 10 elevado a 118: essa é a distância máxima (em metros) daqui até o próximo universo idêntico ao nosso. Mas, para cada xerox exato, o espaço está repleto de cópias distorcidas de tudo o que você conhece…

Não existe papel suficiente no planeta para escrever tantos zeros. Trata-se de um número tão imenso que nem faz diferença se ele for expresso em milímetros ou em anos-luz. A diferença entre um milímetro e um ano-luz, afinal, consiste em meros 18 zeros. E, de novo, estamos falando em um número com mais zeros do que grãos de areia em todas as praias e desertos da Terra – e de Marte também.

A ficção científica vira filme de terror, porém, se pensarmos que, de acordo com a matemática, é mais fácil produzir cópias inexatas do que clones perfeitos. Então, a cada cópia exata do nosso Universo conhecido, você encontraria versões distorcidas dele. Antes de completar a jornada, você certamente encontraria uma série de Universos em que as partículas nem geraram vida. Ou geraram, mas nada remotamente parecido com aquilo que existe agora na Terra. Em outra parte do Universo, nós, terráqueos, curamos o câncer. Em outra, Hitler venceu a Segunda Guerra. Em uma terceira, você ganhou na loteria. Afinal, a cura do câncer, o destino de Hitler ou a sua sorte no jogo nada mais são que configurações possíveis das partículas que formam o Universo.

Num cosmos grande o suficiente, a existência de clones infinitos de você é uma certeza inabalável. A de versões distorcidas de tudo o que você conhece também. Tudo o que pode existir irá existir.

Só tem um problema: nós nunca, em nenhuma hipótese, encontraremos nossas cópias ou essas versões alternativas da história. Porque dentre tudo o que você leu aqui, a única coisa realmente impossível é a viagem em que você embarcou no início deste texto.

Afinal, nada viaja além da velocidade da luz – isso Einstein já estabeleceu com a Teoria da Relatividade. Mas há uma “exceção”: a velocidade com que o próprio Universo está se expandindo.

O nosso horizonte cósmico, ou o retalho que habitamos na colcha do Universo, aumenta de tamanho sem parar. Com isso, a fronteira entre este retalho e o próximo fica cada vez mais distante.

Na borda do nosso retalho estão as galáxias mais longínquas que podemos ver. Elas emitiram sua luz pouco depois do Big Bang, há 13,8 bilhões de anos. Se o Universo não se expandisse, essas galáxias estariam a pouco menos de 13,8 bilhões de anos-luz de distância. Mas, desde que brilharam em nossa direção pela primeira vez, elas se afastaram cada vez mais rápido. Hoje, estão a mais de 40 bilhões de anos-luz. E a distância segue aumentando a uma velocidade bem maior que a da luz. Como é impossível construir qualquer coisa que se desloque mais rápido que a luz, jamais conseguiremos enxergar além do horizonte cósmico, do limite do retalho. A luz que esses objetos emitem jamais chegará aos nossos telescópios.

Eis a grande pegadinha da natureza: as leis que governam o cosmos são permissivas o bastante para suportar a tese de que o Universo está cheio de clones seus. Por outro lado, elas são implacáveis a ponto de manter essas maravilhas do mundo das probabilidades completamente fora do nosso alcance. Para sempre. O irônico é que, do ponto de vista do seu clone espacial que está lendo este texto agora, quem está fora de alcance é você. Vivamos com isso.

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*Fonte: superinteressante

Ranking do principal teste de câmeras de celular do mundo tem um novo líder

Qual é a melhor câmera de celular no mundo atualmente? Se você olhou recentemente o DxOMark, o principal serviço de avaliação do gênero do planeta na atualidade, provavelmente vai dizer que é o HTC U11. Contudo, a plataforma anunciou uma revisão de seus critérios de avaliação e o ranking acaba de ganhar um novo líder.

Avaliando a capacidade das câmeras de smartphones desde 2012, o serviço nunca havia alterado a sua forma de avaliação. “Muita coisa aconteceu desde então”, afirma a companhia na postagem em seu site oficial. “A fotografia no smartphone praticamente erradicou o segmento de mercado das câmeras compactas, e o setor mobile se tornou o principal motor de inovação em imagens.”

Novos critérios

E é com base nessa perspectiva de evolução do setor de câmeras mobile que o DxOMark anuncia a renovação em seus critérios. “Com o novo protocolo, nós capturamos e analisamos mais de 1.500 imagens e duas horas de vídeo em cada dispositivos”, informa a companhia.

Assim, os novos critérios a serem empregados nas análises são:

Nova pontuação de zoom baseada em testes extensivos em múltiplas distâncias focais
Nova pontuação de boke baseada em testes realizados externos e em laboratório
Testes em ambientes com pouca luz reduzidos para até 1 lux
Testes de cenas em movimento para avaliação mais precisa do desempenho da câmera e de técnicas de processamento em situações reais

Um novo líder

Com esses novos critérios, o HTC U11, um dos mais recentes testes realizados pelo DxOMark, perdeu o posto de líder para ninguém menos do que o Google Pixel. Até então, o smartphone da Google ocupava a segunda colocação no ranking da plataforma, justamente a posição para a qual caiu o dispositivo da HTC.

Quem mais caiu com a mudança foi o Galaxy S6 Edge, que até então ocupava a terceira posição e agora está em quinto, atrás do iPhone 7 Plus e do iPhone 7. Vale lembrar que nem todos os dispositivos foram reavaliados com base nos novos critérios, mas apenas os de maior destaque em testes realizados pelo veículo até então.

Com dispositivos como LG V30, Galaxy Note 8 e iPhone X saindo do forno, é possível que essa tabela seja reformulada muito em breve.

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*Fonte: tecmundo

9 alimentos para estocar no caso de uma catástrofe iminente

Na última semana, o furacão Irma – o maior já registrado no Atlântico – atingiu a escala 5 e provocou uma evacuação em massa nos Estados Unidos. A mesma sorte não tiveram milhões de habitantes de ilhas do Caribe, que sofreram primeiro o impacto do fenômeno, que deixou um rastro de destruição e mortes.

Moradores do estado da Flórida foram orientados a largar suas casas e procurar um refúgio mais seguro. Quem resolveu ficar, precisou se preparar para os dias subsequentes à passagem do furacão, que devem ter escassez de alimentos nas lojas, inundações e falta de energia elétrica.

Se você em algum momento se vir diante de um cenário parecido, precisa aprender o que não pode faltar na sua despensa para enfrentar os dias que estarão chegando. Por isso, anote 9 alimentos que não podem faltar em um cenário hipotético desses aqui no Brasil:

1. Água

O item fundamental de qualquer estoque é a água, afinal, o abastecimento pode ser cortado a qualquer momento e pode demorar a voltar. Calcule pelo menos de 3 a 4 litros por pessoa por dia, já incluindo a água para beber e para preparar refeições.

2. Atum

Invista em alimentos enlatados que não necessitam de nenhum preparo e nem sequer de refrigeração. O atum é uma ótima pedida!

3. Manteiga de amendoim

Bastante popular nos Estados Unidos, a manteiga de amendoim dura bastante e é uma ótima fonte de proteínas, podendo incrementar o sabor de bolachas e snacks.

4. Maçã

Uma das frutas mais duráveis que existe, a maçã é uma ótima pedida para quem vai ficar um tempo enfurnado e sem acesso ao mundo.

5. Vegetais enlatados

Para evitar que estraguem, o ideal é comprar vegetais enlatados. Procure versões que sejam fáceis de abrir e se certifique de ter um abridor em casa, do contrário, coloque um em sua lista.

6. Café solúvel

Solução prática para quem não necessita de abastecimento de gás em sua residência, afinal, ele pode ser cortado. Também é uma dica para quem tem outras formas de aquecer a água e preparar a bebida.

7. Nozes

Resista à tentação de se encher de salgadinhos industrializados. Caso seja inevitável, procure opções mais saudáveis como pacotes de nozes ou castanhas, que duram bastante e são muito nutritivas.

8. Cereal

Outro item fácil de estocar são os cereais matinais. Combine com leites longa vida e você terá um café da manhã bacana por pelo menos alguns dias. E o melhor é que você pode variar bastante, já que existem inúmeras opções no mercado.

9. Leite de soja ou amêndoas

O ideal é comprar leites que duram mais na ausência da uma refrigeração, como os feitos de soja ou de amêndoas. Você pode tanto preparar os cereais do item acima ou tomar junto com café enquanto espera o pior passar.

Lembramos que o ideal é sempre obedecer às ordens dos serviços públicos caso uma evacuação seja solicitada. Bens materiais a gente reconquista, mas a vida não tem preço!

 

 

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*Fonte: megacurioso

O Cachorro e a Espiritualidade

Quando se pergunta, quem é o melhor amigo do homem?

Logo se responde: “o cachorro”.

Pois é, analisando energeticamente o cachorro, chegamos à seguinte conclusão:

O cachorro busca sempre em um ambiente os locais de maior concentração de energia positiva. Inclusive, na Radiestesia, dizem que a melhor maneira de descobrir o melhor local para se colocar a cama é deixando que um cão passe a noite no quarto vazio; o lugar escolhido por ele, o seu repouso, sempre é a melhor indicação.

Em toda ocasião é sempre bom estar atento ao cão, em toda sua forma de agir, desde a mais óbvia até a inexplicável. Se ele late para as paredes e lugares vazios, é hora de providenciar uma limpeza energética para o ambiente.

Quando ele se achega a um desconhecido ou se comporta de forma repulsiva também é algo digno de observar e providenciar a limpeza.

Acariciar um cachorro é como se descarregássemos nossa energia em um ímã. O cão é considerado o melhor amigo do homem por ter a alma bela, não guarda rancor de seu dono, afinal ele é fiel até a morte.

Mesmo que aconteça de você brigar com seu cachorro, chutar ou até mesmo prendê-lo como castigo, ao se aproximar dele, a sua fidelidade faz com que ele demonstre o amor incondicional, pois você o conquistou uma vez e será para sempre.

Além do convívio e da alegria, esse animal nos presta o favor da limpeza, nada nesta terra está desprovido de propósito do Divino.

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*Fonte: osegredo / texto:Márcia Fernandes