Queijo brasileiro é considerado o melhor do mundo

O queijo canastra ficou em primeiro lugar no ranking elaborado pelo site americano The Taste Atlas

O queijo Canastra ganhou, na última quarta-feira (22), o título de melhor queijo do mundo. O produto é feito com leite, “pingo” e sal, tendo um sabor ácido, mas com um fundo meio adocicado. A iguaria costuma ser comida no pão de queijo, com café, com doce de leite ou sozinho mesmo.

O queijo ficou no topo do ranking elaborado pelo site americano The Taste Atlas. O top foi formado por voto popular. O canastra ficou na frente do italiano Parmigiano Reggiano, do francês Mont d’Or e do português Serra da Estrela.

A lista completa tem 50 queijos do mundo todo. O The Taste Atlas é um guia gastronômico e seu conteúdo é consumido por viajantes ao redor de todo o mundo. [ LISTA / AQUI ]

O queijo Canastra tem o nome da serra que circunda as oito cidades fabricantes do alimento. São mais de 70 produtores na região.

O modo artesanal foi registrado como patrimônio cultural imaterial brasileiro pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

*Por Nathalia Matos
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*Fonte: fatosdesconhecidos

Alerta de desmatamento na Amazônia bate recorde em fevereiro

Com 199 km² desmatados, Deter 2022 registra o pior fevereiro da série histórica.

Dados do sistema Deter, do Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe), divulgados nesta sexta-feira (11), reafirmam que o desmatamento na maior floresta tropical do planeta segue fora de controle. Entre os dias 1º e 28 de fevereiro, os alertas apontam para um total de 199 km² desmatados.

O desmatamento em fevereiro aponta um aumento de 62% em relação ao mesmo mês de 2021. É a maior área com alertas para o mês desde 2016, quando foram iniciadas as medições do Deter-B. Os alertas de desmatamento se concentram principalmente nos estados de Mato Grosso, Pará e Amazonas.

“Os dois primeiros meses deste ano tiveram áreas recordes da série histórica, no acumulado já são 629 km² mais do que o triplo do que foi observado no ano passado, 206 km² desmatados. Isso tudo em um período no qual o desmatamento costuma ser mais baixo por conta do período chuvoso na região. Este aumento absurdo demonstra os resultados da falta de uma política de combate ao desmatamento e dos crimes ambientais na Amazônia, impulsionados pelo atual governo. A destruição não para”, afirma o porta-voz de Amazônia do Greenpeace Brasil, Rômulo Batista.

Amazônia fevereiro
Área dos alertas de desmatamento do programa DETER-B do mês de fevereiro | Fonte: INPE
Publicado na última segunda-feira (7), um estudo da Universidade de Exeter revelou que a floresta amazônica está perdendo sua capacidade de manutenção, chegando em um “ponto de não retorno”. De acordo com o estudo, três quartos da floresta estão apresentando uma resiliência cada vez menor contra secas e outros eventos climáticos adversos e, portanto, estão menos capazes de se recuperar.

A previsão é de que grandes áreas irão começar a se transformar em um bioma mais parecido com uma área de floresta degradada e mais seca, gerando riscos para a biodiversidade e para o clima em escala global e intensificando a ocorrência de eventos climáticos extremos.

“Na mesma semana em que milhares de pessoas se reuniram em Brasília, no Ato pela Terra, para exigir que o governo e o Congresso parem com o Pacote da Destruição, esse estudo publicado, a aprovação de urgência do PL da mineração em terras indígenas e os recordes dos alertas de desmatamento nos levam a refletir sobre o destino da Amazônia e seus povos”, ressalta Batista.

Segundo ele, quanto mais desmatamento, maior é a contribuição do país com a emissão de gases do efeito estufa, “agravando ainda mais a crise climática e acelerando os eventos extremos como as chuvas torrenciais que vimos esse ano no Brasil. Os dados de fevereiro apontam para mais um ano em que o Brasil caminha na contramão do combate à destruição ambiental e dos direitos dos povos indígenas”, finaliza.

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*Fonte: ciclovivo

Terceira Guerra Mundial pode começar após ataque da Rússia à Ucrânia?

Após a invasão total da Rússia à Ucrânia, muitas pessoas estão se perguntando se isso indica um prelúdio para uma Terceira Guerra Mundial. Considerando-se que a Rússia é uma potência regional e um país importante no contexto geopolítico, e que a OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) possui um papel crucial e antagônico ao do país euroasiático na segurança do mundo ocidental, é normal que esses receios surjam.

Mas as sobre a possibilidade de uma Terceira Guerra Mundial surgir são divergentes.

Segundo Frank Gardner, correspondente de segurança da BBC News, ainda não chegamos a esse ponto.

Por pior que a situação na borda entre Ucrânia e Rússia pareça, ela não envolve, necessariamente, um conflito entre a Rússia e a OTAN. A ideia de que um conflito entre as potências se tornaria algo fora de controle é compreendida por líderes mundiais com clareza:

“Seria uma guerra mundial quando americanos e russos começassem a atirar uns nos outros”, disse o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, que continua afirmando, assim como a OTAN, que não irá colocar tropas na Ucrânia sob qualquer circunstância.

Explosões foram ouvidas na capital Kyiv e diversas outras partes do país ao longo da quinta-feira (24/02), e as forças russas já se encontram em Kyiv nesse momento.

Alguns especialistas acreditam que o conflito é sim capaz de desencadear uma Terceira Guerra Mundial. O presidente Vladimir Putin declarou em vídeo que, caso algum país terceiro resolva interferir em sua “operação militar especial” e atacar diretamente a Rússia, ele irá se deparar com consequências nunca vistas antes em sua história. A Rússia guarda um dos maiores estoques de armas nucleares do mundo – fator também citado pelo presidente antes da invasão ter início – então é possível compreender o que a ameaça do presidente pode significar.

A justificativa de Putin
Jovem protestando contra a guerra na Ucrânia.
O presidente ainda explicou que sua intenção era “desnazificar” a Ucrânia – afirmando que o país estava sendo controlado por nazistas e executando um genocídio contra os russos étnicos no leste ucraniano, até agora sem apresentar qualquer evidência disso.

A acusação foi reprovada massivamente. O próprio presidente da Ucrânia, em vídeo declarado aos cidadãos russos, questionou como ele poderia ser nazista quando é, na verdade, um judeu e descendente de judeus.

A conta do Museu do Holocausto no twitter também respondeu:

“Ao justificar esse ataque, Vladimir Putin deturpou e se apropriou indevidamente da história do Holocausto ao clamar falsamente que a Ucrânia precisa ser “desnazificada”. O presidente do museu, Embaixador Stuart Eizenstat, observou que a organização “está ao lado do povo ucraniano, inclusive dos milhares de sobreviventes do holocausto ainda vivendo no país”.

“Esses sobreviventes são resquícios de uma das maiores populações judias da Europa pré-guerra que quase foram completamente decimadas pelos alemães na Segunda Guerra Mundial. Tendo sofrido terrivelmente como vítimas de ambos o Nazismo e o Comunismo, os ucranianos hoje estão buscando por realizar seus anseios democráticos”, Eizenstat completou.

O Memorial de Auschwitz também condenou a invasão russa.

“Nesse momento, o mundo livre e democrático deve mostrar se aprendeu sua lição depois da passividade da década de 1930. Hoje, está claro que qualquer sintoma de indiferença é sinal de cumplicidade”, disse o memorial num tweet.

Por que a OTAN não atacou de volta?
A OTAN é uma organização militar defensiva composta por países ocidentais, criada ainda durante a Guerra Fria para enfrentar o risco de conflitos com a União Soviética, que era a outra grande potência da época ao lado dos Estados Unidos. Depois da dissolução da União Soviética, diversas repúblicas que faziam parte do bloco debandaram para a OTAN, como Lituânia, Estônia, Romênia, Hungria, Polônia e Letônia.

A prospecção de que a Ucrânia poderia também fazer parte da OTAN é um dos motivos, segundo Putin, pelo qual esse ataque teve início. O presidente acredita que a Rússia sofreria um risco existencial caso a Ucrânia fosse aceita na OTAN, pois isso traria as tropas militares da organização para a sua borda.

O que poderia causar o início da Terceira Guerra Mundial?
Até o momento, nenhum país da OTAN foi diretamente atacado. Se isso ocorresse, o cenário escalaria, pois o Artigo 5° do tratado da OTAN obriga toda a aliança militar ocidental a defender qualquer estado membro que esteja sob ataque.

A OTAN contém 30 países, dentre eles os Estados Unidos, Canadá, França, Alemanha, Itália, Espanha, Reino Unido, Polônia, Portugal e Turquia. Se um for atacado, todos os países estarão em guerra ao mesmo tempo contra o país da ofensiva – no caso, estariam todos contra a Rússia e seus possíveis aliados.

Os países do Leste Europeu e membros da OTAN, como Lituânia, Estônia, Letônia e Polônia, estão preocupados que os soldados russos não irão parar na Ucrânia. O receio é de que os países bálticos sejam atacados sob o pretexto de que Putin está “indo ao resgate” de minorias étnicas russas. Como meio de desacelerar o processo, a OTAN tem aumentado o número de tropas nos países do leste da Europa.

A dúvida sobre o enfrentamento de uma Terceira Guerra Mundial também foi citada dentro do parlamento britânico. O deputado Richard Drax considerou que, no caso do pior cenário ter início, se Putin resolver trazer de volta as bordas da Guerra Fria, os países bálticos estarão gravemente ameaçados.

E, como membros da OTAN, isso irá desencadear uma reação militar por parte dos outros países da associação, o que traria, por fim, a Terceira Guerra Mundial.

Ele reconhece que a possibilidade é algo distante, mas que não pode ser desconsiderada.

“A questão é: até onde o Putin irá? Nenhum de nós consegue responder isso”.


*Por Dominic Albuquerque

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*Fonte: socientifica

Bob Dylan: Aos 80 anos, música anuincia MEGA-TOUR que se estenderá até 2024

O veterano músico americano Bob Dylan anunciou o seu retorno aos palcos, aos 80 anos de idade. O que mais chama a atenção é o tamanho da tour, batizada Never Ending. O primeiro show está programado para o dia 2 de novembro, na cidade americana de Milwaukee, no Riverside Theatre. Esta será a primeira aparição pública de Dylan, desde 2019. As primeiras 21 datas já foram divulgadas e se concentrarão nos EUA. A tour se estenderá aos longo dos anos 2022, 2023 e se encerrará em 2024, dando uma volta ao mundo. Nesse novo show, Dylan terá a oportunidade de apresentar ao vivo seu mais recente álbum, Rough and Rowdy Ways, lançado no ano passado, além, claro de clássicos do cantor.

*Por Jennifer Kelly
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*Fonte: roadiemetal