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Más notícias para quem curte tomar água com gás

Muitas pessoas acham que deixar de lado o hábito de tomar refrigerante é uma boa escolha – e é mesmo. A questão é que tem gente por aí substituindo uma bebida gaseificada por outra, afinal a lógica de que água com gás não faz mal, afinal estamos falando de água, parece bastante sensata, não é mesmo? Bem… Nem tanto.

Infelizmente, tomar água com gás parece não ser uma escolha saudável, ao contrário do que pode parecer. A água gaseificada é feita com dióxido de carbono sob pressão, e isso faz mal aos dentes e, para piorar, pode contribuir para o ganho de peso de algumas pessoas.

De acordo com o dentista Adam Thorne, de Londres, o problema é que a maioria das pessoas não sabe que a água com gás é extremamente ácida, e que as suas bolhas são ótimas em corroer o esmalte dos nossos dentes – em longo prazo, isso deixa nossa dentição fraca e amarelada.
Há controvérsias

Já para Edmond R. Hewlett, da American Dental Association, o que torna uma água ácida é a adição de sabores: “é o sabor e não a carbonatação que diminui o PH (e aumenta a acidez) a um nível que potencialmente pode corroer o esmalte dentário”, disse ele, em declaração publicada no The Sun.

Segundo Hewlett, há estudos que comprovam que águas gaseificadas sem sabor, assim como a água normal, têm um potencial erosivo muito baixo, não representando risco para o esmalte dos dentes.

Ainda assim, já é comprovado que a água com gás pode nos tornar mais gordinhos, mesmo que ela não tenha calorias. Isso acontece porque o dióxido de carbono presente na bebida pode nos causar a sensação de fome, e acabamos comendo mais do que comeríamos se tivéssemos ingerido uma água normal, sem gás.

Nessa mesma pesquisa ficou comprovado que a água gaseificada aumenta os níveis do hormônio grelina, que nos causa fome – e não estamos falando de pouca coisa, não, mas de um aumento que chega a até seis vezes.

 

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*Fonte: megacurioso


Vela: conheça a história da modalidade

Não se sabe ao certo quando as embarcações a vela surgiram, há registros de que já eram usadas para transporte antes mesmo da Idade Média. Mas foi a partir do século 15 que a vela passou a ser usada como um meio para os povos europeus explorarem o restante do mundo.

Só durante o século 16, quando o rei da Inglaterra Carlos II visitou a Holanda e aprendeu a velejar, a vela tornou-se, de fato, um esporte, também conhecido como iatismo. Pois ao retornar ao seu país, Carlos II recebeu um iate de presente da Companhia das Índias e passou a praticar a modalidade como um hobby.

Em 1661 aconteceu a primeira disputa, na Inglaterra, no Rio Tâmisa. Foi entre o rei inglês e o Duque de York, seu irmão. A partir daí a modalidade foi se difundindo. Em 1720, por exemplo, foi criado o primeiro clube de vela na Irlanda.

Foi em 1845, que o iatismo ganhou mais visibilidade, o clube New York Yatch Club, de Nova York organizou a primeira regata dos Estados Unidos, a precursora de outros campeonatos. Seis anos depois aconteceu a primeira competição internacional, chamada de Copa de 100 Guinés. Os americanos venceram e a competição, que ocorre até hoje, ficou conhecida como “America’s Cup”.

A vela tornou-se um esporte olímpico em 1900, nos Jogos de Paris. Somente em 1948, nos Jogos de Londres, o Brasil levou uma equipe para disputar a modalidade, que foi apresentada ao país por meio dos imigrantes europeus.

Quando se tornou um esporte olímpico a vela tinha apenas três categorias, número que foi mudando com o tempo com os avanços tecnológicos dos barcos, que ficaram mais leves, mais rápidos, menores e que, consequentemente, deram margem para a criação de novas categorias.

As regras básicas determinam que os velejadores naveguem usando a força do vento, sem atrapalhar os adversários. As regatas são disputadas entre embarcações de mesmo modelo para que vença quem estiver mais bem preparado física e estrategicamente, já que é preciso usar o vento a seu favor.

Para realizar ultrapassagens também é preciso seguir algumas regras, que variam de acordo com o lado em que a embarcação está recebendo vento. Durante as competições, os percursos são delimitados por boias, a posição dos barcos em relação a elas varia de acordo com a classe, que pode ser luff (movimentos em ziguezague), outside (quando os barcos passam por fora das boias) ou inside (quando os barcos passam por dentro das boias).

 

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*Fonte: webadventure

 


Impressionante muro submarino que rodeia todo o planeta


Submersa


A História da Água Engarrafada – A grande mentira da Indústria


Como o mar pode mudar seu cérebro?

Você já sentiu uma paz incrível quando está perto do mar, ou talvez, de repente, à beira-mar, você percebe que tem mais energia e seu humor melhorou? A verdade é que a maioria das pessoas experimenta uma agradável sensação de calma, relaxamento e bem estar quando está perto da água. Por quê? Os neurocientistas acreditam que a explicação está no nosso cérebro. Basicamente, o efeito relaxante do mar nos dá uma espécie de férias para a nossa super estimulação cerebral. Na verdade, vivemos em ambiente sobrecarregado de estímulos que nos bombardeiam continuamente e geram em nós uma tensão que nos impede de relaxar.

No entanto, ver o mar e ouvir o som das ondas do mar nos permite desconectar deste ambiente caótico. É como se criássemos uma bolha de tranquilidade em torno de nós. Na verdade, o movimento do mar e a sua imensidão têm um efeito quase hipnótico que gera a sensação de quietude e bem-estar que nos permitem recarregar nossas energias.

Induz um estado meditativo

O som das ondas promove um potente estado meditativo, uma atitude mindfulness. Não é por acaso que o som das ondas é usado frequentemente em sessões de relaxamento com comprovadas mudanças nas ondas cerebrais. Especificamente promove as ondas alfa que estão associadas a um nível de atenção sem esforço. Estas ondas aparecem quando estamos calmos e relaxados. Mas ficamos tão concentrados no processo meditativo que até o que está ao nosso redor desaparece, até mesmo o clima. Curiosamente, estas ondas também promovem um estado de clareza mental e estimula o pensamento criativo.

Estimula a criatividade

Quando estamos perto do mar o nosso cérebro muda seus interruptores do modo de funcionamento “ocupado” para o modo “relaxado”. O interessante é que neste modo “relaxado” é ativada a rede padrão neural, que é precisamente a que é associada com a visão e a aparência das ideias mais originais e criativas. O que acontece é que o mar nos permite deixar de lado nossas preocupações e controla a área pré-frontal do cérebro, deixando a criatividade fluir livremente. Neste estado nos tornamos mais abertos às experiências e somos menos críticos.

 Gera um poderoso estado de espanto e arrebatamento

Não há nada como ver a imensidão do mar para experimentar essa mistura do sentimento de temor e de maravilha diante da sua grandeza. A este respeito os psicólogos da Universidade de Stanford e Minnesota descobriram que a experiência pode promover uma profunda sensação de bem-estar. Este tipo de experiência nos força a mudar a nossa mentalidade para processar o que estamos vivendo, de modo que uma mudança drástica no nosso pensamento  até mesmo nos influencia a tomar decisões, a pensar mais nos outros e, por isso, é natural nos sentirmos mais generosos. Também foi mostrado que a energia do mar muda a nossa percepção do tempo, como se estivéssemos imersos, literalmente, em uma grande bolha.

Melhora o desempenho cognitivo

O ambiente em que vivemos está cheio de íons, tanto negativos como positivos. Está comprovado que os íons positivos, tais como aqueles emitidos por equipamentos eletrônicos, drenam a nossa energia. Em contraste, os íons negativos, que são comuns no mar, geram um estado de ativação energética. Na verdade, um estudo realizado em Mount Carmel College, em Bangalore, revelou que os íons negativos têm um efeito positivo sobre o nosso desempenho cognitivo. Esses psicólogos desenvolveram os testes em memórias diferentes, considerando a atenção e a decisão, apreciando que o desempenho diminuiu quando o ar estava cheio de íons positivos e aumentou quando havia mais íons negativos. Outro estudo realizado na Universidade da Califórnia revelou que os íons negativos também estimulam a produção de serotonina no cérebro, que ajuda a nos sentirmos mais relaxados e mais energéticos.

 

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*fonte: portalraizes


Filtro de barro brasileiro é considerado o melhor do mundo

Segundo pesquisas realizadas por cientistas norte-americanos, e publicadas no livro “The Drinking Water Book”, o tradicional filtro de barro dos brasileiros, é, provavelmente, o melhor sistema de purificação de água do mundo.

Através de sua câmara de filtragem, feita de velas de cerâmica, ele é capaz de remover impurezas com eficiência, além de conter a presença de cloro, pesticidas, ferro, alumínio, chumbo e até mesmo um parasita causador da criptosporidiose.

Essa eficiência é resultante do processo de filtragem por gravidade, em que a água passa pelas velas e goteja lentamente para o reservatório inferior. Exatamente o que não acontece nos fluxos de torneiras ou em tubulação, já que a pressão é quem impulsiona o fluxo da água. Por isso, microrganismos e sedimentos acabam passando pelo sistema e se depositando nos copos. Além disso, as pesquisas também mostraram que os sistemas mais modernos de filtragem não são capazes de impedir a presença de elementos perigosos como o flúor e arsênico, por exemplo.

Contudo, há de se lembrar que a qualidade da água depende da manutenção do filtro, que precisa ser limpo e ter suas velas trocadas regularmente. E é essencial que produtos químicos ou de limpeza não sejam utilizados nesse processo. Além disso, é preciso tomar cuidado com os encanamentos, torneiras e caixas d’água da casa, a fim de garantir que a água colocada ali seja própria para consumo.

 

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*Fonte: jornalciencia


17 curiosidades sobre a água que você talvez não saiba

A água é essencial para que haja vida. Ela está presente em cada célula do corpo humano e é necessária para a produção de alimentos e qualquer tipo de bem de consumo. Nesta quarta-feira (22) é comemorado o Dia Mundial da Água, para celebrar esta data, o CicloVivo separou uma lista com 17 curiosidades sobre este recurso que podem mudar a forma como você enxerga este recurso:

1. O corpo humano de um adulto possui até 65% de água em sua composição. Em um recém-nascido o número é ainda maior: 78%.

2. O planeta Terra também é conhecido como o Planeta Água. A justificativa para o nome deve-se ao fato de que 70,9% de sua superfície é coberta por água.

3. Apenas 3% da água do mundo é doce. Deste total, 70% está na forma de gelo ou no solo.

4. 12% da água doce do mundo está no Brasil. O país é privilegiado por seus aquíferos, que armazenam a água no solo.

5. O Aquífero Guarani é o maior do mundo. Ele se estende por uma área média de 1,2 milhão de km2 e reserva, aproximadamente, 45 mil quilômetros cúbicos de água.

6. Existe mais água na atmosfera do que em todos os rios do mundo juntos.

7. De acordo com a ONU, existem 783 milhões de pessoas no mundo que vivem sem água potável. Em 2025 esse número pode chegar a 1,8 bilhão.

8. Na América Latina são 36 milhões de pessoas sem acesso à água de boa qualidade.

9. Enquanto nos EUA as pessoas gastam, em média, 370 litros de água por dia, os africanos usam de sete a dezenove litros.

10. Por não terem acesso à estrutura de saneamento básico, mulheres e crianças na África Subsaariana perdem até seis horas do dia caminhando longas distâncias para encher baldes de água. Em apenas um dia, a soma dessas viagens cobriria a distância de ida e volta à Lua.

11. Em média, 2/3 da água do mundo é usada para a produção de alimentos, em especial à agricultura e pecuária.

12. Nos EUA, 26% da água usada nas residências é gasta apenas em descargas.

13. Uma torneira que goteja a cada segundo pode vazar três mil litros em um ano.

14. Em São Paulo, os vazamentos nas redes de distribuição geram desperdício de 980 bilhões de litros de água por ano, em média, 30% da água tratada no município. Em Nova York são perdidos 13 trilhões.

15. Para fazer uma calça jeans são necessários, aproximadamente, dez mil litros de água.

16. Para produzir um quilo de manteiga são necessários 18 mil litros de água e para um quilo de carne gasta-se 15.400 litros.

17. Um banho de 15 minutos, com o registro meio aberto, consome 135 litros de água. Uma mangueira aberta pelo mesmo tempo pode desperdiçar até 280 litros.

Diante destes fatos, é impossível não valorizar a água que chega até a sua casa. Faça sua parte, economize cada gota!

 

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*Fonte: ciclovivo

 

 

 

 

 

 

 


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O universo ao seu redor


Taí uma boa


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Contenção de água revolta


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Relax, baby! Relax.


Bebericando


Ah! Com esse calor…


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Marejando – IX

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Estudo indica que estamos bebendo água com pH impróprio para consumo

A água é essencial à vida. Especialistas indicam que precisamos sempre nos hidratar para evitar uma série de complicações e doenças. A água que consumimos precisa ter necessariamente 3 características. A seguir: ela precisa ser inodora, ou seja, não possuir cheiro; incolor, que significa não possuir cor; e insípida, ou desprovida de gosto.

Outra característica importante da água é o pH. O pH é uma escala que vai do 0 ao 14 utilizada para medir o potencial de hidrogênio e indica a acidez ou a basicidade de uma solução líquida.

Segundo o Ministério da Saúde do Brasil, o pH da água deve estar entre 6,0 e 9,5. Mas, um estudo publicado pela engenheira agrônoma Érika Ferreira, para obtenção do título de especialista em Gestão Ambiental pelo Núcleo de Meio Ambiente da Universidade Federal do Pará, mostrou que nenhuma das marcas analisadas no Laboratório de Recursos Hídricos do Instituto de Geociências da UFPA estão dentro desses padrões recomendados.

“Água precisa ter um pH acima de 6,5 para ser potável. Abaixo disso, não é água potável, podendo, inclusive, causar problemas de saúde. Se consumida durante dez, vinte anos, pode causar problemas gástricos, como gastrites, úlceras e câncer de estômago”, advertiu o professor Milton Matta, que orientou o estudo.

Para você se informar melhor sobre o pH da água que consumimos, confira a lista das águas mais vendidas no Brasil com seus respectivos pH:

Santa Joana – pH 5,25
Petrópolis – pH 5,38
Bonafont – pH 5,44
São Lourenço – pH 5,45
Perrier – pH 5,5
Lindoya – pH 6,74
Schin – pH 6,79
Puris – pH 6,98
Água Prata – pH 7,01
Crystal – pH 7,28
Pureza Vital (Nestlé) – pH 7,44
Minalba – pH 8,04
Levity – pH 8,84
Sarandi – pH 9,35
Ibirá – pH 10,15

Confira também algumas águas vendidas no Pará, estado onde a pesquisa foi realizada. Os resultados são bastante preocupantes.

Belágua – pH 3
Top Line – pH 3,75
Mar Doce – pH 3,80
Nossa Água – pH 3,89
Terra Alta – pH 4,14
Indaiá – pH 4,52

Esses níveis de pH apresentam um grande risco para o consumidor. O estudo reforça que as empresas que produzem as águas analisadas precisam se adequar aos padrões o quanto antes.

Além disso, o estudo evidencia que existe uma ausência no monitoramento nesse processo de produção, o que poderia evitar que águas com pH impróprio para o consumo fossem produzidas e comercializadas

Sempre que for comprar água, verifique o índice de pH, indicado no rótulo. Isso pode fazer com que você compre apenas águas dentro dos padrões recomendáveis e assim evite doenças a longo prazo.

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*Fonte: jornalciencia_r7


O farol


Natureza


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Uma colher


Aquecimento global pode deixar a Terra sem oxigênio

O aumento da temperatura dos oceanos pode ser muito mais perigoso do que, simplesmente, elevar os níveis dos mares. Segundo o pesquisador Sergei Petrovskii, professor de matemática aplicada na Universidade de Leicester, no Reino Unido, o aumento nos termômetros pode modificar consideravelmente a quantidade de oxigênio no ar.

A justificativa para isso, conforme estudo publicado no Boletim de Biologia Matemática, é a relação entre os fitoplânctons e o ar. De acordo com a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA (NOAA), as plantas marinhas, entre elas os fitoplânctons, produzem, em média, 50% do oxigênio atmosférico da Terra, com a mudança nas temperaturas, a capacidade fotossintética dessas plantas também muda.

De acordo com Petrovskii, se os oceanos aquecerem 6oC, número possível conforme os níveis atuais das emissões de gases de efeito estufa, essas plantas minúsculas parariam a sua produção de oxigênio.

Em suas projeções, o pesquisador diz que, dentro deste padrão, em 21oo a Terra poderia ter níveis de oxigênio atmosféricos semelhantes ao pico do monte Everest, onde é praticamente impossível respirar sem a ajuda de balões de oxigênio.

“Uma característica distinta desta catástrofe é que haverá alguns sinais de alerta e poucas mudanças antes que seja tarde demais. Sob um aumento de dois graus, não vamos perceber mudança alguma. Com um aumento de 4oC, a catástrofe já estaria perigosamente perto”, alertou Petrovskii.

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*Fonte: ciclovivo

 

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Transformar água em gelo em 1 segundo! É possível! E é impressionante!

Como fazer gelo numa fração de segundo Isso realmente é algo de impressionante e especialmente útil durante os dias quentes de verão! Você sabia que era possível transformar água em gelo numa fração de segundo?

Bem, sim! É possível! Tudo que você precisa é de garrafas de água purificada e nunca abertas num congelador. Para transformar a água em gelo, você deve colocar as garrafas no congelador por cerca de 2h45.

Em seguida remova suavemente as garrafas do congelador: você vai ver que a água não está ainda congelada … A etapa seguinte é verdadeiramente impressionante!

Você só precisa de dar um toque na garrafa, e como magia, a água se transformará em gelo!

O princípio é simples: a água está prestes a congelar ainda contém oxigénio. Ao bater a garrafa, o oxigénio presente na água sobe para a superfície através do congelamento automaticamente água. Vá ver no vídeo é realmente INCRÍVEL

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*Fonte:

 


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Uma refrescada


Suecos criam máquina solar capaz de purificar 600 litros de água/hora

O desejo de encontrar soluções sustentáveis para o problema da falta de água potável – que chega a assolar um bilhão de pessoas neste planeta – é o que move o casal de empreendedores suecos Annika Johansson e Greger Nilsson. Juntos, eles criaram o kit de purificação de água Greenwater, que conta com uma combinação de tecnologias: luz ultravioleta (UV) e energia solar.

O sistema de purificação da Greenwater elimina da água as bactérias patogênicas, vírus, amebas e parasitas, inclusive bactérias resistentes ao cloro, de maneira sustentável. O sistema tem capacidade para filtrar 600 litros por hora, o que equivale a um consumo diário, em média, de 80 pessoas.

Carregado por energia solar, o kit dispensa o uso da eletricidade vinda da rede, facilitando sua aplicação em regiões com pouca infraestrutura, sem acesso à energia elétrica. Além disso, o equipamento é portátil, tornando o transporte muito mais simples.

“As soluções da Greenwater podem ser aplicadas em diversos contextos: de situações críticas, como catástrofes, em que a infraestrutura de uma região é devastada, não restando qualquer possibilidade de acesso à água potável, passando por países ou comunidades carentes de um sistema de água e esgoto, até empresas que estejam em busca de soluções sustentáveis e inovadoras para o tratamento, seja para a entrada (input) ou para a saída (output), da água”, explica Greger Nilsson, responsável pela área de desenvolvimento.

Primeiros testes

Em abril, a equipe da Greenwater fez os primeiros testes de campo em Ruanda, na África, com sucesso. Agora, a empresa finaliza algumas adaptações do Kit para torná-lo ainda mais eficiente para o tipo de água daquela região. O país africano deve receber 25 unidades do equipamento, que serão instaladas em escolas, hospitais, centros comunitários, entre outros.

No Brasil

O Brasil também está no cronograma de testes da companhia. O objetivo é atingir dois grupos: um deles é formado por comunidades carentes, como favelas, e populações que vivem em regiões afastadas dos centros urbanos, muitas vezes sem acesso a saneamento e água potável. O outro grupo é formado pelos setores da construção civil, principalmente nos novos projetos de condomínios e casas autossustentáveis, e pela agricultura de diversos portes.

“Nossa meta é, antes de mais nada, entender as necessidades específicas de cada comunidade, e então oferecer a solução mais adequada, num diálogo sustentável”, explica Telma Gomes,  gestora internacional do projeto. “Trabalhamos alinhados à meta número seis dos 17 objetivos de desenvolvimento sustentável, compilados pela ONU, que é assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todos até 2030.”

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*Texto: ciclovivo

 


Novo enfoque na tal questão do copo d’água

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Calor danado

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Prendendo a respiração

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Monge shaolin anda sobre a água e bate recorde


Congelando um raro instante

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*Foto: David J. Phillip