“Entre Amigos” (Martha Medeiros)

Para que serve um amigo? Para rachar a gasolina, emprestar a prancha, recomendar um disco, dar carona pra festa, passar cola, caminhar no shopping, segurar a barra. Todas as alternativas estão corretas, porém isso não basta para guardar um amigo do lado esquerdo do peito.

Milan Kundera, escritor tcheco, escreveu em seu último livro, “A Identidade”, que a amizade é indispensável para o bom funcionamento da memória e para a integridade do próprio eu. Chama os amigos de testemunhas do passado e diz que eles são nosso espelho, que através deles podemos nos olhar. Vai além: diz que toda amizade é uma aliança contra a adversidade, aliança sem a qual o ser humano ficaria desarmado contra seus inimigos.

Verdade verdadeira. Amigos recentes custam a perceber essa aliança, não valorizam ainda o que está sendo construído. São amizades não testadas pelo tempo, não se sabe se enfrentarão com solidez as tempestades ou se serão varridos numa chuva de verão. Veremos.

Um amigo não racha apenas a gasolina: racha lembranças, crises de choro, experiências. Racha a culpa, racha segredos.

Um amigo não empresta apenas a prancha. Empresta o verbo, empresta o ombro, empresta o tempo, empresta o calor e a jaqueta.

Um amigo não recomenda apenas um disco. Recomenda cautela, recomenda um emprego, recomenda um país.

Um amigo não dá carona apenas pra festa. Te leva pro mundo dele, e topa conhecer o teu.

Um amigo não passa apenas cola. Passa contigo um aperto, passa junto o réveillon.

Um amigo não caminha apenas no shopping. Anda em silêncio na dor, entra contigo em campo, sai do fracasso ao teu lado.

Um amigo não segura a barra, apenas. Segura a mão, a ausência, segura uma confissão, segura o tranco, o palavrão, segura o elevador.

Duas dúzias de amigos assim ninguém tem. Se tiver um, amém.

Martha Medeiros

O valor da amizade

Amizade é encontrar no outro a possibilidade e a vontade de estar junto para o que der e vier

A cartinha escrita na noite anterior que pretendia entregar ao meu paquera estava na mochila e confidenciei isso a uma amiga da escola. No meio da aula, ela revelou meu segredo para todos da sala. Soube então o que significava a confiança. E como era importante. Encontrar um amigo não é tarefa fácil. É preciso coincidir a vontade de compartilhar uma história, que envolve capítulos da comédia ao drama, em narrativa não linear.

O desafio é posto sobretudo pela complexidade das relações humanas – amigos precisam estar dispostos à experiência de se conectar em nível profundo e positivo para trocas, oferecendo o que há de melhor dentro da gente.

Só que estamos em constante processo de transformação, atropelados por uma rotina de obrigações sufocante e apressada, e a instabilidade parece não favorecer a construção de laços mais profundos ou a manutenção de vínculos mais próximos. A amizade, contudo, resiste teimosa a essa lógica e se agarra à nós como uma alternativa para seguirmos em frente juntos, compartilhando o bem-querer.

Amigos são pessoas afins que se encontraram; a disponibilidade para o convívio e a dedicação investida na relação mostraram que elas se complementavam a seu modo, e decidiram então que valia a pena continuar lado a lado, simplesmente porque isso era bom. Aí essas pessoas acompanhadas uma da outra vão se conhecendo mais e mais, participam das mesmas experiências, estão prontas a se abrir e a expressar emoções, o que gera confiança e intimidade.

Dividem histórias, opiniões, aprendizados, segredos, risadas, memórias, silêncios, dores. Fazem com que os problemas fujam temporariamente, ajudam a desembaraçar nós; compartilham dos mesmos gostos e interesses, ou não; aceitam e respeitam as diferenças; contribuem sobremaneira com o nosso nível de bem-estar; torcem para que a gente cresça e acumule conquistas, e estão sempre lá também para as comemorações.

A amizade então vinga. Mas a manutenção exige cuidado. O tempo dedicado a conhecer e cultivar alguém precisa ser considerado, e a distância não é impedimento quando existe a vontade de conservar a relação, de estar para o outro. Essa vontade levou minhas amigas e eu a encontrar um jeito diferente de estar presente.

Nossa última experiência de brincar o tradicional amigo-secreto provou que agradar alguém tem efeitos de reciprocidade. Substituímos os presentes por mensagens, em especial cartas, para encher a alma do destinatário.

Quando encontramos alguém
disponível e disposto, o vínculo
acontece. Mais do que ter alguém
para dividir alegrias e tristezas, a
amizade nos ensina muito sobre nós
mesmos, mesmo que seu tempo
de duração seja fugaz

Depois do sorteio, antes feito por papeizinhos e que agora conta com a ajuda da tecnologia, a rede de atenção e carinho estava criada. E, assim, uma dúzia de amigas, algumas morando em outro estado ou país, se conectaram à moda antiga. Nas semanas que se seguiram, a troca de cartas foi cumprindo seu valor simbólico de afeto concentrado dentro de um envelope.

Porque houve um momento em que alguém parou tudo o que estava fazendo para pensar no outro em ato de doação, reuniu a quantidade de memória e informação suficientes cheias de sentido que pudessem agradar e começou a aconchegar as letrinhas uma atrás da outra no branco do papel, com capricho – talvez primeiro em esboço, depois em caráter definitivo a ser enviado, e guardado.

Espero e acredito que essa experiência tenha ajudado a reviver boas lembranças em cada uma de nós e desencadeado uma corrente de confraternização integrada ainda que o abraço tenha ficado para depois. Afinal, a revelação mais importante foi descobrir que uma brincadeira que envolve sorteio, surpresa e adivinhação, aparentemente inofensiva, esconde um grande trunfo das relações humanas: conhecer o outro e, assim, reconhecer a nós mesmos.

Amigos são pessoas afins que se
encontraram; a disponibilidade para
o convívio e a dedicação investida
mostraram que elas se complementavam
e decidiram então ficar lado a lado

“A diversão não é tanto quem vamos tirar, mas quem sairá conosco. É como se tivéssemos a oportunidade de saciar a curiosidade de saber o que pensam de nós, como irão nos descrever ao anunciar a revelação e que presente imaginam ser satisfatório para nós”, pontua a doutora em psicologia clínica, Fernanda Kimie Tavares Mishima-Gomes. O ser humano gosta de conhecer a opinião do outro sobre ele e precisa se sentir apoiado, porque é na “interação pessoal que ele se percebe como alguém que pode ser e pode existir. É o olhar do outro que ajuda a construir quem somos, alguém diferente e único”.

Como se desenham as amizades

A amizade às vezes assume faces finitas, pausadas e distantes. Isso acontece porque ela é feita de ciclos – algumas podem durar toda uma vida, mesmo se intervaladas e adaptadas à pessoa que somos ao passar dos anos; outras se desmancham feito bolhas de sabão. De tanto receber gente em seu consultório, Fernanda observou que, para essas relações mais superficiais, de pouco envolvimento e contato, o não sucesso pode ser explicado por comportamentos ainda imaturos emocionalmente.

“Queremos manter o controle, exigimos retorno, esperamos por atitudes, buscamos correspondência, queremos ter necessidades satisfeitas e ser contemplados em nossas próprias vontades, o que pode desencadear sentimentos de frustração. Só a capacidade de lidar com decepções nos permite entender e aceitar o outro em suas particularidades e, assim, sustentar a amizade.”

Para aquelas redondas e maciças, há um eixo comum norteador: “A possibilidade do encontro real, verdadeiro e único de pessoas dispostas a se relacionar afetivamente, sendo para o outro aquilo que se é capaz”, destaca.

Por acreditar que “amizades tendem a ser um ponto de estabilidade em um mundo em constantes mudanças”, a The School of Life, de São Paulo, oferece um espaço para sair do automático e, na companhia dos outros, colocar em perspectiva o relacionamento entre amigos. A escola tem entre seus fundadores o filósofo suíço Alain de Botton e promove encontros sobre como lidar com questões corriqueiras da vida.

A aula “Como trocar quantidade pela qualidade nas amizades”, conduzida pelo físico budista Stephen Little, é baseada principalmente em Aristóteles, que percebeu que, apesar de a amizade ser uma intensa fonte de alegria e prazer, ela também é bastante diversa e demanda uma postura ativa e paciente de cuidado a longo prazo. Em busca de entendimento, o filósofo grego agrupou os amigos em três tipos: “amizades de utilidade”, que dependem de atividades e projetos em comum; “amizades baseadas no prazer”, que duram enquanto houver esse sentimento na relação; e “amizades fundamentadas em amar alguém por quem é”, quando você conhece o outro e é conhecido por essa pessoa exatamente por aquilo que vocês são de fato. Ainda que diferentes relações exerçam sua função e devam estar garantidas em nossa vida, é em busca desse último tipo de conexão que devemos nos guiar – embora o seu valor seja também proporcional à raridade.

Há relações que se estabelecem por
toda a vida e essas não devemos
abandonar jamais, mesmo quando
o tempo cisma em afastar. A tecnologia,
aqui, pode ajudar. Isso porque gente
assim precisa ser mantida bem
pertinho do coração, sempre

Na aula, foi proposto um exercício prático de colocar no papel o desenho do seu “campo afetivo”, um mapa para considerar a posição que cada amigo ocupa em sua vida. Ponderei com critério que lugar reservar àquelas pessoas que me vinham à mente, porque fazem parte da minha história. Com meu nome acentuado no meio da folha, fui rabiscando os outros círculos que abrigariam meus amigos mais próximos e verdadeiros, até aquelas pessoas que considero importantes, mas que estão mais distantes.

Nunca fui dada às listas classificatórias, mas a rigorosidade da coisa colocada no papel facilita a visualização daquilo que é latente. As interrogações se haveria alguém que gostaríamos de trazer mais para perto ou por que é difícil estabelecer amizades duradouras aparecem para sustentar reflexões bastante consideráveis.

Uma coisa muito bonita que Platão disse é que “a amizade é uma predisposição recíproca que torna dois seres igualmente ciosos da felicidade um do outro”. Então deixo tomar conta de mim uma gratidão suave em relação às pessoas disponíveis que encontrei e que faço questão de acompanhar e manter por perto.

A amizade é feita de ciclos. Algumas
podem durar toda uma vida, mesmo se
intervaladas e adaptadas à pessoa que
somos ao passar dos anos; outras se
desmancham feito bolhas de sabão

As trocas nos tempos do agora

A singularidade de cada amizade se desdobra em histórias múltiplas, construídas a partir do reflexo das pessoas envolvidas na relação. Interessadas por esse fenômeno, as colecionadoras de amigos Liza Scavone e Maria Flavia Ciampi criaram o projeto Amigo Preto e Branco, que reúne narrativas sobre amizades tornando-as acessíveis a todos como forma de recuperar e registrar esse valor. “É uma homenagem pública à oportunidade de expressar sentimentos e aprender com outras experiências”, declaram.

“Amizade é poder confiar no amor que alguém sente por você, que ajuda a se movimentar e a crescer, trazendo a liberdade de ser quem verdadeiramente somos.” A iniciativa é providencial em tempos de redes sociais, quando o conceito parece tão banalizado por somar amigos sem, contudo, sentirmos a presença deles. Todos têm acesso à sua intimidade e manifestam opiniões através de curtidas, demonstram emoções com alternativas simplistas de carinhas coloridas, ou enviam comentários feitos de palavras abreviadas, que encurtam o sentido.

Se a tecnologia parece anestesiar as relações, é também verdade que atua como fermento em algumas delas, porque tornou mais fácil fazer e manter um contato. A interação com a diversidade faz bem ao apresentar e ampliar possibilidades e renovar ideias, nos tornando mais abertos para conhecer pessoas. Fato é que temos a necessidade comum de estar com o outro. A constância em uma relação favorece o vínculo e a vivência de experiências boas em potência. Afinal, as mãos estão em pares para serem dadas. “Não nos afastemos muito”, aconselha o poeta Carlos Drummond de Andrade. Porque a amizade nos faz (bem) mais felizes.

*POR: LAÍS BARROS MARTINS gosta das palavras trocadas e está constantemente aberta a novas amizades por nunca deixar de acreditar no sentimento.

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*Fonte: vidasimples

A Filosofia da Amizade de Aristóteles ainda é importante hoje

Aristóteles é amplamente considerado um dos mais brilhantes e prolíficos entre os filósofos ocidentais. É impossível dizer o quanto ele escreveu, mas a fração de seu trabalho ainda hoje é impressionante. Todos os campos, da astronomia e física à ética e economia, foram influenciados por seu pensamento. Por mais de 2.000 anos, ele continua sendo um dos pensadores mais lidos e citados da história.

Enquanto o impacto de Aristóteles ainda pode ser sentido em muitas disciplinas, uma de suas observações mais duradouras diz respeito à amizade. Ele via a amizade como uma das verdadeiras alegrias da vida e achava que uma vida bem vivida deveria incluir amizades realmente significativas e duradouras. Em suas palavras:

“Na pobreza, assim como em outros infortúnios, as pessoas supõem que os amigos são seu único refúgio. E a amizade é uma ajuda para os jovens, para salvá-los do erro, assim como é para os idosos, com vistas ao cuidado de que necessitam e à capacidade diminuída de ação decorrente de sua fraqueza; é uma ajuda também para aqueles em seu auge na realização de ações nobres, pois ‘dois juntos’ são mais capazes de pensar e agir.”

As amizades acidentais

Aristóteles descreveu dois tipos comuns de amizades que são mais acidentais do que intencionais. Muitas vezes caímos nesse tipo de amizade sem perceber.

A primeira é uma amizade de utilidade. Nessa relação, duas partes não estão nela por afeição. Em vez disso, elas estão para o benefício que cada um recebe do outro. Essas relações são temporárias: sempre que o benefício termina, o mesmo acontece com o relacionamento. Aristóteles observou que essas relações de utilidade eram mais comuns entre os idosos.

Pense em uma relação comercial ou profissional, por exemplo. Você pode aproveitar o tempo que passa juntos, mas quando a situação muda, a natureza da sua conexão também muda.

O segundo tipo de amizade acidental de Aristóteles baseia-se no prazer. Esse tipo de relacionamento, ele descobriu, era mais comum entre pessoas mais jovens. Pense em seus amigos de faculdade ou pessoas que jogam na mesma liga esportiva. Seu relacionamento é fundamentado na emoção que sentem em um determinado momento ou durante uma determinada atividade.

Essas amizades são frequentemente as relações de vida mais curta de nossas vidas. E tudo bem, desde que as duas partes tenham prazer por meio de um interesse mútuo em algo externo. Mas essas amizades terminam inevitavelmente quando os gostos ou preferências das pessoas mudam. Muitos jovens passam por fases do que gostam. Muitas vezes, seus amigos mudam ao longo do caminho.

A maioria das amizades se enquadra nessas duas categorias acidentais e, embora Aristóteles não as visse tão mal, sentia que sua falta limitava em muito sua qualidade. É bom, e até necessário, ter amizades acidentais – mas há muito mais por aí.

A amizade do bem

A forma final de amizade de Aristóteles parece ser a mais preferida. Em vez de utilidade ou prazer, esse tipo de relacionamento baseia-se em uma apreciação mútua das virtudes que a outra pessoa considera cara. Nesse tipo de amizade, as próprias pessoas e as qualidades que elas representam fornecem o incentivo para as duas partes estarem na vida umas das outras.

Amizades de virtude levam tempo e confiança para construir. Elas dependem do crescimento mútuo.


Ao invés de ser de curta duração, tal relacionamento perdura ao longo do tempo, e geralmente há um nível básico de bondade exigido em cada pessoa para que ela exista em primeiro lugar.

As pessoas que não têm empatia e a capacidade de cuidar dos outros raramente desenvolvem esse tipo de relacionamento porque sua preferência tende ao prazer ou à utilidade. Além do mais, amizades de virtude levam tempo e confiança para construir. Eles dependem do crescimento mútuo.

É muito mais provável que nos conectemos a esse nível com alguém quando os vemos no pior e os observamos crescer – ou se enfrentamos dificuldades mútuas com eles.

Além de sua profundidade e intimidade, a beleza dessas relações está em como elas incluem as recompensas dos outros dois tipos. Eles são benéficos e prazerosos. Quando você respeita uma pessoa e cuida dela, você fica feliz em passar tempo com ela. Se eles são uma pessoa boa o suficiente para justificar tal relacionamento, também há utilidade. Eles ajudam a manter sua saúde mental e emocional.

Essas relações requerem tempo e intenção, mas quando elas florescem, elas o fazem com confiança e admiração. Eles trazem consigo algumas das alegrias mais doces que a vida tem para oferecer.

O legado de Aristóteles

Há uma boa razão para o trabalho de Aristóteles continuar a ser lido cerca de 2.000 anos após sua morte. Nem tudo o que ele escreveu é relevante hoje, é claro, e muitas de suas suposições foram contestadas. Ele nos ensinou a examinar o mundo empiricamente e inspirou gerações de pensadores e filósofos a considerar o papel e o valor da ética na conduta cotidiana de nossas vidas, incluindo nossos relacionamentos.

A vida é muito curta para amizades superficiais.
Enquanto ele via o valor de amizades acidentais baseadas no prazer e na utilidade, sentia que sua impermanência diminuía seu potencial. Eles não tinham profundidade e uma base sólida.

Em vez disso, ele defendeu o cultivo de amizades virtuosas construídas com intenção e baseadas em uma apreciação mútua de caráter e bondade. Ele sabia que essas amizades só poderiam ser fortalecidas com o tempo – e se elas prosperassem, elas durariam por toda a vida.

Nós somos, e nós vivemos, as pessoas com quem passamos tempo. Os laços que forjamos com aqueles que nos rodeiam moldam diretamente a qualidade de nossas vidas. A vida é muito curta para amizades superficiais.

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*Fonte: pensarcontemporaneo

Porque os amigos nos fazem pessoas mais felizes e saudáveis

Às vezes, brigamos com os nossos amigos, sentimos inveja deles, ou mesmo fazemos fofocas sobre eles. Então, por que nos preocupamos com os amigos?

Porque eles nos fazem explodir de rir em nossos piores momentos. Porque eles estão lá para nos dar um tapa nas costas e levantar um copo quando temos boas notícias. E porque eles desempenham um papel de protagonistas em algumas das nossas memórias mais preciosas.

Embora os verdadeiros benefícios das amizades não possam ser medidos (como você calcula quanta alegria o seu melhor amigo lhe proporcionou ao longo dos anos?), estudos após estudos mostram que as amizades aumentam nossa felicidade e até mesmo a nossa saúde.

Abaixo estão algumas das razões pelas quais as pessoas precisam de amigos:
As pessoas mais felizes são as mais sociais

Uma evidência convincente desse fenômeno vem de Ed Diener e Martin Seligman, dois especialistas líderes no campo da pesquisa da felicidade. Quando compararam as pessoas mais felizes e menos felizes, descobriram que o primeiro grupo era altamente social e tinha laços de relacionamento mais fortes. De fato, boas relações sociais eram uma necessidade para as pessoas se sentirem felizes. Da mesma forma, outros psicólogos escreveram que a necessidade de pertencer é “fundamental”.

Se um amigo nosso está feliz, provavelmente, também estaremos. Um estudo da Harvard Medical School com 5.000 pessoas ao longo de 20 anos descobriu que a felicidade de uma pessoa se espalha através de seu grupo social até três graus, e que o efeito dura até um ano. Por outro lado, a tristeza não é tão contagiosa: enquanto ter um amigo feliz melhora sua probabilidade de ser feliz em 15%, ter alguém infeliz reduz suas chances em apenas 7%. Fascinante!

Amigos encurtam as fofocas – e isso nos faz felizes

Claro, todos conversamos com nossos amigos, mas quando há algo sério para discutir, esperamos poder confiar naqueles a quem recorremos. Isso é importante porque as pessoas com os mais altos níveis de bem-estar têm conversas mais “importantes” do que fofocas, de acordo com um estudo de 2010 em Psychological Science.

Recorremos aos amigos quando estamos estressados

Isto é especialmente verdadeiro para mulheres, segundo pesquisadores da UCLA. As mulheres são muito mais propensas do que os homens a buscarem apoio social (geralmente de outras mulheres) quando estão preocupadas ou machucadas, o que pode explicar porque o estresse afeta mais a saúde masculina.

Nossos amigos nos ajudam a ser otimistas

Os pesquisadores dizem que o apoio social diário é um fator chave para se sentir otimista. O otimismo, por sua vez, aumenta nossa satisfação com a vida e reduz nosso risco de depressão. Outro estudo publicado no Journal of Experimental Social Psychology mostrou que quando sentimos que temos suporte social, nossa percepção visual dos desafios realmente muda: as montanhas se parecem mais com pequenos obstáculos.

Amizades melhoram nossa saúde

Aqueles de nós que têm suporte social são mais propensos a manter um plano de exercícios por mais de um ano após iniciá-lo. As pessoas menos “socialmente integradas” experimentam declínio de memória duas vezes mais rápido que aqueles que estão mais conectados. O apoio social protege a depressão e o suicídio. As pessoas solitárias tendem a ter maior pressão arterial e outros fatores de risco para doenças cardíacas, e são mais propensas a “desistir” ou “parar de tentar” lidar com um estressor, como uma doença.

Nossos amigos nos ajudam a viver mais tempo

Um estudo sueco descobriu que, quando os homens recebem apoio social suficiente durante os momentos estressantes, tendem a viver mais tempo do que aqueles que não têm ninguém em quem se apoiar. Há uma ampla evidência de que as amizades não apenas melhoram nossas vidas, elas podem realmente tornar nossas vidas mais longas. As mulheres que têm pelo menos um confidente sobrevivem mais tempo após a cirurgia de câncer de mama, por exemplo. E uma revisão de 148 estudos descobriu que as pessoas com relações sociais mais fortes têm um risco 50% menor de mortalidade.

Agora que se sente grato por seus amigos, aproveite a oportunidade para experimentar algumas atividades divertidas para fortalecer suas amizades. Ambos colherão os benefícios!

*Por Luiza Fletcher

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*Fonte: osegredo

A gente não faz amigos, reconhece-os

Título Original: “All star azul: um hino à amizade”

Todos os anos, chegando próximo ao meu aniversário, me dou algo significativo de presente. Algo que não entra na categoria de utilidades e necessidades, mas que carrega certa poesia e algo nas entrelinhas que só as almas mais sensíveis reconhecerão. Pode ser um pingente, uma seleção de músicas ou um livro.

Esse ano me dei de presente um All star azul.

O All star azul fala de uma amizade. Uma grande amizade. E eu desejo que meu All star azul represente isso dentro de mim. Os amigos que tive e com quem construí uma história. Uma história que, mesmo que tenha ficado lá atrás, como a de Nando Reis e Cássia Eller, ainda é uma história que eu gosto de lembrar.

Tenho diversas lembranças memoráveis dos meus amigos, principalmente aqueles de uma época importante da minha vida: a faculdade.

Ao assistir ao episódio “Por trás da canção” sobre a música All Star azul, em que Nando conta a história da letra e a relação que ele tinha com Cássia, algo muito delicado e doce ressurgiu dentro de mim. A lembrança desses meus amigos, as cartas escritas à mão que trocávamos nas férias e a simplicidade de um all star azul.

Acho que é isso. As melhores amizades são aquelas marcadas pela simplicidade, e até, arrisco dizer, pelas dificuldades. São aquelas que foram construídas num tempo em que vivíamos duros, contando os trocadinhos na carteira, ao passo que tínhamos energia de sobra para varar noites em claro e contrariar o manual da saúde perfeita indo comer pastel na feira após o raiar do sol. Os melhores amigos são aqueles que compartilharam conosco suas dúvidas e sonhos, e com quem dividimos nossas primeiras fossas, ressacas e paixões. São aqueles que testemunharam nossos primeiros enganos, nossa necessidade de crescer a qualquer custo, nossa coragem de desafiar as leis da física, da vida e do tempo.

No documentário “Por trás da canção”, os convidados contam sobre a relação de Nando e Cássia, e entre os depoimentos, ouvimos frases como: “havia uma identificação total”, “era um encontro de temperamentos”, “aquilo lá era uma coisa muito acima do que a maioria das pessoas está acostumada a viver”, “aquilo lá era transcendente”, e isso nos dá a dimensão exata do que uma amizade verdadeira pode ser.

“Estranho seria se eu não me apaixonasse por você…” Essa frase pode ser muito boa de ouvir de um namorado (a), parceiro (a), marido ou esposa. Mas pode ser ainda melhor vinda de uma amiga ou amigo verdadeiro, como foi o caso de Nando e Cássia. Porque evidencia uma paixão descomprometida de pele, mas com verdadeira conexão de almas.

Muitas vezes o encantamento por um amigo surge da identificação. Nos identificamos com aquele cara que diz coisas que não conseguimos verbalizar e nos sentimos maravilhados por aquela menina que assume medos semelhantes aos nossos. Dizemos que os santos batem, e a sensação é a de que finalmente o mundo faz sentido. Nando dizia: “nossa afinidade tinha a ver com uma certa esquisitice, com nossa timidez”, e percebemos que isso é real, verdadeiro e muito perfeito, pois procuramos no outro algo que nos ajude a enfrentar nossos próprios abismos e excentricidades. Nos perdoamos quando enxergamos em nossos amigos a aceitação de nossas estranhezas.

Dizem que a amizade é uma aliança contra a adversidade, e acredito nisso também. São nossos amigos os primeiros a fazer pactos silenciosos de lealdade conosco quando o ensino médio testa os limites de nossa autoconfiança; os primeiros a compartilhar conosco experiências de superação quando somos rejeitados pelo amor platônico da adolescência; os ouvintes de nossos desabafos quando a vida é mais forte que a gente; os parceiros silenciosos de nossas dores não anunciadas, mas certamente reconhecidas por eles.

Meu all star azul tem o propósito de me lembrar os amigos por quem carrego paixões. Paixões movidas a gratidão, experiências, parcerias, risadas e lágrimas. Cada vez que sair por aí com meu calçado poético, sentirei que estou abraçando cada um dos meus amigos e carregando uma parte de nossa história em minhas andanças. No fundo imagino que eles gostariam de andar comigo, pois a lembrança de nossas afinidades me assegura nossas mãos dadas pelo caminho e, mais ainda, a certeza de que, como dizia Vinícius de Moraes: “a gente não faz amigos, reconhece-os”…

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*Fonte: agrandeartedeserfliz

Amizade é também estar separados sem que nada mude

A amizade autêntica não precisa de supervisão diária para saber se o afeto de hoje é sincero ou se diminuiu. Não há pressão ou obrigação de revelar todo pensamento, toda experiência no mesmo momento em que algo acontece.

As autênticas amizades que são forjadas na magia das coincidências, deixam espaço e oferecem liberdades. Porque o vínculo é alimentado com confiança e sentimentos sinceros. Quem nos diz quase sem palavras, que “não lhe devo nada e lhe devo tudo”, “estou aqui para você sempre que você precisar”.

É possível que hoje você ainda tenha essa amizade de infância. Aquela pessoa com quem você compartilhou aventuras universitárias, tardes de corrida, jogos e sanduíches de chocolate na rua. Ou talvez, em sua vida, alguém novo tenha chegado no momento mais apropriado.

São relações íntimas que são mantidas por todo o afeto e, às vezes, até um pouco daquela inexplicável magia que hospeda os corações que se conectam quase sem saber por quê. Isso já aconteceu com você?

Eu gosto daquelas amizades que não sabem sobre tempo e espaço. As pessoas que a vida separa do seu lado por qualquer motivo e que, depois de meses ou anos, voltam para você com a mesma cumplicidade, como se apenas uma hora tivesse se passado desde a última vez.

Apesar do tempo, apesar da distância … Você sempre me terá aqui

Robert M. Seyfarth e Dorothy L. Cheney, cientistas do departamento de psicologia e biologia da Universidade da Pensilvânia, nos dizem que a amizade favorece nossa adaptação. Promove bem-estar, reduz o estresse e até melhora a sobrevida. Além disso, foi demonstrado que os animais criam laços de amizade.

A vida, por outro lado, toma mais voltas do que a haste de um relógio, sabemos. Nós nunca sabemos que direção nossos passos vão tomar. Seja por motivos de trabalho ou por motivos pessoais para ter novos parceiros, às vezes somos forçados a colocar quilômetros entre nós e nossos amigos.

A vida é movimento e somente aqueles que se movem podem alcançar com os dedos os seus sonhos. Agora, às vezes, isso implica ter que desistir das coisas: deixamos nosso lar, nossas raízes e também essas amizades da alma.

Certamente isso aconteceu com você também. É precisamente nesses momentos de mudança e crescimento pessoal. quando descobrimos quem são as pessoas mais importantes da nossa vida.

Distância esclarece relações autênticas

– Existem aqueles que precisam de um contato diário, uma interação onde suas necessidades são satisfeitas. Eles valorizam essa proximidade quase dependente, onde a interação é contínua.

– Essa “fluência” de interação e contato nem sempre pode ocorrer, especialmente quando somos forçados a nos distanciar por motivos profissionais ou pessoais.

– É quando há um risco maior de perder muitos desses amigos que deixamos em nossos espaços de origem. As reprovações aparecem, o “é que você não tem tempo para mim”, “é que você acabou de conectar”, “é que você não me conta tudo como antes”.

– Há amizades que se tornam quase como relações de parceria opressivas e tóxicas. Eles causam pressão e sofrimento.

Por outro lado, existem outras pessoas que entendem e sabem respeitar. A preocupação e carinho ainda está lá, seu carinho é sincero, sabemos que eles estão conosco, mas não há obrigação de “monitorar”. Não há necessidade de palavras para entender que, apesar da distância, elas ainda fazem parte de nós mesmos.

Amizades efêmeras, amizades de coração de diamante

Você não precisa se preocupar em deixar muitas pessoas para trás. Faz parte do nosso processo pessoal de crescimento, porque crescer significa carregar o final com o menor peso possível em sua mente e máximo em nosso coração.

As amizades autênticas são muito poucas, mas brilham com o brilho dos diamantes: elas são indestrutíveis e viverão com você todos os dias da sua vida para lhe dar luz nos dias sombrios e harmonia nos momentos de felicidade.

Há amizades que vêm e vão, como o vento quente do verão. Elas nos trazem suas experiências, nos fazem felizes e desaparecem com a delicadeza de um breve perfume, deixando-nos suas memórias.

– Existem outras amizades que se transformam em más experiências. O mundo também às vezes nos espirra com egoísmo, interesses pessoais e alguma outra traição. Assim, estudos como o realizado pelo Dr. Robert Sternberg, um renomado psicólogo especializado em inteligência e personalidade, nos diz que os comportamentos tóxicos são comuns hoje em dia e precisamos aprender a lidar com eles.

– Agora, as experiências ruins com amizades que nunca foram realmente, não devem nos desencorajar ou afundar nossas esperanças. Boas pessoas existem e os amigos da alma também.

– Amizade autêntica é oferecida com liberdade e sem compromisso. E ele cuida de si mesmo como um bem precioso, como um habitante de sua alma que precisa de reciprocidade, confiança e gratidão.

Se hoje você ainda se lembra daquela amizade que você deixou para trás devido à chance que às vezes nos traz vida, não hesite em entrar em contato com essa pessoa novamente. Se o carinho fosse sempre sincero, se essa intimidade fosse tão mágica, recompensadora e divertida que até hoje você se lembra dela com um sorriso, não hesite em recuperá-lo. Porque para amizades autênticas não há tempo nem distância.

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*Fonte: revistapazes

Metade dos seus amigos não te considera tão amigo assim

Você já parou para contar quantos amigos possui? Não, não falo de amigos das redes sociais ou seguidores no Instagram. Amigos, aqueles com quem você tem longas conversas ou sai para beber uma cerveja nos fins de semana.

Contou? Pois agora reduza essa quantidade pela metade: esse é o número mais preciso de amigos que você realmente tem. Pelo menos é isso que uma pesquisa de psicologia social publicada na revista PLoS One quer provar: metade das pessoas que consideramos amigos não pensa da mesma forma.

Quantos amigos você realmente tem?

Os autores do estudo realizaram a pesquisa com 84 estudantes de uma mesma sala e pediram para que eles avaliassem os seus colegas. A escala era simples: eles deveriam pontuar cada pessoa com uma nota de 0 a 5, sendo “0” correspondente a “eu não conheço esta pessoa” e “5” a “este é um dos meus melhores amigos” – 3 era a pontuação mínima para caracterizar uma amizade. Além disso, eles também deveriam adivinhar como os seus colegas iriam avaliá-los.

O resultado foi alarmante: apenas 53% das amizades eram recíprocas! Os pesquisadores acreditam que esse baixo número se deve à dificuldade que temos em pensar como as pessoas nos enxergam. É chato, mas você pode achar que é um dos melhores amigos de alguém enquanto ela pensa bem diferente.

Se você acha que o grupo de análise foi muito pequeno para tais conclusões, saiba que a equipe foi ainda mais longe e examinou testes anteriores envolvendo 3,1 mil pessoas – para a nossa tristeza, os resultados foram bem parecidos.

Por isso, se você gosta de alguém e anda deixando a amizade meio de lado, é melhor aproveitar esse toque para convidá-lo para sair no próximo fim de semana.

*Por Camila Galvão

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*Fonte: megacurioso

Amor não se mendiga, amizade não se cobra, carinho não se pede

Amor não se mendiga, amizade não se cobra, carinho não se pede… Ter que ficar cobrando palavras, gestos, comportamentos, ter que lembrar nossa existência a alguém é por demais humilhante. Ninguém merece.

Existem certas coisas que não precisariam ser faladas, tampouco cobradas, de tão óbvias. Porém, passamos a vida lembrando algumas pessoas daquilo que elas deveriam já ter como hábito e isso cansa, diminui, abalando a autoestima de qualquer um. Se tivermos que lembrar aos outros o óbvio todos os dias, a todo instante, enlouqueceremos.

Amizade não deveria ser cobrada. Ter que correr atrás o tempo todo da pessoa, enquanto ela nem se lembra de que a gente existe, exaure a paciência mínima de um ser humano. Quando temos que, só nós, ficar mandando mensagens, telefonando, convidando procurando, é hora de repensar aquilo tudo, porque, provavelmente, a amizade somente existe em nós. Do outro lado, amizade é que não tem.

Carinho não deveria ser pedido, mas sim espontâneo, verdadeiro, necessário em quem oferta, tanto quanto em quem recebe. Carinho não somente se trata de toque, porque a gente se sente amado principalmente pelas atitudes do outro, pela forma como ele nos faz sentir, mesmo de longe. Ter que ficar cobrando palavras, gestos, comportamentos, ter que lembrar nossa existência a alguém é por demais humilhante. Ninguém merece.

Amor que se mendiga é tudo, menos amor. É o contrário de amor, é o que contraria o amor em si. Sentimentos vêm de dentro e transpiram por todos os poros, materializando-se no encontro que transforma, no calor que motiva, na certeza que acalma, no abraço que reinicia. O amor precisa se expandir, precisa ser expresso, dito, ouvido, vivido, sem melindres, sem rodeios. Se houver carência de um ou de outro lado, não há reciprocidade e, então, amor nem tem.

Nossa sobrevivência em muito dependerá do discernimento entre o que é luta digna e o que nada mais é do que insistência servil. Lutar pelo que queremos não significa implorar por atenção, por amizade, por carinho, por amor. A dor da consciência sobre quem não está mais junto sempre será uma oportunidade de recomeço. A dor da solidão acompanhada, porém, jamais nos tornará dignos de sentimentos verdadeiros e recíprocos. É isso.

*Por Marcel Camargo

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*Fonte: seuamigoguru

Um amigo fingido é pior do que um inimigo declarado

Os amigos que fazemos na vida, os verdadeiros, podem vir a ser contados nos dedos de uma mão.

Ao longo de nossa vida, com cada experiência, aprendemos e entendemos que eles são aquelas pessoas que nos amam como somos, e não esperam nada em troca.

Conhecem o pior de nós e ainda nos defendem, nos apóiam, se solidarizam e o mais importante de tudo, não têm dúvidas de nos apontar quando estamos fazendo algo errado ou estamos simplesmente agindo mal.

“Todo mundo quer a verdade, mas ninguém quer ser honesto.”
Desconhecido

A vida nos ensina que nem tudo que reluz é ouro e que muitas vezes o que pode parecer ser um grande amigo, é pior do que qualquer outro inimigo.

Muitas vezes aquele que consideramos um grande amigo, pode trazer as maiores decepções, mágoas e quando você menos espera esse amigo pode se tornar o seu pior inimigo.

É obvio que não podemos classificar qualquer pessoa como um amigo ou inimigo, apenas por pensar igual ou oposto de nós, ou porque simplesmente não agiu de acordo com os nossos próprios interesses.

Nem sempre a pessoa que te agrada, tolera ou te elogia, é exatamente seu melhor amigo. Se não é capaz de dizer-lhe na sua frente que você está errado, ao contrário prefere agir contra você pelas suas costas, não se engane, essa pessoa é “um amigo fingido” que é pior do que um inimigo declarado.

“A única coisa pior que um mentiroso é um mentiroso que também é hipócrita.”
Tennessee Williams

Um inimigo sempre vai agir com astúcia, as suas intenções sempre vão ser para te prejudicar e criar uma imagem negativa sobre você, sempre vão procurar oportunidades para te ferir e te deixar no chão. Geralmente sabemos reconhecer essas pessoas que consideramos inimigos.

Quando os encontramos agimos de maneira cautelosa e cuidadosa, evitando comentários e palavras contraditórias afim de evitar situações onde podemos ser expostos.

No entanto com amigos, nós acreditamos e confiamos. Compartilhamos sonhos, planos, alegrias e nossas grandes fraquezas.

Confiamos nossos segredos para “amigos”, que consideramos nossos grandes confidentes. Para um “falso” amigo, lidar com essas informações as vezes pode ter mais valor do que para qualquer inimigo possível.

Viva a verdade em vez de professar isso.
Elbert Hubbard

Mas podemos evitar esses falsos amigos, pois eles sempre vão dar sinais e pistas, devemos estar atentos e aprender a discernir, compreender e aceitar que existem pessoas que usam mascaras e vão tentar sempre te usar. Fique atenta, observe sempre quem está ao seu redor, mesmo os amigos!

 

 

 

 

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*Fonte: bmm

Aquele seu amigo chato é o que mais te quer bem, afirma a ciência

Sabe aquele seu amigo que você ama, mas que, às vezes, não suporta porque é chato e vive te dando bronca (mesmo que sejam necessárias)?

Pois é! De acordo com a ciência, esse é o amigo que mais te ama e te quer bem.

Segundo uma pesquisa publicada, pessoas que fazem com que outras sintam emoções negativas acreditam que tais emoções serão benéficas a longo prazo.

A pesquisa foi conduzida pela Universidade de Plymouth e incluiu 140 adultos.

Os cientistas observaram seus comportamentos durante situações hipotéticas como colocar medo de fracasso em um amigo que, ao invés de estudar, está adiando seus estudos.

Os pesquisadores afirmaram que pedir aos participantes para que se coloquem no lugar de outra pessoa aumentou a probabilidade de escolherem experiências e sentimentos negativos para alguém

Isso se achassem que lhe seria útil no futuro.

Os resultados foram confirmados: as pessoas são cruéis para serem gentis.

O autor do estudo, Belén Lopéz-Pérez, afirma:

“Seguindo a mesma linha de pesquisas anteriores, os resultados mostraram que as pessoas têm determinadas expectativas sobre os efeitos que algumas emoções podem provocar e que estas podem ser melhores para alcançar objetivos diferentes.”

Em outras palavras, as pessoas podem ser cruéis com você, não porque querem te magoar ou não gostam de você, mas, pelo contrário: se preocupam com você e acreditam que sua suposta crueldade seja benéfica.

> Curious Mind Magazine

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*Fonte: awebic

Cientistas explicam porque as pessoas inteligentes preferem menos amigos

Muitos de nós já nos perguntamos, vez ou de outra, o que faz uma vida bem vivida. Ser cercado pela família e um monte de amigos? Pode ser cercado por um punhado seleto de pessoas em sua vida? Você já observou uma pessoa realmente inteligente em sua vida e os amigos com os quais se cerca? E a quantidade de pessoas ao seu redor? Acontece que as pessoas mais inteligentes preferem menos amigos e aqui está o porquê.

 

O que faria a maioria das pessoas feliz

Uma nova pesquisa, publicada no British Journal of Psychology, trata de questões sobre o que exatamente define uma vida bem vivida. Acontece que, os estilos de vida “de caçadores” de nossos antepassados formam a base do que nos faz felizes agora. A pesquisa entrevistou aproximadamente 15.000 pessoas entre as idades de 18 a 28 anos de idade. Os pesquisadores descobriram que as pessoas que vivem em áreas densamente povoadas relataram menos satisfação com a qualidade de sua vida. A próxima conclusão sugere que quanto mais frequentes nossas interações com amigos próximos, mais melhoramos a nossa felicidade autorelatada.

 

Pessoas inteligentes são uma exceção

No entanto, existe uma exceção. Para aqueles com quocientes de inteligência mais elevados, essas correlações drasticamente diminuem. “O efeito da densidade populacional na satisfação com a vida era, portanto, mais de duas vezes maior para os indivíduos de baixo QI”. Assim, quanto mais inteligente você é, menos está satisfeito com a vida se socializando com os amigos com mais frequência. Mas por quê?

 

Pessoas inteligentes estão focadas em objetivos de longo prazo

As pessoas com QI mais elevado e capacidade de usarem sua inteligência, são menos propensas a gastarem tempo socializando. Por quê? As pessoas inteligentes estão focadas em objetivos de longo prazo. São obrigadas, e talvez um pouco mais orientadas a usarem sua inteligência para criarem algo maior do que elas mesmas.

Por exemplo, pense em alguém que você conhece que fez pós-graduação ou começou seu próprio negócio. Ao perseguir suas ambições e objetivos, esse alguém teve de minimizar interações sociais para permanecer na tarefa de alcançar seu objetivo. Uma pessoa inteligente, na busca de alcançar algo maior e melhor do que ela mesma, pode considerar a interação social como uma distração, algo que a afasta de objetivos a longo prazo, o que, por sua vez, podem afetar seu bem-estar geral.

Quando buscando um objetivo a longo prazo, o indivíduo mais inteligente prefere ficar em casa e trabalhar no sentido de seus sonhos e ambições, em vez de sair em um sábado à noite com alguns amigos. Não é que ele não valoriza a amizade, mas quando está à espreita de alcançar a grandeza, julga a socialização como distração.

 

Como as pessoas inteligentes se desenvolveram de forma distinta durante a evolução do cérebro humano

O cérebro humano evoluiu para atender as demandas do nosso ambiente ancestral na savana. A densidade da população era baixa e subsistíamos por um estilo de vida caçador-coletor. Durante estes tempos, ter contato frequente com os amigos ao longo da vida era necessário para a nossa sobrevivência e posterior reprodução da nossa espécie.

Nos dias de hoje, a nossa vida mudou drasticamente, assim como nossas interações com o outro. As pessoas inteligentes podem ser mais capazes de lidar com os novos desafios que a vida moderna nos lança. Ou seja, essas pessoas têm uma melhor capacidade de resolverem problemas evolutivos e novos e mais facilidade de lidarem com novas situações.

Quando você é mais inteligente, é mais capaz de se adaptar às coisas e tem mais facilidade em fundir suas predisposições ancestrais com o mundo moderno.

 

Pessoas inteligentes valorizam relacionamentos de uma maneira diferente

As pessoas inteligentes valorizam amizades e relacionamentos como qualquer outra pessoa, mas tendem a ser mais seletivas com a forma como gastam o seu tempo. Não é que elas não valorizam amizades e socialização, é que também valorizam os seus interesses pessoais.

 

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*Fonte: osegredo

 

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7 razões pelas quais é difícil ter amigos

Ter amigos na idade adulta pode ser complicado para muitas pessoas. Entender as novas “regras do jogo” com relação às amizades estabelecidas na infância e na adolescência é o primeiro passo. Compreender que certas questões podem tornar difícil criar novas amizades é o passo seguinte.

É necessário trabalho para manter as amizades ao longo do tempo.
Conhecer pessoas já pode ser uma questão complicada para algumas pessoas à medida que vão ficando mais velhas. Mas uma coisa são os conhecidos ou as “amizades”, e outra muito diferente é ter amigos verdadeiros.

Fazer amigos na idade adulta é muito mais difícil do que na adolescência.
Além disso, muitas dessas relações que tínhamos como relações de amizade se desfazem e descobrimos que não havia uma amizade verdadeira. Assim, muitas pessoas chegam à idade adulta e se dão conta de que não têm amigos, embora muitos desejem ter esse tipo de relacionamento.

 

Motivos que dificultam a amizade

As pessoas que sentem que não têm muitos amigos devem levar em conta as possíveis razões pelas quais isso acontece. Para começar, devemos ter em mente que as regras do jogo mudam ao longo dos anos. As pessoas evoluem, criam a sua vida em torno de seu trabalho e sua família e passam por diferentes experiências. Tudo isso influencia as suas relações com os outros.

Além disso, quando somos crianças e adolescentes seguimos alguns padrões de comportamento ditados pelo ambiente, fazendo o que acreditamos que devemos fazer. Mas, ao longo do tempo, vamos entendendo as coisas de maneira diferente, e muitas situações que antes aceitávamos como válidas deixam de ser.

Neste sentido, existem certos tipos de questões e atitudes que tornam muito difícil fazer amigos que se referem, acima de tudo, ao caráter e à personalidade de cada um. Faça as seguintes perguntas para si mesmo para descobrir os motivos que podem estar dificultando a tarefa de ter amigos.

Você reclama muito?

Você é uma dessas pessoas que está reclamando a todo instante do seu trabalho, da falta de dinheiro ou de como a vida é ruim e injusta? As pessoas não gostam de perder seu tempo com gente negativa e pessimista. Tente desenvolver uma atitude mais positiva e procurar temas mais interessantes para discutir em vez de ficar sempre falando dos seus problemas e de quão ruim o mundo está.

 

Você é egoísta?

A amizade significa dar e receber. Às vezes temos que dar mais do que aquilo que recebemos. Isso inclui escutar, ceder e compartilhar, tanto no material como no espiritual. Porém, se você está apenas disposto a receber, a balança fica desequilibrada. Tenha em mente que ser egoísta é uma atitude e ninguém vai querer ser seu amigo se você age apenas pensando em si mesmo.

 

Você se preocupa com as pessoas?

Se não importa para você o que acontece na vida das pessoas que o cercam, é muito difícil que você consiga construir e manter qualquer tipo de amizade. Se você quer fazer amigos, deve começar a mostrar um interesse verdadeiro por eles.

 

Você dramatiza? Causa problemas?

Se você é uma pessoa problemática e que dramatiza demais os problemas, irá notar que as pessoas não demonstram interesse no que acontece com você e que, além disso, costumam desaparecer. Se você gosta de fazer coisas para irritar os outros, não sabe guardar segredos, críticas ou quer sempre colocar a culpa nos outros, é muito difícil que as pessoas tenham interesse em criar qualquer tipo de relação.
Você contabiliza os erros que as outras pessoas cometem com você?

A amizade é um tipo de relação que envolve perdoar, mas se você é aquele tipo de pessoa que contabiliza os ferimentos e os danos que outras pessoas causam, está dando a entender que se sente o centro do universo e acha que tudo deve girar em torno de você. Assim não é possível manter ou iniciar qualquer tipo de relação, e muito menos uma relação de amizade.

Você é fofoqueiro?

Fofocar sobre os outros traz uma imagem muito ruim para as pessoas. Pode parecer divertido no começo, mas quando você escuta alguém falando mal de outras pessoas, contando coisas pessoais ou rindo dos seus defeitos ou problemas, não dá para deixar de pensar: será que também falam mal de mim assim?

 

Você é mandão? Consegue ouvir os outros? Respeita os limites?

Ser mandão não vai ajudá-lo a ter amigos. Uma coisa é ter iniciativa e querer ajudar, outra totalmente diferente é querer mandar na situação dizendo a todos o que devem fazer.

Para fazer amigos, escutar e não se intrometer demais sempre são boas ideias. Ultrapassar os limites do respeito e agir como se todo mundo tivesse que fazer o que você diz não é o mais aconselhável se você quer construir relacionamentos saudáveis.

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*Fonte: amenteemaravilhosa

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Como identificar um falso amigo

“A falsidade tem asas e voa, e a verdade a segue engatinhando, de modo que quando percebemos o engano, já é tarde demais”
(Miguel de Cervantes)

Muitas vezes é difícil diferenciar uma bolsa de uma marca famosa de uma imitação. Elas têm a mesma forma, mesma cor, a mesma costura, as mesmas medidas e até a etiqueta é igual a da marca original. Mas há pequenos detalhes que vão se revelando ao longo do tempo. Quando exposta ao sol ou molhada, a bolsa imitação se desmancha: as divisões internas se descosturam e causam desconforto; até a alça que utilizamos para carregá-la no ombro já não é tão confortável quanto antes.
E o que podemos fazer? Sentimos pena de jogar fora, mas não podemos usá-la em nenhum evento importante.

O mesmo vale para as relações com os falsos amigos.
No início, os falsos amigos parecem perfeitos, mas aos poucos, sem que percebamos a razão, começam a causar mais problemas e aborrecimentos do que se espera de alguém com quem compartilhamos conversas interessantes. Eles parecem mudar com o tempo.
Começam as discussões e as desavenças por coisas banais. Seu comportamento fica estranho, mas você não quer “abrir os olhos “. Ninguém gosta de perder os amigos.

Aqui, damos algumas orientações para que você identifique os “falsos amigos”.

 

Dicas para identificar o falso amigo

Fique de olhos bem abertos. Eles são muito sutis e agradáveis e acreditamos que não há motivo para preocupações. No entanto, antes que a situação se torne insuportável, como acontece com a bolsa falsa que acaba se desmanchando, resolva essa situação. Afaste-se e tire-o da sua lista de contatos.

Seu amigo parece feliz em falar com você, mas sempre fala mal dos outros. Nunca tem nada de bom para comentar, está sempre destilando seu veneno.

Curiosamente, essa mesma pessoa o elogia na sua frente, mas o critica quando não está presente.

Não conversa sobre vários assuntos, mas fala muito da vida das outras pessoas. É impossível ter uma conversa que não o leve a analisar a vida dos outros em comparação com a sua.

Ele não é honesto com os seus sentimentos e isso é confuso e desgastante.

Ele lhe diz para ser alegre e positivo, mas ele próprio não age dessa forma. Não quer demonstrar suas fraquezas e faz parecer que não precisa da sua amizade.

Faz comentários desagradáveis como: “o meu estava melhor”, “eu já passei por isso”, “eu já lhe disse isso”, “não é para tanto”. Seu nível de maturidade é 100 e ele diz que o seu é 0. Diz que só quer lhe ajudar, mas não faz nada isso.

Dá importância exagerada às relações sociais, quer ajudar sempre, mas quando age assim se sente entediado. Não sabe dizer não e quando o assunto é sério parece hesitar.

Está sempre ao seu lado nas dificuldades, lhe diz que você tem muitas virtudes, que o aprecia muito, mas basta você melhorar e as coisas mudam. “Isso sempre acaba mal”, “Seja realista”; parece que não gosta de vê-lo feliz.

Não tem senso de humor, principalmente com você. Se comentar sobre algo engraçado ou que lhe fez rir, provavelmente ele lhe dirá que não achou graça nenhuma.

Pergunta sobre seus outros amigos, sua família, sempre com a intensão de julgá-los. É insistente e quer saber de todos os detalhes que não lhe dizem respeito.

Repete a mesma história várias vezes, como se não se lembrasse para quem já a contou.

No meio de muitas pessoas chega a dizer: “Este é um assunto muito delicado, não contem para ninguém”. Não é um modo correto de agir. Se não contar, não há necessidade de pedir segredo.

Não aceita discutir política ou religião. Já tem frases prontas e acaba com qualquer discussão.

É uma pessoa muito desagradável, vive se queixando e não é carinhoso. Tem muita dificuldade para dizer que ama e dar um abraço.

Ele diz que é muito forte, que já passou por muita coisa na vida, e desqualifica suas preocupações.

Porém, você já chegou a um ponto em que não aguenta mais e acredita que precisa melhorar esse relacionamento, mas se sente culpado por comentar esse problema com outras pessoas.

Você não sabe de nada. Ele já falou mal de você para os amigos e conhecidos da forma mais baixa possível.

Mesmo que machuque um pouco, não se preocupe. Não perca seu tempo com pessoas assim. Talvez seja a hora de encontrar novos amigos.

 

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*Fonte: amenteemaravilhosa

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4 tipos de amigos que você certamente tem e se não tem, precisa ter

Quando voltei de viagem da Índia trouxe comigo um ditado que dizia: “Depois de sermos picados por uma cobra, nos tornamos cautelosos até com uma corda”. Esse provérbio me vem à cabeça sempre quando penso sobre ”amizade”. Acho que todo mundo consegue se recordar de algum caso em que foi ferido psicologicamente por alguém próximo, pessoalmente ou profissionalmente.

Isso naturalmente pode ter tornado você mais desconfiado com relação a amizades em geral. Mas tenho certeza que se você tentar, com certeza vai conseguir se recordar de alguma ocasião em que feriu alguém, ou deixou alguém triste. Em qualquer caso, as amizades podem oferecer riscos.

Mas apesar de não ser fácil manter um círculo de amizades saudável, isso é um ponto crucial na construção de uma vida significativa e resiliente, e de grande importância quando estamos passando por alguma fase difícil.
Eu tenho notado isso frequentemente nos últimos 30 anos de minha carreira como terapeuta, mentor, consultor e supervisor daqueles profissionais que oferecem algum tipo de ajuda. Médicos, enfermeiros, educadores, assistentes sociais, conselheiros, psicólogos, psiquiatras precisam aprender a ser mais resilientes, não apenas para o seu próprio bem, mas também para conseguir ajudar quem precisa.

Em palestras, sessões individuais, sessões de grupo e consultas, um dos temas mais importantes que abordo é a amizade. A questão geral que sempre vem à tona é: “Eu sei que necessito de uma rede pessoal sólida, mas você poderia oferecer uma orientação mais específica sobre quais relações são mais importantes para que eu tenha um senso de resiliência saudável, principalmente quando estou passando por períodos difíceis, seja pessoalmente ou profissionalmente?

Considerei essa questão ao longo dos anos e conclui que precisamos de quatro tipos de amigos em nossas vidas.

1. O Profeta

Essa pessoa nos faz perceber quem está no controle de nossas vidas, e que ninguém está livre de sofrer influências do passado, ou influências atuais que podem nos levar a um caminho ou outro. O profeta nos deixa a seguinte questão: A quem estamos escutando para sentirmos, agirmos ou nos comportarmos de determinada forma? Para saber responder precisamos olhar para nossas vidas de forma clara: não há escapatória para essa questão.

 

2. O animador

Esse é aquele amigo solidário, que sempre nos acalma com sua voz ao telefone quando estamos desesperados. Além de ser um ótimo parceiro, o animador é complementar ao profeta, precisamos de ambos. Se só tivéssemos amigos profetas ficaríamos esgotados, por outro lado, se só tivéssemos amigos animadores, não cresceríamos apropriadamente, pois não seríamos estimulados a ver as coisas sob perspectiva.

 

3. O palhaço

Essa pessoa tem um grande senso de humor e nos ajuda na recuperação de perspectivas, principalmente quando estamos levando a vida muito a sério. Isso geralmente ocorre quando estamos enfrentando algum desafio familiar, no trabalho, ou em algum outro campo de nossas vidas. Quando não conseguimos rir de nós mesmos, corremos o risco de nos tornar rígidos demais às mudanças. Isso pode ser um problema para aqueles que convivem conosco, devido a nossa falta de flexibilidade.

 

4. O Inspirador

Essa pessoa nos invoca a atingir o nosso pleno potencial, a sermos tudo o que podemos ser sem sentir vergonha disso. Teríamos uma vida muito monótona sem aquele amigo que nos chama a ir mais longe, a seguir adiante.
Revisar a nossa lista de amizade à procura dessas pessoas é importante, assim encontraremos quais delas nos instigam a seguir em frente, nos trazem novas perspectivas e nos motivam. A amizade pode não ser a coisa mais fácil de lidar, mas preencher a nossa rede pessoal com pessoas que possam nos tornar pessoas melhores é algo que vale a pena.

*Fonte: PsychologyToday via Psiconlinews / portalraizes

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